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AMOR, palabra perfecta para intentar explicar un sentimiento desenfrenado y desconocido, AMOR, palabra de cuatro letras que dejó de tener significado, AMOR, palabra ultrajada, comercializada, destruida y mentirosa, AMOR, escusa perfecta para ritmos banales y cuentos de fantasía, ¿El AMOR dejo de existir? pero aún hay esperanza en aquellos seres sinceros que comparten su sentir, "¿Dime amor si te sientes amado al decir que te amo?"
Aldomar M.C...
La Unión Europea puso en vigencia un nuevo reglamento anti deforestación para que las industrias acaten y adecuen sus procesos de producción
Desde enero, la UE exige que productos importados no provengan de tierras deforestadas. Esto impacta a la soja del Mercosur. ¿Adaptación o barrera comercial? La tensión entre economía y ecología sigue creciendo.
Las cinco comunidades judías más remotas del mundo
🇵🇪 Las comunidades judías más remotas del mundo se encuentran en lugares sorprendentes como Iquitos (Perú), Filipinas, Vladivostok (Rusia), Christchurch (Nueva Zelanda) y Namibia. En Iquitos, la comunidad judía comenzó con Alfredo Coblentz en 1880 y floreció en el comercio de caucho, estableciendo una junta en 1909. Sin embargo, la mayoría emigró a Israel en 1948. Hoy, cerca de 70 descendientes siguen en la ciudad. En Filipinas, los judíos llegaron en el siglo XVI, pero fue en 1892 cuando un empresario judío sirio fundó un imperio comercial. La comunidad judía creció hasta que, en 1941, la ocupación japonesa cerró su refugio. Vladivostok se llenó de judíos a finales del siglo XIX, y una sinagoga fue construida en 1916. En Christchurch, la comunidad judía se estableció en la década de 1860, creando una sinagoga en 1864, y creció a unos 650 miembros en el año 2000. Finalmente, en Namibia, los judíos llegaron en 1861 y fundaron la Congregación Hebrea de Windhoek en 1917. A pesar de la colonización alemana y las tensiones durante la Segunda Guerra Mundial, hoy quedan alrededor de 90 judíos en el país.
El vínculo con el judaísmo no tiene que ver con números. Hay comunidades judías pequeñas y distantes en los rincones más lejanos del mundo j
🇳🇿 The most remote Jewish communities in the world are located in surprising places such as Iquitos (Peru), Philippines, Vladivostok (Russia), Christchurch (New Zealand), and Namibia. In Iquitos, the Jewish community started with Alfredo Coblentz in 1880 and thrived in the rubber trade, establishing a board in 1909. However, most emigrated to Israel in 1948. Today, about 70 descendants remain in the city. In Philippines, Jews first arrived in the 16th century, but it was in 1892 when a Syrian Jewish businessman built a commercial empire. The Jewish community grew until, in 1941, the Japanese occupation closed their refuge. Vladivostok became home to Jews in the late 19th century, and a synagogue was built in 1916. In Christchurch, the Jewish community established itself in the 1860s, creating a synagogue in 1864, and grew to about 650 members by 2000. Finally, in Namibia, Jews arrived in 1861 and founded the Windhoek Hebrew Congregation in 1917. Despite German colonization and tensions during World War II, only around 90 Jews remain in the country.
Livraria Dom Quixote, galeria do Ed. Palácio do Rádio, 1960 / Diário de Notícias de 27 de março de 1960
"(…) apresento aqui a mais nova das nossas livrarias a Dom Quixote, situada numa galeria e tão bem colocada que uma das saídas do grande cinema [Palácio] leva, forçosamente, o público a tomar conhecimento dela, a ver livros expostos em suas belas vitrinas, a visitá-la (…) Haroldo Maranhão, que acaba de instalar em Belém a Dom Quixote, bela e útil livraria, é neto de Paulo Maranhão, faz parte da grande tribo intelectual dos Maranhão.
Converso com Haroldo. Belém do meu tempo possuia livrarias ótimas que - infelizmente - com o decorrer dos anos e sobretudo com o empobrecimento daquele Estado, tornaram-se livraria-papelarias (…) Haroldo Maranhão resolveu terminar com isso. Ele conta assim:
- A ideia de possuir e dirigir uma livraria é uma permanente e excitante solicitação de quem trata com livros e vive na sua intimidade (…) No meu caso a ideia é bastante antiga. Há muito tempo que bacorejava dentro de mim, mas só foi possível realizá-la agora, à base de muita determinação, de avais bancários (Vanderlei Normando é um grande amigo) de convidativas facilidades de alguns livreiros inteligentes O grande responsável, aliás, foi o meu dileto amigo Ernesto Zahar, da Livraria Ler, que visitando Belém, a interesse de sua acreditada editora e no conhecimento de meus planos, entusiasmou-me de tal modo, que acabei me decidindo a passar para o lado de dentro do balcão, transformado de consumidor em fornecedor…
- A Livraria Dom Quixote foi planejada e executada em menos de dois meses. Visitei Rio e São Paulo para estabelecer contato com os livreiros e às vésperas do Natal do ano passado [1959] inauguramos sem champanhe e sem discursos, nesta nossa Belém, uma nova livraria para a cidade que é pequena no tamanho, mas onde se procurou aproveitar todo o espaço útil (…)
- Não fizemos concessões à literatura fescenina de puro escândalo, que infelizmente, jorra dos autênticos canos de esgoto em que certas editoras se especializaram, industrializando em alta escala a pornografia. Essas imundícies nós não vedemos. E nem se diga que é por puritanismo: é apenas uma questão de assepsia e de bom gosto.
A Dom Quixote é dotada de ar condicionado ('para neutralizar a bárbara canícula paraense', diz Haroldo) e funciona diariamente até às 22 horas. O horário norturno, que é uma novidade no comércio de Belém, é muito cômodo para o público que tem as suas horas ocupadas durante o dia.
(…)
O movimento editorial em Belém é quase nulo; há agora uma gráfica, a Falangola, publicando livros ainda muito feios (…)
O paraense, cidadão de Belém, sempre gostou de ler e sempre procurou nos livros ensinamentos. Não é de espantar, pois que a Dom Quixote, apresentando-se como é, uma livraria moderna, clara, elegante, seja hoje frequentada por pessoas de todas as idades e profissões em todas as horas do dia e da noite. Era o que Belém precisava, sem dúvida, e com a Dom Quixote andam agora os paraenses muito orgulhosos"
____________________________
Eneida de Moraes, A livraria Dom Quixote em Belém do Pará ~ Diário de Notícias de 27 de março de 1960
Ainda nessa mesma reportagem Haroldo diz que estava sempre trazendo as novidades editoriais para Belém: "oferecer com presteza aos leitores paraenses os novos títulos lançados no mercado do sul". Foi com presteza que chegaram os exemplares de ‘Furacão sobre Cuba' de Sartre, que em outubro de 1960 chegava a Belém, numa turnê pelo país. Houve uma sessão de autógrafos na Dom Quixote, onde foram vendidos todos os 500 volumes.
Em uma publicação de Lúcio Flávio Pinto, a crônica local traz como foi efetivamente essa noite autógrafos:
"Já era noite naquele 1º de outubro de 1960 e a fila ainda era grande. Pessoas sobraçando um ou mais exemplares dos livros de Jean-Paul Sartre esperavam pacientemente por seu autógrafo. O lugar, a Livraria Dom Quixote, na galeria de saída do Cine Palácio, no prédio do Palácio do Rádio, era pequeno. Mas o ar condicionado, ainda um luxo naquela época, funcionava a pleno vapor, isolando do lado de fora o calor úmido da cidade.
Esperava-se que o 'pai do existencialismo', ao lado da mãe do modismo intelectual daquele momento, a companheira Simone de Beauvoir, em carne e osso, suportasse rabiscar as dedicatórias nos livros. A ênfase era no seu último lançamento, Furacão sobre Cuba, com dezenas de exemplares trazidos de avião para proporcionar o lançamento monumental, acertado de última hora, pelas circunstâncias da história.
De súbito, porém, Sartre se levantou e, arrastando consigo La Beauvoir, saiu no melhor estilo francês: sem dizer uma palavra, sem sequer um “au revoir”, como se não estivesse saindo ou fosse invisível. Enfiou-se num carro verde e sumiu de verdade.
Perplexos ou indignados ficaram os fãs enfileirados e já então dispostos a investir sobre o promotor da saison, o escritor Haroldo Maranhão, também o proprietário da pequena e poderosa livraria. O clima de beligerância foi interrompido pelo providencial batuque de Raimundo Silva, arregimentado para oferecer um toque de exotismo ao visitante gaulês, sempre sensível às peculiaridades do mundo tropical. Mesmo sem Sartre, o tambor desencadeou o novo movimento da festa, salvando-a de um epílogo funesto.
O escritor Pedro Tupinambá, frustrado na fila deixada ao léu pelo visitante surpreendente, tratou de apontar o seu protesto: 'Escritor de fama mundial, filósofo, conferencista, possuidor de vasta cultura, autor de romances célebres e belos ensaios, Sartre é, no entanto, um cidadão indelicado, cuja educação não recebeu o polimento devido, deixando à mostra as asperezas de seu temperamento'.
Touché"
A Dom Quixote teve vida curta, tendo encerrado suas atividades em 1961, segundo o mesmo Lúcio Flávio Pinto
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Ainda tem bastante gente boa nesse mundo. Nem todos apoiam fascistas higienistas e malditos.
Las Reales Atarazanas | Sevilla, España | 1252