Oi gente!! Desculpa o sumiço de repente, mas eu estou sem internet de novo, então como consegui entrar pelo celular, vim avisar à vocês! Espero que entendam e estou fazendo de tudo para ter essa internet de volta!!

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Oi gente!! Desculpa o sumiço de repente, mas eu estou sem internet de novo, então como consegui entrar pelo celular, vim avisar à vocês! Espero que entendam e estou fazendo de tudo para ter essa internet de volta!!
Desire among brothers - Capítulo 53
~Narrador Arthur~
Lua realmente tinha ficado com raiva, mas o que eu podia fazer? Ela estava impossibilitada de fazer qualquer coisa, e ainda por cima estava com tensão pré-menstrual. Bom, meu amigo, cuidar de mulher nesse período é a pior coisa que existe, ninguém nunca sabe como ela vai estar, se vai ser carinhosa, estressada, depressiva, enfim, a bipolaridade reina nessa época. Agora ela estava na cozinha, se lambuzando de chocolate.
-Lu, assim você engorda... -Falei, abusando da minha sorte.
-Está me chamando de gorda? -Me fitou.
-Claro que não. -Revirei os olhos. -Mas chocolate engorda.
-E dai? Você vai me largar se eu ficar gorda? -Colocou mais uma colher na boca.
-Nã... -Ela me interrompeu.
-Não precisa nem terminar, você está tentando que sim em forma de não, eu te conheço. -Colocou a colher dentro da pia, me olhando.
-Porra! -Me aproximei segurando seus pulsos, ela me olhou confusa.
-Eu poderia muito bem tirar esse seu shortinho de algodão e te foder agora mesmo, está me entendendo?
Ela não conseguiu responder, pois minha mãe chegou e se deparou com a cena.
-Que isso? -Ela falou, colocando algumas compras em cima da mesa.
-Nada. -Disse Lua. -Era só o Arthur tentando ser macho.
Ela me empurrou e deu de ombros, indo até a sala.
-Lua! -Lhe chamei e ela me ignorou. Merda! Já vi que tenho um problema.
-Ela está menstruada? -Kath me perguntou, quase em um sussurro.
-Sim. -Cocei a nuca, me sentando na cadeira.
-Normal... -Riu. -As mulheres ficam assim quando estão nesses dias, você acostuma.
-Não quero ninguém falando de mim e do meu humor! -Questionou, emburrada.
-Mal humor, isso sim. -Cochichei, mas já falei que eu não sei cochichar? Então.
-Vai ser foder, Arthur! -Grunhiu, aumentando o volume da televisão.
-Abaixa isso, eu não sou surdo. -Fui até ela, e peguei o controle, abaixando.
-Meu Deus, que saco! Me deixa em paz, por favor. -Puxou-o da minha mão e aumentou a televisão, colocando-o de lado da sua coxa.
-Você que sabe! -Falei perto do seu ouvido, me afastando e indo para a cozinha esperar o almoço.
A hora do almoço chegou e ela ainda estava com raiva de mim, ou sei lá o que ela estava para o meu lado, sentei em um lado e ela sentou do meu lado, não perguntei o motivo, mas ela também não falou uma só palavra.
De vez em quando ela me olhava, mas logo desviava o olhar e continuava à comer, pelo viso ela queria falar comigo, mas é orgulhosa demais para isso, assim que terminei coloquei meus pratos na pia e ajudei minha mãe a lavar as louças, Lua enxugou e Kath guardou, assim não tivemos tanto trabalho.
Lua finalmente se deitou, espero que o estresse dela amenize com isso, me deitei no meu quarto, infelizmente não se pode ganhar todas, como eu sempre digo. Mas bem, uma hora ela vai ceder e falar comigo, eu espero.
Desire among brothers - Capítulo 52
~Narrador Lua~
Arthur estava fazendo massagem em mim, ficou entre minhas pernas e subiu minha blusa, espalhando um gel com cheiro de menta e espalhou pelas minhas costas, juro que fiquei excitada, fazendo assim gemer abafado e percebi que ele também, pois o mesmo se afastou.
-Que foi? -Olhei-o confuso, ao perceber que ele se levantou apressado.
-N-nada. -Gaguejou, coçando a nuca e me fitando.
-Você está bem?
-Unrrum. -Sorriu amarelo. -Só preciso ir no banheiro.
-Certo... -Ergui as sobracelhas e ele correu para o banheiro, era obvio o que ele ia fazer, então cai na gargalhada, passaram cinco minutos e ele voltou, pelo visto tinha tomado um banho também.
-Se aliviou? -Falei entre dentes, segurando o riso.
-Que? -Me olhou incrédulo.
-Eu sei o que você foi fazer lá dentro... -Apontei para a porta do banheiro, me aproximando.
-Não se pode ganhar todas. -Coçou sua nuca e entendi muito bem o que ele disse.
-Que pena, Arthur... -Ri, olhando-o.
-Agora você está rindo? -Me fitou, me empurrando contra a parede.
-É claro... Você fica uma gracinha desse jeito. -Provoquei, sabendo que eu podia ir longe demais, mas não me arrependeria.
-Lua, Lua... -Apertou-me pela cintura. -Você gosta de brincar com fogo, não é?
-Gosto. -Sorri, beijando aquele homem maravilhoso.
Ele me levou até o sofá, onde ali distribuiu vários selinhos no meu pescoço, minhas mãos passeavam livremente por suas costas e por atrevimento mordi sua boca. Ele apertou minhas coxas e eu gemi baixinho, já que estava sensível por causa da tensão pré-menstrual. Meu corpo já estava queimando por dentro, e Arthur não parava com suas carícias mais quentes, entre minhas pernas e meu busto.
-Arthur... -Sussurrei ofegante.
-Hum? -Mordeu minha orelha.
-Eu... -Ele me interrompeu.
-Ah é, você está menstruada... Então, sexo só daqui há sete dias, isso? -Se levantou e eu quase gritei.
-Filho da puta! -Grunhi, frustada.
Me levantei, morrendo de raiva, e fui comer alguma coisa enquanto a Kath não chegava, ela deve ter ido ao supermercado, então só me restava esperar, pois a geladeira estava meio que vazia.
Desire among brothers - Capítulo 51
~Narrador Arthur~
Acordei com uma queimação nos olhos e vi que não tinha fechado as janelas do quarto de Lua, encarei-a e a mesma dormia tranquilamente, com alguns cachos esparramados pelo rosto, seu pescoço estava roxo, uma cena que parcialmente me fez rir baixinho, ela se remexeu, afundando a cabeça em meu ombro, deixei que ela dormisse e me levantei. A coberta foi para sua cintura, revelando seu busto e seus seios médios, os fitei por alguns segundos, até que a cobri novamente, dando um beijo estalado em sua testa.
Me vesti, desci e merendei, depois fiquei assistindo um pouco de televisão, Kath já estava no trabalho, peguei o controle do vídeo game e fui jogar, hoje era sábado e eu não sabia o que fazer, talvez mais tarde vou dar um pulo na piscina, quem sabe carrego Lua comigo.
Lua desceu as escadas, cambaleando e coçando os olhos.
-Bom dia. -Falei entre dentes. olhando para o jogo.
-Nada de bom dia. -Bufou, indo até a cozinha.
-O que foi? -Pausei.
-Primeiramente: Eu não queria ter acordado antes do meio dia. E eu menstruei. -Tacou alguma coisa em cima da mesa, mas não vi o que era, voltei a jogar.
-Sério? Poxa. -Murmurei e ela me imitou.
-Sério? Poxa. -Afinou a voz. -Me poupe, Arthur, sai desse vídeo game e vem me dar atenção!
Desliguei o vídeo game e corri para a cozinha, abraçando-o Lua por trás.
-Por que está emburrada? Hum? -Cheirei seu pescoço e ela suspirou.
-Quero atenção, poxa! -Sorriu, me beijando.
-Quer atenção, é? -Mordi sua boca e ela riu.
-Unrrum. -Me abraçou.
-Posso fazer uma massagem em você? -Lhe encarei.
-Pode! -Virou-se, mexendo os ombros.
Ela respirou fundo assim que apertei seus ombros e fiz movimentos circulares com as mãos, apertando e depois descendo.
-Hum, como isso é bom! -Sussurro, mexendo novamente os ombros e arqueando a cabeça para trás.
A conduzi até o sofá e pedi para que ela deitasse de bruços, a mesma fez o tal ato e eu me senti entre suas pernas e sua bunda, massageando toda a extensão de suas costas. Levantei sua blusa e distribui selinhos demorados, ela se mexeu, resmungando.
-Arthur. -Novamente.
-Oi?! -Disse, levantando a cabeça.
-Nada. -Relaxou e o silêncio tomou conta.
Me levantei e fui até o quarto da minha mãe, vasculhei o guarda-roupa e encontrei um gel para massagem com o aroma menta, voltei para a sala, sentei no sofá do mesmo jeito que estava e pedi que ela tirasse a blusa, a mesma estava sem sutiã, então espalhei o gel fazendo uma linha abaixo do pescoço até perto do short, comecei a massagem, intensificando aos poucos.
Lua suspirava forte, e sempre sussurrava um "mais" e quando ela soltou um gemido fraco, não tive como não me excitar, merda! Me afastei um pouco, pois como seu short era de algodão, com certeza daria para sentir, vamos, Arthur! Pense em outra coisa. Outro momento. Qualquer coisa, juro, mas não pense que a Lua está sem sutiã!
Desire among brothers - Capítulo 50
~Narrador Lua~
Quando menos esperei já estava encostada na parede do meu quarto, Arthur me beijava ferozmente e passava sua mão a partir das minhas coxas até meus seios, aquilo estava bom, e eu não queria que parasse. Já se passavam as 22h30, então sua mãe já estaria deitada.Tirei sua blusa e o beijei, cravando minhas unhas em suas costas, ele revidou apertando minha bunda e tirando minha camiseta.
-Lembro que você estar me devendo uma “brincadeira”. -Sorri, o beijando e abrindo seu zíper.
-Qual? -Disse abafado, tirando minha saia.
-A do gelo. -Mordi sua boca e ele revirou os olhos.
-Essa não. -Me empurrou na cama.
-Por que não? -Puxei-o pelo braço, arranhando seu peitoral.
-Só se for em você. -Sussurrou.
-É claro que é comigo. -Ri, beijando-o novamente.
-Gostei. -Me sentou na cama. -Já volto.
Se levantou e quando voltou estava segurando um copo com gelo. Sorri maliciosa e ele colocou o copo ao lado da cama.
-Em que local? -Se posicionou em cima de mim.
-Em cima da calcinha. -Apontei para minha calcinha, que era branca.
Ele assentiu e pegou um gelo, ao sentir um pingo na minha pele, meu corpo se arrepiou, mordi meu lábio inferior e o fitei, ela passou em cima e eu quase gritei, a sensação era incrível. Começou a puxar minha calcinha e a ir passando pelas partes descobertas da minha intimidade.
-Arthur! -Gemi e torci o corpo ao sentir um pouco de água gelada tocar em meu clitóris. O mesmo passou a língua e continuou movendo o gelo.
-Está gostando? -Levantou a cabeça, me olhando.
-Unrrum. -Falei entre dentes.
Voltou a dar atenção minha vagina e encostou o gelo no clitóris, soltei um grito e ao mesmo tempo tampei minha boca.
-TIRA DAÍ, TIRA! -Grunhi e ele gargalhou, pressionando.
-Não, Lu… -Sorriu sarcástico.
-PORRA, VOCÊ É UM HOMEM MORTO! -Gritei, me contorcendo.
-Shiu, não grita! -Colocou a mão minha boca e eu bufei.
Segurei meu lábio com os dentes e fiquei-o observando, quando ele acabou eu estava encharcada, e sem mais nem menos pedi para que ele entrasse em mim. Ele riu, mas me obedeceu, colocou a camisinha e me penetrou fundo e forte, fui no inferno e voltei, ele mal me esperou e continuou a estocar, enquanto eu gemia e arranhava suas costas. Peguei um gelo e comecei a passar nas mesmas, ele reclamou, mas logo cedeu.
-Vadia! Hum, você gosta, né? -Penetrou rápido e começou a passar a glande no meu clitóris.
-Gos…to. -Arqueei a cabeça para trás, gemendo.
E assim fizemos sexo até pegarmos no sono, com nossa respiração em falha, nossos corpos suados e cansados para conseguir se levantar tão cedo dali.
Desire among brothers - Capítulo 49
~Narrador Arthur~
Estávamos jantando, e Kath começou a falar, quebrando o silêncio que rodava naquela sala de jantar faz alguns minutos.
-Lu, querida... -Levou o olhar para ela.
-Sim?! -Falou, colocando o garfo sobre o prato.
-Não quer dormir aqui? -Perguntou, sorrindo.
-É claro. -Respondeu animada, me olhando.
-Quer que eu ligue para seu pai? -Se levantou, pegando os pratos da mesa.
-Não, deixa que eu ligo. Ele está um abuso só, se souber que irei ficar aqui, vai fazer confusão. -Mordiscou o lábio inferior, tirando o celular do bolso. -Com licença.
Ligação ON:
Lua: Billy?
Billy: Oi fi... Lua.
Lua: Oi. É só estou avisando que não volto para casa hoje, irei dormir na casa de uma amiga.
Billy: Que amiga?
Lua: Não importa.
Billy: Mas, você tem roupa para trocar?
Lua: Dou meu jeito.
Billy: Certo. Tchau.
Ligação OFF.
-Prontinho. -Sorriu, guardando o celular dentro da bolsa e me olhando de relance.
-E aí? -Dei uma volta na mesa, parando quase a sua frente.
-Sou todinha sua essa noite... -Se aproximou e sussurrou, mordendo meu lóbulo. Ela não tinha limites. Eu poderia agarra-la ali, de verdade, mas tenho respeito pela minha mãe.
-Gostei... -Cochichei, apertando sua cintura. -Vou gostar muito mais quando te fizer gemer meu nome.
-Não sei se você merece me ouvir gemer. -Provocou-me. Vadia. -Está muito safado esses dias. Acho que... Hum... Não merece.
-Querendo ou não você vai gemer. -Falei sério. -Se não eu não me chamo Arthur Aguiar.
-Se prepare para mudar de nome, fofo. -Gargalhou. -Não vai ter seu desejo realizado hoje.
-Você só pode estar zoando, nunca se aguentou comigo na cama. -Empurrei-a na parede e olhei para a cozinha, Kath estava distraída.
-Quem disse? Faço tudo para não te deixar frustado. -Olhou para o teto e eu fechei a mão.
-Como é que é? -Bati ao lado de sua cabeça, na parede, ela se assustou, rindo.
-Bobinho. -Apertou meu nariz. -Você sabe que apenas com um dedo seu eu me derreto.
-Um dedo? Sério? -Mordi meu lábio inferior, suspirando.
-É, Thur... -Mordeu meu queixo. -E eu sei te fazer derreter fácil, fácil.
-E como é? -Ri, passando minha mão em sua perna.
Ela sorriu e passou a mão em minha bunda, apertando-a, a mesma me puxou, roçando em mim.
-Bobinha você. -Mordi sua boca, e a prensei contra mim e a parede.
-Arthur... -A voz da minha mãe se aproximou e eu me soltei de Lua, coçando a nuca.
-Oi, dona Kath. -Sorri amarelo e Lua continuou encostada, olhando pro teto.
-Pode me dar licença? Quero que minha nora me ajude com o quarto dela. -Sorriu incrédula.
Lua soltou uma gargalhada, mas logo se calou e subiu junto, logo depois voltou.
-Ela acha que eu vou dormir no meu antigo quarto. -Riu, sentando na mesa.
-Se quiser você dorme lá, mas não sozinha. -Me aproximei, sussurrando.
-Hum... Gostei. -Mordeu minha bochecha.
-Você acha que estamos viciados? -Me sentei ao seu lado.
-Que? -Fitou-me.
-Você escutou. -Falei entre dentes.
-Sim, escutei. Mas, não acho. -Mostrou a ponta da língua.
-Linda! -Abracei-a.
-Posso te falar uma coisa? -Cochichou.
-Você está grávida? -Ergui as sobrancelhas.
-Não! -Afinou a voz, me fazendo rir.
-Vai, fala. -Falei.
-Quando resolvi amar você, eu sabia que iria ser feliz, mas nunca imaginei que estaria apaixonada pelo meu meio-irmão. -Me olhou profundamente com seus olhos brilhando.
-Também nunca imaginei que me apaixonaria por você. -Selei nossos lábios.
-Eu te amo. -Sussurrou.
-Eu te amo! -Sussurrei, aprofundando o beijo.
Desire among brothers - Capítulo 49
~Narrador Lua~
Acordei com Arthur dormindo serenamente ao meu lado, o céu já estava escuro e eu me lembrava muito bem do que tinha acontecido horas antes, meus pensamentos me levaram a mordiscar o lábio inferior e o encarar. A porta foi escancarada e eu levei um susto, dando um pulo.
-Lua? -Kath me fitou, apenas com um lençol cobrindo meu corpo.
-Oi... -Sorri amarelo, morrendo de vergonha.
-Que pouca vergonha é essa, Arthur? -Ela falou e Arthur abriu os olhos.
-Ahn? -Coçou os mesmos.
-Sua mãe, -Cutuquei-o.
-Ah, oi. -Sorriu para ela, que retribuiu, meu coração acalmou.
-Lu, fique tranquila, já sei o que vocês fazem debaixo do meu teto. -Riu e eu gargalhei.
-Tudo bem. -Ri. -Vou me trocar.
Peguei meu fardamento, indo para o banheiro, me vestindo, ajeitei meu cabelo e sai.
-Como está seu pai? -Perguntou, me abraçando.
-Na de sempre. -Rolei os olhos, intensificando o abraço.
-Hum, o que ele aprontou? -Sussurrou.
-Ele veio me pedir desculpas, mas não aceitei, expliquei e tudo, só que não adiantou. -Falei, com a voz baixa.
-Entendo. -Disse. -Mas, você é sempre bem vinda aqui.
-Obrigada. -Sorri simpática.
-É, mãe... -Arthur se pronunciou.
-Que? -Virou-se.
-A Lua pode jantar aqui? -Perguntou entre dentes.
-É claro. -Me olhou de relance. -Agora vai se trocar também.
-Podem sair, por favor? -Apontou para seu corpo, ainda coberto pelo lençol.
-E, qual foi? -Curvei a boca. -Isso aí não é novidade pra mim.
Kath me olhou assustada e deu uma risada alta.
-Seus safados! -Abriu a boca incrédula, rindo e dando meia volta.
-Isso é novidade para você? -Riu.
-Ué, quantas vezes já não vi isso aí? -Me aproximei, apontando para seu membro.
-E chupou também... -Mordeu seu lábio inferior e eu dei de ombros.
-Me recuso. -Me sentei na poltrona que tinha ali e ele se levantou, deixando o lençol que o cobria, caísse no chão.
-Vai logo se trocar. -Sussurrei e ele veio até mim.
-Sem antes meu beijo. -Me encarou.
Me levantei, tentando não me encostar junto a Arthur, o beijo foi sendo levado para outro rumo, mesmo eu não querendo, ele me prensou na parede e senti seu membro já duro entre minhas pernas.
-Chega! -O empurrei. -Vai se trocar agora!
Ele fez bico, mas não fez rodeio, procurou uma roupa no guarda roupa e e entrou no banheiro, pela demora, o mesmo tomou um banho.
-E agora? -Cheirou meu pescoço.
-Hum, agora sim. -Sorri, cheirando o seu ao me virar.
-Sinto saudades de você aqui... -Cochichou.
-Eu também. -Encostei minha cabeça em seu ombro.
-Queria tanto que você voltasse... -Beijou minha bochecha, me olhando.
-Queria tanto voltar. -Beijei seu nariz.
-Anrram... -Kath forçou uma tosse e eu ri.
-Oi. -Falei.
-Lua, pode vir me ajudar com o jantar? -Ela perguntou.
-É claro. -Me afastei de Arthur.
-E eu? -Cruzou os braços.
-Você fica lá em baixo assistindo televisão ou qualquer coisa. -Ri, descendo junta a sua mãe.
Comecei a cortar algumas verduras e despejar tudo dentro de uma bandeja, Arthur ficou lá na sala, enquanto Kath cortava a carne em fatias pequenas.
-Vocês discutiam tanto, nunca imaginei vocês dois namorando. -Falou, colocando as fatias na frigideira.
-Ah... Seria meio provável, porque sempre senti algo por ele. -Me virei.
-Você perdeu com ele? -Sussurrou.
-Não. Namorei um garoto muito antes dele. -Respondi.
-Ah sim. -Assentiu.
A cozinha já estava com um cheiro ótimo, a salada e quase tudo já estavam prontos, para não estranhar, sim, Arthur passou várias vezes na cozinha.
Desire among brothers - Capítulo 48
~Narrador Arthur~
As aulas terminaram e bem depois tive que ir no banheiro, é, não preciso comentar o que eu fui fazer, já que Lua e sua brincadeira me deixou na vontade. Saí do banheiro e dei de corpo com Lua.
-Aí, oh! -Ajeitou o cabelo, pegando a mochila.
-Foi mal... O que você quer aqui? -Fechei a porta do banheiro e lhe encarei.
-Vim aqui na esperança de tirar sua vontade. -Mordeu seu lábio inferior.
-Hum... Sério? -Ri, puxando-a pela cintura.
-É... Mas já vi que você se aliviou sozinho. -Rolou os olhos, me empurrando.
-Ah, qual é? -Lhe puxei novamente. -Nós podíamos matar minha saudade...
-Então, vamos para sua casa... -Sorriu.
Assenti e a levei para casa, Kath não estava lá, por isso fui de carro e quando chegamos, subimos as escadas entre trancos e barrancos, mas conseguimos chegar no quarto. A puxei, prendendo-a em meu corpo.
-Me solta! -Ordenou, batendo em meu peitoral.
-Hum, não. -Falei, sorrindo malicioso.
-O que foi? -Me fitou.
-Nada. -Segurei em seu braço, virando-a.
-Aí, Arthur! -Grunhiu. -Solta!
-Só se você fizer uma coisa pra mim. -Sussurrei.
-Diz logo! -Bateu seu pé no chão.
-Fala: Arthur, eu te amo. -Apertei mais seu braço.
-Arthur, eu te amo. -Disse.
-Agora: Vou fazer tudo para ele. -Comecei a soltar.
-Vou fazer tudo para ele. -Ela bufou e eu a empurrei em cima da cama.
-Você é fraca. -Ri.
-Você gosta. -Se sentou. -Vem.
Me chamou com o dedo indicador e eu mordi meu lábio inferior.
-Me seduz que eu vou. -Continuei a olhar suas pernas.
-Hum... Certo! -Ela começou a mexer os ombros e tirou sua blusa, jogando-a para cima de mim. -Quer mais?
-Quero. -Suspirei forte.
Ela se ajoelhou e abriu seu short, deslizando-o pelas suas coxas e jogando em minha direção.
-Continua... -Sussurrei, me encostando no guarda roupa.
A mesma segurou na abertura do sutiã e me olhou confusa.
-Você não quer tirar? -Piscou.
Não respondi nada, apenas me aproximei e o tirei, apertando seus seios.
-Ohh, Arthur! -Jogou a cabeça para trás.
Tirei sua calcinha e vi sua intimidade já molhada, sorri, beijando sua virilha, senti ela arfar, então levei meu polegar ao seu clitóris, girando-o. Ela tirou minha calça e logo depois minha cueca, sem mais delongas, apertando meu membro.
-Sem provocações. -Ela não me escutou, trocando de posição comigo e ficando por cima.
-Tem certeza que não quer provocações? -Rebolou bem devagar e eu grunhi.
-Tenho. -Revirei os olhos.
(...)
Depois de dois orgasmos, Lua estava jogada em cima de mim, seus cabelos grudados em seu rosto e eu ainda dentro dela, com a respiração ofegante. Alisei seu rosto, tentando desgrudar seus cabelos por causa do suor.
-Thur... -Murmurou.
-O quê? -Falei.
-Dá para sair de mim? -Resmungou e eu ri.
-Claro. -Beijei seu rosto, me deitando ao seu lado.
Fomos tomar um banho bem longo, ela vestiu uma blusa minha e uma calcinha e depois voltamos a se deitar, em meio de caricias e brincadeiras, acabamos cochilando.