What were you thinking, saying something like that to him?
You two are having sex after his mission with the governor; it took him a while to get back, okay?
He understands that your relationships are quite different in age; you're younger, around twenty, and Merle is already fifty. Well, you chose to date this old man.
You were in the shared room; he'd let you ride him. He had one hand on your lower back, and the hand with the prosthetic leg was resting on the mattress without the blade. He tried not to let his arrogance slip out, as if it were a gift for you to be able to stay on top of him and keep him quiet.
But you didn't want that. What was the thrill? You smiled as you increased the pace, and he just clenched his teeth. Merle wasn't one to just do that.
"Old man, are you going to cum already?"
You weren't very different from him; maybe that's what brought you two closer, but you were only this foul-mouthed when you were having sex.
You saw him look at you, that look and a mischievous smile spreading across his face.
"— What a girl, I was trying so hard to leave you alone at least once..."
He sat closer to you, without taking the lead or dominating the movements. When he felt you slow down, he shook his head slowly in denial and with his good hand gave your butt a slap.
"— You're going to keep going. Show me how much you missed my cock."
"— You old man..."
He moved his hips upwards to match your movements, making you bounce on his lap. His good hand was gripping your butt but soon slid to your hip.
Merle was panting as he smiled at you, the challenge and provocation at a level that made the sex more interesting. A mix of anger and lust, and obviously, love.
"— Go on, call me old while you bounce on my lap."
He teases, moving closer to your neck to kiss and bite you.
Sumário: Uma conversa depois de uma noite cheia no Baratie.
NDA: experimentando escrever em português porque eu vejo muito seguidor que fala português, e eu sempre traduzo umas coisas minhas pra uns amigos, então não custa nada postar
MASTERLIST
— Perderam a cabeça —, Sanji disse num tom mais baixo ao se aproximar enquanto você mexia o molho fervendo na panela sem tirar os olhos dele; uma pequena distração poderia arruinar um trabalho de horas, e você tinha aprendido isso da pior maneira. — Orégano não combina com tudo —, ele sussurrou próximo à sua orelha ao checar o que fazia, olhando por cima do seu ombro. Ele nunca criticou seu trabalho, claro, exceto se fosse dizer algo sobre não devia sempre seguir receitas e ordens tão à risca, mas você sabia melhor que isso. Ver o que acontecia com Sanji devido a fazer as mesmas coisas era uma lição suficiente.
— Só fica quieto e cozinha —, você suspirou ao colocar a panela no balcão e substituí-la no fogão por outra de água, adiantando as coisas.
Sanji bufou, mostrando um prato do que havia feito, certamente algo que não fazia parte do menu.
— Experimenta —, encorajou.
Você não parou o que fazia, ainda adicionando vegetais aos pratos e os cobrindo com molho, ao abrir a boca e deixar Sanji te tratar um pedaço do que quer que tivesse feito. O sabor doce da massa se opunha bem ao sabor suculento e salgado do recheio, o qual provavelmente consistia em algum peixe e um molho rico. Você levou seu tempo para apreciar o sabor antes de acenar com a cabeça.
— É bom, Sanji —, comentou ao terminar os pratos e chamou um dos garçons para dizer que os pedidos da mesa 11 estavam prontos —, tipo, bom —, tentou expressar, mas era difícil, uma vez que todos os pratos dele sempre recebiam muitos elogios seus —, acima do normal.
Mesmo com o jeito que se movia rápido para conseguir acompanhar os pedidos, Sanji ainda te seguia com o prato na mão.
— Pelo menos você tem um pouco de senso, porque o velho lixo…
— Já estamos com pilhas enormes de pedidos —, a voz alta de Zeff disse por cima do tilintar e conversa altos da cozinha, como se fosse uma deixa —, isso significa ninguém fazendo corpo mole!
Sanji sabia que aquilo era principalmente direcionado a ele, claro. Ele torceu a boca e arfou, balançando a cabeça, antes de te tratar o último pedaço do prato e se afastar.
Em comparação com as horas de funcionamento, o Baratie podia ser até que quieto nas horas mais tardes da noite. A bagunça e a euforia tomavam outro tom e outro foco. Ninguém costumava chegar tão tarde, e as pessoas se concentravam mais no bar, então era até tranquilo. Assistir o reflexo da lua na água calma do mar era bem calmante.
O silêncio relativo foi interrompido por um padrão de passos que você conhecia muito bem.
— Eu vou ser reduzido à porcaria de um faz-tudo alguma hora —, Sanji disse ao eventualmente parar e se sentar próximo a você, na plataforma de madeira da doca, também com os pés pendurados da borda. Sua respiração estava um pouco ofegante e tinha suor na testa, então provavelmente estava fazendo tarefas extras como um tipo de punição vinda de Zeff. Suspirou ao alcançar por um cigarro dentro do blazer.
— Talvez —, você murmurou.
Sanji estava prestes a acender o cigarro, mas pausou e te encarou por um momento.
— Olha, eu…
— Não, escuta primeiro! — Você ajeitou a postura, tentando pensar numa forma de resumir tudo o máximo possível para evitar que Sanji surtasse antes mesmo que terminasse de falar. Ele até que ficava adorável daquele jeito, tentando fazer o isqueiro funcionar furiosamente com mais força do que o necessário, levando faíscas a voarem na escuridão da noite até finalmente conseguisse acender o cigarro. — Não é que ninguém reconheça o seu talento nem nada, Sanji —, suspirou —, o Zeff sabe que você é bom.
Sanji franziu as sobrancelhas, te olhando incrédulo, mas com um pontada de sarcasmo.
— Honestamente —, você disse após o observar por um longo momento, — o que você quer fazer com a sua vida?
— Quero o All Blue, é óbvio —, respondeu na mesma hora. A ponta do cigarro brilhava no escuro enquanto ele tragava, segurando a fumaça antes de exalar vagarosamente.
— Tá, sim, mas como que você planeja conseguir o All Blue?
Tentou responder algumas vezes, com umas palavras inacabadas ao abrir e fechar a boca sem emitir som coerente, mas Sanji não conseguiu responder algo. Ao invés disso, olhou para o mar e retornou o cigarro à boca.
— Exato —, você disse —, nisso…
— E o que isso tem a ver, hein? — Sanji escarneceu.
Silêncio tomou conta por um tempo enquanto você observava Sanji, tentando entender o que se passava na cabeça dele. Às vezes, você queria acertá-lo na cabeça para saber se surtiria algum efeito, talvez balançar seu cérebro ou fazê-lo funcionar para a vida do mesmo jeito que funcionava para a cozinha.
— Realmente acha que vai encontrar o All Blue sendo um chefe no Baratie? — Você perguntou sem fazer questão de ser gentil ou sutil. — Que bem vai fazer se você só continuar aqui, sendo um cozinheiro, sem sair do lugar direito, só trabalhando? É tão fácil perceber que o Zeff tá tentando te fazer sair pra você poder fazer algo maior, Sanji! Ele não vai falar diretamente porque vocês são dois teimosos, mas tá na cara!
— Mas ele…
— Porra, ele é um pirata aposentado —, interrompeu. — Ele já viveu a vida dele e o Baratie é o que ele quer pra agora, mas você? Ele sabe que você é forte e determinado. Às vezes, ele e os outros fazem as coisas só pra ver se você desiste e vai embora pra fazer alguma coisa decente porque você é muito teimoso.
Sanji estalou a língua, praguejando sob a respiração ao tragar o cigarro de novo. Ele se inclinou para frente, com os cotovelos sobre os joelhos.
— E como você pode ter tanta certeza assim? Só não me querem aqui.
Era tão cansativo. Com um suspiro pesado, você desviou o olhar, balançando a cabeça;
— Tá, então quer ficar aqui a vida toda? — Você olhou para ele de novo. Era difícil ver o rosto dele através do cabelo e no escuro, mas dava pra ter uma ideia da cara que fazia. — O mundo é tão grande, Sanji. Tem tanta coisa pra ver e pra fazer. Parece um pouco patético, sabe, passar a vida toda só trabalhando num restaurante enquanto dá pra fazer muito mais coisa. Tem gente por aí viajando, descobrindo coisas, se divertido. Vivendo, no geral.
Mais uma vez, silêncio tomou conta por um momento enquanto pensavam. Só a ideia de todas as coisas que você tinha escutado ou lido sobre nos jornais fazia com que você se coçasse para roubar um navio e só sair navegando.
Tudo parecia mais quieto, de repente. Seus olhos estavam fixados na lua, que estava alta no céu, meio cheia, com uma imagem trêmula refletida no mar escuro. Talvez o céu também parecesse diferente em outras partes do mundo.
— Eu queria ser até um pirata, se desse —, você sussurrou cuidadosamente. — Que um bando de piratas me acolhesse, algo assim. Me deixassem ser qualquer coisa, mesmo que eu não cozinhasse mais, só deixando eu ir explorar com eles. — Outra pausa. — Você não queria isso também não, Sanji? Nunca pensou nisso?
Nenhuma resposta veio, por um longo momento. Fumaça continuava vindo do Sanji; ele estava parado, quase imóvel.
— De verdade? — A voz dele era quieta.
— Claro.
Sanji ficou quieto de novo. Ele conseguia ser misterioso, às vezes. Alguns assuntos frequentemente faziam-no ficar em silêncio, pensativo. — Então a gente devia ir junto.
— Junto? — Você murmurou.
— Ah, eu não iria sem você —, retrucou ele, ajeitando a postura com um suspiro. Tinham palavras não ditas, com certeza, mas palavras que você já conhecia muito bem. Ninguém realmente dava atenção ao Sanji como você, sem falar que se tivesse alguém além de Zeff a quem ele recorreria em qualquer situação, seria você. Levava uma pessoa para acalmar os pensamentos dele ou pelo menos ajudá-lo a organizar a mente, e normalmente também era você.
— Tudo bem —, você constatou. Seus olhos se moviam em qualquer direção que não fosse a dele. — Eu não acho que eu ia deixar você fazer isso, de qualquer jeito.
Uma sensação de realização tomou conta de ambos, conseguindo dissolver a maioria da tensão do momento. Tinham chegado a um acordo, mesmo que não dito, tirando parte das preocupações que lhe pesavam a mente. Apesar de não dizer, sempre te atormentava a possibilidade de Sanji partir, fugindo no meio da noite, e te deixar para trás com nada além de mais preocupações.
Finalmente, seus olhos pararam de encarar o céu, observando o mar e depois a mão do Sanji. Ela repousava a alguns centímetros de distância da sua perna. Ele usava anéis quando não cozinhava, e eram sempre bonitos. Nem se perturbou quando você pegou a mão dele para tomar-lhe o anel que tinha no indicador; ele já estava acostumado com você pegando seus anéis, às vezes os devolvendo dias depois ou só tomando posse.
— Bonito —, você murmurou ao admirar os detalhes entalhados no metal. Vergonhosamente, o anel pendia frouxo em volta de todos os seus dedos, então resolveu devolvê-lo.
Sanji pegou sua mão antes que pudesse afastá-la e a puxou até que você se movesse para mais próximo e deixasse que ele colocasse o braço sobre seus ombros. Ele apagou o cigarro contra a madeira uma vez que chegou ao filtro.
— Por que você fica pegando minhas coisas, hein? Posso saber, meu amor? — Ele levantou uma sobrancelha.
Você pensou por um momento, mas era difícil achar uma conclusão sobre isso.
— Sei lá, não tenho certeza, pra falar a verdade —, murmurou. Talvez fosse a necessidade de sempre ter algo dele com você. Se sentir mais próximo.
— Não tem medo que eu fique com raiva?
— Você nunca fica com raiva! — Você escarneceu, balançando a cabeça. — Sou bonite demais pra você ficar com raiva de mim.
O jeito com que Sanji levou um momento para te observar e então virou a cabeça com suspiro fez com que risse vitoriosamente.
— Não significa nada! — Sanji estalou a língua, mas a irritação não era nada além de fingimento. Suspirou ao visivelmente relaxar, abaixando os ombros. — Você não vai embora sem mim, né? — Ele sussurrou em seu ouvido.
— Só se você não esquecer de mim. — Você levantou as sobrancelhas levemente ao olhá-lo.
Sanji sorriu com um ar de orgulho, acenando um pouco com a cabeça. Ele se aproximou, mas você pôs uma mão sobre a boca dele e fez com que virasse a cabeça antes que qualquer coisa pudesse acontecer.
— Você sabe que eu odeio beijo logo depois que você fuma! — Você disse, tirando a mão quando ele começou a rir.
— Só unzinho? Por favor? Amor da minha vida? — Sanji tentou, fazendo uma cara dramática que não durou tanto, com os risos do jeito que você o encarava. — Vai, por favor! Eu ganhei nenhum beijo hoje, até agora! Como que eu vou sobreviver sem um beijo seu, hein? Me diz? — Ele passou os braços em volta da sua cintura para te puxar para perto, beijando sua bochecha algumas vezes, sabendo como usar os pontos fracos. Suspirando, você virou finalmente a cabeça até que seus lábios se encontrassem, garantindo o beijo que tanto queria.
E trago hoje mais uma tradução dos gráficos feitos por @simcloudlogic, dessa vez do desafio I’m a Lover: 10 gerações relacionadas ao amor, um desafio com uma história ótima, cheia de dramas.
No meu perfil você também encontra gráficos nesse mesmo estilo do desafio Not So Berry e estou trabalhando em trazer mais em breve (por enquanto sem previsão de traduções de outros criadores)
Mod Serve Drinks On Tables - Criador: Zero’s Sims 4 Mods&Comics.
Este mod foi traduzido para o português brasileiro por ObscureEffler.
Como instalar? Baixe o arquivo, extraia-o e coloque-o dentro da sua pasta Mods em Documentos.
Observação: não é necessário baixar o mod original e colocar este junto, apenas baixe os meus arquivos.
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Problemas com a instalação ou não sabe como instalar? Clique aqui
Possui alguma dúvida? Clique aqui e me pergunte.
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É necessária a instalação do seguinte mod: Xml Injector.
Local do mod Xml Injector: Clique aqui
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Siga as instruções ditas na instalação da tradução.
Local do mod original: Clique aqui
Tradução do mod - Arquivo RAR: Clique aqui
Tradução do mod - Arquivo ZIP: Clique aqui