““Não sou forte o tempo inteiro e não gosto de admitir isso, então não espalha. Eu sou fraco às vezes. Muitas vezes.””
— Clarissa Corrêa.
trying on a metaphor

tannertan36
Sweet Seals For You, Always

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JVL
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Show & Tell
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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““Não sou forte o tempo inteiro e não gosto de admitir isso, então não espalha. Eu sou fraco às vezes. Muitas vezes.””
— Clarissa Corrêa.
“Sempre acreditei que as palavras são muito poderosas. E inventei uma lei: quem fala esquece, quem ouve não esquece. Na hora da raiva a gente fala pelos cotovelos o que dá na telha. Depois que a poeira baixa é que vamos perceber que fizemos muito barulho por nada.”
— Clarissa Corrêa.
“Mas, se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fossem música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…”
— O Pequeno Príncipe.
Uma pequena palavra sobre a felicidade
É, parece que minha mente se desperta na mais pura sensação de dor.
Por que é tão difícil escrever sobre felicidade?
Não entendo o porque dos meus dedos não jorrarem palavras quando estou cheia de mim.
Será que não transbordo?
Talvez a felicidade seja difícil de ser descrita, ela é tão profunda e distinta que ninguém pode decifra-la.
Mas e a dor?
Ah, ela é tão profunda que quando mais você vai cavando mais vai achando seus piores medos.
E você?
Já aproveitou o quão feliz você está hoje?
- A.
Hoje eu estou como uma folha em branco,
não há palavras exatas que me descrevam.
Meus dedos não fluem mais como uma nascente que jorra água do desconhecido.
As vezes acho que me tornei tão previsivelmente imprevisível,
como eu pude me tornar assim?
- A.
Meu peito está apertado não consigo me comunicar, não consigo dizer tudo que sinto. Meu peito está apertado, por coisas que não foram ditas, coisas que estão entaladas em minha garganta, queria vomitar todas essas palavras de uma vez, conseguir respirar novamente. Meu peito está apertado por minha culpa, por ser tão dentro do meu mundo. Meu peito está apertado por não saber se está sozinha seria uma boa ou péssima ideia. Meu peito está apertado por sentir ciúmes desnecessários. Meu peito está apertado por ser tão eu mesma e acabar me machucando.
Admiradora-desorrisos.
Eu menti, mas você nem viu.
É, ultimamente eu ando meio assim.
Perdida em mim.
Já não sei mais o que dizer.
Meus dedos sangram, não tenho força.
Não consigo mais reter essas palavras que jorram de dentro de mim.
O que farei,
Sem mim?
-A.
“No fundo eu sei que sou complicada demais pra conseguir me relacionar. Tem dias que nem eu mesmo me quero.”
— Tati Bernardi.
O medo rouba as cores do mundo.
encant-ador
Ao seu coração medíocre
É uma noite estranha de verão quando o coração da garota começou a borbulhar. O medo penetrou novamente em suas entranhas. Era como um veneno que a matava aos poucos, mas era inevitável não toma-lo, não ingeri-lo. Ah, ela suspirou e seu interior se rachou.
Em sua mente brotava mil e umas alternativas que levava a sua vida a um paradoxo complexo, que era complexo demais para ela mesmo entender. Olhando pela janela do carro, numa noite escura, não via o brilho das estrelas no céu, não via seu brilho; Algo dentro de si ia escorrendo de forma repugnante, e ultrajante. Ela mesma a maltratava, judiava e depois acalentava para depois a rasgar novamente. Mas o que iria acontecer, a garota com frequência se perguntava, e ao notar que se questionava mais frequente, do que costumava se questionar, ela se assustou, se fechou, se quebrou. O que faria? O que seria dela? Sua opacidade a tornava intransponível. A garota não sabia traduzir seus questionamentos em uma resposta, ela se afastava da sua própria mente, porque ela sabia que depois que ela teve seus momentos roubados, ela se tornou fria, gélida e desacreditava que poderia haver mais algum sentimento a ser demonstrado em uma perda.
Foi tão silencioso o seu grito de socorro, seu pedido de ajuda. Nem ela mesma conseguia se mudar, se renovar. Talvez sua represa represou a si mesma de uma forma que nem uma pequena molécula conseguia se safar daquela prisão medíocre. A garota sabia que tinha se tornado medíocre, tão podre, tão vazia, mas ao mesmo tempo ela era tão cheia; de certa forma ela achava que era tão cheia de vazios que não sabia viver seu próprio eu. Seu mundo de fantasias sugava sua alma e não havia nada que ela pudesse fazer a não ser alimenta-la, pois de barriga cheia ela podia ao menos respirar alguns minutos, e se tivesse sorte: algumas horas. Tinha vezes que seus dias se arrastavam, tão traiçoeiramente como uma serpente em busca de uma presa apetitosa, e no silencio da noite, na escuridão, sua mente transbordava. Quando isso acontecia, a garota tinha receio que alguém escutasse suas conexões neurológicas, que se comunicavam com uma rapidez, com uma sagacidade; elas tinham sede, fome e precisavam se saciar. O que a garota podia fazer? Ela era uma vítima de si própria.
Frias eram as noites, os dias e os momentos que ela, vez após vez, se torturava. Era sádico, ela sabia perfeitamente; foi assim que ela no seu grande abismo soltou uma gargalhada que travou sua garganta. Quem é que podia decifra-la? Era tão aberta que nada se achava, mas ela esqueceu que sua abertura possuía um fundo falso; Uuuh, como ela era falsa consigo mesmo, como ela maltratava seus sentimentos. Suja, era isso que a garota era. Seu sorriso vacilou, mas ninguém notou, ninguém notava. As perguntas eram as mesmas seguidas das mesmas respostas. Bipolar, era outra de suas qualidades; dentro era uma coisa, doce, linda e perfumada, ah mas por fora ela é rachada, frágil e sólida. E nessa sua solidez sabia que estava vivendo uma corrida onde o fim era aquilo que sempre desejou; o amor. Em toda sua existência falha, achou o seu grande desejo; a sua volta via o que queria, e o que nunca poderia ter. Não que ela esteja falando de todo tipo de amor, é um específico; algo mais lindo e especial; não, pare, a garota não está se referindo a um amor romântico (isso ela se deu a liberdade de procurar e de se doar).
E antes que me pergunte, sim a garota sabia que o Afagado a adotou e ela seria eternamente grata por isso, por era tão lindo, era a coisa mais perfeita em toda a imperfeição da garota. Mas era algo que impregnava em suas entranhas que a deixava tão inocente, tão carente; isso a cegava de uma forma que sua respiração parava por alguns segundo só de imaginar. A noite, em suas confusões mentais, isso a perseguia mas ela não corrida contra; a garota foi ousada, era muito petulante em relação a isso. Mas o que ela poderia fazer se seu coração era medíocre?
- A.
“Precisamos de coragem para partir e também para escolher ficar. Necessitamos de coragem para desistir de nós mesmo ou para decidir seguir em frente e enfrentar o que o mundo nos reserva. Enfim, tudo requer coragem, e dependemos de uma única escolha: ir ou permanecer.”
— Christiellen Pinto.
“Quem nunca mudou com o tempo? Aos poucos você vai deixando de escutar certas músicas, de usar certas roupas, de falar com certas pessoas. Mudar faz parte do ciclo da vida, embora a essência seja sempre a mesma. Quando encontrar um obstáculo grande na vida, não desanime ao passar, pois com o tempo ele se tornará pequeno. Não porque diminuiu, mas porque você cresceu.”
— Desconhecido.
“Mas não ficou mais fácil. O sol continua nascendo. Os dias continuam passando. O mundo continua a girar. O tempo continua a passar. Semanas, meses, até anos se passam enquanto você tenta entender tudo. Tenta descobrir onde é seu lugar. Tenta olhar à frente para um futuro melhor. Mas a verdade é que o caminho em frente ficou mais sombrio. É mais difícil de ver. Você pode se sentir tão perdida. Tão sozinha. Tão desesperada por algo, qualquer coisa, que possa lhe mostrar o caminho. Mas mesmo agora, depois de todo esse tempo cercada pela escuridão, ainda há lampejos de luz. Pequenos sinais que brilham, nos chamando. Não é o suficiente para iluminar o caminho, mas é o suficiente para continuarmos. Continuarmos tentando. Continuarmos lutando. Continuarmos sonhando. Então é o que faço a cada segundo de cada dia.”
— The Walking Dead.
Eu só quero ter ânimo pra fazer tudo diferente, e ser essa pessoa que quero me tornar. Quero me orgulhar de mim mesma. Eu quero saber o que é ter sossego dentro de mim, quero respirar bem fundo e sentir o ar entrando em meus pulmões em uma tarde chuvosa, quero fechar os olhos e sentir que existe luz mesmo na escuridão. Quero abrir as janelas da minha alma, tirar as dores das gavetas, e deixar a luz entrar pelas rachaduras do meu ser. Eu quero me abraçar por dentro e pedir perdão por todas as vezes que pensei em desistir, quero me convidar pra ser feliz de novo, e de novo, e quantas vezes forem necessárias.
b.
acho que o que me dói não é terem me abandonado num canto qualquer.
dói mesmo quando percebo que eu já tinha me abandonado bem antes.