O tempo não para, estamos cansados de saber. Mas parece que nos confundimos com ele e passamos a exigir de nós o mesmo ritmo. Tentamos ser imparáveis. Mas um corpo exausto, pede calma. E quando chega ao limite, desacelera bruscamente. Tela azul. Não somos feitos da matéria do tempo. Somos de carne e osso. Barro e sopro do Onipotente. Que saibamos ocupar nosso lugar na criação sem tentar tomar o d’Ele.













