Steven Grant x reader! Jake Lockley x reader! Marc Spector x reader!
Part 1, Part 2, Part 3
Resumo: Um encontro com o passado faz Marc cometer um erro que comprometerá tudo o que a família construiu. Cinco corações estão partidos mas Aziza não esta disposta a perder a mãe de novo, ela ira concertar o problema, custe o que custar, e isso pode ser muito ruim.
Três anos, três maravilhosos anos haviam se passado desde que eles oficialmente se tornaram uma família perante Deus e os homens. Tiveram um casamento judaico simples respeitando a religião em que Marc havia sido criado. Tudo tinha sido perfeito, a cerimonia, a lua de mel, a mudança para um apartamento maior, a vida de casados.
Criaram uma rotina, horários de trabalho semelhantes, os meninos sempre levavam Emma e Aziza ao hospital antes de irem trabalhar, a criança ficava na creche do hospital onde sua mãe sempre ia entre um paciente e outro. Após o turno como professor de Steven no colégio juvenil de Londres o homem ia buscar Aziza na creche e a levar para casa para, após quatro horas Emma chegasse e desse seus material para que a criança brincasse enquanto o casal fazia o jantar. Colocavam sua filha na cama juntos e iam para o quarto compartilhado para descansar.
Após um certo tempo a ruiva conheceu Khonshu e Tuéris, e este dia os meninos guardavam na memória com todas as suas forças, o dia em que o deus dos céus agiu igual a uma criança sendo repreendida pela mãe, eles juraram terem se apaixonado ainda mais pela mulher que fez o grande Khonshu ficar calado de vergonha.
Estavam todos felizes até que Tuéris abrisse a boca
-Layla esta de volta a cidade e quer te ver_ a deusa diz numa noite em que a família estava jantando e comemorando por Steven ter feito a prova para ser professor de uma universidade
Era só o começo, a médica começou a reparar que seu marido estava ficando distante, recebia ligações da diretoria da escola perguntando se o homem estava doente por não ter ido trabalhar, Aziza sempre estava na creche quando a mulher ia embora, Marc estava sempre dando desculpas de visitar alguns amigos do Egito
A insegurança ardia no peito da mulher nervosa, já havia visto fotos da ex-esposa, Já havia visto que a mulher parecia a mais bela das deusas existentes, mas Emma deixou isso de lado, foi idiota e sua alma se quebrou por isso
Era madrugada de sexta-feira, Emma e Aziza haviam chegado horas atrás e agora a menina estava na cama pois, depois de muita preocupação com seu pai elas foram avisadas por Khonshu que o homem estava bem
Emma se sentou no sofá em frente a porta por horas, já estava começando a pensar em talvez se deitar ao lado da filha e tentar falar com o seu marido quando acordasse, tinha que haver uma boa razão para ele não dar nenhum sinal de que estava bem.
A ruiva despertou de seus pensamentos ao ouvir a porta se fechando. Marc estava no controle tentando entrar o mais silenciosamente possível
“Não pergunte Emma” a voz de Khonshu parecia magoada em seu ouvido
-Onde você estava?_ a ruiva perguntou assustando o marido que se virou para ela sério antes de dar as costas e ir para seu quarto. Emma o seguiu- Marc nós ficamos preocupadas com você, nossa filha ficou com medo que algo tivesse acontecido com você
-Eu só quero descansar_ o homem diz com a voz alterada enquanto tirava a roupa. Emma ia falar algo quando viu as costas do marido, arranhadas por mãos de mulher, ela fechou os olhos engolindo o choro
-Com quem você estava?_o homem parou ao ouvir a voz de sua esposa embargada, os xingamentos de Jake e o choro de Steven pararam e, pela primeira vez em muito tempo ele ficou sozinho
-Eu estava com a Layla_diz o homem sombrio que se virou para a ruiva com lagrimas confusas-Aquela mulher que me deixou quando a nossa filha nasceu, nós estavamos nos aproximando novamente e eu precisava ter certeza se eu ainda sinto aquilo que sentia por ela, e eu sinto...
Emma jurava ter ouvido seu coração se despedaçar enquanto Khonshu bateu seu cajado no chão indo embora
-Você estava dormindo com ela? Esse tempo todo?_ a mulher andou para trás quando seu marido tentou se aproximar
-Ela é a mãe da minha filha_ esclareceu Marc fazendo a ruiva negar
-Não Marc ela não é, você sabe que a nossa filha odeia aquela mulher, você sabe quantas inseguranças a Layla colocou no coração daquela criança e mesmo assim corre atrás dela?_eles não percebem o som de passos perto da porta encostada do quarto
-Olha eu sinto muito que isso tenha ferido seus sentimento Emma, realmente sinto, mas a Layla é a Layla, ela que estava lá comigo quando eu precisei
-E eu não estava?! Eu estava lá pra todos vocês, estava do seu lado quando o seu pai morreu, estava lá quando a Ziza ficou doente enquanto aquela mulher estava pelo mundo sem se importar com a própria filha
-Isso vai ser o melhor pra minha filha_se a mulher não estava destruida antes, com certeza estava agora-Olha, eu quero que a Aziza fique perto da mãe, então eu acho melhor você se afastar por enquanto. Depois nós podemos fazer um acordo, conversar com Jake e Steven sobre essa situação
-Eles estão de acordo com isso?_a mulher pergunta fracamente
“Não! Não querida nós não estamos. A gente te ama. Deixa de ser idiota e fala pra ela Marc” Steven grita desesperado enquanto Jake estava de joelhos ao seu lado chorando
-Sim_Marc mente-Eles estão
-Eu... eu vou embora então_a mulher chora antes de pegar a bolsa com roupas que leva para o hospital. Nenhum dos dois esperava que a criança resolvesse entrar naquele momento e agarrar a perna da mãe com força.
-Não mamãe! Por favor não me deixa_ a criança chorou agarrada, Emma viu Marc tentar se aproximar para afastar Aziza e o parou. A ruiva limpou as lágrimas antes de se abaixar com um sorriso no rosto e limpar o rostinho que ela tanto amava
-Tá tudo bem meu amor. Vai ficar tudo bem, eu só vou dormir alguns dias no hospital e qualquer coisa você pode me ligar ou pedir pra sua mãe te levar pra me visitar
-Você é minha mamãe não ela. Eu quero a senhora
Antes que a medica dissesse algo, seu esposo tirou a criança gritando de seus braços fazendo com que Emma pegasse a bolsa e saísse correndo do apartamento.
Antes de entrar em um táxi ela olhou para o céu tentando engolir a dor em seu peito e rezou para que os deuses cuidassem de sua filha
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Dois dias haviam se passado, Emma havia voltado para a emergência pediátrica tentando distrair a cabeça enquanto se dedicava totalmente aquelas crianças, mas elas sempre pareciam a lembrar da pequena de cabelos encaracolados.
Quando a médica foi chamada por um dos internos na emergência nunca imaginou quem pudesse encontrar lá
-Dra Thompson, temos uma criança de aproximadamente seis anos que levou um tiro, Aparentemente a mãe da criança é uma espécie de ladra e levou a filha como cobertura_diz o interno enquanto caminhavam para o leito da tal criança
-Chamem a polícia e o cirurgião pediátrico por favor. Qual o nome da criança?
-Aziza Spector_ Emma agarrou fortemente o braço do homem e viu o número do leito em que estavam. A ruiva correu até o de numeração 5 entrando para ver a menina a qual amava cheia de sangue enquanto os enfermeiros estancavam a ferida até a cirugia.
Emma olhou pelo leito antes de encontrar a morena de cabelos encaracolados igual a filha, a próxima coisa que ela se lembrava era de voar no pescoço da tal mulher e lhe dar alguns golpes antes que os seguranças a segurassem
-Você é maluca!
-Você levou minha filha para um tiroteio
-Eu achei que ela tava segura comigo
-É mas não estava!
-Mamãe?_a voz fraca da criança fez Emma voltar ate ela e sorrir levemente
_Oi meu amor, tava com saudades
- Eu também
-Doutora me desculpa mas temos que levar a menina para a cirugia_o cirugião diz e Emma assente antes de se despedir
Nossa história não acaba com puro e genuíno romance, mas acaba com a verdade
Marc estava mesmo vendo Layla e sendo manipulado por ela, pela culpa, e foram Steven e Jake que disseram isso. A questão é que Marc oficialmente expulsou Layla de suas vidas, claro que se Aziza quisesse tentar se aproximar da mãe biológica ele nunca iria impedir, mas a mulher não tinha mais direito algum sobre a criança
Aziza pediu para conhecer o trabalho de Layla para que assim seu pai ficasse irritado, mas a criança não sabia que poderia correr o risco de morte
Emma abriu uma ong de atendimento médico para crianças carentes, e em pouco tempo fora muito bem financiada. Ela e Marc estavam se tornando amigos, mas isso não a impedia de ficar com seus dois maridos. Mas Marc sabia que não seria perdoado tão facilmente
Após a alta de Aziza, a médica descobriu estar grávida de seus maridos, e um lindo menininho nascer, Randall. Ela pode jurar ter visto lágrimas nos olhos de Marc e com a paternidade ele voltaram a se aproximar. Mas ainda demoraria muito para que algum dia eles estivessem juntos, o bom é que tinham tempo
-Acha que conseguimos Tuéris?_Khonshu pergunda a deusa ao seu lado enquanto assistiam o pequeno Randall jogar a comida no rosto do pai
-Apesar de seu avatar ser teimoso... acho que sim. Mas ela não está disposta a ficar com ele sem ter certeza que isso nunca mais vai acontecer, o bom é que Steven e Jake não são idiotas também
-Estou só esperando o pedido dela para que eu o torture. Então eles viveram felizes para sempre?
-Não_ a deusa riu- Apenas... viveram como uma familia de verdade, superando os problemas juntos. Ah e nós também, não acredito que Emma nos convidou como padrinhos_ Tuéris bateu palminhas feliz enquanto Khonshu se aproximava de Randall
-Não se preocupe pequeno rato, não irei deixar que seu pai estrague tudo novamente_ diz fazendo com que o bebê risse enquanto estendia os braços para o deus
-Nós estamos ouvindo sabiam?_Emma, Marc e Aziza dizem aos deuses
-Essa é a intenção Spector_esclarece o deus antes de desaparecer
Marc olha para a ruiva que agora tentava fazer o menino arrotar
-Nós te amamos
-Eu também amo os meus cachorrinhos_ riram as duas garotas
-EU QUERO UM CACHORRINHO TAMBÉM_ gritou Aziza e, pela primeira vez os três meninos concordaram
-Não quer não!_os três dizem desesperados fazendo a mulher rir
Steven Grant×reader! Marc Spector×reader! Jake Lokley×reader!
Part 1, Part 2
Resumo: Três meses se passaram enquanto Aziza e seus pais visitavam a doutora, três meses engolindo e rondando os sentimentos que os atingiam. Marc estava inseguro mas sua filha tinha certeza e, naquele momento ele também teve
Lembranças queridas rondavam a cabeça da doutora de cabelos flamejantes, já passava da meia noite quando o hospital finalmente se acalmou, os pacientes da emergência já haviam sido tratados e estavam todos em seus respectivos leitos, o céu estava estrelado e parecia que as constelações cujo ela mais gostava estavam em destaque ultimamente.
Faziam dois dias desde a última vez que a mulher viu Marc Spector e a menina, e mesmo sabendo que era pouco tempo seu coração doía de saudade pelos dois, em sua sala a luz estava fraca enquanto ela segurava uma xicara de café agora frio, sorrindo pelas memórias que rondavam sua cabeça.
Era uma noite de comida vegana que, por mais que ela odiasse o gosto, a ruiva tentava para agradar pai e filha, ela analisou o homem ao chegar, a postura, o sotaque e o tom de voz, havia falado a noite inteira com Steven o que havia sido incrível para eles.
Emma estava voltando do quarto já que a criança tinha dormido em seu colo e por mais que ela quisesse que Aziza ficasse ali segura em seu peito para sempre, ela sabia que não podia.
Ao chegar na cozinha a mulher viu que a postura do homem havia mudado, não estava mais encolhido e com os ombros tremendo, estava com uma postura segura e calma
Jake...
-Ela capotou_a ruiva diz fechando a divisória do quarto com a cozinha quando o vê terminando a louça e se virar para ela secando as mãos
-Ela tava bem cansada, mas não queria dormir antes de você chegar. Estava ansiosa pra te ver, nós dois estávamos_diz se aproximando até que ficassem meio metro de distância
-O Steven está bem? Achei que ele iria me dar aquela palestra sobre mitologia egípcia sabe?_os dois riram levemente
-Sim o idiota está bem_Emma o olhou firme antes que Jake se corrigisse-O Steven está bem, eu só... precisava falar com você. Mas eu preciso que você simplesmente me escute
-Pode falar_ a ruiva diz para o homem nervoso
-Gosto de você!_diz o homem nervoso fazendo Emma arregalar levemente os olhos-Eu gosto quando você morde o lábio enquanto olha pra mim_a mulher automaticamente faz- Gosto como você é batalhadora, e não desiste nunca de cuidar de um paciente, você cura eles. Se não é por medicação e tratamento, os cura com risadas. Você anda por aí como se o mundo fosse seu... como se fosse a rainha do mundo, é a minha rainha_ela sorri levemente com os olhos brilhando em lagrimas- Gosto do seu corpo, de como você pode ser tão sexy, gentil, inocente e fofa ao mesmo tempo. Gosto de como responde a mim...
A médica interrompeu Jake com um beijo, agarrando firmemente sua cabeça com as duas mãos enquanto ele segurava sua cintura com o braço esquerdo e a mão direita se aventurava um pouco mais abaixo para suas nádegas e coxas fartas.
O coração de Jake parou naquele momento e as vozes ficaram nubladas quando percebeu onde sua mão estava e Steven disse que eles estavam desrespeitando a Thompson. Ele ia tirar a mão quando a mulher colocou a sua em cima da dele e a firmou. O Lockley gemeu e desceu os beijos para a pele branca de seu pescoço, quando sua destra apertou a bunda gostosa cujo ele estava cobiçando desde o primeiro dia
-Gosto como seu corpo me obedece tão bem_ diz ao ouvir outro gemido baixo sair da mulher ao acariciar seu peito-Gosto como foi feita especialmente para os meus dedos..._ele se aproxima de seu ouvido- Para o meu pau_ diz ouvindo a mulher arfar em resposta e Jake a aperta fazendo-a sentir uma protuberância em suas calças
-Jake... a Aziza tem o sono leve_a ruiva diz o afastando com o rosto ardendo em chamas enquanto o homem bufava e lhe dava um beijo inocente nos lábios antes de se afastar
-Na próxima você não me escapa doutora Thompson
Ela sorriu se lembrando daquele dia e o calor em seu pescoço e orelhas aumentou, achava inacreditável o quanto Lockley conseguia mudar rapidamente do seu lado romântico para o sexual, ela amava isso. Assim como amava os outros dois
Steven era o mais tímido, mas isso não dizia que não poderia ser romântico
Estavam somente Emma e Steven caminhando pelo parque de diversões, Aziza estava na casa de uma colega de creche, o homem queria que seu primeiro encontro fosse perfeito, eles andariam nos brinquedos, comeriam besteiras, dividiriam uma maçã do amor e ele ganharia(tentaria) um ursinho para ela.
Mas não foi conforme o planejado
-Querida olhe! Eu vou conseguir_diz o homem quando acerta os dois alvos, por ajuda de Marc.
Emma sorria amplamente para o rosto sujo de doce de Steven enquanto o mesmo sorria amplamente com o pensamento de fazer o encontro ser perfeito
Steven apertou o gatilho bem na hora que um homem o empurrou
-Oi lindeza o que faz aqui sozinha_um homem alto, barbudo e cheio de músculos diz em frente a mulher que olhava preocupada para Grant que estava no chão
-Steven!_a ruiva passa pelo homem e corre ao que esta no chão o analisando para ver se continha algum machucado
-Eu to bem_afirma o homem, mas todos sabiam que não estava, até mesmo o homem bêbado que ainda olhava a médica como se fosse um pedaço de carne
-Vamos embora_diz Emma depois de o ajudar a se levantar. Eles teriam conseguido se o homem não tivesse a segurado pelo braço que estava machucando de um corte que uma mulher com problemas psicológicos fez em seu ultimo turno, assim fazendo com que o curativo manchasse de sangue e Emma gemesse de dor
Steven não gostou nada daquilo
-Ei cara!_ele o empurro para longe da sua mulher, a colocando atrás dele com segurança-Não pode tocar em ninguém sem permissão
-Vamos Steven, deixa pra lá_diz a Thompson tentando puxar o Grant que, por incrível que pareça, continuava firmemente no lugar
-O que você é dela hein? O cachorro?_o homem latiu assustando Steven que deu um passo pra trás- Se liga idiota, eu acho melhor você sair da minha frente pra eu poder comer essa gostosa com força
-Não fala assim com ela!_Steven socou o rosto do homem quando tentou se aproximar de Emma- É melhor ficar longe dela ouviu?
O bêbado olhou friamente para Steven e quando ele iria revidar a medica se meteu na frente e o chutou nas partes baixas. O homem caiu ajoelhado segurando o membro machucado. O londrino arregalou os olhos ouvindo Lockley gritar alegre pelo ato da mulher
-Fica longe dele! Ou eu juro que quando você for pra um hospital eu te castro, e acredite em mim quando eu digo que isso vai acontecer em breve_a ruiva de afasta do saco de bosta e caminha até o seu companheiro.
Emma segura a mão não machucada de Steven e o puxa para fora do parque. A viagem de carro foi silenciosa, a ruiva dirigia com o rosto sério enquanto Steven pensava se deveria trocar ou não
-Não se atreva a mudar_diz a mulher entredentes fazendo os dois homens na cabeça de Grant se afastarem. Covardes, ele pensou
Depois de algum tempo os dois chegaram em uma supermercado, Emma pegou um saco de ervilhas congeladas e o colocou na mão dele, o homem resmungou no começo mas ficou quieto ao receber um olhar mortal da mulher.
Steven ficou a olhando por um tempo antes de latir fracamente para ela, fazendo-a ficar confusa. Isso durou por uns cinco minutos com ele latindo e chorando como um cachorrinho até que um sorriso cruzasse o rosto da médica
-Sabe..._suspirou Emma com a mão ainda na dele-Eu sempre quis um cachorrinho
-Prazer, cachorrinho. Quer uma massagem? Quer me bater? Qualquer coisa, eu faço qualquer coisa por você querida. Eu sei que eu me machuquei e você não gostou mas eu tô bem, na verdade_Steven se interrompeu e, com o pouco de coragem que o restava, deu um selinho na médica-Um beijinho e passa
A ruiva riu amorosa e foi retribuída com um sorriso ainda mais amoroso
-Você é um doidinho Steven_diz colocando os braços envolta do pescoço dele
-Doidinho por você
É, ele poderia ser bem romântico
O problema é que ela havia se apaixonado pelos três homens, mas Marc parecia querer distância dela
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O dia havia chegado, Aziza estava saltitante pelo apartamento, Emma estava de folga e ficou cuidando da criança até que um de seus pais chegassem. Era 9 de março, aniversário dos meninos, algo que ela só descobriu por causa da ficha hospitalar deles, já que nem mesmo a pequena sabia.
A médica entendeu que talvez eles tivesse alguma lembrança ruim de aniversário e por isso não o comemorasse então teve uma ideia, ela só esperava que eles entendessem.
Marc abriu a porta do apartamento cansado do trabalho e de duas vozes falando em sua cabeça que deveria comemorar o aniversário daquele ano. O apartamento estava silencioso e ele estranhou
-Aziza?! Emma?!
-Na cozinha papai!_diz a criança risonha no colo da ruiva.
Quando a porta se abriu Marc acabou por sorrir com a cena, as duas garotas estavam com chapéis de festa feitos a mão e cheios de glitter e um bolo estava na mesa em frente as duas, com calda de mirtilo, que era a favorita de todos eles, estava escrito “Feliz não aniversário”
-Não vamos comemorar seu aniversário_ esclareceu a mulher fazendo com que o coração de Marc quase explodisse de alegria
-Faz um pedido e assopra as velinhas papai_Aziza diz pulando no colo da médica que a soltou no chão
Marc fez o que a filha pediu com um sorriso no rosto, ele sentia uma alegria imensa, que não vinha só dele. O americano olhou com tanto afeto para a médica que quase ficou sem graça com a atenção, sacudindo a cabeça de seu topor
-Querida porque não vai pegar o presente do seu papai_diz para a criança que assente
-Sim mamãe_a menina diz fazendo com que o coração da ruiva quase parasse
Emma olhou com os olhos lacrimejantes para o pai da garotinha que correu para o quarto
-Me desculpe! Eu juro que eu não a disse nada sobre isso Marc_a mulher diz nervosa ao achar que ele podia pensar mal dela. Spector se aproximou e segurou as mãos dela
-Fica calma, ela ta certa_diz ao enxugar as lagrimas que escorreram pela bochecha da mulher e deixando ela lá-Eu que tenho que te pedir desculpa
-Achei que você me odiasse... isso me doía muito. Um dos três homem por qual eu sou perdidamente apaixonada me odeia
-Não, não faça isso!_Marc sussurra ao encostar a testa na da mulher e segurar seu rosto com as duas mãos-Não se apaixone por pessoas como eu. Eu posso te levar a museus, parques e monumentos. Posso te beijar em todos os lugares mais lindos, assim você vai sempre lembrar de mim e sentir o meu gosto na sua boca porque eu sou egoísta. Não pode se apaixonar por mim Emma! Eu vou te destruir das formas mais belas possíveis. e quando eu for partir seu coração... Aí você vai entender porque furacões tem nomes de pessoas
Nenhum deles havia percebido que estava chorando até que ele parasse de falar
-Eu sou completamente apaixonada por você_ela diz com os olhos brilhando
-Eu não mereço! Emma você não entende que eu não mereço isso, não mereço ser amado_Marc diz ao se lembrar dos insultos de sua mãe
-Se você acha isso... Então é um grande idiota Marc Spector_a ruiva diz antes de acariciar o nariz dele com o seu e sussurrar_Me deixa te mostrar o quanto você merece ser amado. Me deixa tirar esses pensamentos ruins da sua cabeça. Me deixa te amar
-Eu te amo_ Marc diz antes de juntar seus lábios em um beijo lento e apaixonado, parecia que ambos estavam tentando demonstrar o quanto se amavam com um único beijo
Enquanto isso uma baixinha de cabelos cacheados estava espiando a cena com um sorriso, ela olhou para trás e viu seus dois grandes amigos
-Papai e mamãe se amam_ sussurrou a menina
-Ela deve ser muito louca pra se envolver nisso
-Khonshu! Fique quieto! Isso é amor verdadeiro, uma ótima escolha eu diria, a Emma é adorável_ a hipopótamo diz com um grande sorriso
-Não me mande ficar quieto Tuéris! Eu estou cuidando de Aziza, essa mulher é muito boazinha pro meu gosto_ diz o deus de braços cruzados enquanto Tuéris e a criança riam
Archaeological evidence demonstrates that hippopotami inhabited ancient Egypt's Nile River well-before the dawn of dynastic Egypt(before 3000 BCE). The violent and aggressive behavior of these creatures intrigued the individuals that inhabited the region, leading the ancient Egyptians both to persecute and to venerate them. From a very early date, male hippopotami were thought to be manifestations of chaos; consequently, they were overcome in royal hunting campaigns, intended to demonstrate the divine power of the king.[3] However, female hippopotami were revered as manifestations of apotropaic deities, as they studiously protect their young from harm. Protective amulets bearing the likenesses of female hippopotami have been found dating as far back the Predynastic period (c. 3000–2686 BCE).