FEAR THE QUEER - THE PARTY || MEMORIES #2

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FEAR THE QUEER - THE PARTY || MEMORIES #2
“I would punch a baby for a burrito right now.”
“Okay… Isso com certeza não era uma coisa que eu esperava ouvir saindo da sua boca.” Bayard tinha choque na expressão, dando uma risada perplexa. “Acabou de destruir toda a imagem de menina doce e comportada que eu tinha de você, meus parabéns.” Bateu algumas palmas fraquinhas, ainda com o sorriso nos lábios. “Mas se está com tanta fome assim, podemos tentar providenciar alguns. Até porque, se você bateria num coitado de um bebê, não quero nem imaginar o que vai fazer comigo quando esse buraco negro que chama de estômago apertar de vez.”
“Não é minha intenção ofender a família desse cara, mas ninguém se importa com o que ele fez ou deixou de fazer pelo Ministério.” Revirou os olhos colocando o livro de História que estudava com @violcttc de lado. Nem mesmo Claire não sabia como VIolétte encontrava tanta paciência para lidar com ela. Por mais que quisesse, simplesmente não conseguia se concentrar em matérias como aquelas. “Vamos falar de coisas mais importantes.” Disse se virando na cadeira para encarar melhor a loira. “Eu andei pensando, e fiz uma pequena lista de caras que podem funcionar com você.” Comentou referindo-se a conversa que tiveram na noite anterior. “Eu pensei em rapazes um tanto diferentes, eu sei que você falou aquilo sobre opostos não se atraírem, mas eu namorei o Nate por um ano e meio e foi a melhor época da minha vida.” Encolheu os ombros, sentindo-se um tanto boba ao comentar do ex namorado daquela maneira. “E nós dois somos bem diferentes. Um relacionamento é formado de amor e esforço de ambas as partes, então pode funcionar com qualquer um.” Deu de ombros. “Bom, você conhece o irmão d...” Escutou um shiu da bibliotecária e virou o rosto para a mais velha, se esforçando a não fazer uma careta. “Nem estamos na biblioteca e aquela ainda quer fazer a dona do mundo.” Com toda a confusão que Claire e Margot criaram na biblioteca, eles transferiram a maioria dos livros para aquela outra sala. “Enfim, você conhece o Edmond? Ele é irmão da Caterina, então o conheço faz tempo. Ah, deve se lembrar dele, está no nosso ano! Ele faz hipismo e literatura bruxa como você...” Disse começando a contar nos dedos as qualidades do bruxo. “E é um cara muito bacana e gato! Realmente acho que deveria dar uma chance.” Deu um empurrão leve no ombro da amiga. “Pensei também no Vlad. Ele exala aquele clima de mistério, mas juro que é apenas fachada. Sou uma das pessoas que mais o conhecem por aqui e garanto que não é chato como parece.” Soltou uma gargalhada alta, colocando a mão na boca no segundo seguinte. “E o último mas não menos importante, ALEK!” Exclamou levantando os braços para o alto. Chega! Senhoritas Claire Lamartine e Violétte D’Argent, por favor, se retirem da sala. Revirando os olhos, Claire pegou seus materiais da mesa e saiu da sala. “Essa aí possui um mal humor eterno.” Comentou, balançando a cabeça em negação. “Enfim, voltando ao assunto... Alek.” Abriu um sorriso de canto para a amiga. “Você obviamente conhece. Ele é meu melhor amigo, todo lindo, inteligente, engraçado e gosta de pizza. Tá bom ou quer mais?” Questionou em tom de voz divertido, arqueando a sobrancelha.
minha princesa
@violcttc
[text] You’ll never guess who just texted me.
[text] ALEK?
[text] EDMOND?
[text] você tem um encontro?
[text] vem aqui para eu te ajudar a escolher uma roupa!
“Look at me—just breathe, okay?”
Caterina andava de um lado a outro do Salão Escarlate, olhando com decepção para o pergaminho que tinha em mãos e, em seguida, o amassou. O rosto de Catie estava vermelho e suas feições, emburradas. Naquele momento, ela sentia-se a pessoa mais burra daquela escola e a vontade que tinha era de simplesmente largar tudo e ir para casa, a Salazar definitivamente precisava de férias. "Me diz, como eu consegui tirar um aceitável nessa droga de prova? Um fucking aceitável!" Caterina olhou mais uma vez para a bolinha de papel que sua prova teórica de Transfiguração havia se tornado e a jogou no chão. "Não me pede para respirar, Vio! Isso é o fim do mundo, nunca foi conseguir me tornar ministra da magia com essas notas ridículas. Argh, que ódio dessa matéria, desse trasgo que chamamos de professor, de tudo!"
❛ don’t talk to me or my 78 insecurities ever again ❜
"Tudo bem então, esquentadinha. Só perguntei se estava tudo bem porque metade dessa festa já passou mal, tipo eu." Caterina deu de ombros, pegando um copo com uma bebida azul que tinha na mesa ao lado delas. "Mas agora eu quero saber, quais são as 78 inseguranças? Me conta."
text: i want baby like half dozen of babys
[ text to Violétte ] tipo, agora????
[ text to Violétte ] e quem seria o pai?
[ text to Violétte ] 🌚