Ouve-se falar a todo momento sobre um tema polêmico: a corrupção, na qual pela falência de ideais democráticos, chefes políticos utilizam de seu poder para adquirirem benefícios a seu favor. Portanto, no ano de 2013, a população mundial pôde presenciar protestos revolucionários, com a organização e execução de jovens brasileiros em busca de melhor educação no país.
Revoluções ou protestos são originados a partir do momento em que grande parte da população não está satisfeita com atitudes de líderes políticos, conseqüentemente, tais chefes não estão cumprindo seu dever social, de forma que não beneficiam um todo. Grande exemplo disso é o nepotismo – cargos públicos concedido a familiares –, privilegiando apenas parte da população.
Em 1992, ocorreu um grande movimento histórico: Caras pintadas – revolução estudantil que gerou grandes impactos positivos ao Brasil –, onde ocorreu o “impeachment” do então presidente Fernando Collor de Mello, acusado por corrupção. Mais uma vez, é nítida a importância de jovens em movimentos revolucionários, pois esses exercem grande influência social.
Tais movimentos têm gerado preocupações com a violência, pois muitos ao invés de fazerem revoluções pacíficas, presenciam apenas por baderna ou diversão. Isso faz com que policiais tenham que tomar atitudes drásticas para a contenção de pessoas irresponsáveis, incongruentemente, fazendo com que esses movimentos levem fama de errados.
Diante de tais evidências, percebe-se que esses movimentos são de extrema importância, desde que seja de modo pacífico. Entretanto, é fundamental a compreensão governamental, no sentido que são necessárias mudanças em vários setores, tais como educação e saúde. Além disso, é ponderoso também, a conscientização feita por ONGs de que essas manifestações devem ser pacíficas, para que possam se tornarem eficácias.















