Eu estava em um carro dirigindo aleatoriamente por uma estrada que parecia negligenciada a muito tempo, a grama aí redor e até mesmo na estrada era bem alta e não tinha quase nem uma sinalização. Mer perdi me embrenhado naquele matagal, o terreno foi s tornando mais montanhoso eu estava no topo de um morro de frente pra um vale que se formava em uma nova montanha quase do mesmo tamanho; nesse outro morro a vegetação foi podada para transmitir uma mensagem escrita, como se um gigante tivesse escrevendo uma carta.
O que estava escrito era uma mensagen de como sair daquele matagal, segui as instruções e consegui chegar em segurança ao pé dessa segunda montanha.
Lá dois homens de pela da cor de canela me encontraram e se apresentaram, eram bem simpáticos, um deles até deitou no chão cheio de zueiras, e pediu pra eu dar um tapão na bunda dele... Que era um rabao incluí... Eu estava meio acanhado mas dar um tapão em um rabao e uma delícia então sentei a mão.
Subimos até o topo da montanha, e me deparei com um bairro residencial, e logo fui percebendo que eu já tinha visitado aquele lugar. Enquanto um dos moradores descrevia como ele tinha feito para escrever aquela mensagem gigante na vegetação da Montanha eu me lembrava de uma conversa antiga que eu tive com ele, quando as letras que constituiam o corpo do texto gigante ainda eram apenas um de seus planos a ser implementado, para caso algum aventureiro que se perdesse no matagal pudesse ser resgatado.
Chegamos em uma casa, ou se preferir um museu, e eu também reconhecia o lugar.
Me juntei a um grupo de pessoas que estavam lá dentro e depois de um tempo de boa em um dos cômodos encontrei o Aleph e o Lucas... Lucas que morava aqui perto da minha rua, negro, gay, afeminado....
Começamos a cantar, cantarolar; o Lucas rimando algumas palavras enquanto eu e o Aleph improvisamos uma melodia. Uma galera começou a se juntar ao nosso redor enquanto a gente se vibrava na música.
Ao fim todo mundo decidiu tirar uma foto pra lembrar daquele momento, e a Willow Smith fazia parte da galera que tinha se aproximando pra ouvir a gente. Eu fiquei tímido, tirei a foto da galera e então ela pegou o celular para tirar a foto e eu me juntei aí grupinho para posar.... Eu queria ter tirado uma foto com a Willow também, mas acabou que só sair ao lado do Jaden....
A galera dispersou e eu fui andar um pouco pelo museu, qua também era uma casa. Do lado de fora dois casais de meninas algumas delas com os cabelos descoloridos e pintados ouviam audiobooks. Acabei voltando pra dentro da residência, e andando pelos corredores onde eu acabei me perdendo entra às escadas que subiame desciam, quartos e corredores que espírilavam pelo museu.
Um dos moradores abriu uma das portas e reclamou com um grupo de crianças que também estava a correr por aí, estava na hora da novela e ele estava ocupado, fechou a porta e voltou pro seu quarto.
Em um dos banheiros encontrei minha prima Camila, conversamos um pouco e o sonho acabou.