So I've made a triple drabble and a moodboard (my first ever!!! xD) to go with Day 1 of @tolkienlatamandcaribbeanweek. Here are both.
Haux Haux, Txai - Gen | G | 300 words

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So I've made a triple drabble and a moodboard (my first ever!!! xD) to go with Day 1 of @tolkienlatamandcaribbeanweek. Here are both.
Haux Haux, Txai - Gen | G | 300 words
Tribo Yawanawa, Brasil
Etnia Yawanawa. Tarauacá (AC), 2012.
𝗠𝗮𝗿𝗰𝘂𝘀 𝗗𝗲𝘀𝗶𝗺𝗼𝗻𝗶
New ideas for Perler bead pictures
First things first: If you like my pictures and want to reblog them, please tag them with "etsyshop" and "greenartsandcraft". That would be very lovely and help me a lot. <3
Next: After watching Hunter x Hunter again and making Perler beads one of my newest hobbies, I realized that there are a lot of characters that don't get enough attention. This is probably due to the fact that they appear in only a few episodes but still.
So I thought of making a picture of Zeno Zoldyck for example. I love his attacks and how he's angry with Netero that he injured someone he wasn't supposed to attack. He also kind of reminds me of Muten Roshi, Master Shen (I think that's how he's called in English, in German you call him Master of Cranes) and basically the entire family of Tao Ren in Shaman King. Lmao
I'd also love to make pictures of the Royal Guard and many others, but also of various attacks, for example the Miniature Rose or Zeno's dragon.
That's only Hunter x Hunter, of course. I guess I'll first start of with favourite characters like Uchiha Itachi of Naruto and Asakura Hao of Shaman King among others - unless you propose me something. :)
The bead pictures won't be restricted to anime only, though. I also made a picture inspired by a tribal Yawanawa pattern, mandalas and so on. Jeez, there's just too much in my head and too little time to achieve everything - unless I become unemployed, but that's no option, obviously. XD
We are The SOFIE Foundation - Our mission is to be of service for the preservation of Indigenous Wisdom; to give a voice to the voiceless, in a humble and respectful way. It is our duty to be of service to this ancient wisdom in a benevolent way.
Please visit sofiefoundation.org to view the trailer for our upcoming documentary The Spirit of Tata. The film follows the Yawanawá tribe as they face losing their beloved elder Tata. Bear witness to Tata sharing his teachings until his final moments – hoping to ensure the transfer of traditions and knowledge to the next generation. #savingourselvesfromindigenousextinction #thespiritoftata #preservation #acre #brasil #amazonrainforest #sofiefoundation #film #documentaryfilm #indigenouswisdom #shamanism #yawanawá #matsiniyawanawá #sacredknowledge #donate
Yawanawá: O povo da queixada
São muitas as curvas do rio que nos conduzem à Reserva Indígena do rio Gregório, sudoeste da Amazônia brasileira onde vivem os Yawanawa, o povo da queixada (yawa).
Rio Gregório, Acre. (Foto: Amanda Santana)
Segundo seus ancestrais, os Yawanawa habitam desde tempos imemoriais a cabeceira do rio Gregório. Logo nos primeiros contatos com os não-indígenas, no séc. XIX, esta etnia enfrentou duras batalhas contra o genocídio de seu povo, escravizado por seringalistas que se diziam donos de suas terras. Junto com a escravidão dos seringais vieram os missionários da Missão Novas Tribos Brasil para “evangelizar” os indígenas, reprimindo suas expressões artísticas, manifestações culturais e espirituais, impondo a cultura ocidental cristã ao povo Yawanawa.
Apesar de terem tido seu território demarcado em 1977, só em 1982 conseguiram expulsar todos os intrusos não-indígenas de seu território. Em 2002, exigem uma revisão dos limites de suas terras e só em 2008 conseguem a ampliação do território Yawanawa e Katukina, parentes habitantes da mesma reserva no rio Gregório, hoje com 200 mil hectares de terra.
Também em 2002, acontece uma grande reflexão de toda a comunidade sobre quem os Yawanawa um dia foram, o que eram e o como se enxergavam no futuro. Em 04 de outubro daquele ano, jovens e anciãos realizaram uma grande reunião para discutir sobre seu passado, presente e futuro. Toda a cultura e espiritualidade estavam adormecidos e a forma que encontraram para sair deste torpor foi a realização de um festival reunindo toda a comunidade.
Festival Yawá. (Foto: Marcos Lopes)
Desde então, os festivais Mariri, na Aldeia Mutum e o Yawa, na Aldeia Nova Esperança, acontecem anualmente, realizando suas cerimônias e rituais sagrados, contando sempre com a força das medicinas sagradas da floresta, como o “Uni” (Ayahuasca) e o “Humê” (rapé). Durante muito tempo, como resquício da “evangelização”, estes rituais ficaram restritos aos homens mais velhos, que se escondiam do resto da comunidade para realiza-los.
Festival Mariri Yawanwá -2016 (Foto: Tashka Peshaho Yawanawa)
Foi no início dos anos 2000, que as jovens Hushahu e Putani recorreram aos pajés Tatá e Yawarani para iniciarem seus trabalhos no mundo espiritual. Nunca antes na cultura Yawanawa mulheres tiveram a permissão para se tornarem pajé e muitos homens desacreditaram da determinação das duas. Durante noves meses elas passaram por uma rigorosa dieta: sem água, comendo quase nada, tomando Uni e Humê todos os dias, juraram dedicação aos espíritos ancestrais, comprometendo-se a aprender e ajudar seu povo na manutenção de sua ciência tradicional.
Hushahu Yawanawa tecendo as miçangas que vão formar os 'kenes' sagrados das joias Yawanawa. (Foto: Helena Cooper)
Com o passar do tempo elas ganharam o respeito de todo o povo Yawanawa, sendo peças-chave no processo de resgate da língua, da cultura e da espiritualidade, processo que tem sido o motor dos Yawanawá e tem reflexo direto na produção artística e artesanal deste povo.
Em junho, a Tucum esteve no Rio Gregório para dar início há um importante trabalho junto às mulheres artesãs, que estão espalhadas em 7 aldeias. Juntas elas criaram um empreendimento social que além de gerar renda sustentável para suas famílias, promove toda a beleza da cultura Yawanawá.
No nosso próximo post vamos contar como foi nossa viagem até a Aldeia Mutum e um pouco do trabalho que