noise dept.
One Nice Bug Per Day
art blog(derogatory)
sheepfilms
YOU ARE THE REASON
occasionally subtle
Doug Jones

pixel skylines

#extradirty
Cosimo Galluzzi

Jimmy Eat World
Monterey Bay Aquarium
No title available

Kiana Khansmith
Keni

Origami Around
ojovivo
Sweet Seals For You, Always
Show & Tell
tumblr dot com
seen from Kazakhstan
seen from United States

seen from United States
seen from Australia
seen from United States
seen from United States
seen from Chile
seen from Burkina Faso

seen from United States
seen from United States

seen from Ecuador
seen from Kazakhstan
seen from United States
seen from Colombia

seen from Philippines

seen from Malaysia
seen from United States

seen from Germany

seen from Brunei
seen from United States
@teresiinhdejesus
@sashawf
o xerife vinha ficando frequentemente com ressacas que quando acontecia mais uma, ele nem ao menos ligava mais para a dor. a única coisa que lhe incomodava era a feição evidente de que tinha bebido demais na noite anterior e a claridade. por isso, ao caminhar pela cidade, usava o seu óculos de sol de sempre. estava atravessando a rua quando ouviu um barulho próximo de si. virando para olhar, um garoto tinha derrubado algumas telas no chão. o desejo de dimitri era de continuar o seu caminho e ir embora, mas o lado prestativo falou mais alto e se aproximou do outro. “quer uma ajuda aí?”
daisxcam:
Daisy parecia ter saído de uma batalha com o saco de farinha e o de confeitar, e perdido de maneira humilhante. Apesar de sempre usar um avental, havia passado tanto tempo e depositado tanta energia nos testes para os doces que ofereceria durante o Festival de Primavera, que fora impossível evitar se sujar naquela noite. O seu cansaço era aparente, em sua postura e expressão facial, contudo ela parecia feliz. Acreditava ter acertado as receitas e encontrado aquilo que tanto procurava para oferecer às pessoas de Sylvermaple no evento, e aquilo a deixava extremamente satisfeita. Separou alguns dos doces preparados naquela noite e os colocara dentro de uma caixa, que agora estavam em suas mãos enquanto ela esperava que um rosto familiar viesse abrir a porta da qual acabara de tocar a campainha. Sabia que aquele tipo de visita não programada provavelmente irritaria o rapaz, mas aquilo era o que a mulher fazia por seus amigos: os visitava com uma oferta de doces, após receber uma mensagem lhe confidenciando sobre terem tido um dia não tão bom. E esperava que Dimitri percebesse suas boas intenções. @dmtriz
dimitri havia tido mais um sonho com sua esposa. de um momento feliz, quando arrumavam os preparativos do aniversário da filha deles. grace estava feliz, radiante e linda, como sempre. então, com um susto, dimitri acordou. e tudo voltou a realidade. grace não estava ali e nunca mais estaria. pegando a garrafa de whisky do armário da cozinha, o xerife passou seu dia de folga sentado no sofá, com a tv ligada mas sem exatamente assistir nada enquanto o líquido da bebida ia sumindo aos poucos. talvez em seu momento de embriaguez tenha mandado alguma mensagem, não lembrava ao certo, mas acabou por estranhar quando ouviu a campainha tocar. franziu o cenho antes de levantar, cambaleando até a mesa próxima para segurar e andou arrastado até a porta, abrindo-a para revelar daisy. “o que você está fazendo aqui?”
feelingsaturated:
Aquele horário costumava ser sempre uma incógnita para Alina. Por vezes, via a livraria cheia e outras, o silêncio tomava conta do ambiente - salvo pela música tranquila que tocava baixinha. Faziam alguns dias que a loira havia conseguido abrir novamente e a animação ainda não havia lhe abandonado. Era apaixonada pela pequena livraria no centro da cidade e cada pedacinho dali parecia ter uma memória especial. Estava distraída etiquetando alguns dos livros recém chegados quando ouviu o pequeno sininho da porta avisar que alguém havia entrado. “Olá, posso ajudar?”, disse a loira.
No passado, Dimitri até que gostava do festival de primavera. Se empenhava em ajudar cada morador, a colocar cada flor para enfeitar a cidade e se prontificava em ajudar a montar as barracas. Hoje em dia o homem só perambula pela cidade, quase como um fantasma. Entrou na livraria de maneira avulsa, olhando os livros na estante. Quando ouviu uma voz feminina falando consigo, apenas deu de ombros e nem virou para ver quem era. “Só estou dando uma olhada.”