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@thelosttstarr
The minute you think you know me, I’ll change. ᴰᵒᶰ'ᵗ ᵗʳʸ ᵗᵒ ˢᵗᵒᵖ ᵐᵉ⋅
new beginnings
katherine-robards:
Suas mãos tremiam enquanto continuava a revirar todos os materiais sobre sua mesa e os poucos que restavam dentro de sua mochila, sentia seu pescoço rígido devido a tanta tensão que sentia naquele instante. Poderia parecer ridículo aos olhos alheios tamanho nervosismo e desespero por conta de um caderno velho. Mas a questão é que o caderno preto com várias constelações impressas na capa era o pertence mais valioso da loira, sobretudo, mais pessoal. Katherine não era exatamente uma pessoa que sabia expressar abertamente seus sentimentos, então a forma que aprendeu para lidar com aquele mix de sensações, era transcrever para a folha em branco do caderno.
“Algum problema?” Questionou o professor em frente a sala com um olhar desconfiado sobre a garota. O nervosismo de Katherine havia chamado a atenção do professor a ponto deste ter que interromper sua aula para questioná-la. — Não. Desculpe. — Disse sucintamente enquanto organizava novamente seus materiais em sua mochila. Levantou-se rapidamente de sua cadeira e tentando não chamar atenção de mais ninguém saiu da sala de aula, naquele momento a aula era o que menos importava para ela.
No corredor já vazio, Katherine andava em círculos enquanto tentava ligar para Ivy. Uma vez que eram colegas de quarto, a morena poderia ter visto o caderno tão precioso perdido pelo local, ainda que essa fosse uma improvável hipótese. — Ivy, preciso de um favor e é sério. Você viu meu caderno? O de capa preta? Tem umas estrelas impressas na capa. — Dizia de forma rápida, quase atropelando as próprias palavras. A voz confusa de Ivy soava do outro lado da linha quase cortando o coração de Katherine em mil pedaços, alegando que nem sabia da existência deste caderno. A loira então ligou para Doe, Marlene, Victoria e Arnold, mas todos esses lhe davam a mesma resposta negativa para a amiga. O que fazia sentido, uma vez que Katherine tratava aquele objeto como seu segredo mais íntimo.
Com praticamente a esperança zerada, a loira se dirigiu ao escritório do jornal, onde sabia que estaria sozinha pelo resto do dia, além de ter a última chance de encontrar o caderno. Assim que adentrou no local, revirou todas as gavetas, olhou todas prateleiras e todos os armários, sentindo o coração apertar a cada segundo que passava. Quando já não havia mais local para vasculhar, Katherine se sentou em sua mesa cruzou os braços sobre a mesa de madeira e deitou sua cabeça ali, e com os olhos fechados, nunca desejou tanto que algo simplesmente surgisse em sua frente.
Regulus ponderou se deveria continuar a vasculhar de forma curiosa o caderno, por um lado tinha reservas quanto a isso pois poderia se surpreender com algo pessoal. Ainda que não fosse um diário, não impediria de ter coisas importantes para a pessoa. No entanto, ainda queria saber mais sobre a loira. Descobrir o que aquilo escondia, se era tão importante que sequer existia uma maior informação. Apenas siglas. Talvez a próxima página tivesse algo a mais para ele, e foi quando ele virou a página apertando os olhos em sinal de atenção ao texto com a caligrafia feminina.
“Acho que desde muito nova eu sempre fui uma pessoa um tanto quanto cética. Mesmo com uma família religiosa, me questionava da possível existência de um ser divino que tomaria conta de todos nós aqui na terra. Tinha, e ainda tenho, meus motivos pra isso. Hoje não confirmo e nem nego a existência dele, não é algo que eu dê tanta importância assim. Lembro que uma vez minha mãe disse que tudo o que acontece na nossa vida já está predestinado.” O texto chamou atenção do moreno, mas o fez fechar o caderno de forma rápida. Sabia que tinha ido longe demais. E aquilo sem dúvidas tinha desviado a atenção de Black da aula. Ele mesmo levantou o olhar para o professor, ainda que perdido pelo que tinha lido e pela voz que explicava algo que ele apenas tinha ouvido em segundo plano.
Aquilo no entanto, tinha lhe dado algum tipo de ideia sobre a situação. Ainda que fosse uma dedução genérica, Regulus pensou que pela escrita talvez fosse por alguém de jornalismo. Poderia estar errado, de qualquer forma teria que apurar o fato de forma mais cautelosa uma vez que poderia estar indo em um chute no escuro. Ele não conhecia ninguém de jornalismo, logo teria que passar por outras informações até resolver o mistério. Talvez a loira desse falta do pertence e fosse até ele de alguma forma, ainda que fosse uma possibilidade pequena, facilitaria o trabalho e estar visível para outras pessoas, e por outras pessoas ele tinha pensado na dona do caderno.
O tempo passou da aula, ele sem nem ao menos perceber que ainda mantinha o objeto ainda sobre a mesa. Procurou ter cuidado, e então colocou dentro da mochila que carregava para o manter seguro. Suspirou profundamente quando a aula acabou, levantando-se prontamente carregando o material e mochila. — Será que vou te encontrar? — Ele perguntou a si mesmo,andando para os corredores sem um destino certo.
elizabeth-mulciber:
Shots & Talks (flashback)
Libby havia terminado de virar um shot de tequila quando ouviu uma voz familiar ecoar em seus ouvidos, em meio ao barulho que reinava na festa. Virou-se, sem largar a garrafa, e fitou Regulus. Esboçou um sorriso, pondo seu copo de shot em cima do balcão e colocando outro ao seu lado. — Um open bar é o suficiente nos dias de hoje. — Disse, servindo os dois e alcançando a bebida ao rapaz. — Obrigada pela bebida grátis, aliás. — Brindou, virando a tequila e fazendo uma careta sutil. — Só faltou o sal e limão, ou talvez eu que não tenha encontrado? — Perguntou com um quê de esperança. Conhecia a reputação da Omega Chi, e tinha a impressão de que talvez eles mantivessem um certo padrão em suas festas, significando ter os itens essenciais para um shot de tequila perfeito.
Era a primeira vez que a morena ia em uma festa na fraternidade de seu irmão, visto que era novata na Zeta Beta Zeta. Havia sido arrastada por suas irmãs de casa com a promessa de bebida ilimitada, e ficou satisfeita ao perceber que suas expectativas foram cumpridas. Ouvira muitas histórias das festas das diferentes fraternidades, e com certeza as da Omega Chi pareciam as melhores para se fazer networking e beber bebidas caras. Elizabeth não era muito de socializar, mas tinha o hábito de beber desde muito nova, uma vez que precisava de algo para lidar com o turbilhão de pensamentos e sentimentos que passavam por ela diariamente. Não que esse fosse um bom hábito, mas era a maneira que Libby encontrara de tornar a solidão mais suportável.
— Quase fiquei ofendido, pensei que tivesse vindo ao menos me ver. I see how it is. — Ele disse, fingindo estar machucado com o que a morena tinha dito; ainda que fosse o oposto uma vez que ele segurava o copo de tequila entre os dedos. Brindaram e só então Regulus virou o copo de uma vez; já colocando o copo novamente no balcão. — De nada, mas acredito que o sal deva estar abaixo aí do balcão. O limão certamente em um daqueles potes. — Ele apontando para uma bancada não tão distante deles. Sabia que toda festa que a Omega Chi fazia tinha tudo do melhor, e aquela não era diferente. — Só não diga ao seu irmão que lhe mostrei o esconderijo das coisas. — Regulus brincou, ainda feliz que tinha encontrado Libby. Ainda que não estivessem em um contato contínuo, e ele mesmo passasse mais tempo com Dylan por conta da fraternidade.
— É bom ver alguém conhecido, para variar. — Admitiu, ainda que tivesse amigos; poucos Regulus tinha um maior conforto de falar sobre quase tudo que quisesse. — Mas, como estão as coisas? Eu sei que você não quer falar sobre a sua vida acadêmica, mas não deve ser pior do que parece. Afinal de contas, não vi ninguém se desesperando ainda por conta disso. Ou as pessoas do meu curso são bem controladas. — Ele questionou, ainda ponderando sobre o ânimo do resto das pessoas na faculdade. — Aliás, o que você está fazendo? Mal comecei o curso e já estou pagando por todos os meus pecados. — Black confessou, imaginando que Libby soubesse como era a pressão da família nas decisões deles. No caso dele, não era algo que ele tinha escolhido para si e só pensava que talvez pudesse gostar do curso com o tempo.
new beginnings
katherine-robards:
A partir do momento em que o despertador tocava, Katherine seguia de forma disciplinar a mesma rotina de sempre. Ser tão metódica com esse tipo de coisa, garantia a loira que ela não se atrasasse para suas responsabilidades do dia. Tinha sempre o costume de antes de sair do quarto, repassa mentalmente todas as atividades do dia, a fim de não esquecer de nenhuma delas, tomava um copo grande de café quente e enfim seguia para o mundo. Mas justamente naquele dia, as coisas seriam muito diferentes do que a loira estava acostumada a lidar. Seu corpo estava tão cansado que não despertou prontamente quando o alarme de seu celular soou pelo quarto compartilhado, fazendo com que a Sra. Metódica perdesse seu horário usual. O fato de ter levantado apenas dez minutos após o costume, fez com que seu dia fosse diferente do normal.
Seus pés que saíam apressados do quarto buscavam um trajeto mais rápido para chegar em sua sala de aula, para ao menos tentar não perder uma parte maior da aula que já havia perdido. Seus braços carregavam mais coisas que eles poderiam aguentar, o peso de seu caderno, livros e um bloco de manuscritos da editora, faziam com que vez ou outra a loira os ajeitassem sobre o colo, uma vez que sua mão direita ainda estava comprometida devido a faixa que a enrolava, devido aos sutis machucados que ali estavam. Ao se incomodar com a dor remanescente, Katherine fez um lembrete mental de nunca mais socar um espelho na vida.
Enquanto caminhava rapidamente pelo longo corredor da faculdade, Katherine avistou de longe sua amiga Doe. — Good morning, baby. — Disse com um sorriso suave nos lábios, olhando para a amiga que de longe acenava. Sem olhar para frente, Katherine continuou andando, até que em questão de segundos trombasse em algo. A questão é algo, era alguém. Seus materiais foram de encontro ao chão, assustando a garota. — Me desculpe, não estava olhando para frente. — Justificou-se um tanto quanto envergonhada. Abaixou-se rapidamente, recolhendo as inúmeras folhas de papel que estavam jogadas ao chão. — Isso aqui é seu. — Esticou a mão, entregando para o rapaz a sua frente. Não pode deixar de notar os olhos azuis fixos sobre si, o que fez nascer involuntariamente um sorriso tímido em seu rosto.Observou por alguns instantes o rosto do rapaz a sua frente, nunca o tinha visto pelo campus ou em alguma festa, logo, não sabia nem mesmo seu nome. — Obrigada. Bom dia. — Agradeceu de forma muito educada após receber o que era seu.
Assim que entrou na sala de aula, Katherine procurou sentar em uma das cadeiras vagas ao fundo, onde mais se sentia confortável no ambiente. Quando colocou sobre a mesa tudo que estava em seus braços, organizando os papéis, se deu conta que faltava algo. Não era simplesmente um material qualquer, era, talvez, seu objeto mais íntimo e pessoal, seu caderno. Sentiu seu coração acelerar e sua boca secar no mesmo instante, de tamanho desespero que sentiu. — Que caralho. — Brandou em um tom baixo, levando ambas as mãos ao rosto.
Quando escutou o pedido desculpas da garota, Regulus não se importou muito com a situação. Como era de se esperar, nada que já não estivesse ruim que não pudesse piorar. Sabia que estava atrasado naquele momento, e que desculpas não mudariam o acontecido. Ou até mesmo ter evitado de que o material dele tivesse se espalhado com o da loira. — Obrigado. — Falou ainda se sentindo desconcertado com a situação. Ou seria a falta de dormir que o tinha feito ficar daquele modo? Como se portasse como um completo idiota, por ainda estar encarando a loira, até que acordasse do transe com a voz da mesma. — Bom dia. — Black falou ainda se sentindo um tolo com a situação, não deixando de notar a loira quando ela se afastou dele, indo em direção oposta a que ele estava indo. Ah! A aula, foi com esse pensamento que ele sacudiu o resquício de sono de si, indo para a sala.
O caminho tinha seguido sem maiores problemas, até que chegasse na sala para se sentar ao fundo da sala. Geralmente em dias com menos sono ele optaria pelo meio da sala, mas os lugares tinha sido completos quase todos. E ele preferiu ficar pelo fundo, já que não era um grande problema para prestar atenção. Bem, fora isso que ele pensou quando colocou o material sobre a cadeira. Lá notou que algo que não lhe pertencia destoava da pasta preta e alguns papéis que carregava consigo. Um caderno. Um tanto diferente do que ele tinha visto, preto com constelações impressas. Logo veio o pensamento de que deveria pertencer a certa loira que tinha trombado antes da aula. E do problema aquilo geraria em ter que devolver de forma eficaz. Não sabia nem ao menos o nome da loira ou até mesmo visto da garota antes, o que apenas aumentava a dificuldade do problema em devolver.
Em qualquer outra situação, ele não abriria o caderno de uma garota, mas talvez dentro dele teria algum tipo de informação que o pudesse levar a dona e assim devolvê-lo. Foi aquilo que pensou naquele momento, logo se deparando com a frase na primeira página. Um aviso: “Isso não é um diário!” Obviamente, pensou que se acaso fosse teria algum tipo de fechadura para evitar que fosse lido por qualquer um. Até então, aquela informação não tinha serventia. Ao menos esperava o nome o algo do tipo, mas parecia que até indiretamente a loira estava tornando o trabalho dele ainda mais difícil. Logo mais embaixo, quase sem perceber viu algumas iniciais. Ao menos era o que aquilo deveria representar, pois não existia nenhum tipo de anagrama com as letras “K R R M”. Então, aquilo não tinha feito muito sentido e fez Regulus seguir para a segunda folha sem nem ao menos prestar atenção no que acontecia na aula. Revirou os olhos e passou a mão na nuca arrepiando o cabelo já vendo que a missão dele naquela semana seria encontrar a misteriosa loira do caderno.
ooc: Have you ever “shipped at first sight”?
ooc: So many times. UHSAUSH Gid/Jess. Carmel/Remus. ¯¯\_(ツ)_/¯¯
ooc: Does music inspire your muse? What's one song on your playlist that reminds you of your muse?
ooc: Sim. When I’m Gone.
ooc:If your muse was cartoonized, what would their FC be? Why? (pode fzr pra tds os rebentos hahaha)
ooc: Socorro que lá vem a chuva. Regulus:
Ivy:
Rodolphus:
Augustus:
Margaret:
ooc: com qual char do rp vc mais se identifica pessoalmente? (sem ser seu)
ooc: Isso já é mais complicado de responder, pois não seria só um personagem em si? Talvez a fusão de alguns? Acredito que talvez, mais com a Dorcas?
ooc: com qual char do rp tomaria umas cervas? (sem ser seu)
ooc: Só tem char de qualidade nesse rp, pfvr. Tomaria de boa uns bons drinks com a Marls, Jess, Katherine, Mia, James, Vic, Carmel.
social media – part one/?
61: Is it cute when a boy/girl calls you baby?
I can't really remember if anyone ever called me that. But I guess once or twice? It won't hurt.
Do you regret anything?
Of course I do. Don't we all?
Mia, Elizabeth, Emma
Fuck Mia, I'm sorry Libby but we will get married. Get drunk with Emma.
Marlene, Doe, Ivy
I can't believe I need either marry or fuck with Mckinnon. Oh well... Fuck Mckinnon, Marry Doe and Get drunk with Ivy. Even though I don't really know this girl.