Quando reforcei os laços e renunciei a dor, nesse rotalizar da vida recriarei o amor me tornando um fumante de almas, pois, a vida aniquilou meus sonhos, desbotando as cores que um dia já me foram vivas, então vamos verborizar os versos que ficaram sem sentindo, para que um dia com ou sem pressa tudo vire p-o-e-s-i-a. Quando tudo parecer perdido ecoares o amor, e eu cuido de você em um céu noturno, interato no meu pequeno ato de saqueador, continuando a minha mania de entender a poetologia do amor. E então como um pássaro selvagem, habiteis no seu coração virando um aprendiz de poeta com todos os sentimentos expressados e tentando em vão me tornar um escritor de poesia, mas nada fui além de um escridor, pela dor que o seu amor em poesia me causou. Eu realmente não sei descrever os gritos que ecoavam no meu peito, sentimentos capturados de um poeta vazio, e mesmo que você clamaste meu nome foi em vão, pois tudo se vaporizou, enquanto eu, como um grande recontador, recontava a dor da nossa linda história de amor. Então hoje, me pego pensando em você, e então, a saudade apertou de uma forma estranha, porque cultivastes meu coração e se fez florescer 1997 vezes. E em todas as vezes que o fez o seu medo foi o nosso maior reprovador, você que sempre tão ameigada, tão dada, tão querida e tão amada, estremeceu ao medo de apenas um poeta do gueto que apenas te escrevia em poesia reversa, tentando ser o reconciliador do nosso amor. Nosso amor foi algo tão colisivo, não romantizado e totalmente (des)coordenado, e foi assim o amor dominando o meu coração, um sentimento que alguns apenas suportam, e outros apenas desistem, e então reconfiguraste o meu peito com palavras reescritas, em um sentimento incontido e dessa forma legimitei o nosso amor.