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Game Changer & Make Some Noise
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YOU ARE THE REASON

roma★

❣ Chile in a Photography ❣
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@tci-miharu
━━ ✧ ❝ 𝑩𝑹𝑬𝑨𝑻𝑯𝑬
a flashfoward with @tci-sori
TRIGGER WARNING: sangue & blood & sangre & 피 & angst & brevíssima citação de pensamento suicida & e mais sangue, tá
☾ 𝗙𝗟𝗔𝗦𝗛𝗕𝗔𝗖𝗞 ☽ ▬ 𝒑𝒊𝒄𝒌 𝒖𝒑 𝒕𝒉𝒆 𝒃𝒐𝒏𝒆𝒔, 𝒃𝒖𝒕 𝒍𝒆𝒂𝒗𝒆 𝒕𝒉𝒆 𝒔𝒐𝒖𝒍 𝒂𝒍𝒐𝒏𝒆.
❛ POUCO DEPOIS DA LIBERAÇÃO DE TYPEBOTS EM CHANGSHI, EM UM CENTRO TECNOLÓGICO FORNECEDOR. ❜
As mãos à frente do corpo, de dedos entrelaçados e apoiados nas próprias pernas, demonstravam apenas o quanto estava desconfortável com tudo. Não se tratava apenas do fato de ter saído da Okiya para oferecer suporte a uma realidade totalmente nova, implantada como prova das desculpas dos superiores de fora da ilha por causa de um fator recorrente naquele fim de mundo, mas também também porque a veste a deixava desconfortável. O motivo? Não tinha total certeza disso, mas talvez fosse pela simples lembrança de que a pureza que as roupas e a maquiagem transpareciam, não era a exata conduta de Miharu --- principalmente depois de conhecer Taeyong. Haviam muitas coisas que ela não podia simplesmente explicar e isso era uma delas. Pedir a liberação de Yoichi para que fosse até ali, no entanto, tinha sido um momento bom, onde ela conseguiu respirar de novo; mais aliviada. Era como se estivesse novamente em sua liberdade como na infância, apesar de ser ainda melhor e, todavia, livre de sofrimentos como os quais ela passou quando mais nova. Aquilo não era vida para alguém levar, nunca seria. Por isso se perguntou se estava fazendo certo, após entender do que se tratava aquele centro tecnológico. As palavras da mulher do outro lado do vidro, enquanto ela ficava sentada naquela cadeira dura de metal, dentro de uma sala confinada e branca, não lhe tranquilizavam de jeito nenhum. E Miharu só tomou a iniciativa de levantar quando os murmúrios alheios começaram.
AND IF CHANGSHI WAS, ACTUALLY, A EDITION OF HUNGER GAMES?
◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟣◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟤◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟥◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟦◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟧◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟨◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟩◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟪◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟢𝟫◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟣𝟢◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟣𝟣◞ ⋅ ◜𝖣𝖨𝖲𝖳𝖱𝖨𝖢𝖳 𝟣𝟤◞ ⋅
DAY ONE + DEATHS: ( PART 01 / PART 02 )
DAY TWO + DEATHS: ( PART 01 / PART 02 )
DAY THREE + DEATHS: ( PART 01 / PART 02 )
DAY FOUR + DEATHS: ( PART 01 / PART 02 )
DAY FIVE + DEATHS: ( PART 01 / PART 02 )
DAY SIX + DEATHS: ( PART 01 )
DAY SEVEN + DEATHS: ( PART 01 )
DAY EIGHT + DEATHS: ( PART 01 )
DAY NINE + DEATHS: ( PART 01 )
DAY TEN + DEATHS: ( PART 01 )
DAY ELEVEN + DEATHS: ( THE FINAL )
PLACEMENTS —- THE BLOODBATH —- STATISTICS
sleepy lip 💤
🍷
for an aesthetic of our muses.
in the ALTERNATIVE!UNIVERSE, 𝗺𝗶𝗵𝗮𝗿𝘂 and 𝘁𝗮𝗿𝗼 were: 𝓛𝓾𝓷𝓪 and 𝓣𝓪𝓭𝓪𝓸;
hey, baby, i think i wanna marry you.
just say “i do”!
━━ ✧ ❝ 𝒋𝒖𝒔𝒕 𝒕𝒂𝒌𝒆 𝒎𝒆 𝒂𝒏𝒚𝒘𝒉𝒆𝒓𝒆 𝒂𝒘𝒂𝒚 𝒘𝒊𝒕𝒉 𝒚𝒐𝒖.
@@tci-taeyong
Sabia que fugir daquele lugar era necessário, já que não havia mais necessidade de importunar Yoichi com um assunto tão sério como aquele. Ele já havia feito muito por ela, escondido-a por muitas vezes, e agora era isso... Não podia mais se sustentar nos outros como se não fosse capaz de pensar por seus próprios atos. Depois de tudo o que aconteceu, podia considerar como se fosse alguém de certa consciência, apesar de ainda saber que era muito ingênua; e o fato de estar grávida já explicava o bastante. A gravidez era enganada pelas roupas longas e pomposas, mas quando retirou toda capa e colocou o corpo à mostra, viu-se no espelho e sentiu pena daquela garota que era refletida. A barriga ainda estava pequena, mas alguns meses já haviam passado e nada de o vazio dentro dela ser preenchido. Precisava ser levada para outro canto, um canto longe dali, e faria isso por si mesma.
Sem qualquer aviso ao superior e homem que ela considerava como seu pai, Miharu fugiu da Okiya certa do que queria, usando os caminhos que ela quando mais nova usava quando queria ir para o teatro. Era seu refúgio aquele teatro, ela podia se lembrar bem, e a memória fez com que seus olhos marejassem brevemente, antes de finalmente deixar aquele lugar que foi sua casa por anos. Não olhou para trás; certamente mudaria de ideia, e Miharu queria ter determinação sobre alguma decisão que tomasse, pelo menos uma vez na vida.
[ ... ]
O espaço meio sujo e pouco apresentável --- ao ver dela, não era nada se comparado ao desejo de vê-lo. Tudo em Changshi era sujo e pouco apresentável, mas passou a ver a ilha diferente; infelizmente, apaixonada. E mal sabia ela que tinha sido a pior coisa que já fez na vida. Uma das, na verdade. Mesmo depois de passar por tudo aquilo com ele, sabendo da falta de empatia em relação à vida que ambos tinham gerado dentro de Miharu, ainda assim precisava ser confortada. Podia não ser do jeito que ele queria, mas não custava tentar. Os mulambos que usava nada mais eram do que as roupas de dormir que possuía dentro da Okiya, e agora davam quase um ar angelical à loira, que, após chegar na porta dele, deu breves batidas nesta. Ameaçou virar e sair dali imediatamente, principalmente depois de ouvir os cochichos pelos corredores antes de chegar até ali, mas quando o barulho da porta abrindo lhe chamou atenção, Miharu girou os calcanhares novamente, desta vez para encontrar o semblante dele --- fazendo seu coração passar uma batida sem que ela percebesse. “Taeyong...” E um sorriso singelo no canto da boca, evidenciando o alívio que ela sentia por vê-lo.
Olhar para aquele céu era angustiante. Já estava há tanto tempo naquela situação que sequer sabia como lidar consigo mesma --- com seus pensamentos, especificamente. Sempre que alisava a barriga, que crescia de forma absurda, pensava no erro e sentia-se a pior de todas. Como cuidaria de uma criança se nem ao menos cuidou de si mesma? Pior ainda: se nem sabia como lidar com o fato de que não tinha qualquer intimidade com o pai do seu feto, e, mais do que isso, que toda vez que o olhava se sentia desolada. As ideias fantasiosas em sua cabeça, de quando era mais nova, eram totalmente estúpidas agora. A realidade em Changshi era bem mais imunda do que ela imaginava, mas agora sabia disso. E, para sua sorte, haviam mais pessoas por ela do que contra ela. Uma destas, Anahí, deixava seu coração aquecido de tranquilidade. Foi por isso que usou da boa vontade dela de visitá-la sempre que podia para pedir-lhe o maior favor --- e único --- que já pediu em sua vida. Acabou por se deitar na cama ao sentir as pernas fraquejarem, e pouco depois quando ouviu a visita se fazendo presente, o sorriso se alargou, assim como a risadinha que saiu pela felicidade a transbordar dentro de si. Ajeitou o travesseiro atrás de si para que pudesse ficar sentada, e então ansiou com as mãos pela proximidade da outra, logo agarrando sua mão quando fora estendida. “Você fala de si mesma, Anahí-ya? Se sim, ‘tá certíssima!” Alisou as costas da mão da outra, tão macia que era quase impossível não fazer o mesmo movimento até ser cortada por fazê-lo, e então deu leves puxões para que ela chegasse mais perto. “Huhm! Eu me sinto melhor porque recebi sua visita. Já disse que não precisa ficar trazendo coisas, eu me contento só com sua presença e você sabe bem disso.” Nunca iria admitir o motivo de querer que ela ficasse ali pelo tempo que fosse necessário, pois não podia preocupá-la, e talvez até causasse algum tipo de contestação na outra caso simplesmente pedisse o que queria --- e Miharu sabia da fama que Changshi espalhava de Anahí, por isso tentava evitar, ainda se fosse verdade ou não. “Como foi o seu dia?”
“Se você não for minha alma gêmea, eu não sei quem é! Ia ser maravilhoso, annata! Sou muito adepta à ideia, inclusive posso usar o depósito dos meus pais como um lugarzinho próprio ‘pra isso, que tal? Pretexto ‘pra quê? OMO, VOCÊ VAI ME PEDIR EM CASAMENTO? TADAAAAAO!... Ah, é, já pediu. Ué, então vamos! Você vai precisar fazer mais alguma coisa agora? Meu horário já terminou faz tempo, por isso arrastei você ‘pro descontinho. Quero menta. Só digo isso!”
“É mesmo, né? Que pessoal maldoso, amor. Livros tinham que ser a única coisa de graça nesse mundo, nunca vou achar isso certo --- comprar por leitura... tsc, tsc. Waaaah~, falou jantar, à dois e praia na mesma frase... Já sabemos porquê me apaixonei por você, hn? Brincadeira. Bom, eu posso te confirmar: sem outros compromissos além do nosso hoje. Agora você pode fazer sua surpresinha, eu finjo que não ouvi nada. Minha boca é um túmulo! Nhom~, ele também tem a mesma doença de paixão que eu! Então não vamos comprar nada, né? Que tal então adiantar o processo da janta e emendar um lanchinho da tarde? Um sorvete, um café ou um sanduíche?”
“Aish~... Fiquei tão animada que não contei com o fato de que é desconto ‘pra cada um. Ya, eu queria pegar seu desconto com meu desconto e fazer um descontão! Será que aceitam se for o mesmo livro? Hmm...”
“Oh!, não tenho nada que preciso, por enquanto. Você já é meu livro; consigo sanar todas as dúvidas na íris do teu olhar. Uau, descontos me deixam muito inspirada, não é mesmo?! Hoje é tudo ‘pra você, okay? Vamos usar seu descontinho e o meu descontinho, e comprar o que você quiser.”
“Shhh!!! Anata, se você espalhar ‘pra universidade inteira, eles vão descobrir minhas táticas. Não seria o seu sonho receber cem por cento de desconto em algo? Livros, ainda mais! Te chamei justamente por isso.”
bb cream pa-pa-pa, put on some lipstick mam-mam-mwah;
THAT’S HOW BYUN LUNA WORKS:
Longe de qualquer malícia e trivialidades do mundo, em um espacinho todo aconchegante de Changshi nasceu a esperança. Luna foi o sol a raiar na casa dos Byun, principalmente depois de uma difícil gravidez da matriarca. Muito se comentou de como ficaria a saúde da mulher após ter a filha, mas tudo seguiu nos conformes, inclusive o sucesso na venda de novos apetrechos que a empresa de seu pai era dono. A renda deu-lhe espaço para fazer de Luna uma jovem com o menor dos problemas possíveis, sempre dando-a o que esta queria e muito mais: o amor-não-material. Este, Luna aprendeu a cuidar, tratar e espalhar, principalmente quando conheceu Yamamoto Tadao. Ele era bem mais velho na época, mas em seu coração sempre habitou a paixão platônica, até mesmo pela curiosidade que ela, criança na época, possuía. Tudo o que era novo, era incrível!
Seus ânimos afloraram quando terminou a escola, e ela foi melhorando péssimos aspectos de sua personalidade quando começou a passar mais tempo com Tadao. Aos poucos, reconheceu seus pontos fortes, criando até força de vontade para iniciar os estudos e ser veterinária no futuro, com a finalidade de criar algo enorme para ajudar todos os animais --- ela nunca foi mulher de pouco. Tão nova começou um relacionamento com Tadao, e mais tarde noivou deste, sem sequer ligar com a reprovação dos parentescos, uma vez que devagar foi conquistando a confiança de cada um. Idealizou toda uma vida e pode facilmente se frustrar se nada ocorrer como o imaginado, especialmente por ter o costume de ter tudo nas mãos.