Novamente taxado, Brasil gera sexto maior saldo positivo para Washington em todo o mundo. Americanos acumularam saldo de 144 bilhões de dóla
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Novamente taxado, Brasil gera sexto maior saldo positivo para Washington em todo o mundo. Americanos acumularam saldo de 144 bilhões de dóla
Petróleo impulsiona saldo histórico, enquanto os carros elétricos chineses provocam o pior déficit automotivo da série. A doença holandesa e
El salto exportador eleva el superávit a un nivel récord #superavitabril #exportaciones
Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020
A queda nas exportações de café e o aumento na importação de veículos fizeram a balança comercial registrar o superávit mais baixo para meses de março em seis anos, divulgou nesta terça-feira (7) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 6,405 bilhões. O resultado representa queda de 17,2% em relação ao…
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Contas públicas têm superávit de R$ 103,7 bilhões em janeiro
As contas públicas fecharam o mês de janeiro com saldo positivo, com superávit em todas as esferas de governo, federal e regionais. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 103,7 bilhões no mês passado. Na comparação com janeiro de 2025, houve redução no saldo; naquele mês, o resultado das contas foi de R$ 104,1…
Aerolíneas Argentinas alcanza un superávit de 112,7 millones de dólares en 2025
Por primera vez desde su reestatización en 2008, la compañía ha logrado operar sin recurrir a transferencias del Estado Nacional. Aerolíneas Argentinas presentó los resultados de su ejercicio fiscal 2025, marcando un punto de inflexión definitivo, ya que, por primera vez desde su reestatización en 2008, la compañía no solo ha logrado operar sin recurrir a transferencias del Estado Nacional, sino…
O "Invasor" que Paga as Contas: Um Escândalo de Solvência
Pelos vistos, o apocalipse demográfico afinal não vem montado num cavalo pálido, mas sim numa motorizada de entrega de comida ou numa carrinha de transporte para a apanha da framboesa. Segundo os dados fresquinhos de 2025, a Segurança Social portuguesa está a viver um autêntico "perigo": um saldo positivo de 3,2 mil milhões de euros cortesia dos nossos amigos estrangeiros. Relatório da Segurança Social.
É um escândalo de produtividade que deveria preocupar qualquer patriota que se preze. Imagine-se a audácia: na agricultura, pescas e florestas, mais de metade das contribuições já não vêm do Manuel ou do Joaquim, mas sim de quem veio do Brasil, da Índia, do Nepal ou do Bangladesh para fazer o "sacrifício" de manter o nosso sistema de pensões a respirar.
Enquanto alguns comentadores se preocupam com a presença de estrangeiros, os números demonstram que os imigrantes estão a contribuir significativamente para o sistema, dando ao Estado 4,1 mil milhões de euros e recebendo uma quantia consideravelmente menor em prestações sociais. É uma situação onde eles trabalham em setores onde a mão de obra nacional é menos disponível e, em troca, ajudam a garantir a sustentabilidade do nosso sistema de pensões.
O top de contribuintes inclui Brasil, Angola e Cabo Verde – países com laços históricos e culturais com Portugal – mas as contribuições de países como Nepal e Bangladesh também são notáveis. São pessoas que chegam a Portugal para trabalhar e contribuir para uma Segurança Social que lhes garantirá, com sorte, acesso a serviços básicos.
Estamos perante um superávit de 11% em relação ao ano passado. Se esta tendência continuar, podemos ter um cenário de contas públicas mais equilibradas e serviços públicos mais robustos, em parte graças à contribuição de quem veio de fora e está a trabalhar nos setores onde a oferta de trabalho é maior. Isto contraria a narrativa de que os estrangeiros vêm apenas para usufruir de subsídios; na verdade, eles são contribuintes líquidos para o sistema.
A disparidade entre o que os imigrantes entregam ao Estado e o que dele recebem é tão acentuada que quase parece um erro de cálculo do Ministério das Finanças.
Aqui estão os números que sustentam o "milagre" financeiro:
Contribuições Recorde: Em 2024/2025, os trabalhadores estrangeiros contribuíram com cerca de 4,1 mil milhões de euros, um valor cinco vezes superior ao que receberam em benefícios.
Prestações Recebidas: No mesmo período, o gasto com prestações sociais para esta população situou-se em torno dos 688 milhões de euros.
Saldo Líquido: Esta diferença gerou um lucro direto de 3,2 mil milhões de euros para os cofres públicos.
Proporção de 5 para 1: Por cada euro que um imigrante recebe em apoios (como subsídios de desemprego ou doença), ele coloca 5 euros no sistema para financiar as pensões de todos.
Sustento das Reformas: Atualmente, as contribuições de estrangeiros já são responsáveis por financiar cerca de 17% das pensões e reformas pagas em Portugal.
Estes dados revelam uma contribuição financeira significativa por parte dos trabalhadores estrangeiros para a sustentabilidade do sistema de Segurança Social. Esta análise sublinha a importância da população imigrante para o equilíbrio financeiro das contas públicas e para o financiamento de prestações sociais que beneficiam a sociedade em geral.
A evolução das nacionalidades que sustentam a Segurança Social revela uma mudança de paradigma: de uma imigração puramente lusófona para um mosaico global de novos contribuintes.
Aqui estão os dados sobre quem mais contribui e como esses números cresceram em 2024/2025:
Brasil no Topo Absoluto: A comunidade brasileira continua a ser o maior motor estrangeiro do sistema. Com mais de 403 mil contribuintes (um aumento de 8,7%), os brasileiros pagam quase 1,4 mil milhões de euros anualmente para a Segurança Social.
A Ascensão do Nepal: É a nacionalidade que mais cresce em termos percentuais, com uma subida de 19,8% no último ano, ultrapassando os 49 mil trabalhadores ativos.
Índia e Bangladesh em Crescimento:
A Índia registou um aumento de 11,7%, contando com mais de 88 mil contribuintes.
O Bangladesh cresceu 10,6%, atingindo cerca de 50 mil indivíduos que descontam para o sistema.
Peso das "Cinco Maiores": As cinco principais nacionalidades (Brasil, Nepal, Índia, Bangladesh e uma crescente presença de países africanos como Angola) representam mais de 60% do total de estrangeiros com descontos.
Dependência Estrutural: A força de trabalho estrangeira impediu que a população ativa de Portugal caísse (estima-se que cairia 0,1% ao ano sem este fluxo). Atualmente, cerca de 20% de todos os trabalhadores que descontam em Portugal são estrangeiros.
Sem as contribuições dos estrangeiros, o sistema de Segurança Social português não estaria apenas "em dieta"; estaria nos cuidados intensivos, ligado a um ventilador financeiro.
Eis o cenário (pouco) hipotético de um Portugal sem estes 3,2 mil milhões de euros de saldo positivo:
O Défice Instantâneo: Sem os estrangeiros, o saldo da Segurança Social passaria de um excedente confortável para um buraco imediato. Em vez de acumularmos reservas para o futuro no Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), estaríamos a discutir onde cortar hoje.
Corte nas Pensões ou Aumento de Impostos: Para tapar um buraco de 3,2 mil milhões, o Estado teria duas opções simpáticas: ou reduzia o valor das reformas atuais (uma medida politicamente suicida) ou teria de subir a TSU ou o IRS para níveis asfixiantes para compensar a falta de quem trabalha.
Rácio de Sustentabilidade em Queda Livre: Portugal tem uma das populações mais envelhecidas do mundo. Os imigrantes são, na sua maioria, jovens em idade ativa. Sem eles, o rácio entre quem paga (trabalhadores) e quem recebe (reformados) desceria para níveis insustentáveis muito antes do previsto pelo Eurostat.
Colapso de Setores Inteiros: Na agricultura, pescas e florestas, onde mais de metade das contribuições vêm de fora, a produção pararia. Sem produção, não há salários; sem salários, não há descontos. O efeito seria uma reação em cadeia de insolvência fiscal.
Antecipação da Idade da Reforma: Sem o "balão de oxigénio" financeiro da imigração, a idade da reforma teria de saltar rapidamente para os 70 anos ou mais, apenas para manter a matemática do sistema minimamente funcional.
Em suma, sem este contributo, o debate não seria sobre "como melhorar" a Segurança Social, mas sim sobre "como declarar a sua falência".
ICYMI: 🌐 INTERNACIONAL | Macron advierte sobre aranceles europeos por el récord de superávit chino creciente http://dlvr.it/TPjKbd 🔗