@ask-webam I saw those tags what do you have against my state? Least everyone’s not damp like sea level cities
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@ask-webam I saw those tags what do you have against my state? Least everyone’s not damp like sea level cities
Is Portland, Oregon as mysterious and supernatural as the one we have here is? - Sincerely, Webam
Damn dude, I wish. The closest we have is Mysterio, who's just some illusionist with projectors and other stage magic stuff. Like the dude sells NFTs, theres nothing magical about him.
If some supernatural or magic stuff does happen I'd be so psyched. ...Fingers crossed I didn't just monkey's paw myself...
OOC: I started doodling a series of busts while watching telly past few days. I got in late to the spidersona game but thank you everyone who I've met though it! I've made so many friends and this has gotten me through so much this year!
Pic 1 L➡R
@ask-webam | @ask-surrealspider | Xander | @ask-anarky
Pic 2 L➡R
@ask-waterspider | @ask-spider-man-61610 | @ask-spiderglass | @ask-your-fav-spiderling
Can you tell me anything about your species? I think I’m dealing with one of your kind in my universe and I’m gathering info... - Webam, from Earth-84175
Pardon me Sir but who you might be? And what do you want to know about the Klyntar? Do you want to know about their weaknesses?
-Alter-Venom/Antinoas
@ask-webam
Does your dimension have any other superheroes besides you, Spider-Woman, and Webam? If so, what're they like?
Great question! Yes! I will say that Spider-Woman, Webam, and I are the only spider heroes. The others have their own themes and styles going on.
There is Squirrel Girl, who I believe is dating my bestie Spider-Woman. I have kinda held back from getting close to Squirrel Girl so that she has plenty of Spider-Woman time if you know what I mean. Squirrelie is super nice and sweet as far as I know her. If you wanna know more though, as Spidee-Woman.
Then there is my good chaotic friend Lori! Named after Norse God of mischief. I've seen that Lori is an actual living God and even a villain in some universes but I'm glad to call him my sweet lil mischievous gremlin friend. He's not actually a gremlin btw. Pretty sure he's human... he's at least humanoid... I try not to think about this too much.
Ursa Major is up next. She can be compared to a fusion of different heroes in different worlds called "Captain America" and "Black Panther". Except. No she does a bear theme not a black panther. So thats a thing. She comes from a long line of people from Spain with natural abilities imprinted in their bloodline. I think natural abilities are the most amazing in our world. I am almost jealous of my friends like this... But anyways back to Ursa Major! She is super sweet and cuddly. I've been patrolling and hanging out with her at least once a week for months and months now! We have a lot of one on one time.
We also have our own version of Black Widow here! As Webam has said, we don't have whatever "S.H.I.E.L.D" is so her origin is pretty different. Basically she's a cool Betty who can kick butt in many many ways. Her personality is surprisingly giggly and relaxed despite her demeanor in battle. She is willing to sympathize with pretty much anyone which is amazing.
I am proud to call these supers my allies and my friends. Its amazing to think about how I was the first of these many who have come into the light as defenders and protectors. I may not have "natural" powers but everyone here seems to accept me as a natural superhero. Sometimes, thats all you need.
AMOR MAIOR
Epílogo
LUA
TRÊS MESES DEPOIS.....
É o aniversário de um ano de Aurora, e tive uma surpresa, algo que eu nunca imaginaria.
Desde que minha filha entrou em nossas vidas, nunca pensei que me veria nesta situação novamente, pensei que minha vida se alinharia à ordem natural e que meu mundo seria sempre Aurora dali em diante, mas eu estava enganada.
Minha garganta se fecha.
— Irmã! — A voz de Maria vem segundos antes de ela abrir a porta do meu banheiro.
— Vem, já vamos cantar parabéns para a pequena.
— Sinto meus músculos tensos e não me movo, até que Maria se aproxima, observando o teste de gravidez entre meus dedos, indicando uma única coisa.
Positivo. Contando em média mais de quatro meses para aquela gravidez.
O ar começa a faltar e minhas pernas ficam instáveis.
Procuro me sentar, puxando uma respiração profunda e tentando ver tudo com maior clareza, mas quanto mais eu faço isso, mais difícil se torna.
— Você está gravida? — pergunta.
— Irei ser tia de novo, meu Deus.
— Puxa o teste de minhas mãos, conferindo por si mesma e sinto meu mundo ruindo, Maria percebe minha reação, vindo em meu socorro.
— E por que você não está feliz, baby? Você sempre quis um bebê.
Fungo.
— Eu já tenho uma filha, Maria. E eu a amo, ela é meu mundo inteiro.
— As lágrimas caem mais fortemente.
— Eu não estou dizendo que não quero ser mãe novamente, mas eu já perdi tanto, que a ideia de mais uma gravidez e acabar em um hospital, completamente desolada por não ter um filho, isso machuca, me deixa desesperada.
Ela me abraça.
— Shiu. Calma. Não pense assim. — Beija meus cabelos.
— Se você tiver mais um bebezinho, deve ter algum motivo, o propósito de lhe dar mais um filho, mais um amor.
Acredito em interferência divina.
— Sorrio e ela limpa minhas lágrimas.
— E agora, você tem Arthur, tem Aurora, tem a mim e nossa família, e eu sei que tudo vai ficar bem.
— Beija minha testa, colocando o teste de lado.
— Vem, vamos descer.
Sigo-a, sabendo que não posso deixar o aniversário da minha pequena de lado, preciso estar lá.
Mas, assim que a porta do quarto se abre, meus olhos encontram os de Arthur e sinto que poderei começar a chorar a qualquer momento.
— Lua? Você está bem? — ele indaga, procurando entender.
Meus pés vacilam e ele me sustenta, dispensando Maria com um aceno na cabeça.
— Ei, baby, me conta o que está acontecendo.
— Encostei a cabeça em seu peito e suspiro, engolindo em seco.
— Uma coisa aconteceu — sussurro, com medo.
— Mas eu estou com medo, Arthur.
— Seus dedos sustentam meu rosto e ele levanta meu olhar, beijando minhas lágrimas.
— Conte-me — pede.
— Eu estou grávida — sussurro, e as lágrimas caem mais e mais.
Ele está abraçado a mim, segurando meu rosto entre suas mãos.
— Mas isso é incrível e... — se cala, percebendo aonde eu quero chegar —... não iremos perdê-lo, querida. Não de novo.
— Beija meu rosto.
— Estamos com você. Vamos dar um irmãozinho à nossa princesinha.
— Eu não quero ter esperanças e perder novamente, Thur — confesso.
— Eu sei que é difícil acreditar — enlaça nossos dedos —, mas vamos lutar juntos por ele, ok? E vamos ser pais novamente, os pais mais babões e apaixonados do mundo.
Sorrio, pela primeira vez, desde que fiz aquele teste.
— Não percebi antes. — Encolho os ombros.
— Não tive os mesmos sintomas das vezes anteriores. E no teste diz que eu provavelmente já estou com quatro e, quem sabe, cinco meses.
— Ele franze o cenho. — Isso geralmente é o tempo que dura minhas gravidezes.
— Talvez seja o sinal de que, desta vez, iremos além.
— Beija meus lábios novamente.
— Vem, vamos comemorar silenciosamente ao lado da nossa menina.
— Enlaça nossas mãos e descemos a escada, parando em frente à festa infantil.
Vejo Aurora nos braços de Maria e sorrio, me inclinando para pegá-la, mas Arthur é mais rápido, a encaixando em seus braços.
— Ei, baby. — Beijo sua bochecha gordinha.
— Feliz aniversário, princesinha.
Ela sorri, segurando meu rosto e beija meu nariz, como sempre faz.
Suspiro.
— Amamos você, Princesa Aurora.
Ela é nosso mundo. A menina de bochechas redondas, olhos escuros, pele branquinha e cabelos escuros como carvão é tudo que temos, tudo que precisamos.
Foi unânime, todos acabaram apaixonados por Aurora.
Vejo mamãe e papai batendo palmas diante à comemoração do aniversário da neta, os primos, que estão sentados, segurados pelo pai, Maria sorrindo em minha direção e sinto quando a mão de Arthur toca meu ventre.
Não notei a mudança, pois desde que minha filha chegou, minha responsabilidade é ela e parei de notar as mudanças no meu próprio corpo.
Como meu ventre pontudo. Denunciando algo que estava à minha frente o tempo inteiro.
Os gritos de comemoração explodem ao nosso redor e Thur inclina nossa filha, explicando a ela como fazer para soprar a velinha do bolo, ajudando-a com isso.
Ele é exatamente como pensei que seria, um pai incrível, dedicado, atencioso e amável.
Nem sei como ele duvidou de sua capacidade um dia.
Suspiro, me apegando à esperança de que tudo irá ficar bem. De que eu vencerei desta vez.
De que, em breve, poderá, sim, ter mais uma pessoinha entrando em nossa família.
QUATRO MESES DEPOIS.......
Eu nunca pensei que viveria este momento.
Quando dizem para ter esperança, quando falam isso para um coração partido, machucado e desiludido, fica difícil acreditar.
Eu lutei todos os dias contra meus próprios pensamentos, dizendo a mim mesma que venceria desta vez. Que venceria para pegá-lo em meus braços.
— Ele chegou. — A voz emocionada do meu marido tira mais lágrimas dos meus olhos.
— Ele é perfeito — sussurra, colocando o pequeno pacote em cima dos meus seios.
Ele está sujo de sangue, chorando, e assim, encontro mais uma vez um pedaço do meu coração.
Ian Aguiar. Irmão de Aurora Aguiar e filho dos pais mais apaixonados do mundo.
— Eu amo você — sussurro, tocando seu rostinho e sentindo meu peito apertar, não consigo parar de chorar.
Parece que vivi a vida toda para este momento.
— Amamos você — declaro, lembrando que existem muitas pessoas ansiosas pelo nascimento do nosso segundo bebê.
— Precisamos levá-lo — a enfermeira fala, pouco antes de levar meu filho. Vejo a movimentação na sala se dissipar e meu corpo dolorido começa a parar, sonolento.
Fecho os olhos.
Sim, descobri uma gravidez no quinto mês e, com isso, foram só mais quatro de preparação.
Porém foram quatro meses intensos, me mantendo apenas em casa, com uma rotina reduzida e completamente cheia de preocupações. O medo de perdê-lo dominava meus sentidos, aterrorizava.
— Ei... — A voz do meu marido me faz acordar e o encaro, chorando novamente.
— Você conseguiu, baby. Conseguiu. Vencemos.
— Beija a minha mão e limpa minhas lágrimas.
— Não consigo parar de chorar. — Ele ri.
— Pode chorar, faz bem, alivia a alma.
— Beija a minha testa. — Eu amo você. Todos vocês.
E eu sei que é verdade. Do fundo do meu coração, não há nada mais verdadeiro do que o amor do meu marido e dos meus filhos. Minha família.
Finalmente tenho uma família completinha. Com tudo que almejei um dia.
FIM.......
Aaaaaaah :’( Pois é amores… A web chegou ao fim. Dedico esse Capítulo final as minhas leitoras lindas…
How’s life in New York? What’s it like hanging with the other heroes?
Its pretty sweet! The tall buildings make moving around pretty neat but I would hate to see a bill of all the glass I've shattered while jumping around the place.
As for my super social life, its pretty neat! Webam is getting the hang of me giving him hugs and Spider Woman is chill as always. Sometimes I think she's way too cool and intimidating with her suit, then I realize she probably needs another hug and suprise her with one :).
AMOR MAIOR
Capítulo 45 :
ARTHUR
Havia sido precipitado e viera no momento em que eu cuidava de Aurora no hospital, chegando à conclusão de que o mundo às vezes é injusto e maldoso com os inocentes, roubando oportunidades e os deixando à mercê do destino.
— Pronto? — Caio aparece na sala, segurando a taça de champanhe em minha direção.
— Estive verificando toda a documentação, parece que conseguimos agilizar o processo.
Sorrio e brindo com ele, bebendo o líquido rosé rapidamente.
— Isso que é notícia. Agilidade! — Ele ri. O Instituto Aurora era bem menos de tudo que eu poderia fazer, mas começamos do pouco por que abraçar o mundo com as duas mãos de uma vez só pode ser perigoso.
Começar a criar um centro de apoio para crianças como a minha princesa foi a maneira que eu tive para retribui tudo que mudou em minha vida em menos de um mês.
— Vamos logo, antes que você fique bêbado — brinca, e saímos da sala.
O evento na casa do prefeito sempre nos inclui, pois, afinal, somos uma das empresas que sempre está afiliada às causas sociais.
Entro no carro e sigo o de Caio de perto, calculando a ansiedade e esperando que Lua goste das novidades que estão por vir.
Ela ainda não chegou. Nem sua irmã. Estamos todos sentados à mesa redonda, na sala de estar do prefeito, acompanhando o leilão beneficente que é sediado aqui todos os anos, e suspiro, ansioso. Ainda não começaram os lances.
— Cadê a Maria? Até ela está atrasada hoje! — Billy diz, decepcionado.
— Deve estar para chegar, querido — Cláudia conforta o marido.
O esposo de Maria também já chegou, dizendo que a esposa pediu para avisar que virá mais tarde com Lua.
— E o projeto, Arthur? — Sorrio com a indagação de Billy.
— Tudo encaminhando às mil maravilhas. Lua ainda não sabe sobre ele, então peço discrição.
— Bebo mais do champanhe, gostando do álcool leve, para não ficar bêbado.
— Quero contar a ela quando tudo estiver pronto.
Meu sogro sorri de maneira contida. Ele não aceitou ser um dos patrocinadores do meu projeto, mas não me importei, sabendo bem que o homem não entende a imensidão de significados que aquilo traz às nossas vidas.
— Lá estão elas! — minha sogra exclama, e sigo seu olhar, travando ao vê-la. Completamente linda.
O vestido vermelho desce ao redor do corpo franzino e baixo, marcando cada curva com perfeição, os cabelos presos no alto da cabeça em um coque apertado e caindo em pequenas mechas ao redor do rosto. Maravilhosa.
Suspiro.
Sentindo minhas mãos coçarem para me aproximar e tocá-la.
Até que seus olhos encontraram os meus e vejo a necessidade de estar com ela avançando sobre meu corpo.