Si os morís de ganas de saber cómo será el lab camp 2019, podéis ir echando un vistazo a las instalaciones del campamento.
¡Lo vamos a pasar de maravilla!
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“You whore” @Valerie&Keith
Mil pensamentos a esmo em sua cabeça e os olhos vazios sem expressão. Seu corpo estava nas vielas enlamaçadas do Beco enquanto sua mente vagueava para bem longe dali. Era orgulhoso demais para admitir que estava muito preocupado com Valerie, embora sua postura tensa e os lábios fechados em uma linha rígida demonstrassem exatamente a verdade. Keith dormia mal, andava mau humorado e não conseguia visitar Hope, tamanha sua inquietação com aquele caso. O ser humano era capaz de chegar ao extremo por suas obsessões, ele sabia, mas achava estranho quando o objeto de obsessão era outro humano. Andava a passos largos e apressados, esbarrando em alguns transeuntes sem pedir desculpas ou olhar para trás. Pensava e pensava. Precisava fazer alguma coisa, devia agir, tinha de haver alguma saída. Se ao menos soubesse onde Valerie estava presa, se ao menos soubesse. Mas, infelizmente, foi um péssimo aluno de Adivinhação e não queria arriscar uma consulta à um oráculo por diversos motivos. Para começar, não confiava em um décimo das pessoas que conhecia. Além do mais, sua experiência com bola de cristal fora desastrosa e o fizera perder uma aposta no sétimo ano em Hogwarts. Sem mencionar que esse tipo de serviço era caro e ele havia gasto grande parte de sua reserva tentando libertar a mulher. Foi então que algo chamou sua atenção. A pele morena e o andar atrevido. Keith despertou de seu raciocínio reconhecendo-a de longe. Afinal, havia passado um bom tempo tocando, beijando e mordiscando aquela tez mulata para não reconhecê-la. Piscou, confuso e incrédulo. Ela não devia estar andando pela rua, devia estar presa e impossibilitada de fugir, certo? Sua mente lhe dizia que sim, é dessa forma que se encontra um refém. Ele então fechou o semblante em uma expressão carrancuda e foi voraz em direção à mulher. "Sua puta", fechou os dedos sobre o braço de Valerie e a puxou para o canto, pondo-a contra uma parede de tijolos. "O que você pensa que está fazendo aqui? Não tem vergonha? Você e seu comparsa me enganaram e me roubaram!".
Dear promised wife | Salazar x Amarissa ♜ Flashback
A brisa morna da primavera serpenteava pelas frestas das janelas do quarto do Conselheiro Real, tocando-lhe a face enquanto este suspirava no mais puro descontentamento. As horas arrastavam-se enquanto ele permanecia naquele velho ritual; despido e banhado pelas criadas, enxuto, vestido e arrumado por estas também. Claro que não era assim sempre – diferente das criadas, que permaneciam as mesmas: as gêmeas ruivas que cuidavam hora da costura, hora dele – mas aquele era, como diziam, um dia especial; afinal, seria seu primeiro aparecimento público com sua futura esposa, Amarissa Kasnier. Ele não estava muito empolgado para sair com a caçula de Hakyla, entretanto.
Salazar tinha doze anos quando soubera que teria uma esposa, no entanto, não fora isso que efetivamente o assustara. Na época, quando o garoto já sujava suas mãos de sangue alheio em seus treinamentos de esgrima, Amarissa completava oito meses no ventre de sua mãe. Tal diferença de idade era comum, assim como a promessa de casamento desde o nascimento, todavia, o que realmente incomodava o garoto era que aquilo havia sido imposto a ele; não tinha escolha. Na época, ainda buscava a aprovação do pai, e aceitou de bom grado a decisão – ou pelo menos, fora isso que demonstrara – mas não podia deixar de se questionar: E se ela nascesse aleijada, como andava acontecendo com os bebês da cidade? E se não tivesse boas maneiras e o envergonhasse na frente de todos? E se não fosse bela?. Com o passar do tempo, suas perguntas foram respondidas; ela não era aleijada; portava-se como uma verdadeira dama, meticulosamente ensinada; e era, sim, muito bela. Tudo isso, entretanto, não mudava seu desagrado com toda aquela situação.
Aos vinte e quatro anos, quando retornou da guerra, Salazar recusou-se a começar a levar a garota como seu par em eventos; ela tinha apenas doze anos, e além de não achar nada atraente em uma garota daquela idade, voltara com outra cabeça dos campos de batalha, outros objetivos. Deixou claro que, se Kasnier só permitiria a mudança de sua mais nova para o castelo quando esta completasse dezoito anos – fato que sempre intrigou o príncipe – ele só assumiria seu compromisso publico quando esta completasse quinze anos. E ali estava ele; vinte e sete anos, Conselheiro do rei, aprontando-se para se encontrar com uma adolescente.
Já devidamente arrumado, encaminhou-se para a sua carruagem, que o esperava do lado de fora do castelo, os guardas prontos para escolta-la em qualquer destino que traçasse, até a segunda ordem. Todos os membros relevantes da realeza possuíam uma a seu dispor. A de Salazar era imponente, preta por fora, vermelho sangue o acolchoado. Comportava duas pessoas, na teoria, mas era deveras espaçosa. Adentrou-a quando o cocheiro abriu a porta, acomodando-se em seu lugar de costume. — Siga para o castelo dos Kasnier. — Ordenou, o tom superior, olhando pela janela e esperando que aquela noite não fosse tão ruim quanto ele imaginava que seria.
Despedida do Henrique ontem! #recepção #turno2
I kinda of need your help || turno2
Melody sentou-se na cama da mãe com um sorrisinho de leve. Ela sabia que podia conversar com a sua mãe de tudo, e era isso que ela faria. Mesmo que não fosse mencionar suas últimas aventuras com o novo namorado de sua mãe. Ela se deitou na cama olhando para a mãe, do seu lado, com a barriga pra baixo — Mãe... Eu meio que preciso da sua ajuda. Eu... Bom, digamos que eu tenha transado com um cara nos últimos tempos — falou de modo pensativo. Como falaria aquilo de modo preciso mas não tão preciso? — Eu queria ajuda pra escolher a minha lingerie. Você tem mais experiência que eu. Bem mais.
Help
Após aquele encontro desajeitado com sua antiga vizinha, Asa, a morena se pegava várias vezes pensando na mesma. O que teria levado-a a isso? Onde estaria vivendo? Ela teria o suficiente para sobreviver? JinAh sabia que não era da sua conta, nem de ninguém mais, esta tendo sido a razão pela qual sequer tinha falado a respeito com os pais. Mas sentia-se obrigada a fazer alguma coisa.
Não podia permitir que a outra garota vivesse daquela maneira. Não importava as rixas do passado, haviam ficado para trás. Céus, ela sequer estava irritada por a garota ter sido aquela com quem Yoo Jin a traíra. Era provável que, qualquer garota em seu lugar, odiasse a loira por conta disso.
Conversou com o pai a respeito. Contratar uma jovem com estudos incompletos, afinal ela não sabia onde Asa havia parado de estudar, como estagiária de sua empresa. JinAh disse que a ajudaria e faria o possível para que ela logo se tornasse alguém direita, e logo, o pai concordou. Por já morar num apartamento só, que sustentava graças ao estágio que fazia na empresa do pai durante o período vespertino, não teria problemas para a moradia que ofereceria a outra.
Então, quase cinco dias depois do ocorrido, ali estava Park JinAh. Voltando ao bordel em que havia encontrado seu ex-namorado a traindo com sua rival da infância. O mundo realmente dá voltas, ela pensou, logo adentrando o lugar. Sentia-se desconfortável, deslocada ali. Suas roupas, compostas e de marca, não combinavam com o lugar. Seu jeito recatado era totalmente diferente das demais mulheres, que dançavam sensualmente, algumas com tão pouca roupa que sequer eram capazes de cobrir o colo.
Procurou por Asa, e uma vez que avistou a mesma, andara rapidamente até a mesma. “Podemos conversar?” Falou num tom contido, baixo, embora que alto devido ao barulho do lugar, para a outra escutá-la.
Back from war
A sensação de estar de volta ao castelo de seu tio era estranho, quase incômodo. Após dois anos em missão, aprendendo a lutar e tornando-se um guerreiro, Soowon havia mudado bastante. Diversas coisas haviam lhe acontecido, já não sendo o menino ingênuo que costumava ser antes de partir. O rei não ficaria tão contente ao ver o estado de seu sobrinho, disso não restavam dúvidas. Antes possuía feições angelicais, sem uma imperfeição sequer. Agora o loiro possuía cicatrizes. A única que ele não conseguia esconder era aquela localizada no lábio superior, ao lado esquerdo. As demais, em seu corpo, eram fáceis de mascarar. Até mesmo aquelas em seu torso ou peitoral, uma vez que o cabelo poderia cobrir sem muita dificuldade. Mesmo sendo um soldado, Soowon havia mantido o cabelo tão grande por uma razão, e não fora vaidade. Já podia ver o castelo onde passara boa parte de sua infância. Sentia o cansaço em suas costas, não aguentava mais uma hora sequer cavalgando.
Dois anos... Era bastante tempo, e o rapaz se perguntava o que haveria mudado por ali. Descobriria muito em breve, isso era um fato. Não que importasse mais. Lembrava-se ainda com clareza de quando lhe fora informado que se juntaria ao exército, tornaria-se um lutador e ficaria ao lado do pai. Soowon aceitara, sem pestanejar, embora não fosse uma escolha. Sempre desejara ser mais como o pai, e aquela havia sido sua chance. No entanto, o loiro havia ido com o coração em mãos. Pouco após se declarar para um grande amigo, ele teve de partir sem muitas explicações. O sobrinho do rei perguntou-se como Hak e Yona estariam agora. Dezoito e quinze anos, respectivamente. Já poderiam casar-se, se o rei permitisse. Talvez o moreno houvesse se tornado o guarda-costas da princesa? Tal pensamento fez o jovem sorrir com lembranças do passado.
Another horror story. @Dewood
O que estava acontecendo era realmente uma grande tragédia. Anthony nunca se sentira confortável com os outros, mas isso jamais se aplicou a Tytus. Para alguns eles pertenciam a universos paralelos, Anthony era esnobe, modelo, vivia de sua fama. E o outro era completamente oposto, literalmente aquele cara que faz o bem. Se perguntassem Devoux não se lembraria de quando as coisas começaram, mas simplesmente aconteceram. Em algum momento de sua vida, ele precisou de ajuda e clamou a Tytus que fizesse. E o outro fez, sem nem questionar, apenas por simplesmente ajudar. Ir ao funeral dele simplesmente não parecia certo, mas ainda assim Anthony o fez. Fez por respeito, por companheirismo, e por simplesmente não acreditar que o outro havia morrido daquela maneira.
Tudo estava impecável. Os parentes deprimidos pelo caixão fechado, mas não havia outro modo, pouco tinha sobrado de Tytus para ser enterrado. Era melhor daquele jeito. A esquerda dele, aquelas típicas fotos emolduradas com belos dizeres. “É, você iria gostar disso.”. Pensou o homem enquanto observava o resto da decoração. Apesar do pouco que sabia de Tytus, Anthony era capaz de julgar boa parte daquele funeral como algo correto. Exceto uma coisa. Winter ao lado do caixão, aos prantos, bancando a irmã sofrida. Aquilo era realmente um ultraje. Mas Devoux se conteve, pelo menos durante o funeral. Amigos, parentes distantes e até a própria irmã, foram a frente e disseram algumas palavras sobre o falecido. Enquanto Devoux permanecia calado a observar.
Era chegada a hora, todos seguiram o caixão em direção ao cemitério. Mais choro, mais drama. “Como eu odeio funerais.”. Mais um pensamento lhe veio a mente. Por fim acabara, Tytus estava a sete palmos abaixo da terra, aquilo era realmente um desperdício. Tanto potencial, jogado a terra daquele jeito. “Se ao menos o tivesse convencido.”. Anthony suspirava ao fim deste pensamento, enquanto se aproximava da irmã entristecida. O enjoou que sentiu ao vê-la bancar a sofrida, aquilo simplesmente não se encaixava.
– Eu sinto muito Winter. Não por você, é claro. Mas por Tytus, por ter que aturar você até aqui.