Ok, watching the matrix opening scene where the cops are hunting down Trinity and the wachoskies missed a trick in not making the room number 404........... just saying
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from China
seen from China
seen from Russia
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States
seen from Russia
seen from China
seen from United States

seen from Russia
seen from United States
seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from United States
Ok, watching the matrix opening scene where the cops are hunting down Trinity and the wachoskies missed a trick in not making the room number 404........... just saying
Este post é uma carícia no perispírito dos apreciadores de cinema. Quem nunca se pegou assistindo a um filme daqueles despretensiosos (para se assistir no final de semana, depois do jogo), ou mesmo os mais soturnos (de assistir com a cabeça enfurnada no cobertor para segurar a sobrecarga no córtex), e nunca pausou o player para deglutir uma cena que NÃO FEZ O MENOR SENTIDO? Pois bem, esta primeira lista do “Lealcoolico” trabalhará em cima das cenas mais randômicas da minha coleção cinematográfica, que dedicaram minutos a fio de gargalhadas ou mesmo horas de discussão em fóruns obscuros.
1) “Aquele Abraço” em “Pra Frente, Brasil”
“Pra Frente, Brasil” (1982) é uma daquelas pérolas do cinema nacional e do trato documental sobre os horrores da Ditadura Militar. Dirigido por Roberto Farias, responsável pelo brilho de muitos atores globais como Reginaldo Faria (cuja sinopse é baseada em obra original sua), Antônio Fagundes, Elizabeth Savalla, Natália do Vale e o já falecido Carlos Zara. A trama conta as barbaridades cometidas desde àquela época pelas forças de segurança, que eram subservientes à paranoia dos militares contra o comunismo, ao ponto de torturarem brutalmente Jofre Godói da Fonseca (personagem de Faria), um cidadão comum que apenas teve a infelicidade de tomar um táxi com um “subversivo” procurado pela polícia. O momento randômico entra durante o drama sofrido por sua esposa, Marta (Natália do Vale), que até então não sabia do paradeiro do marido. Seu filho pequeno surge em uma cena silenciosa, brincando com a aparelhagem de som e, “acidentalmente”, ligando a vitrola no ponto em que Gilberto Gil canta o refrão de “Aquele Abraço”. É uma cena destoante, quase cômica (se não fosse na esteira de uma crise familiar). Não é preciso ser nenhum gênio para entender que Gilberto Gil era persona non grata do Regime Militar, sendo preso e exilado para quem quisesse ver, usado como artifício de provocar os censores, cuja expressão de repressão está estampada no rosto de Marta ao correr para desligar a vitrola.
2) Performance de “A Rua de Baixo” em “Cabaret Mineiro”
Eis aqui um filme COMPLETAMENTE randômico. A bem da verdade, “Cabaret Mineiro” (1981) é um presente de Carlos Prates Correia contra a moral higienista e um ode aos costumes do homem do campo. Sem pudores ou sutilezas sexuais, o filme é uma imensa alegoria dos desejos e ambições do homem, aqui representado por Paixão (um momento magistral do saudoso Nelson Dantas), mineirinho de fino trato que circula entre a cidade e o interior, se apaixona por mulheres imaginárias, participa de orgiais e jogos de pôquer, casa, descasa, enfim, vive. Realmente, ele parece ser mais um filme conceitual em que as cenas seriam construídas sob o esquema “recorte-e-cole”, mas basta atravessar a fina camada alegórica do filme para compreender um banho sobre a cultura e a literatura brasileira, com ênfase nas obras de Guimarães Rosa. Nossa dose de psicodelia está em um belo poema lido por Paixão, enquanto cenas de uma “disputa” acontece entre ele e seu opositor, o americano Thomas. Paixão cruza e descruza as pernas, sempre perseguido pelos movimentos repetitivos do outro.
3) Aurora coloca máscara de oxigênio nas partes íntimas em “Amarelo Manga”
Se o filme anterior tratava dos amores, “Amarelo Manga” (2003) levanta as obsessões humanas. Todos os personagens deste trabalho visceral do pernambucano Cláudio Assis são carregados pelos anseios mais obscuros, e não parecem lá muito arrependimentos das consequências de seus atos. Tudo acontece em um dia, onde pessoas almoçam, jantam, sonham, morrem, fodem, destroem casamentos e comem as orelhas umas das outras como se fosse mais um dia qualquer. Brindemos ao melhor extraído de Leona Cavalli, Matheus Nachtergaele, Dira Paes, Jonas Bloch e Chico Diaz, nos amaldiçoados subúrbios de Recife. E a rainha da gula espiritual e mental é Aurora (Conceição Camarotti), uma ex-prostituta já de meia-idade e um tanto quando vislumbrada, bem cotada pelos outros hóspedes do Texas Hotel, principal locação da trama. Ela sofre de problemas respiratórios, e tem o sono mais intranquilo do mundo, entrecortado por crises de asma. Contudo, na calada da noite, enquanto recorda de seu passado de glórias e traquinagens, ela utiliza sua bomba de oxigênio para... se masturbar, talvez? Interessante perceber a trilha sonora cuidadosamente planejada para a cena, lembrando um delírio circense.
4) A televisão explode na praça em “Bye, Bye, Brasil” (1979).
Meu filme de cabeceira, se é que pode chamar assim. Até hoje sou grato por Carlos Diegues pelo retrato do (sub)desenvolvimento brasileiro no final dos anos 70, enquanto as falsas promessas do “milagre brasileiro” se amalgamavam à industrialização inescrupulosa que ergue cidades e desemprega pessoas. E a televisão – tanto o aparelho quanto a instituição – é o símbolo máximo de tal período, chegando nas cidades paupérrimas do interior como um disco voador luminoso e hipnótico. A modificação dos costumes é testemunhada por Lorde Cigano e Salomé (José Wilker e Betty Faria, em históricos desempenhos nas telas), artistas mambembes que ganham a vida na mítica Caravana “Rolidéi”. Ciço e Dasdô (Fábio Jr. e Zaira Zambelli) embarcam na odisseia concretista, deparados com um novo mundo de luxúria e ambição. Então, o “mestre dos mágicos e dos videntes” resolve se vingar pela baixa procura de seu espetáculo em um dos municípios, com os habitantes reunidos na única pracinha para assistir os enlaces românticos na novela "Dancin' Days” em uma televisão de vinte polegadas – um ENORME e BRILHANTE contraste de um local com baixo índice de desenvolvimento observando o requinte da alta sociedade carioca batendo os pés na pista de dança. Usando Salomé para provocar um curto-circuito, Lorde Cigano conjura seus falsos poderes e “explode” o aparelho! É impressionante como esta cena parece ter sido espontânea e não ensaiada com tantos figurantes, a prova é a reação genuína de Wilker e dos espectadores na primeira fileira, que levaram uma polvilhada de cacos de vidro e fumaça nos olhos.
5) Escritor joga crítico literário do alto do prédio em “Cloud Atlas”.
Uma das armações das irmãs Lilly e Lana Wachowski (aqueeeelas da trilogia “Matrix”), em co-direção com Tom Tykwer (aqueeeele de “Corra Lola, Corra” ), adaptado do romance de David Mitchell. Se o livro é excelente, seu blockbuster tem um tom meio morno para o “épico” que se propôs, ainda que muito louvável o leque de papeis em lugares e espaços temporais com margem a todo tipo de análises. Onde mais poderíamos ver Hugo Weaving interpretando uma enfermeira obesa em 2012 e também uma espécie de entidade demoníaca em 2321? A cena que me fez estarrecer como uma bomba de imprevisibilidade estourando na minha cara foi o homicídio furioso cometido por Dermot Hoggins (Tom Hanks), um escritor fracassado que dispara um crítico literário do alto de um arranha-céu durante a sua noite de autógrafos. Simplesmente, porque ninguém espera que um artista descontente mate o seu maior opositor de tal forma na frente de fãs, imprensa e editores. Lembro até hoje os gritos silenciosos e risos enternecidos das pessoas na sala de cinema.
Extra: A peça pregada em “Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain”
Simples: cansada do modo como o cruel quitandeiro Collignon (Urbain Cancelier) trata o seu funcionário, Amélie (Audrey Tatou) arma as mais diversas armadilhas para desacreditá-lo de sua própria sanidade. O que inclui sabotar a fiação elétrica de um abajur e proporcionar, não a cena, mas o gritinho mais SURPREENDENTE da história do cinema.
Primer tráiler de Sense8, la nueva serie de los hermanos Wachowski para Netflix
Primer tráiler de Sense8, la nueva serie de los hermanos Wachowski para Netflix
Hace unos meses que se anunció esta serie y nadie sabía exactamente cómo describirla. Hoy, con el primer tráiler, todo cobra sentido. Bueno, por lo menos la premisa. Ochos desconocidos en todas partes del mundo (Ciudad de México una de ellas) son “enlazados” y, de hecho, al parecer se vuelven parte de un solo ser, con todas las ventajas y desventajas que ello podría suponer. Imaginen a 8 gemelos…
View On WordPress
The Matrix Triple Feature Blu-ray $12.96 on Amazon!!!!!
http://amzn.to/1Et1mYO
Cloud Atlas Finale | Tom Tykwer, Johnny Klimek & Reinhold Heil
Cloud Atlas
My 2¢ on this piece
Many of my close friends would have heard me raving about this movie (other than Studio Ghibli's) non-stop! Cloud Atlas is a movie of 6 different lives spanning different generations, and how our lives are entangled between our past, present and future, exploring various themes of freedom and oppression, philosophy, reincarnation and destiny. The directors have done an excellent job in interweaving the different lives with the use of a star-studded cast acting in the various generations as a different character altogether. I would have loved to write about the plot itself (as it is a really impressive one), but it would be a movie/book review instead! So, just read the book and watch the movie and you'll know why (I love the neo-Seoul part gosh).
This movie stood out from all the blockbusters I've watched, but till now, I'm unable to explain why exactly in a sentence. You may not understand the movie by the time the credits start, but strangely, you feel at peace. Especially when this particular track plays as the movie reviewed through all the 6 different lives. It was a wonderful closure to the turbulent plot of all the characters who were trying to fight for their own liberation, and this piece just so happened to bring out all the emotions I felt throughout the movie. The slow strings prelude and light pizzicatos of the higher pitched strings, leading to the layering of choral voices as your mind rewinds back to the ride through space and time, reflecting on the various themes and lines from the different characters in the pitch black theatre. This piece went really well with the few minutes of silent filmography (as in just the music alone) and I couldn't help but cry, yet smile at the endings of each story. The orchestration of the recurring theme of Cloud Atlas Sextet in this piece is just so... *sigh* wonderful. Kudos to the composers of the Cloud Atlas who managed to craft out such intense scores to accompany the thought-provoking plot.
(I'm trying to stop myself from unleashing all my thoughts and emotions on Cloud Atlas as it will go as long as the duration of the movie itself.)
Our lives are not our own. From womb to tomb, we are bound to others. Past and present. And by each crime and every kindness, we birth our future ~Somni-451 in Cloud Atlas
~ H