Um passo, uma pausa Um abraço no franque A bênção batina O limpa com papa bolinhas A dúvida destoada Em cada tom de gravata Grava-me no acorde relógio Assim, verá com olhos fixos Os braços indicativos Que saiam dos carros Anunciava o verão familiar holística De tempos em tempos viajasse ao crematório Os servos caçam a seiva Que namorado a encontra Em outra frieira da encosta Conturbada à corantes cabeça de marechal A comitiva carregava o caixão pela cidade Afim de recolher beijos e enxolhalhos E o marinar à todos os beija-flores Para que possam beber de suas veias O pregador lhe retém cortejos E seus desejos de júbilos Retratam-se no mês seco de junho A pouco colheita fora azeda por não dedicar-se o suficiente Com cigarros à mostra E o peito em mãos Aberto ao debruçar de verão Sorrio-te carnaval, abomine minha caracterização volume morto... Apenas deixe-me dançar com formigas Antes que algo inexplicável me varra Para dentro da boca da cova Da qual germina a insistência ébria de romance...
Danço Tango Com Cem Viúvas de Demônios Pentecostais, Pierrot Ruivo


















