Quer café?
O suldeste hoje sabe dizer muitas coisas. Não, por exemplo. Sabe concentrar o que já tá concentrado há muito tempo na circulação dos sons, nomes, cores, balas e locais. Sabe sorrir de dentes reluzentes e — reza a lenda — inteiros. Sabe destacar o erro de quem deu. Sabe significar um erro. Sabe rebolar a cadência das palavras. Sabe dizer que é lá que Hoje Tem.
O que o topo do Brasil vê é que talvez a capital do pau em brasa não saiba escutar as coisas como são. Ver além do branco e preto. Acolher os acertos de comunhão que só o topo havéra de cometer. Ir direto ao caminho dado pela palavra. Dar a cara dos erros que acusa. Tão rápido, certeiro, tão logo causa — digo, acusa! De quem é a cara deles?
Quanto tempo querem brincar de topo, suldeste? Querem outro café? De novo?
Até quando vão torcer a boquinha pra falar as portas que fecham no topo da cabeça? Até quando vão condescender com o que fazem goela abaixo do topo? O café só pode descer se for servido, mas só feito se tiver vários grãos a moer.
















