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“Não haveria razão o ato de excluir tais de famílias, casas, ou linhagens sucessoras” Disse suave enquanto apoiava-se no móvel, na postura relaxada e desdenhosa piedmontesa ax outrx “Bastardos são nascidos da paixão. Por que os excluiríamos? Indecorosa ação, como gosta de dizer, em meu país seria a chacina de povos inocentes e despreparados ou até a segregação pela simples cor do líquido que lhe percorre… Tais ações tão…. Primitivas, sim?” Conclui sem mascarar a crítica, sendo a última palavra preferida, aquela que era utilizada quando a definição de sua nação era feita por outros olhos. Mesmo com a provocação feita, a princesa continuava em seus passos calmos e traiçoeiros, características que lhe trouxera de casa.
“Peço perdão por qualquer coisa que posso ter feito, realmente não prestei atenção e tenho consciência de que isso é errado. Novamente, peço desculpas, embora eu ainda não saiba o que fiz de errado.”
“Não tem consciência de nada”’ Disse em alto em um sotaque forte, dessa vez, com o riso piedmontes malicioso dançando entre os lábios, em suas faculdades, sabia que a tal não e nunca sabia o que realmente havia feito de errado, apenas aprendera a repetir terríveis afirmações de nobres e reis nauseantes. “Nunca.” Murmurou a princesa em timbre tão sério como nunca visto “Nunca trate de abaixar a cabeça? Entendeu?” Dado o conselho, praticante a ordem, com o andar arrastado e despreocupado piedmontes, aproximou-se da outra sem algum poder, deslocando o dedo indicador, tal adornado com diversos anéis assim como o resto da mão, ao queixo da morena, o levantando em uma tentativa de observar sua feição, sem alguma demonstra de acanhamento ou dúvidas em suas ações. “De onde eu venho há um grande simbolismo para tal coisa.” Continuo a princesa, depois de certo tempo inerte à frente da outra, voltará a caminhar desleixada pelo cômodo, em busca do copo de whiskey “Se abaixar a cabeça da a brecha para eles a cortarem.” Continuo em fala mansa, brincando em jocosidade com a chama da vela entre os dedos delicados, e sorriso debochado entre os lábios. “Nunca a nada a realmente desculpar-se, meu amor.” Terminou bebericando o destilado abrindo a frase em sentindo imensos e subentendidos. “Vamos, sente-se, lhe faça um drinque, sim?”Disse enquanto aninhava-se em uma cadeira, única que recebia o singular raio de sol “Ora, está droga de pais é frio assim o ano inteiro?”
Daenerys Targaryen meme + (2/7) quotes ► “I am not your little princess.”
*.:。♦ ⋅ ⋆ “—Eu não quero ser indiscreta, mas eu acho que alguém daquela mesa ali soltou uma flatulência nada agradável. Que horror! Nem pra avisar.”
Bem, acredito que aquele é feito de carne e osso, não? Com água, e sangue, e, bem, gases. O que, é, nada agradável, seria nossa conversa pelas necessidade natural do homem. É como se a outra murmurasse por sua necessidade de comer, vê? Não faz tanto sentido.
“—— Óh, não me atrapalha em absoluto queridx! Diga-me: No que posso ajudá-lx?”
“Ora, não? Que pena visto que esse era o meu objetivo.” A princesa apareceu a porta do comodo da outra, com o riso desleixado devido a zombaria “ It is really good to see you again, Visenya....” Continuou, agora, o tão séria como poderia, porém, é claro, com a postura relaxada e vadia natural, e, com o fiel cálice de álcool entre as mãos, enquanto introduzia-se aos aposentos sem algum pudor. “Apenas vim agradecer. Sua recepção ao meu povo fez-se aceitável, e isso é algo notável, já que alguns não são familiarizados com Norta, mesmo que ainda insista em alguns termos e costumes... desinteressantes, sou extremamente grata” Kosen falava tais palavras com extrema veracidade e penhoramento, não havia nada mais importante a si do que seu povo, fazendo para que este tal, sentissem-se recebidos, mesmo que os próprios realmente não ligassem aos idealísticos do povo de Norta sobre si. “Recepção amistosa, qual, aparentemente foi diferente da população inteira de Norta, e de Aegor, e, do segundo herdeiro, claro, não que esperasse que o homem no poder tratasse com amistosidade os diferentes, tendo em vista, bem, Norta, ou que o seu filho seguisse algo diferente. Bem já que perguntou, poderia contatar seu pai para mim, sim? Precisamos colocar certos assuntos em dia, e aparentemente Piedmont não é de seu mais rápido interesse.” Concluiu o tom com sotaque, alfinetando claramente a realeza elitista do país, séria, como em uma da poucas vezes, porém, em uma postura desleixada e não disposta a perda de amical com Visenya.
We piedmontish
are HOT-BLOODED people,
...quick to anger s l o w to forgive
Only three leagues of coast road divided Piedmont from the Prince State, yet they were two different worlds. The children of sun frolicked naked in the river, music played in tiled courtyards, and the air was sharp with the smell of lemons and blood oranges.
O espumante translucido assentava acima do prateado da bandeja tilintava de forma dissonante, e a figura, justo aquela tão subalterna quanto Akemi, os olhos rasgados de tom acastanhado cederam à necessidade de dispor acalento, até mesmo sorriso fora inserto ao contexto, tornando do semblante acolhedor àquela criatura; ao aceitar a inexorável conseguinte oferta, um aceno com a parte frontal do crânio, em reverência. Gostaria de partilhar o brinde de sabor aguardente com aquela estranha, que de fato era mais familiar que quaisquer uma das demais entidades, mesmo que jamais tivessem obtido contato prévio. A sensação de empatia ao congênere não foi diferente quando este ruiu, a menina, não muito mais nova que ela, tiritou a musculatura braçal frente a quem diz transluzir ouro puro, mas não passa de puro azedume. ——— E uma vez que é feito o que lhe é exigido, definha a liberdade de exercer o que deseja. ——— Murmurou, referindo-se a postura infeliz que a menina deveria tomar de acordo com o decoro exigido, ela entretanto, interveio. ——— Come here kid I’ll help you.
Os palmos direcionaram-se aos cacos e com um punhado de concentração e o movimentar dos dígitos, fez-se amontoado de vidro, sem sequer um toque. Se lhe era válida certa dose de dignidade, que partilhasse. Trocou rápido olhar com sua semelhante, piscando à ela para atenuar a tensão dos olharem nelas sobrepostos, ao finalizar ergueu-se de supetão, agora ela criando seguimento a cadeia de deslizes, em seu caso, todavia, não era algo que consternasse. ——— Precisa de algo? ——— Olhar severo fora posto a figura a frente.
Mesmo ulteriormente nímio tempo após o ocorrido, o riso sestroso ainda abrigava-se no semblante da princesa, o andar e porte depravado libertino, natural, apesar da fisionomia caótica, lhe rendiam murmúrios sobre o corredor. Seu espirito beligerante deleitava-se perduravelmente entre as frestas prateadas e cálidas que espalhavam-se pelos braços e rosto, infinitesimal cortes que lhe apetecia infinitamente. O prata lhe escorrendo pela cútis de sua bochecha, ou até mesmo manchando-lhe o vestido, eram, de certa forma, orgulho para si. Não que Kosen fosse a tal nômade infrene da antediluviana Piedmont. Seu temperamento, era, de certo iminente, mas não a qualquer persona que fosse. Piedmonteses, por mais que bélicos escorpiões, eram, a cima de tudo justos. Era de mal feito, na nação, expor meninas a um concurso em prol a diversão do rei, de extremo desgosto a marginalização de bastardos ou vermelhos, de conduta molesta dissimulada. Piedmonteses eclodiam libertinos e indomáveis por qualquer ritual de mascaragem social chulo e eram escrachados por sociedades tais quais afogadas no fel da hipocrisia. O ato que lhe rendera cortes justamente salientava o amago da nação a mais fidedigna do talhe. Algum dentre mil ascosos prateados pertencentes a Norta antepunha a violência barata a frente de Kosen, essa qual seria aceita de bom grado a outra se não pela vítima. A franzina persona já pávida, encolhia-se sobre sombras inutilizáveis a ela, tendo de defronta o nobre nortense iroso a si, este que a arrojava vigorosamente contra paredes devido ao destilado variegando o chão. Ato, aquele, que escumara a prata quente e borbulhante em seu ser, que rigorosamente impedira o próximo passo do outro pelo movimento de pressão em seu braço mal-feitor pela rapidez da sacada da adaga dourada, adornada com escorpiões pregada na cútis do outro. Manifestamente, Kosen tinha a punjança de finar com tudo ali, rasgando-lhe o tecido, ou simplesmente ter livrado o homem. Mas afinal, qual seria a graça? Dado o tempo da fuga da menor, o semblante jocoso situou-se em sua expressão. Aquela era uma de pouquíssimas oportunidades de troça na corte nortense, se não fosse o quarto de alguns e algumas alheixs, nada, obviamente comparado as de Piedmont. Altas injurias a si, ao seu país e até mesmo seu gênero foram trazidos, Kosen até mesmo acha que ouviu algum motejo sobre cavalos e mulheres Piedmontesas, onde riu com desdém e fastio. Ao começo, a morena deixara o outro lhe acertar com movimentos de espada atrapalhados, rendendo-lhe cortes superficiais, tentando recuperar o sentimento colero bélico, e, apenas acabando com sua paciência inexistente em tal brincadeira de criança, atingindo rápida e facilmente a garganta do homem, não a cortando-lhe. Uma lição das aulas de etiqueta de Norta, homicídios em meio a corte era de considerado mal-gosto. “Pink little men need to beat up girls to feel strong?” Indagou, em timbre bronco, pressionando levemente a pequena adaga ao pescoço do outro, observando o liquido prata viscoso sair em minima quantidade. Assim que largado o corpo suado do outro, Kosen dirigia-se a procura da menor, lhe encontrando segura a outro ser. Não respondida a pergunta da mesma, a princesa passou pela aquela, brincando com o fogo da vela do corredor em sua fratura, sentindo falta da dor dos cortes bem feitos e profundo, e, ajoelhando-se a frente da mais nova “Minhas costas coçam.” disse em tom sério, mas claramente não o pretendendo “Make me the least of your worries.” Murmurou a mais velha em certa tentativa de voz baixa, tal qual não era de seu costume, afinal, aquele, em norta, devido a seu sotaque, lhe rendia cólera ao que não a entendesse, sem tirar os olhos da outra “Ela vai ficar bem, sim?”
A já famígera postura libertina e relaxada de Piedmont abrigava-se em Kosen enquanto a própria já carregava o sorriso devasso do lar. Traços quais nunca testemunhou-se sem desde de sua gênesis, e os descortinavam com a vanglória Piedmontesa que a acompanhava ao caminhar dentre paredes da corte, unida, não a presença maçante das devotas enfadonhas damas de companhia que Norta a outorgava, talvez pela própria irritação entediante com as moças, mas pelo sobejo divertido e prazenteiro destilado em um copo de vidro a mão. O andar vagaroso da princesa flertava tanto com o desleixo, como ao brio do porte, qual este, incriminava sua nacionalidade quase tanto quanto as vestes. Deambulava-se pela construção sem tal verdadeira acepção, mas com os pensamento em margem de esperança do prazer, visivelmente inexistente pela corte de Norta. Malgrado, suas faculdades conseguiam notar o vozerio baixo em sua direção. Tal ato que lhe apetecia o impeto coléro prazeroso e nacionalista. As duas personas masculinas lhe encaravam sem o véu do pudor, desdenhando não só o seu ser, como sua pátria. Sem a mudança de postura mas com o ferver da prata, Kosen avançou lentamente a mesa dos tais, passando as mão delicadas porém calejadas devido aos empunho de materiais bélicos, entre a chama de uma vela. “Perdoem-me por encarar, não avisto muito nortenses de onde venho.” Comentou com o eminente sotaque e voz jocosa, seguido da risada ecoosa que emanava a indômita raiva assim que a resposta intratável do nobre dançou em seu ouvido, acrescendo a tense entre a princesa e os dois homens, algo que ansiava desde sua chegada. O riso interrompido deu lugar a voz explosiva em um breve momento “Vocês não gostam do cheiro. I see.” Continuou, com o esbravejamento tão momento como a própria explosão, a mais fundo que o conciliabulo desenvolvia-se, Kosen sentia o cheiro do liquido viscoso e prateado fervilhar, ebulindo por suas veias, o sentido queimar quando com seu resto de longanimidade, esta curta demais até Piedmonteses, dando inicio ao fino fio a explosão belicosa “Vocês sabem por que o mundo odeia Norta?” Continuou com a expressão nula prazerosa, porem voz esbravejante “Your golds and false greatness dragons, and gold dragons.” A distancia dos corpos subtraia rapidamente aos avanços largos de Kosen “Acham que lhe fazem melhores que todos. Se me permitisse lhe contar um segredo lhe diria que não é um leão dourado. You are a just a pink little man who is far to slow on the draw.”
O grande momento de silêncio entre os corpos, tal qual de Kosen fervia pela simples conjecturamento da externação dos instintos e de ferir escorias como tais. O tempo quieto lhe deu o perfeito tempo a empunhar o punhal de família por baixo da mesa. A explosão eminente sucedeu ao ato óbvio do outro em uma tentativa rápida de alcançar a espada para algum duelo entediante com a garota, Kosen o impediu lhe apunhalando a mão com a adaga dourada, prendendo-o a mesa, seguida de um grande sorriso a seguir e a fixação de olhos ao outro oponente que mexia a bainha da espada sobre os gritos do amigo "Espadas longas são péssimas opções em locais fechados." Vociferou entre dentes, finalmente divertindo-se "Quando eu retirar a faca, seu amigo sangrara, muito. Há tantas veias no pulso. Ele viverá. Se conseguir chamar ajuda imediatamente. Então..." Com a lamina cravada em pele do homem, e madeira da mesa, Kosen ainda sustentou um demorado olhar audaz ao outro, com a sinfonia de bramidos da outra escória, sendo o contato interrompido apenas pela voz incerta atrás de si. A retirada da adaga, não tão lépida como transpou, aumentou o timbre do guincho do outro, agora livre e fujão. Quando finalmente a sós com o irreconhecivel ser, Kosen concentreou-se no prata viscoso de sua lâmina “Oh, those hotblooded, they are really a desgrace.” Reproduziu, com o irônico e pesaroso tom, o que tanto ouvira falar sobre si, já antecipando o julgamento do outro. Algo que Kosen não acreditasse muito no tal, devido aos avisos que correram pela corte quando Piedmonteses chegaram ao Queenstrial, ou até mesmo, da-se a importância, afinal, Piedmont nunca havia de ter explorado pequenas garotas para a diversão de um menino mimado.
reign meme — my favorite dresses [47/∞]
► Lady Kenna - for King and country
Cândida beleza etérea sob a luz do sol escondia as escamas frias que recobriam todo o cerne feminino. As cores feriam-lhe as íris treinadas e o excesso de brilho não apetecia-lhe a visão. Todavia, um sorriso airoso brincava nos lábios ofídicos de Dara. Seus olhos pairaram sobre as mesas lotadas de prateados e em seu interior um breve nojo compadeceu-se, mas sem estragar-lhe a expressão quase ingênua. O carcoma era cancerígeno nas células que compunham a elite que ela própria fazia-se representante. Todavia, seu veneno era como um antídoto para a devassidão: a vingança corroía-lhe, mas não corroía-lhe o vício da gula com o fazia com os senhores ali sentados. Sentar-se-ia com as jovens, exposta para a realeza que tornava-se um júri. O objetivo era ser notada por eles, mas não de maneira negativa. Expor-se em totalidade também não lhe era inteligente, mas genuinidade seria um ponto em seu favor. Jazia, então, presa ao seu cárcere - uma cadeira -. Por breves momentos seus olhos conduziam-se para aqueles de cerne deteriorado, os próprios Calore, e sentia-se impelida a rasgá-los com suas unhas, mantendo a mesma expressão de polidez em sua face virginal. Em seguida, seus olhos pousaram na mesa bem arrumada, cada talher em seu devido local e várias comidas intocadas pelas damas, tornando-se pensativa. — A harmonia oriunda da presença entre vermelho e prateados no presente dia apetece-me, verdadeiramente. Ah, se em todos os momentos a verdade pudesse ser a existente aqui. — Comentou enquanto as íris azuladas encaravam o cristal preenchido com espumante entre seus dedos esguios. Passou-os pela borda do vidro, o som oriundo do movimento era análogo ao som do mover de anjos, se tais seres existissem. —Todavia, perdoe-me pela curiosidade, mas é apenas um pensamento que ocorreu-me enquanto estavas em silêncio. Caso o reino estivesse em declínio… Caso alguma catástrofe acontecesse e você pudesse salvar um único ser, quem salvarias? Mais uma vez perdoe-me, o som do cristal trouxe-me devaneios irreais. —
Os devaneios da outra não poderiam ter ido a lugar tão nefasto. Tal imaginação lhe falhava a lugares como aqueles. Não era de sobremodo, Kosen a enfastiação do local. Sabia que o modo que sua perícia passara não havia sobremodos, como exprimiam em sussurros. A princesa havia nascido de nada menos que a impetuosa liberdade, a virtude dos instinto, então, deveria ela regozijar-se a entendiantes convenções mascaradas, cheias de torpes etiquetas nortenses? Ações como as tais não eram de seu fetiche. A menina repousava-se ao lado do Calore preferido que lhe nomenclava de irmão. Baelor ainda com sua natureza, tal qual a menina havia se apaixonado, longe do sentindo romântico, e sim, do ser crú do irmão postiço, este, o único que lhe proporcionava o gozo jocoso na corte. Os dois dividam um copo com o destilado ardente favorito. Sempre sentira falta de tais momentos com o irmão, mesmo que ansiasse mais pelo caos bélico amaestrado pelos dois, deleitava-se em conversas de cunho amotinador e indiscreto demasiado a Norta. Momentos depois o Calore retirou-se relutante para famigeradas aparições de poder da família, aquela que desprezava se não fosse Baelor, deixando a herdeira de Piedmont a esmo, deambulando-se pelo salão, flertando com senhores e senhoras, e com a mesa dos nobres. Que pela rápida aula sobre etiqueta nortense que lhe foi a aplicada para jogos de politicagem, era ótimo pra tal feito, mas péssima por sua sanidade e diversão. Relutante, Kosen tomou o lugar, ainda com o copo de Baelor entres os dedos enquanto sentia a podridão de seu corpo pelo fastio de conversas com nobres, até certa voz destacar-se “Ora, não lhe culpo. Vejo quem em lugares como estes, onde tudo resume-se a ouvir o tilintar dos talheres e ver a tinta secar, devaneios como os seus me parecem… saudáveis.” Disse com o sotaque forte de seu país, tanto quando sua postura e timbre de voz relaxados, característicos de Piedmont. A morena bebericou novamente o líquido com certo medo de sua extinção, enquanto pensava “Ora, primeiramente, tal fato, seria execravelmente pesaroso a nação amada, e seus aliados, claro.” Mentiu, se tal terra se auto-destruir a compraria uma grande férias e alegria a seu povo. Seu único e mais claro desejo. “Como uma princesa, claro.” Ponderou “Faria de tudo para salvar o povo, vermelhos, principalmente.” Tal alegação era de extrema veracidade, Kosen havia criado um laço com qualquer ser injustiçado em Norta ou em qualquer canto, mesmo sendo, os vermelhos, tratados igualmente em sua nação. “Minha mania de burlar regras sempre reaparece, hun? Se apenas o único ser fosse salvo faria do tal meu irmão, Baelor Calore.” disse sem esforços, outra verdade. A postura relaxada e debochada fazia-se por si, a menina ser a indicava como Piedmontesa mais do que suas vestes. “Ora, que falta de educação.” Outra lição da etiqueta de Norta, sempre que a burlar uses as tais palavras mágicas, não que Kosen realmente ligasse. “Sou Kosen DeLeon Astarot, da casa do mesmo último, filha de Piedmont.” Continuou com o agora, sotaque “Baelor é postiço.”