embora o momento da ceifa esteja imaculado em sua mente, é difícil de se lembrar em exatidão de tudo que ocorreu até chegar lá. como se o dia tivesse sido resumido naquilo, o raiar do sol fora beber diretamente do cálice. os dedos trêmulos segurando o metal para o momento tão esperado. estava ansiosa, ao ponto de sentir o coração bater desconfortavelmente em seu peito. lembrava-se do ar se fazer ralo conforme repousava nas pedras frias do pátio, e o pulsar de suas veias aumentar em seus ouvidos. o palpitar do coração. procurara lumine, o olhar aterrorizado encontrando-se com o dela antes das pálpebras tornarem-se pesadas sobre os olhos. em segundos, despedia-se do instituto, para acordar no único lugar que já teve o desejo de ficar.
tw: talassofobia.
sonhar fora como mergulhar numa piscina. o som do seu coração sendo substituído pelo barulho de submersão, bolhas expandindo e eclodindo no líquido. mas não nadava, e ainda podia respirar. você poderia ler diversas vezes sobre a dimensão em livros, mas palavras jamais seriam capazes de mensurar a beleza presenciada. estar lá parecia o sinal de uma bênção divina, a permissão para tocar o etéreo. as lágrimas se acumulavam no canto dos seus olhos, os pelos de seu braço se arrepiavam. aether conseguiu entender como haviam aqueles que jamais retornavam: haviam eles feito a escolha? ou sucumbido nas mãos de algum perigo?
a paisagem reconfortante acalmou seu coração por um curto período de tempo. lembrar-se que haviam aqueles que não retornavam a colocava em constante cheque com a realidade; não podia falhar. mas constatar-se disso não fez com que obtivesse mais êxito. não sabia quando tempo havia passado conforme rumava sobre vegetação densa. podia sentir o desespero em seu peito quando sentia dificuldade de seguir caminhando, até o súbito momento em que sentiu água sob seus pés. mais um passo e a vegetação revelava uma pequena gruta, encrustada sob a base de uma montanha. e foi o primeiro momento em que sentiu que ia para o lugar correto, pois agora ouvia.
era a mesma música de seus sonhos, difícil de ser explicada. uma melodia, mas da qual era quase impossível de discernir qual instrumento musical que a produzia. como um quebrar de ondas, produzindo notas musicais constantes então traduzidas em uma música. era aquilo que a chamava.
insistiu em avançar. ainda que o nível da água fosse lentamente progredindo, e a iluminação fosse quase extinta. nadava sem sentir o chão sob seus pés quando sentiu-se imersa em completo escuro. não era possível discernir o caminho de retorno, então só lhe havia a opção de seguir. a sensação do sonho não preveniu que seu corpo fosse fadigando. os músculos pedindo descanso, enquanto ela lutava para se manter acima da superfície. parecia um esforço sem sucesso, poderia estar sendo enganada. a ansiedade em seu peito seria vitoriosa, se não houvesse visualizado uma luz. um brilho, abaixo da superfície. agora era capaz de discernir; já não estava mais sozinha. era ele.
não houve espaço para raciocínio ou muito pensamento antes dela reservar todo ar possível em seus pulmões para mergulhar, nadando em direção à luz. parecia tão distante. forçava os músculos exaustos, submergindo-se em uma velocidade anormal. pouco a pouco, sentia o ar evadindo, o tempo escorrendo de seus dedos. não estava próximo o suficiente. não iria conseguir. com a sua última lufada de ar, se impulsionou, esticando o braço para conseguir se aproximar, tocá-lo. pode sentir a ponta dos dedos contra uma superfície áspera, e em seu último vislumbre, os olhos azuis, agora abertos.
não havia conseguido. a hipóxia a abraçava, roubando-lhe a pouca capacidade de enxergar na água enegrecida. quase pensou que gostaria de ter se despedido de lumine, antes de sentir o corpo sendo violentamente agarrado. as garras do dragão seguravam-lhe, conforme rumavam em alta velocidade para a superfície. o dragão fazia como se de contragosto, largando-a sobre a entrada da mesma gruta do início. sentia a terra dura sobre si, machucados do encaixe das garras e o peito cheio de água. ainda tentava recuperar o ar em meio tosses quando ouviu o rugido. esquecera-se que viera ali não apenas para encontrar, mas também domá-lo, não? e era tão belo. estremecendo a terra, estourando-lhe os tímpanos! mas não havia espaço para insatisfação em alguém que achava que morreria. girou o corpo para escapar das garras, que agora pareciam bem menos amistosas. os cortes sangravam em suas roupas, mas ela sorria. agora estava sobre suas duas pernas.
tossiu mais algumas vezes antes de finalmente conseguir falar algo. “.... você me salvou!” um momento de pausa para jogar o corpo fora do alcance de mais um ataque. “não teria feito isso se não me quisesse por aqui!” exclamou, em um misto de surpresa e felicidade. suas tentativas de dialogar eram recebidas de alguma forma. podia ver o dragão inclinando a cabeça, como se estivesse intrigado com a insolência dela. desviou ainda de um terceiro golpe, antes de pensar: se realmente fosse da vontade dele, estaria morta. então, ela parou. veja, para ela era algo particularmente difícil. aether nunca havia confiado a sua vida à alguém antes. e tivera a ideia insana, o pensamento de que ele não a mataria. e estava disposta a tentar.
por isso, ela parou. ergueu as mãos longe do corpo, e abaixou a cabeça. “você é exatamente como eu, não? poderia ter me deixado para morrer. entretanto, é mais fácil fazer isso que assumir que você confiou em alguém. eu consigo ouvir você. a sua música. é sobre solidão.” ela se pausou por alguns segundos, verificando se ainda estava viva. “eu consigo entender. é por isso que vim até você.” agora conseguiu criar coragem para erguer o rosto, encarando o dragão diretamente em seus olhos. “eu sei que você estava me esperando. eu também estive esperando você.” foi a primeira vez que voltou a movimentar o corpo, ousando se aproximar do dragão.
os olhos azuis como galáxias repousavam com curiosidade. ela conseguia sentir um misto de indignação com a insolência e ao mesmo tempo, apreciação pela atitude. por isso arriscou, erguendo a mão. e o tocou pela primeira vez. como era possível? seus olhos encheram-se de lágrimas. naquele momento, ela sabia que o amaria como jamais havia amado ninguém. era recíproco, expresso nos olhos do dragão fechando e abrindo-se diante de si, fazendo um voto de confiança igual. podia sentir seu coração palpitando em conjunto com o da criatura, em completa consonância. havia achado a sua família.
this playlist is the most e-boy/fuckboy playlist out there but i mean, it’s basically him to a t. most of it is just the stuff he listens too, but also a few that are about him scattered throughout as well. for the extended playlist, click the link!
Richard is a fearsome, intimidating figure, who absolutely melts around his three daughters. He might be a little absentee, as a finance man, but he makes up for the time he spends at work instead of at home with a huge salary, family money, and credit cards for each of his daughters. He refuses to see anything but the best in them, and always believes that they are not at fault. ....Except for Sav sometimes.
Mother - Susanne Grey
Susanne may be a stay at home mother, but that also doesn’t mean she’s ever been hands on. A former model, she was always a little bit more of a trophy wife, rather than a mom, and as she’s aged, she’s just kinda found it hard to keep track of all three of them. One of them is always up to something. Sedona is her favorite, but she won’t admit that out loud. Unless she’s a couple of glasses of wine in.
Eldest Sister - Sierra Grey (Libra - September 29th, 2000)
Sierra is still in college, and she’s the one Sav really learned her partying ways from. Her friends were always amused by the middle Grey tagging along, and it’s safe to say they were not good influences. Sierra is a loose cannon, and has no idea what she wants to do with her life. She’s extremely kind-hearted and actually one of the sweetest people you’ll ever meet, with good advice, if you can ever pin her down long enough to get her to have a conversation.
Youngest Sister - Sedona Grey (Cancer - July 19th, 2003)
Sedona is the least pretentious of all of the daughters, even though she’s the most spoiled. She’s actually hard-working, and plans to follow in their father’s footsteps into finance. She is your typical, bratty youngest sister. She tries to keep Sav and Sierra in line, but does that by tattling on them to their parents constantly, which really has just ended up with Sedona getting left out of their more risky adventures.
THE GREY’S - PATERNAL FAMILY:
Andrew Grey (Cillian Murphy) - 48 years old
Melody Grey (Madisyn Menchaca) - 18 years old (Pisces - February 28th, 2003)
Mel is the daughter of Richard’s younger brother. She and Sav are extremely close, and Mel also attends Luxor. Although she is technically a year younger than Sav, they’re in the same grade since Sav had to repeat kindergarten (lol). She’s actually fairly smart, though she is fairly naive/easily manipulated, and extremely spoiled, and so she definitely comes off even more out of touch then Savannah. She has the feels like your typical pisces, but the resting bitch face definitely comes from that scorpio rising.
Jillian Grey-Kennedy (Kathryn Hahn) - 50 years old
Kyle Kennedy (Danielle Campbell) - 24 years old (Aries)
Kyle is the oldest cousin on the Grey side, the daughter of Richard’s sister. She grew up in Texas, as Jillian Grey moved there to marry the son of an oil baron, just increasing how rich that family was. Kyle was a competitive gymnast who was on track to go to the Olympics until she had a devastating injury, and then she moved out to Los Angeles and is working as a bartender and fucking around because she has no idea what else to do. She’s kinda a huge bitch, and doesn’t get along with the rest of the cousins as well, but she’s still around when they need her to be.
Likes: mixing drinks, lipstick, road trips, reading, writing, oversized sweaters, rain, concerts, all genres of music, being called darling, fruit tart
Dislikes: small spaces, sounds of people chewing, having her picture taken, seafood, hypocrites, bugs/spiders, invasion of privacy
Bad Habits: staying up late to write, emotional shopping
Secret Talent: tying a cherry stem with her tongue
Hobbies: writing, drink making, karaoke, martial arts
Fears: small spaces, not finding “the one”
Five Positive Traits: creative, enthusiastic, individualistic, open minded, trusting
Five Negative Traits: impulsive, insecure, moody, stubborn, blunt
Other Mentionable Details: past eating disorder; knows how to make a bay breeze cocktail from memory;
&. APPEARANCE
Tattoos: letter ‘M’ tattooed on her wrist
Piercings: nipple piercings
Reference Picture: here
&. FAMILY INFORMATION
Parent Names: steven and isabelle (conrad)
Parent Relationship: close to her parents; they talk at least once a week; family group chat
O mais forte é o merecedor. Essa é a resposta mais direta e óbvia que poderá ouvir pela voz de Bharash. Entretanto, não é necessariamente o que ele pensa sobre o destino da coroa. Injustiça ou não, a princesa Allura tem total direito de tomar posse como a nova regente. Primogênita do rei Alexandre e, claramente, muito mais imponente que o paladino Arthur, que ainda parecia uma criança, não apenas de feição, o bárbaro o via como um jovem incapaz de tomar as rédeas de um reino.
Não se importa em nada com a posição de sua guilda quanto ao destino da coroa, afinal, apenas a ideia de ter um supremo já não lhe era a mais interessante. Teria poderes em não muito tempo? Claramente que sim, mas sempre viveria abaixo da sombra de um soberano ou soberana. O Byl não concordava totalmente com a ideia de uma mesma família dominar Brightland eternamente, o mesmo valia para as guildas. Como bem crê: o poder deve ser do mais forte, não do sangue mais puro. Está com Allura nessa, mesmo que com apoio velado.