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“Se você acha que isso vai me fazer te desconvidar para passar as férias conosco está enganado, o convite ainda está de pé. E bem, não é como se eu realmente fosse o filho revoltado. Quer dizer, você conhece meu irmão mais novo? Nada que eu faça vai superar as besteiras dele. Mas é um bom garoto. As vezes. Enfim.” Passou a mão nos cabelos, tentando domá-los sem sucesso. Falar de família sempre era um orgulho e um estresse para o homem. “Entendi. Você conseguiu vê-lo depois disso pelo menos?” Não sabia até que ponto podia perguntar as coisas para o fantasma sem ofender, mas James era curioso. “Eu adoro a Murta, sério. Mas não é como se ela não se abusasse também, ela só me deixa tomar banho lá porque acha que eu não sei que ela fica escondida olhando. Mas eu não me importo na verdade.” Deu de ombros. “Ok, vou fingir que não ouvi essa última parte para não tirar a imagem de fantasma puro que eu tenho de você.”
--”E se eu descobrir como funcionar viagens fantasmagóricas, minha primeira parada vai ser sua casa. Prometo. O filho mais velho nunca é o filho revoltado. Na verdade, do jeito que você fala deles, você parece se importar muito com eles.”-- Ced flutuou um pouco para ficar aparentemente deitado, com a cabeça apoiada nas mãos. --”Consegui! Convenci um dos funcionários que estavam trabalhando aqui a mandar uma carta para meu pai e ele veio aqui algumas vezes.”-- até ele não vir mais, Cedric não completou porque obviamente sabia o que acontecera e, ao contrário de si, seu pai não tinha motivos para continuar preso à Terra. --”Ah, a Murta nunca muda... Cara, não existe seres mais puros que fantasmas, vai por mim. E não era disso que eu estava falando.”-
















