this is such a HUGE thing for me omg.. like, that's gonna be the adventure of a lifetime
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Ich habe heute Apfelringe im Ofen gemacht! Jetzt habe ich etwas leckeres zu knabbern und das schöne Gefühl, etwas selber gemacht zu haben :3
psychoanalysing people i dont know as a hobby
O Nome do Pai, Eu, amor e Arlene/
Como, disse várias vezes, cresci, literalmente, n/o meio de livros. Entre uma preposição qualquer e o desejo, entre eu e o único destino que meu pai a todos apregoara, meu nome. Hoje, tenho certeza que não somente sou sua filha, como não sou louca, dessas loucas que vocês têm medo. Amor e ódio são faces de uma mesma moeda, e, eu, filha de seu ódio. Deu na mesma. Salvei-me pelo prazer na leitura, essa marca profunda que faz sulcos em minha alma quando o desespero espera pela preposição. Do que estou falando? De quando o amor falta. Quando o amor falta, somente um verbo transitivo indireto é capaz de “con/ter” a demanda… ouçam… o verbo ter… quando engole a preposição com… se transforma em conter… os verbos indiretos contém estofo, contém a barra. Então? Exemplos? Desesperada por você me faltar. Esperando por amor. Sentiram? As preposições vão cadenciando a fúria pulsional, vão amaciando a angústia, aquela ponta de iceberg de “nada sei”. A gente vai comendo as preposições, sanando a fome, enganando a alma penada, os tais sulcos de desespero… e pronto… de repente a transitividade direta passa a comandar o discurso, a segurar os falsos significantes mestres. Por exemplo? “Esperando Godot”. Gente, gente, gente! Tudo isso para enrolar a ansiedade porque Clarice me espera e estou morrendo de medo! Mas, vou voltar, agora, tenho um compromisso, importante, com minha filha amada, mas depois vou voltar. Ah, o que eu queria dizer, eu, não Arlene, essa que sobrevive, é que não adianta ter a estante cheias de livros se não houver um desejo insano, uma coragem louca e uma preposição vaga/bunda a se lançar na imensidão escura do texto. Uma preposição vaga/bunda é aquela que toma a fama mas que no fundo, no fundo, não bota o peso nem a mão na lama. Quem bota o peso? O ovo de Clarice. Quando o Nome do Pai falta, o ovo, de Clarice, se coloca no meio de duas orações: Eu ama Arlene. Ovo. Arlene me ama. Kkkkkkkkk/