seen from United States

seen from Malaysia

seen from Slovakia

seen from United States

seen from Türkiye
seen from Türkiye

seen from Türkiye
seen from China

seen from United States

seen from Malaysia

seen from France
seen from Italy

seen from Türkiye
seen from T1

seen from Tunisia

seen from United States
seen from Canada
seen from Netherlands
seen from Italy
seen from Yemen
Olha quem voltou e sobreviveu a esse primeiro semestre na facul, sim, EUUU. Gente eu estava com muita saudades daqui e de escrever para vocês, por isso nesse um mês de férias que eu tenho, irei voltar com os imagines! Mandem pedidos, irei recomeçar nos imagines e amanhã eu já solto um pra vocês!
--- Eu fui para Chicago essa semana em uma feira de tatuagens, não é a primeira vez que eu faço uma tatuagem nessas feiras mas olha que graça essa nova no meu pé.--- Quinn Disse apontado para o seu pé aonde agora estava a frase Minutt for Minutt, uma referencia a sua série favorita Skam.
Perdida nos teus olhos Cada vez mais arrependida De não ter amado logo de cara E eu to louca pra errar por você E errar com você E fazer com você Mas eu não sou de amores não correspondidos Você não deve ta acostumada com meu tipo de garota Não sou dessas que ama e de repente tchau e acabou Só que eu perco a paciência fácil E você quer tudo fácil Se esse “amor” acontecer Nós não teremos a sorte de um amor tranquilo Ainda é cedo demais pra gente Porque você tem medo, não sei do que Você tem que ter calma, amor Ainda é cedo demais..
1989 inspired photos of Dulce María
Meus olhos estão se enchendo depressa com lágrimas e eu pisco e pisco, mas o mundo está uma bagunça e eu quero rir porque tudo em que consigo pensar é em como é horrível e lindo, que nosso olhos embaçam a verdade quando não aguentamos ver.
Incendeia-me
WEB Preciso dizer que te amo capitulo 44
No jardim...
Soph estava no jardim fingindo ler uma revista. Estava simplesmente agoniada, as letras da Vogue pareciam dançar em sua frente. Verdade era que não conseguia parar de pensar no que Micael tinha dito. E mais verdade ainda que ele tinha sumido depois disso, e ela queria saber o que estava aprontando - se é que estava aprontando alguma coisa. Depois que tinha subido as escadas da mansão e deixado todos com cara de interrogação, Borges sumira do andar de cima da casa. Provavelmente passou despercebido enquanto ela fofocava com as meninas, mas ninguém que estava na sala sequer tinha ideia de onde o garoto poderia estar. Nem Chay. Nem Diego. E bom, ela preferiu não entrar no quarto de Arthur para perguntar, preferia não saber o que estava rolando lá dentro. Depois da quinta vez que encarou o portão, ainda fechado, bufou, jogando a revista na cadeira ao lado. - Procurando alguém? - Ouviu a voz de Micael e quase deu um pulo. - Puta merda, Micael! Quer me matar do coração? - ela reclamou. - De onde você surgiu? - Não importa de onde eu surgi - ele riu. - E se eu disser que sim, quero te matar do coração, vai soar muito pedreiro? - Ele riu, e Soph teve certeza que era tudo uma brincadeira. Como sempre era.Borges era o garoto mais brincalhão que conhecia, chegava a irritar. - Sim, vai soar como um flagelado sem cultura - respondeu, irritada, e depois percebeu que aquela resposta não tinha nada a ver, o que só a fez sentir mais babaca ainda. E ouvir a risada de Micael, agora que ela tinha certeza que era uma brincadeira, só aumentou sua raiva. - O que você quer? - Quero que você diga que eu sou lindo e que você me ama - ele respondeu e a garota caiu na risada. - Qual seu problema, Micael? - Fala! - Ele riu, o que era estranho. A essa altura Micael já estava emburrado, assim era o Borges. - Não vou falar coisa nenhuma! - ela disse alto, ainda rindo. - Duvida que você vai falar? - Por que você está tão confiante nisso? - Duvida? - Ele arqueou uma sobrancelha, desafiador. - Duvido - Soph respondeu de imediato. Micael segurou sua mão, a puxando para fora da cadeira. - Vem comigo. Borges começou a correr e a puxar Sophia junto com ele, na direção do portão principal da casa. - O que você está fazendo? Eu não vou a lugar nenhum! - a garota berrou, mas continuou sendo puxada. - Você não duvidou? Vou te mostrar! - Micael, se você quiser me mostrar algo que tem dentro das suas calças atrás do muro, eu juro por Deus que choco sua cabeça contra o concreto! - Soph ouviu a gargalhada gostosa do garoto e acabou rindo junto. - Acho que vou correr esse risco. - Ele deu uma piscadela, e continuou caminhando.
Arthur virou Lua de lado a abraçou de conchinha. "Isso foi sensacional docinho..." Foi a única coisa que ele disse antes deles cairem no sono.
Algum tempo depois...
Arthur virou para o lado e encarou o rosto sereno de Lua, que dormia com seu corpo coberto apenas por um lençol ao lado do seu. Não pode deixar de sorrir ao pensar o quanto aquela garota mexia com ele. Até o jeito em que ela dormia, a forma como ela respirava era estranhamente encantadora. Lu virou seu corpo, inconscientemente, aproximando ainda mais seu rosto do de Aguiar, que não conseguiu conter a vontade de acariciar seu rosto e cabelos por algum tempo. Até que reparasse o que estava fazendo de fato.
- Ah. Meu. Deus - sussurrou, virando seu corpo de frente e encarando o teto, com os olhos arregalados. - Eu... Eu... - Arthur olhou de soslaio para Lua, que sorria, mesmo dormindo, o que o fez sorrir também. - Eu amo essa garota. Arthur arregalou os próprios olhos com o que ouviu sua voz dizer. Levantou da cama, tampando o rosto, depois encarou Lua de novo. Ela não tinha escutado nada, claro. Mas o fato dele ter dito isso em voz alta o assustou. Arthur Aguiar não é aquele cara que sabe como agir quando está apaixonado. Na verdade, nunca esteve apaixonado para saber como era, e isso o deixava louco. Mas ela não sabia de nada. Isso era muito, muito bom. Poderia esconder se quisesse. - Esconder é legal - murmurou pra si mesmo, depois riu da própria idiotice. Percebeu que se ficasse ali por mais tempo, acabaria tentado a ficar olhando Lua dormir, o que era extremamente ridículo. Resolveu tomar um banho gelado para acordar direito e colocar as idéias no lugar. Caminhou até o banheiro, tentando não fazer barulho - tudo o que ele não precisava era que ela acordasse, não saberia como agir depois de revelar em voz alta que realmente a amava. Não que ela tivesse ouvido alguma coisa. Tomou um banho relativamente rápido - a água estava gelada, o que facilitou o processo. Enrolou uma toalha na cintura e encarou seu reflexo no espelho, com os cabelos ainda molhados. Pelo menos agora sabia o que queria fazer. Esconder. Fingir que nada aconteceu. Ela nunca saberia. - Esconder - murmurou baixo e decidido, e virou a maçaneta da porta. Lu ainda estava lá. Tentadoramente angelical, os cabelos espalhados pelo travesseiro - o dele -, ainda sorrindo enquanto dormia. Arthur respirou fundo e sorriu, apoiando na porta. - Namorar. Ela vai ser minha namorada. [n/a se você ler esse capitulo Edu disse isso na escola hoje haha]
- Pronto, chegamos! Micael parou de andar, soltando a mão de Sophia. Tinham praticamente andado na mesma calçada da casa por algum tempo, atravessado pra rua da praia e andado mais um pouco. Soph olhou ao redor sem entender. Aquele lugar não dizia nada para ela. Tudo bem, a praia era bonita, mas isso não significava muita coisa. - O que você queria me mostrar, Micael? - a garota indagou, confusa, e Borges riu de leve. - Feche os olhos. Sophia o encarou de sobrancelha erguida. Não precisou dizer nada. - Relaxa. Eu não vou tirar minhas roupas enquanto você estiver de olhos fechados. - Ele gargalhou. - Você vai querer fazer isso por si mesma. Dessa vez Soph riu, irônica. - Você está estranhamente seguro disso, não é? - Eu sei o que estou fazendo. A garota franziu a testa, fechou os olhos mas os abriu em meio segundo. - Não, eu não vou te agarrar enquanto você estiver de olhos fechados - Micael disse, fazendo Soph rir de nervoso. Agora ele lia pensamentos? - Olha lá, hein? - ela disse, mas estava convencida de que o garoto iria se comportar, não sabia bem por quê. Sophia fechou os olhos, sentindo uma sensação estranha tomando conta. O que quer que fosse que Micael tinha aprontado, era suficiente para ele achar que a conquistaria. E ela gostava daquela ideia. - Pode abrir. Soph abriu os olhos, desconfiada e tentando conter uma certa animação que surgia nela. Olhou para frente. Micael estava lá, parado, no mesmo lugar que estava antes. Ele tinha as mãos nos bolsos, como tinha antes. Não havia sequer mudado de posição. Estranhou, então virou a cabeça para os lados. Nada havia mudado. Atrás dela, tinha apenas uma parede, que bom, obviamente ainda estava lá, intacta. - Perdi a piada? - Ela disse e Micael sorriu. - Eu disse que você falaria que eu sou lindo e que me amava quando visse algo, não era? - Micael perguntou e Soph afirmou com a cabeça. - Então. Feche os olhos. E depois abra de novo. Sophia começara a achar que a mentalidade de Micael, que já não era das melhores, teria sido afetada por alguma espécie de droga. Mas preferiu não contestar, repetindo o gesto. - Você é lerda pra caralho - ele disse, rindo, e a garota abriu a boca, indignada. - Eu não sou lerda! O que você quer mostrar, Borges? - disse, um pouco nervosa. Ele riu. - O cara mais gato, mais sexy e mais perfeito que você viu desde a última vez que abriu os olhos. - Ele sorriu. Soph tentou dizer algo, mas não conseguiu emitir som algum. Sua mente estava dividida entre dar uma gargalhada ou achar aquilo extremamente fofo. E de fato, ela era um pouco lenta pra decidir. - Você é maluco! - ela disse, rindo. - Maluco e metido! - Lindo e adorável? - Borges disse com a voz em um tom que ele achava que fosse sexy. - MA-LU-CO e ME-TI-DO! - Soph soletrou, rindo. - Eu sei que você me ama... - Ele deu de ombros, e aquela atitude do garoto começou a parecer engraçada para ela. - Amo muito - ela disse, irônica, e ele riu. - Qual é, você sabe que eu sou o cara mais lindo que você já viu... - Micael riu junto com a garota. - Com toda certeza - ela concordou, ainda debochada. Depois olhou para um Micael um tanto quanto satisfeito. Ele tinha um sorriso vitorioso nos lábios. Ela tinha dito exatamente o que ele queria. Maldito. - Eu disse que você iria me dizer isso - ele gargalhou. Quando percebeu que Soph ia se manifestar, tocou seus lábios com os dedo, para que se calasse. - Eu sei que eu não sou cara mais lindo que você já viu, você namorava um modelo! - Ele chacoalhou a cabeça, com o rosto muito próximo. - E é claro que você não me ama. Mas acho que tem alguma chance dessa minha brincadeira babaca ter te provado duas coisas. Ele ficou em silêncio, e a garota mal conseguia respirar direito. Aquele proximidade, somada ao perfume maravilhoso que Borges estava usando, acabara deixando-a atordoada. - Que... Coisas? - ela disse, quase em um sussurro. Micael levantou o dedo, tocando seu lábio de novo. - Primeiro. - Ele sorriu de lado. - Eu estou bem longe de ser gay. A garota quase riu, mas não estava em condições de se mover, poderia ser muito perigoso. - E segundo - ele mostrou o número com os dedos. - Eu posso ser idiota, mas eu sei que você gostou disso tudo. E eu sei que você quer a mesma coisa que eu. Soph suspirou pesadamente. - E o que você quer? Micael não respondeu com palavras, mas ela já imaginava isso. Encostou seus lábios de leve nos da garota, sem pressa alguma, esperando que ela permitisse o que ela estava prestes a fazer. Sophia não recuou, não tinha condições físicas para negar nada naquele momento. O beijo suave de Micael era até tímido no começo, mas depois os dois se entregaram. A única coisa que Borges conseguia pensar era por que diabos não tinha tido aquela ideia antes. Era tudo o que ele queria, e não fazia ideia.
AÊ, RAPA, VIAJEI ESSE FERIADÃO, MAS TAMO DE VOLTA, NA ATIVA E COM TUDO!
Tamo junto!