Em nome da Excalibur, [JIMMY “HOWL” HOWELL] em seus [22] anos, jura seguir o legado do [CIRCO] durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ele, deve se manter caminho da luz enquanto conclui o [MÓDULO II]. Com a bondade tocada em seu coração, recebe [CARISMA] e não se permite ser corrompido pela [FRUSTAÇÃO]. Por último, é deixado um corte na mão de [ANTHONY TURPEL] como prova de seu comprometimento com a luz.
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OCUPAÇÃO: Equilibrista no Circo.
ANIVERSÁRIO: 13 de outubro.
DORMITÓRIO: soon.
OOC: Buffy, ela/dela, +21
HABILIDADE MÁGICA:
Elasticidade. No momento em que tocou a excalibur, Howl não percebeu absolutamente nada de diferente, pensou até mesmo que seria apenas mais um legado do circo. Um dia estava se apresentando e seu braço começou a esticar de uma forma que ele pouco conseguiu controlar, ficou dessa forma por aproximadamente uma hora e depois voltou ao normal. Achou estranho, na apresentação seguinte aconteceu a mesma coisa e foi ai, que Howl começou seus testes. Prendia a mão propositalmente na porta, deixava cair livros sobre o pé, se agarrava a algo e puxava o máximo que conseguisse... E em nenhuma dessas vezes sentiu dor. Pelo contrário, era como se seu corpo conseguisse ser puxado cada vez mais. Com o tempo aprendeu que podia esticar seus braços, suas pernas, seu pescoço e cada vez mais procura pelo seu limite, sabendo que quando o atinge começa a sentir muita dor.
Por conta de sua pele maleável, ele é quase imune a dilacerações. Já fez brincadeiras estúpidas como enfiar coisas em sua pele, aceitar socos de estanhos... Mas todo esse esforço pode o deixar extremamente cansado, então há um limite até onde Howl pode chegar. Também quanto maior for a distância de sua elasticidade, mais fraco ele fica, podendo quebrar facilmente a ligação com o que quer que esteja segurando.
Ainda há muito o que aprender com sua habilidade, mas o garoto pode ser bem criativo quando quer.
SOBRE:
Toda memória que Jimmy Howell guarda de antes de chegar no circo é como se fosse um enorme borrão, então cada vez que lhe perguntam sobre sua história o garoto sempre inventa. No início fazia isso apenas por diversão, mas hoje já não tem certeza de qual das versões é a verdadeira, não que ele realmente importe. Não é alguém apegado a memórias ou coisas do tipo, prefere assim, dessa forma não sente saudades ou dor pelo o que um dia teve ou não teve.
Lembra vagamente e seu verdadeiro pai, sua mãe nem mesmo conheceu. E mesmo assim, sua última lembrança é de um homem alto, barbudo e sujo, prometendo que voltaria para o buscar, mas isso nunca aconteceu. Howl esperou dias, semanas no mesmo lugar e nunca mais o viu. Também nunca contou sobre isso para ninguém, essa parte era mais fácil ser esquecida, mas era difícil esquecer sobre.
Jimmy Howell também não é seu nome de nascimento, também não se lembra qual era, mas seu pai o chamava de Jimmy. Howell ele adotou depois de ouvir alguém falar sobre isso nas ruas do castigo, achou interessante e adotou como sobrenome, assim podia mentir mais um pouco sobre suas origens. Quanto tempo passou nas ruas do castigo? Essa sim é uma verdadeira incógnita. Também não sabe quando chegou até o Le Cirque des Rêves.
Mas lembra de ter assistido a uma, duas, três apresentações na mesma semana. Na quarta foi abordado por um senhor chamado Geppetto, o perguntando se ele queria ficar por mais algum tempo que assim teria comida e bebida de graça. Na semana seguinte já estava ensaiando e se apresentando junto com os demais, era simplesmente mágico.
Howl, como prefere agora ser chamado, gosta de estar lá. “Não tenha medo”, ele sempre ouvia essa frase e ele realmente não tinha, não disso, porque seus verdadeiros medos eram bem escondidos, preferia manter o sorriso no rosto e agir quase como um bobo para quem quer que estivesse perto dele. E engana-se quem pensa que ele mente, não, o garoto segue a risca todas as regras que lhe foram passadas quando entrou para o circo. Howl sabe bem que ali agora é a sua verdadeira família.














