27: Talk about your favorite part of someone else’s body.
Eu adoro olhos e bocas, infelizmente fica complicado escolher um só.

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27: Talk about your favorite part of someone else’s body.
Eu adoro olhos e bocas, infelizmente fica complicado escolher um só.
.⋆☾࿐ ࿔*:・゚ ☠ O pouco sol que aparecia era excelente para Alastair aproveitar o tempo livre entre as aulas, por esse motivo o rapaz foi para o lago mesmo sabendo ser proibido pular ali. Ele havia acabado de sair da água e no momento tinha a camisa jogada por cima do ombro enquanto caminhava de volta para o castelo sem ligar para como os novatos pudessem ficar com aquilo. - O que é? Nunca viram? - rosnou para um grupo de quintanistas.
- Acho que eles já viram sim, a biologia do corpo deles é idêntica ao do seu.
O silêncio apenas era interrompido pelo virar as folhas, alguns passos e suspiros. Violetta raramente era vista pela biblioteca, e existia um motivo óbvio para tal. Não que fosse por ela ser cega, afinal seu brinco de pena encantada lhe sussurrava as palavras dos livros que não eram em braille, mas simplesmete por não ser do tipo estudiosa. Aproximou-se de uma das mesas e puxou uma cadeira para sentar-se, mas a cadeira era pesada demais e apenas se inclinou. “Ops, tem gente.” Disse ao soltar o encosto da cadeira, um sorriso falsamente constrangido — mas muito travesso — ganhando rapidamente seu rosto.
“ Sim, e você quase me derrubou, levei um susto momentâneo. Mas posso lhe ajudar em alguma coisa?”
“Ou está apenas procurando um local para se sentar?”
Às vezes Durmstrang era too much pra Lutz. Muitas pessoas tentando provar que eram as melhores, melhores que os outros, camadas infinitas escondendo inseguranças profundas, e usando toda hostilidade possível para atacar os outros. Muita briga de ideologias diferentes, muitas críticas de puristas e traidores do sangue. Ele geralmente lidava com tudo isso tranquilamente, afinal, ele cresceu nesse meio. Entretanto, às vezes ele só precisava de um momento de paz e silêncio, e um belo cigarro de gillyweed para auxiliar na contemplação do universo.
— As aulas mal começaram e já tem gente começando a terceira guerra bruxa, impressionante. Não que eu esteja criticando de forma muito voraz, é só que… Não precisa de tanto estresse, cara. — Comentou, exalando a fumaça e observando outros fumantes que o rodeavam, visto que estava no fumódramo não oficial da escola. — Tipo, qual foi o último livro que você leu não relacionado a política ou qualquer coisa relativa a isso?
- Isso é um fato, as pessoas por aqui se preocupam muito com detalhes insignificantes, pelo menos na minha opinião, são coisas que não deveriam importar tanto, mas esse sou eu.- ele levou o cigarro aos lábios, gostava daqueles momentos de relaxamento em que não se preocupava com nada de sua grade curricular. Soltou a fumaça devagar, saboreando o momento, não havia pressa. - Eu nunca li livros relacionados a politica Lutz, cresci rodando o mundo, ciganos não se preocupam com isso.
pedroocademeuchip:
— É a aposta mais idiota que eu já perdi na minha vida. — PC murmurou para si mesmo, enquanto usava sua caminha para iluminar o caminho escuro por entre as paredes de pedra. Apostou que umx amigx não conseguiria beber cinco litros de suco de uva seguidos – afinal, quem bebe tanto assim? – mas logo descobriu que sim, a bexiga humana é capaz de aguentar tanto suco assim sem a pessoa borrar as calças. Agora, por causa daquela aposta estúpida, foi forçado a passar uma noite nas Prisões de Durmstrang. Todavia, ouviu um barulho atrás de si, e parou repentinamente, apontando a varinha para quem quer que estivesse vindo. — Não tá muito tarde pra você estar fora da cama desse jeito, não?
- Eu posso dizer o mesmo sobre a sua pessoa.- ele disse apontando a varinha na direção dele afim de ver quem era. Não reconheceu perante a pouca luz que o lumus produzia, mas isso de fato não importava naquela circunstância. nenhum dos dois deveria estar ali
“ —– Nossa, você viu a queda daquele garoto? Foi demasiado estranha, juro. “
Não, estava de facto bastante distraído, mas pela sua cara e reação, acredito que tenha sido como diz.
justcbite:
Após breve verificação das folhas, algo parecia estar faltando. Podia ser apenas impressão, e não seria a primeira vez. Makarios tinha o péssimo costume de perder coisas o tempo todo e isso passava a ideia de descuido. A verdade, no entanto, era que só perdia o que não lhe interessava. Naquela ocasião, resgatou brevemente o relógio entre os livros, sem saber como este havia ido parar ali. Ao ver que outra pessoa lhe observava, a reação foi imediata, desconfiado: ❝ Perdeu algo aqui ou só quer uma foto? Ah, desculpe, isso não seria possível por razões óbvias ❞
Ele engoliu em seco quando repararam que ele estava observando mas culpava apenas sua curiosidade, o outro era um vampiro, que permeava lendas para aqueles que não eram bruxos mas mesmo ele com magia correndo em suas veias ainda os achava muito interessantes. “ Nenhuma coisa nem outra, apenas observando. De qualquer forma não desejo uma foto, você não faz o meu tipo.”
mxrrxgxn:
- Tanto faz. - Bufou em resposta, encerrando o assunto. Conhecendo o imenso ego do menino, ele não descansaria até provar que estava sempre certo e simplesmente não estava com saco para isso. - Pois eu já ouvi de reinos que ruiram pois o soberano não soube segurar bem nenhum dos aspectos. - Rebateu, fazendo um gesto de pouco caso com as mãos. Morrigan era um tanto extrema em suas opiniões e modo de viver e sempre acaba cedendo para um lado mais intenso, devido ao seu hedonismo. Revirou os olhos frente a mais uma das falas presunçosas do garoto, soltando uma risadinha de desprezo depois. Era engraçado como o ego era sempre tão cultuado entre eles e como sempre que podiam, reafirmavam o quanto eram superiores perante os outros. - Não duvido disso, se você estiver empenhado e contanto com o tempo.- Deu uma piscadela para o garoto, ainda mantendo certo sorriso altivo nos lábios. - Achei que a resposta era um tanto óbvia. - Respondeu, olhando com curiosidade para Volkov. - Não entro em uma batalha para cultivar adoradores, mas eles existem mesmo assim. - Deu de ombros, relembrando do próprio pai, que dissera o quanto apreciava seu modo de lutar. - Em batalha sempre ser temida. Sempre.- Completou, divagando para si mesma.
Volkov apoiou o cotovelo na parede de pedra e se reclinou preguiçosamente e embora sua postura parecesse sugerir o contrário, ainda ouvia Morigan com interesse. O esboço de um sorriso surgindo em seu rosto em determinados pontos da conversa. – É, me surpreenderia se fosse o contrário. – Comentou, finalmente escancarando seu sorriso, com os olhos ainda fixos na loira. Ser capitão de Morrigan fez com que aprendesse uma coisa ou outra sobre a garota e ele não precisava ter ouvido aquilo da boca dela para saber que era verdade o que tinha acabado de afirmar. – Talvez uma coisa possa ser conseqüência da outra. – Sugeriu, e seu tom era distante como se estivesse pensando em voz alta. – As pessoas podem gostar de sentir medo e acabar admirando quem inspira esse sentimento nelas. Explicaria porque você tem adoradores mesmo não procurando por eles. – Completou, abanando a mão na direção de Morrigan em um gesto displicente. – Ou talvez ao se associar a uma figura que inspire medo se sintam seguros e acabem adorando a pessoa por conta disso. Algumas religiões são baseadas nisso, certo? Temor e adoração não precisam estar necessariamente desassociados. – Concluiu o raciocínio, mas a expressão pensativa não deixou seu rosto. Temor e adoração andavam juntos desde o início dos tempos, podia citar inúmeros exemplos, mas havia um exemplo mais imediato, um exemplo contemporâneo. Fazia algum tempo que o rapaz não tinha uma conversa tão estimulante, era até engraçado parar para pensar que tinha sido um completo acidente.
angelmerliah:
.⋆☾࿐ ࿔*:・゚ ❣ Merliah manteve a expressão confusa enquanto o ouvia - É? Mas é uma criança, não acho que tenha sido por causa disso. Deve ter sido como uma forma de agradecimento mesmo. - encolheu levemente os ombros preferindo pensar naquilo. Afinal, não via maldade em um gesto meigo como aquele. - Sério? Me leva na próxima? Por favor!
Na verdade ele não fazia ideia nunca havia dado flores a ninguém. - Eu não sei para falar a verdade, então vamos supor que você esteja certa, afinal como um veela deve entender disso muito mais do que eu. - ele deu de ombros focando no pedido dela. - Bem se seus pais não se importarem com você viajando com ciganos.
mxrrxgxn:
- Com tempo quase tudo se resolve, não? - Deu de ombros, minimizando a insinuação dele. Não que achasse que com o tempo cederia aos encantos dele, mas não deixaria a chance de cutucar passar. - Bem, parabéns então. - Meneou a cabeça levemente em sinal de cumprimento, mesmo achando a tal aposta um tanto tola e de fácil percepção do resultado final, levando em conta os envolvidos. Morrigan só não entendi as motivações para tal aposta, a vida dos três deveria estar realmente tediosa para recorrerem a tais artifícios. Mas mais uma vez, era um pensamento que guardaria para si. - Eu escuto bastante coisas.- Disse de forma despretensiosa. - Engraçado que geralmente são coisas positivas ao seu respeito, de mulheres, claro.- Completou, esboçando um sorriso malicioso e lançando um olhar sugestivo, enquanto analisava o menino sem pudores. - Me pergunto se essa é a sua leitura de Maquiavel. - Apontou, sem dar muitas explicações. - Melhor ser amado do que temido. - Continuou falando num suave tom de provocação, mas não demonstrava muito suas reais intenções. Enquanto falava de forma displicente, Morrigan analisava as unhas, vez ou outra lançando um olhar na direção do menino.
Meneou a cabeça negativamente. - Com o tempo tudo se resolve. - Ele acreditava mesmo nisso, sempre acreditou. Não importava por quantos contratempos e provações tivesse que passar era simplesmente característico de Volkov esperar o triunfo no final das contas. E enquanto não tivesse triunfado significava apenas que não tinha acabado ainda. Não importava o quanto a situação lhe estivesse desfavorável, sua cabeça estava sempre pensando nas glórias que o futuro lhe reservava. Seguiu Morrigan com o olhar entre uma tragada e outra de seu cigarro. Se ela esperava que aquela afirmação o fizesse se sentir diminuído, estava indo pelo caminho errado já que tinha causado o efeito contrário, deixando seu ego intacto, ou talvez ainda maior, ouso dizer. - Não vejo porque não tentar conciliar os dois. - Deu de ombros, deixando a fumaça escapar por entre seus lábios enquanto falava. - Já ouvi falar de alguns líderes que chegaram bem perto de ser bem-sucedidos dosando as duas coisas. - Bateu a ponta do cigarro levemente contra a mesa fazendo parte dele se desmanchar em cinzas. - Por outro lado, o homem é ingrato e vê benefícios como um peso, uma dívida, como disse Tacitus uma vez. E talvez Maquiavel estivesse certo e a forma mais eficaz de manter-se no controle seja através do temor. Acredito que seja por uma questão de sobrevivência. -Divagou, sem ter certeza do porquê estava tendo aquela conversa de cunho filosófico com Morrigan Bergfalk, mas por alguma razão, não se importando muito. - Mas estou certo de que sei infligir qualquer um dos dois quando necessário. - Um sorriso presunçoso se formou em seus lábios imaginando que a garota teria uma resposta ferina para aquilo. - Você como uma princesa nórdica, filha de um líder bravo e guerreira quando não está em Durmstrang prefere ser temida ou amada, Bergfalk?
As férias tinham sido revigorantes, Kvothe passou por alguns países da Europa e encontrou alguns rostos que não tinha acesso tanto a conversar e trocar informações em Durmstrang e isso fora deveras interessante mas agora já havia voltado a rotina do instituto e isso trazia junto consigo uma das coisas que mais gostava de praticar e não dava muita atenção nas férias: o quadribol. Era sua paixão, mas em sua vida fora das paredes de pedra da instituição já estava ficando em segundo plano. Com seu tempo em Durmstrang chegando ao fim a Medibruxaria ganhava muita importância deixando assim o sonho de seus parentes paternos de terem outro jogador de quadribol de sucesso na família Volkov. Mas já era hora de movimentar o time de Feuer de volta, e por isso tinha marcado de se encontrar com Claire.
A mulher tinha sido mais uma coisa que o quadribol trouxe de bom pra sua vida, tanto que não se via capaz de passar sem ter a mesma em sua vida, dividia quase tudo com Claire e adorava seus conselhos, ela era divertida, ousada, independente, e sua co-capitã, não via outra pessoa para dividir a responsabilidade de lidar com um time sem ser ela.Sem falar no talento natural que ela possuía. Sem pensar muito atravessou o campo para ir ao seu encontro. Daquela vez a mesma tinha chegado ao local primeiro que ele, de forma inédita. Ao fita-la porém poderia ter dito qualquer coisa, mas preferiu tirar uma duvida que corroía por dentro desde que ouvirá a voz misteriosa no alto falante da instituição. - Foi você não foi Claire?!- era mais uma afirmação do que uma pergunta.
@clairelandvik
mxrrxgxn:
Franziu o cenho ao observar de forma mais analítica o garoto a sua frente, podia estar enganada, mas parecia que ele procurava encontrar palavras para lhe responder. E tal pensamento fez um sorriso curioso nascer nos lábios de Morrigan, afinal sempre tivera Volkov como alguém com respostas prontas para tudo. Pegou uma mecha do cabelo e ficou brincando, levantando os olhos somente quando voltou a ouvir a voz do garoto. - Entendo. - Respondeu, sem estender demais a conversa, já que não iria levá-los a lugar algum. Ele não iria falar e ela não iria insistir. - Obrigada. - Falou de forma polida e esticou o braço e pegou o cigarro, sacando a varinha do bolso e acendendo o mesmo. - Entre essas coisas que você precisa pensar. - Começou, dando uma pausa para soltar a fumaça. - Inclui mais apostas ou festinhas destrutivas? - Perguntou exibindo um sorriso divertido. - Por que eu poderia usufruir de alguma diversão assim. - Falou, jogando a cabeça para trás e gargalhando. Ficou quieta por alguns instantes, dando atenção para o cigarro em seus dedos, não era fã de tal hábito, mas as vezes servia como alívio ou algo para relaxar. - Mas o que foi aquilo tudo? - Questionou, fitando-o intensamente, como se esperasse alguma resposta através das reações dele. - Se quiser compartilhar, claro. - Acrescentou em tom mais debochado, revirando os olhos. Não era do tipo fofoqueira, nem nunca fora fo tipo de ter interesse nas coisas alheias, mas como presenciara toda a confusão, era inevitável ter certa curiosidade a respeito dos fatos, mesmo assim se Volkov viera com alguma resposta atravessada - o que não seria surpresa- não faria grande caso, já estavam ali mesmo, que mal teria ter alguma conversa civilizada?!
Deu uma longa tragada, deixando a fumaça preencher seus pulmões antes de exala-la pela boca lentamente. A menção dos acontecimentos recentes fez com que voltasse sua atenção para a garota e risse junto dela, quase sem emitir som algum. - Foi algo pra me distrair. - Deu de ombros, mantendo o tom casual enquanto seu rosto voltava a assumir a expressão displicente que lhe era habitual. - Por que o interesse repentino? - Inquiriu, arqueando uma sobrancelha, com um sorriso zombeteiro no canto dos lábios como se insinuasse alguma coisa. Afinal, Morrigan nunca fora de dirigir-lhe palavras além do essencial, até a presença do clã em Uppsla. - Vontade de apostar alguma coisa comigo? Tenho certeza de que você…“poderia usufruir de alguma diversão assim”. - Repetiu as palavras que Morigan tinha dito ainda a pouco sem esconder o quê de malícia em seu tom enquanto gesticulava suavemente, balançando o cigarro entre os dedos antes de levá-lo a boca para mais uma tragada.
angelmerliah:
.⋆☾࿐ ࿔*:・゚ ❣ As orbes esverdeadas da sextanista se voltaram para o rapaz, o ouvindo e deixou a expressão de confusão no rosto deixando claro que não entendera nada da frase dele. - Como assim adiantado? Eu não entendi… foi só uma rosa, porque eu fui gentil com ele, então ele só quis retribuir. Foi fofinho. - abriu um sorriso meigo pegando o mini coelho com cuidado e o colocou no colo delicadamente. - Mas me diga, como você está Kvothe?
As vezes ele que estava sendo maldoso demais ou Merliah muito inocente, mas a meio veela certamente compreendia a reação que causava nas pessoas ela não era indiferente a isso. - Talvez tenha sido a compulsão que seu charme cauda, ou eu que esteja sendo um pouco maldoso demais. - Kvothe com certeza não daria rosas a toa a uma menina. - Muito bem, andei muito pela europa com o clã nessas férias, foi bem interessante.
mxrrxgxn:
O sorriso de Morrigan aumentou, quase transformando-se em uma gargalhada. - Tá tão na cara assim ? - Respondeu, usando falsamente um tom de voz mais inocente, revirando os olhos em seguida e soltando uma baixa risada de deboche. - Mas já que nos encontramos você me pode ser útil. - Comentou, mas mais para si mesma do que para ele. - Meu álibi. - Verbalizara o que já havia pensado antes, inclinando-se na direção do menino e bagunçando os cabelos dele com uma das mãos, totalmente alheia ao fato dele apreciar tal gesto ou não. - E qual a sua desculpa? - Perguntou, não que tivesse real vontade de saber algo dele, mas já estavam ali mesmo, não custava nada puxar conversa atoa. - Já que a minha era obviamente te encontrar. - Falou, balançando a cabeça e sorrindo como se o fato fosse absurdo.
Você vai ter que especificar isso aí porque eu consigo pensar em várias maneiras de lhe ser útil. - Comentou, com um sorriso sugestivo, e riu ao notar aonde a garota queria chegar. - Álibi, huh? - Repetiu, arqueando uma sobrancelha e rindo baixo. De fato parecia o tipo de coisa que se poderia esperar de Morrigan, mas ele não estava preocupado. - Minha desculpa…-Balbuciou, pensando alto, quase como se ponderasse a respeito. Estava procurando um lugar tranquilo para fumar, é claro. Mas era só aquilo? Tinha muita coisa na sua cabeça nas últimas semanas e dificilmente encontrava tempo para estar a sós com seus pensamentos, que era algo que sempre apreciou imensamente. Precisava aproveitar os raros momentos que havia tranquilidade nos corredores do castelo e coincidentemente - ou não - a oportunidade que tinha para fazer isso era durante o horário das aulas. Mas por que compartilhar isso com Morrigan? - Tô dando um tempo das pessoas. - Deu de ombros, como se fosse óbvio e puxou o maço de cigarros do bolso das vestes. -Preciso pensar em coisas mais importantes. - Acrescentou, levando um cigarro aos lábios e segurando-o entre os dentes antes de oferecer o maço na direção de Morrigan. - Quer?
.⋆☾࿐ ࿔*:・゚ ❣ Merliah estava saindo das aulas da tarde tendo uma rosa consigo que havia ganho de um calouro (coisa que achara incrivelmente fofa), acabando por caminhar calmamente entre os alunos até os jardins e aproveitar as ultimas horas de claridade sentando-se no jardim. A veela colocou as coisas na grama, tirando o animalzinho de estimação do espacinho dele na bolsa e acabou por colocá-lo para pular um pouco, os olhos verdes acompanhando com atenção o coelhinho. Estava tão entretida olhando aquela coisinha branca pulando perto da dona que mal notou a voz ao seu lado, não captando num primeiro momento o que lhe fora perguntado acreditando que devia ter sido sobre a rosa ao seu lado. - O quê? Ah, eu ganhei de um calouro, achei uma fofura o gesto.
Kvothe franziu o cenho pela menina ter ganho uma rosa de uma criança de onze anos, com essa idade o que ele fazia era correr descalço pelo clã, claro que quando entrou em Durmstrang sua sede por aprender o levou a ficar muito tempo na biblioteca mas ele nunca que com essa idade daria uma rosa a uma menina mais velha. Talvez as prioridades do menino estivessem trocadas mas tinha que concordar que foi um gesto realmente fofo. - Uma fofura realmente é, não tem como discordar disso. Adiantado ele não, com essa idade eu só queria saber da biblioteca do instituto.
mxrrxgxn:
Pouco após ouvir a voz e a pergunta, Morrigan apoiou-se em uma das paredes prendeu a respiração e apertou os dedos uns nos outros, sentiu os músculos relaxarem ao ver que ele apenas perguntou sobre a viagem, contudo continuou em silêncio, ameaçou ir em sua direção, mas novamente ouviu passos, mas dessa vez mais pesados e arrastados, esperou que a pessoa passasse. Droga, pensou. Se afastou da parede com delicadeza e caminhou até o menino, tocando gentilmente no ombro do mesmo, de forma a abrir espaço, para que pudesse se colocar entre ele e a parede ao seu lado. Depois de se acomodar, virou e fitou o Volkov, com um sorriso curioso nos lábios. - Perdido, Kvothe? - Perguntou, ainda sorrindo. Diferente dos demais companheiros de casa, gostava de chamar as pessoas pelo primeiro nome, dando um toque de intimidade que muitos não apreciavam. Ainda fitava o garoto esperando sua resposta. - Sim, idêntica a viagem que faço todos os anos. Nenhuma novidade.
O rapaz se sobressaltou com o toque da garota em seu ombro, simplesmente não era do seu feitio, mas sua cabeça andava longe há alguns dias, ainda que ele não soubesse dizer ao certo o porquê. Pôs-se a estipular quais poderiam ser os motivos e mais uma vez se encontrou desatento, entregue a milhões de pensamentos a um só tempo sem focar em nenhum específico até que resolveu que não era hora de lidar com aquilo e direcionou sua atenção à figura familiar a sua frente. - Na verdade não, Bergfalk. Estava planejando passar o dia com você. - Respondeu, com um sorriso zombeteiro. - Me esperando? - Indagou, usando o mesmo tom sarcástico.
@mxrrxgxn
Kvothe tinha assistido a uma parte da seleção mas confessava que já não levava jeito para isso, havia se tornado entediante depois de treze anos. Caminhou pelo local em busca de um local suficientemente vazio para que ele pudesse fumar sem ser incomodado. O que parecia impossível em todas as áreas que percorreu até achar aquele lugar específico que costumava ser frequentado por aqueles que não queriam ver a seleção. Puxou o maço de cigarros do bolso das vestes e estava prestes a levá-lo a boca quando ouviu, ao longe - ou talvez não tão longe assim - o som familiar de passos. levantou as orbes para dar de cara com a loira, Morrigan uma das artilheiras da Feuer. Havia estado em Uppsala nas férias com seu clã e havia sido uma experiencia muito interessante visitar o povoado secreto bruxo de gamla uppsala, principalmente por que não fazia ideia de que a chaser era filha de um líder, a imagem que tinha na cabeça ao que dizia respeito a loira que entrava em seu campo de visão sempre seriam mais bonitas se se lembra-se dela com as pinturas sobre a pele alva iluminada pelos archotes do templo de Freir. - Morrigan ... fez boa viagem?