— Você não precisa disso, vida, não tem motivo algum pra ter um vibrador guardado. — Bufava como um búfalo, encarando o objeto exposto dentro de uma caixa em cima da cama.
— Para de idiotice, amor. — Você não ligava pro drama que ele encenava há cinco minutos porque achou o lugar onde você guarda as coisinhas salientes. Continuou dobrando uma camisa dele, a acomodando na mala aberta sobre o colchão. — De tudo que você enxergou aí dentro, vai implicar com isso?
— Como não? Você já tem eu, vai usar esse treco pra quê? — Fez beicinho, Bellingham às vezes comportava-se como um tonto, questionou a si mesmo se satisfazia suas necessidades. — 'Cê não tá gozando comigo, não?
— Não é isso. — Revirou os olhos, largando a calça jeans e cruzando os braços. — Claro que eu gozo com você, eu prefiro seu pau à qualquer outra coisa. — O cantinho da boca do jogador levantou num sorriso presunçoso. — Mas você vive viajando, nem sempre eu vou contigo ou dá pra gente transar. Entendeu?
— E aí precisa ter isso? Não pode usar o dedo? — Nessa altura, ele percebeu a cisma desnecessária, porém, prosseguiu só pela vontade de ter razão.
— E você não pode usar a imaginação ao invés de ver um vídeo nosso?
— Mas você me disse que gostava de gravar. — Imitou sua pose de braços cruzados, seu semblante tornando-se chocho.
— Não disse o contrário. — Caminhou até o corpo masculino, segurando-o pelos ombros para ele te olhar. — Do mesmo jeito que você prefere bater punheta com gravação, eu também prefiro usar o vibrador. Ter preferência nunca matou ninguém. — Apertou as bochechas magrinhas, fazendo o biquinho saltar. — Eu tenho certeza que você ia gostar de usar em mim.
— Hum. — Deu de ombros e ergueu as sobrancelhas, fazendo-se de difícil, mas era ainda mais difícil Jude negar uma experiência nova, quanto mais se for relacionado ao seu prazer.
— Quer testar, meu pretinho?
Virou-se pra você com um sorrisinho maroto, os olhos expressando mais que todas as palavras.
— Não adianta fazer essa cara. Não tô sentindo pena de você.
Rapidamente você aprendeu que não se colocava uma arma nas mãos de um sádico e arrependeu-se de ter oferecido a ideia. Seu busto esmagava seus pulsos numa posição desconfortável e submissa, o tronco afundado nos lençóis macios e brancos. Seus dentes haviam mordido várias partes do travesseiro, as manchas de saliva no tecido eram provas da sua agonia.
A barriga esfregava no colchão, você desde sempre odiou ficar imóvel, era de natureza barulhenta e bagunceira, por isso ter as mãos presas a incomodava tanto. Sua coluna doía com a curvatura forçada, joelhos trêmulos apoiando o resto do corpo na superfície mole. Com pernas abertas, mas abertas mesmo, mais um pouco e você sentiria câimbras pela semana inteira.
Uma poça de lubrificação aumentava de tamanho a cada minuto, sua buceta escorria numa quantidade absurda pois não tinha como descontar o tesão avassalador que assolava sua fisionomia e só aquele vibradorzinho nunca iria te saciar. Especialmente na intensidade mínima, mandando vibrações sutis no seu clitóris. Jude mantinha dessa forma há algum tempo, sua cabeça não raciocinava direito, concentrada em nutrir raiva pela chantagem e ser uma cachorra no cio, dividida entre não reclamar e querer mandar.
— J-jude... — Você balbuciou, a voz embargada, seus quadris forçando-se para trás. Sua mobilidade mostrando ser eficiente e flexível. — A-amor, por favor...
Ele afastou a ponta do objeto, cessando a pouquíssima estimulação, sua xotinha contraiu-se e mais melzinho escorreu, um chorinho longo sai de sua garganta. Você virou a cabeça pra trás, fazendo beicinho e ganhando a visão do pretinho entretido, sorrindo maligno com o olhar focado na tela do celular que ele gravava a cena.
— Vai chorar a noite toda? Hm? — Depositou um tapa na sua bunda, melando os dedos na sua excitação e levando aos lábios, você contorceu os pés, começando a entrar em combustão, uma febre emocional apossando-se da derme. — Vou gostar de ver esse vídeo depois.
— Ah, meu Deus... — Você espragueja irritadiça. Não existir uma alternativa que não fosse a boa vontade do Bellingham estava matando seu juízo lentamente. — V-vai se foder...
— Ficar agindo como uma vagabundinha não vai te ajudar em nada, vidinha. — Esbofeteou sua outra nádega, suas bandas avermelhadinhas pela repetição dos tapas. — Faz por merecer.
Afundara o rosto no travesseiro outra vez, choramingando em estresse e alívio no mesmo instante, as vibrações voltaram ao seu núcleo e suas pernas desestabilizaram-se além do estado que já se encontravam. De repente, o objeto passou a vibrar forte, arrancando um gemido escandaloso, suas coxas prensaram-se e o vibrador foi distanciado, você engasgou no próprio choro. — Vai insistir no erro?
— Desculpa, me d-desculpa, amor, por favor... — Você forçara as pernas a se arreganharem como antes, um início de dormência subindo pelos seus pés. — E-eu quero gozar, pretinho. — Não importava mais se você parecia muito estúpida desse modo. Queria estar estúpida e ver se tocava na compaixão do seu namorado. O via de canto de olho apertando o pau por cima da cueca, mordendo a boca, respirando fundo. — Por favor, Jude, por favor, por favor...
Agarrado pela raiz, seu cabelo é puxado para trás numa dor gostosa, olhando para cima. — Puta merda... Você fica linda quando tá burrinha, sabia, amor? — O beicinho nos seus lábios aumentou e você soluçou, acabada, sentindo o vibrador estimulando sua xotinha cansada. A parte interna das suas coxas brilhava com a camada de pele melada. — Quer gozar só com o vibrador? Ele é o suficiente pra você?
Concordou com a cabeça, uma decisão tola que você não tomaria em plena consciência. O Bellingham amava ter o ego inflado, deveria puxar o saco dele, não aceitar o mínimo que ele oferecesse, você tinha que se humilhar pra receber uma opção mais agradável à ambos os lados. — Tudo bem, vou respeitar sua escolha. Nada de pica pra você hoje.
— A-amor, não!
— Sua escolha, bonitinha, tá registrado. — O jogador balançou o celular suavemente, apontando com o queixo para a gravação. — Espero que você fique contente, porque só vai ganhar pau depois que eu voltar de viagem, combinado?
— N-não! Não! J-Jude! P-por favor, eu quero seu pau, agora, por favor... Eu só quero você, só você... — Tentou ficar sobre os joelhos, porém, ganhou um empurrão de Jude pra continuar empinada.
— Não, gatinha. O vibrador é o suficiente pra aquietar o fogo da sua xereca por uns dias. — Sorria, enfiando o vibrador na sua entradinha, escorregou igual sabão e você estava em êxtase, gemidos descoordenados e uma quantidade exarcebada de "por favor" perdidos. — Eu vou conseguir aguentar a saudade de você com esse videozinho. — Aumentara a vibração, tirando e colocando, suas paredes apertando ao redor toda vez que afastava demais. — Vou gozar pra caralho assistindo. Meu pau tá tão duro agora, amor, mas você quer só o brinquedinho, né?
— P-para, Jude... — Você esperneou, discordando com a cabeça. — E-eu quero seu pau!
— Eu não vou te dar. — Declarou simplista, terminando de pifar os seus sentidos extremamente superaquecidos, você só conseguia chorar. — Tá bom, tá bom. Só pra você parar de chorar, vou meter na sua boquinha. — Sonso, ele estava se castigando junto e desistindo daquela postura mimada, masturbando a pica babona dentro da cueca.
Você suspirou e grunhiu amansada, melhor ganhar a metade do que não ganhar nada. O ponto final para gozar em paz, desabando pra frente, esguichou no brinquedo e na fronha, tendo espasmos musculares por cada canto do corpo, cantarolando o nome do seu namorado como um hino. Sua vista escureceu por dez segundos, precisou entender como transportar oxigênio para cérebro outra vez.
Jude cuidadosamente te virou na cama, suas mãos foram soltas, massageou partes da musculatura mais afetadas fisicamente, aliviando sua coluna enquanto beijava a lateral da sua mandíbula e enxugava suas lágrimas com os polegares. — Olha a bagunça que você fez, neném. — Os lábios carnudos encontraram os seus, um beijo levinho, mal encostava as bocas. Ele a auxiliou a ficar ereta e de joelhos, encarando seus olhos úmidos com um sorriso orgulhoso.
Você desceu a visão pra a ereção enorme na cueca preta, lambendo os lábios, ainda processando a situação. — Você adora a piroca do pretinho, hein, amor? Nem esconde que é cachorra e gosta de ser feita de putinha pelo seu macho. — Acenou para a fala alheia e ele riu baixinho, afagando suas bochechas, organizando as mechas do seu cabelo desgrenhado. As mãos dele alcançaram a barra da cueca, descendo-a pelos tornozelos com calma.
Se apoiando nas coxas grossas e torneadas, sua boca tocara a glande roxinha, ela pulsava e sofria do mesmo problema da sua buceta, expulsando muito pré-gozo sem receber nenhuma atenção. Esfomeada, engoliu a cabecinha, a língua pressionando a fenda e sugando o líquido com contentamento, um som gutural de felicidade sendo produzido na sua garganta. As mãos de Jude afundaram-se no couro cabeludo, empurrando mais para dentro e você o tomava bem.
— C-cacete, sua gostosa. — Mordia o lábio inferior, franzindo o cenho, Bellingham estava tão estimulado e carente quanto você. A safadeza logo fora gravada, o celular te gravando de cima. — Essa boquinha parece o céu, amor... — Você trabalhou mais para impressioná-lo, botou o pau por completo na boca, seus olhos lacrimejando com o reflexo do engasgo. Escutou uma risadinha misturada com um gemido manhoso. — Vai com calma, princesa. — Você obedece, tomando o que cabia confortavelmente na sua garganta, fodendo o resto do comprimento com a outra mão.
Massageou os testículos, suas bochechas fazendo vácuo, sugando até a ponta, soltando num estalo para cobrir com a mão. — Sorri pra câmera, vida. — Um sorriso enorme iluminou sua feição corada e pálpebras pesadinhas. Os quadris de Jude ergueram, você entregou-se ao show, ele passou a foder sua boca com vigor, você concentrou em controlar a respiração. — Porra, minha garota é a melhor.
Engasgava repetidamente e pouco ligava, convivendo com a falta de ar. Não demorou para o pretinho estar bombeando com a mão livre, esporrando na sua língua, seu paladar cheio do gostinho azedinho e a textura viscosa da porra espessa. — Ah, puta que pariu. — A cabeça dele pendeu pra trás, retornando pra te ver engolir direitinho. — Isso, amor, toma... É tudo seu...
Agora, propriamente a beijou, segurando seu queixo, jogando o celular na cômoda. Vocês se separaram rindo um para o outro, dois patetas apaixonados. Seu corpinho exausto caiu pra trás, Jude seguiu o movimento, te puxando para perto, a sua cinturinha envolvida num agarro. Vários selinhos depositados por sua pele. — Peguei muito pesado, amor?
— Um pouco, mas eu gostei... — Você sussurrou rouquinha, fitando as pupilas dilatadas, descansava a cabeça no peito dele. — Gostou do vibrador?
— Mexer com você usando ele é muito bom, mas pra falar a verdade, é o de menos. Dá pra brincar... — Estalou a língua no céu da boca, a expressão facial completando a soberba, você revirou os olhos com um sorrisinho.
y’all requests are open if you want any specific one shot scenario ferran Torres x reader only condition is no smut request cause I’m physically unable to write it I embarrass myself too much
When you want to be a famous footballer you need to be grinded into a meat machine during childhood lose a few relatives and then thrown into a field as they torture you with ancient Chinese techniques???? Like is that a requirement or
a.n: i need to be his pretty pink dollface babygirl girlfriend right now okay?
and this was a request but it disappeared so… i also apologise this isnt as long as i’d like it to be :(( im feeling sick
“You okay, dollface?” Jobe asked as he leaned down to press a soft kiss to your crown, mindful of your hair as it was pulled back into space-buns with clips decorated around accordingly.
You smiled as you looked up at him, trying your best to ignore the publics phones settled on the two of you as you walked across Tokyo together. The one day Jobe wasn’t doing PR, he’d promised to take you out shopping rather than being cooped up back in the hotel room.
“Yea,” you nodded, sending him a bright smile. “‘S just busy.”
He nodded in understanding, pulling his hand away from yours and instead slinging his arm across your shoulders, the pink lace of your tshirt tickling his arm. Jobe knew the cameras weren’t in your best interest, you enjoyed having him to yourself and not having the thought of a bad picture being spread around — because you were careful of things like that.
You appeared in public after spending three hours perfecting yourself, and every post you made was perfectly curated with at least three peoples opinions. And Jobe loved it, having a pretty pink thing to come home to, who cared.
It wasn’t like you only cared about yourself and your own appearance, you made sure to keep up with Jobe as well. Teaching him the ways of hygiene and skincare, making sure he looks as good as he can when he leaves the house.
And again, Jobe ate it up. Seeing the sparkle in your eye that was only reserved for him — or the Sanrio trinkets that had begun to litter his home. It was more often than not his dad would find a hello kitty figurine laying around. And then it was about fashion, the small skirts you wore with stitched lace and embroidered bows.
Jobe was completely soft for you. His teammates would laugh, because he allowed you to walk around in what made you feel good — but really thats what it all came down to. You being happy, that’s what he lived for.
And seemingly the media loved it to. The man who was supposed to have his head down, a strict routine of football and gym. Curating his own legacy and a name for his club. Yet the serious expression crumbled as soon as you were in frame.
He was gentler, softer spoken, slower. A smile never leaving his face when you were close by, let alone when you were pressed into his side — batting his hands away before he ruined your hair.
“You excited?” he asked, tensing his arm in a way to squeeze you before guiding you into the first store he saw. And as you walked between the isles, you slowly fell out of his grip. Entranced with the intricate fashion Tokyo held, and at the slightest interest, Jobe added another hanger to his hold.
He swiped his card, caressing your side as a way to say you’re welcome after you kissed him every few minutes, feet bouncing in happiness. You ate dinner across from each other, fingers fumbling with chopsticks as he tried his best to learn with you giggling uncontrollably at his failed attempts.
And he could only laugh with you, those dimples that you cherished so much appearing.
The day flowed through, stomachs full of enough ramen to last the night as you moved into the hotel room, sat on his lap as you murmured about some story you’d been reading about.
His nodded, eyes on your shifting expressions as his large hands were splayed across your thighs, tips of his fingers brushing the end of your skirt as it flowed against you. Your sock covered feet squirmed in a fidgeting manner, chest only covered by the soft lace of a bra he’d brought for you sometime back.
He sported only his jeans, the waistband of his boxers poking through as he laid against the headboard, relaxed. Admiring his pretty baby in all her beauty.