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#Trinca https://www.instagram.com/p/COarvaJjNs7/?igshid=1qmcikf3qz5ir
"Une Autre Vie" d'Emmanuel Mouret (2013) avec Jasmine Trinca, Joey Starr, Virginie Ledoyen, Stéphane Freiss, Ariane Ascaride et Bernard Verley, avril 2021.
APRENDO E REPASSO - COMO ACABAR COM A TRINCA DA PAREDE
APRENDO E REPASSO – COMO ACABAR COM A TRINCA DA PAREDE
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Sem dúvida esse é top pra dar aquela animada no seu pássaro #Coleiro # Curió #Azulão #Trinca-ferro . https://www.instagram.com/p/CEkMNFBJ5SZ/?igshid=dq6t9jgxhpbj
A Via Lactea. Um filme.
A poesia masturbatória não tem fim.
Lembra daquela trinca de filmes nacionais que eu queria ver? Esse é o segundo.
A idéia é que um cara termina com a namorada pelo telefone por uma besteira, vai pedir desculpas e se perde, ficando preso no trânsito de São Paulo. Não parece legal? Então, tambem achei. Mas era uma cilada, Bino!
Com dez minutos de filme, deitei pra ver de lado e talvez engatar no sono. O Tijolo me ligou, pausei e tentei de novo continuar, renovado. Com quarenta minutos pausei mais uma vez e fui escrever outra resenha, onde acabei revendo um filme muito melhor, porque não aguentava mais esse. Voltei pra terminar, batendo o pé e revirando os olhos. Tudo isso num filme que só dura uma hora e meia pae. Mal sinal.
O filme é um apanhado de "arte" conceitual, com takes repetidos de gente andando sem próposito pra um lugar qualquer, somados de umas metáforas de texto inseridas em off, que tambem não acrescentam praticamente nada. Imagina um filme do Jarmush, só que feio, mal filmado e que não leva a contemplar nada porque os segmentos são curtos e desencontrados. É muita poesia com pouca coisa pra dizer embalada em musica clássica pra dar relevância.
Acabou. Obviamente eu estive escrevendo isso enquanto o filme passava. A reviravolta da trama era que o protagonista tinha sido atropelado no inicio do filme, e tudo que obrigam o espectador a ver era uma grande viagem de dorga de quando a gente tá morrendo. Não tô nem brincando, é isso mesmo. Que beleza. Isso explica tudo e me deixa muito feliz. Eu esperei um bocado de tempo pra ver um filme que é um grande cagalhão. Chupa essa manga ae, seu trouxa. No caso eu. Eu chupo a manga.
Foram dois filmes. Falta um.
Todas as canções de amor. Um filme.
Não faça uma playlist que você não sabe acabar.
Todas as canções de amor é um da trinca de filmes nacionais que marquei, mas até hoje não tinha conseguido assistir. Depois de vagar e rodar pelos recondidos pestilentos e labirínticos do streaming ilegal gratuito, finalmente consegui encontrar. Esse, não vi na época no cinema porque estava começando um relacionamento e não queria ver um filme que me faria pensar sobre o que tinha acabado, no que fiz muito bem, posso acrescentar, depois de ter visto o filme.
O troço é uma aula de romance nacional. Despretensioso, apaixonante, cruel e cafona. O texto escrito com esmero, valoriza cada diálogo do bem escolhido elenco, naquele apartamento encantador. Pra completar a tal importante trilha sonora, escolhida a dedo pela Maria Gadú, tambem realiza seu trabalho, contando a história e embalando as cenas com competência. Então o filme é sensacional? Poderia ser. Quase foi. Mas, o final se perde de maneira redundante, fazendo a honesta jornada parecer um tremendo desperdicio, pra só chegar até ali. Pra tornar ainda mais evidente a prova desse deslize, temos como a ultima música, uma versão injustificável de "I will survive", destoante da playlist como uma freiada na cueca, que no lugar de coroar o desfeixo das histórias, acabou soando como unhas arranhando uma lousa.
Mas aqui pra me dar ao direito de condenar, me disponho a me crucificar na mesma cruz. Com qual musica EU acabaria o filme e a trilha? Passei horas aqui revirando. Precisaria ser algo que atendesse as histórias e aos finais, simultaneamente. Algo que funcionasse tanto na decada de 80 quanto na de 010. Fugi do internacional. Evitei meus próprios refúgios musicais. Algo que mantivesse os direitos autorais dentro do orçamento. O exercício acabou sendo mais dificil do que imaginei mas ainda assim, gratificante. Fechei com Metamorfose Ambulante. É batida, prevísivel, piegas, mas indiscutivelmente boa, fazendo infinitamente mais sentido mesmo para o final desengatado. Quem acha que pode fazer melhor, o desafio permanece, mas precisa ver o filme, senão é golpe.
Quer saber? Lembra quando eu falei que evitei meus refúgios musicais? Então. Que se foda. Vai ser "Uns dias" dos Paralamas. Bora Bora é de 88 e é uma musica com um tom diferente pra acabar com um filme. A outra faz mais sentido só que eu não sigo cartilha. Toca Raul, a minha piça. Não gostou faz melhor.
Não. Vi o final no mudo duas vezes com cada uma das músicas. É o Raul. Não tem como refutar. Apenas encaixa melhor. Toca Raul.
Lá em cima falei que era uma trinca de filmes. Foi o primeiro. Faltam dois.
Vc conhece um #trinca-ferro# na muda! https://www.instagram.com/p/B8TgxlypSjY/?igshid=1ircmhpze997i
Veja como se#####Prepara###Trinca-ferro no Manejo JH. https://www.instagram.com/p/B7imhIMJllJ/?igshid=fzlcsqd4ffbc