Olá! Sou nova nesse negócio de RPGear em tumblrs, e queria saber como que funciona e como eu posso enviar/reservar minha ficha para vocês?
Que amorzinho! Bem, pode parecer um pouquinho complicado no começo, mas com o tempo acaba se acostumando.
É assim: primeiro, você envia a aplicação aqui (é só clicar por cima da palavra), pela submit. Ás vezes o tumblr é danadinho e impede que recebemos a ficha, por tanto é bom chamar a gente no chat caso isso aconteça. Se quiser reservar um fc, é só mandar uma ask fora do anônimo avisando qual será o ator/cantor que vai usar como personagem. Depois que a sua ficha for aceita, vamos pedir para que envie o tumblr do personagem. Ou seja, precisa fazer um tumblr especialmente para o seu char, colocar o theme que acha melhor e arrumá-lo como quiser. Bem, depois que tudo isso for feito, poderá entrar na tag do tinstarter, aonde todos os personagem postam um início de chat, iniciando uma conversa livre para qualquer player do rpg responder.
Se tiver alguma dúvida ou precisar de ajuda na ficha, por favor, envie uma outra ask ou chame no chat perguntando o que quiser, irei ensinar direitinho tudo que precisa saber. ❥
Nascido em Atlanta, Estados Unidos, Mikael Griffiths é um senior do ensino médio de dezoito anos e faz parte do Clube de Street Dance e de Judô (capitão). Os alunos do Thomson Institute dizem que ele se parece muito com Ten Chittaphon Leechaiyapornkul.
personality
+ amigável, perseverante
- rancoroso, imprevisível
early life
Nascido em Atlanta, nos Estados Unidos, raras são as pessoas que adivinham a nacionalidade de Mikael, visto que a rara beleza proveniente da herança étnica tailandesa se sobressai. Durante muitos anos o rapaz corrigiu todos que afirmavam sua pureza tailandesa, alegando ter sangue americano do pai. Mal sabia ele naquela época que, na realidade, não possuía sequer um único resquício de DNA daquele “pai” que pensou ser seu biológico por tanto tempo. Durante muitos anos a mãe e o padrasto esconderam o fato de que a paternidade dos gêmeos não era do atual marido da mulher, e sim de um funcionário da empresa tailandesa onde a matriarca era CEO antes de se casar com o atual marido, também dono de uma empresa.
Depois de certo tempo casados, a rotina pesada dos negócios afastou-os, ocasionando uma traição por parte da mãe dos gêmeos, de uma de suas viagens dos Estados Unidos até a Tailândia. Obviamente que o padrasto de Mikael sentiu-se magoado, mas preferindo priorizar uma boa imagem para ambos, aceitou de mau gosto as crianças, que mal observou o crescimento e pouco se importava com o que faziam, estava ocupado demais mimando seu filho verdadeiro com a esposa para se lembrar dos bastardos que só lhe traziam más lembranças. Assim sendo, Mikael e Mikaela cresceram com bastante liberdade, tudo o que queriam e nem um pouco de amor paterno. Não era nada que pudesse ser considerado insuportável, mas ainda assim isso afetou muito o emocional do rapaz.
Aos poucos Mikael se acostumou com a ideia de que não teria o carinho do suposto progenitor, e no lugar de se tornar só mais um menino rico, arrogante e mimado, passou a sorrir e ser amigável com todos com que convivia no intuito de suprir toda a solidão e carência de atenção que suportava desde a infância. Por mais que odiasse, era esperançoso e perseverante demais para o próprio bem, acreditava que um dia seria recompensado por toda aquela falta de afeto. Infelizmente ainda assim era perseguido constantemente pelo vazio em seu peito, que costumava esconder com ações contrárias às de uma pessoa tão amargurada quanto realmente era.
Os momentos de felicidade que possuía eram praticamente todos originados da dança que praticava desde bem jovem, sendo também o que mais unia os gêmeos, cuja relação era caótica e cheia de desentendimentos. Não que isso fosse de todo ruim. A gêmea sempre foi a pessoa mais próxima de si, e sentia que não precisavam de demonstrações de afeto para provar que se amavam. As coisas funcionavam bem daquele jeito bagunçado. Foi na entrada do ensino médio que a vida entediante e melancólica de Mikael mudou. Era um ambiente muito diferente do anterior e estava completamente cego pelas oportunidades que teria naquela nova fase. Passou por sua primeira festa, por seu primeiro beijo e por muitas “primeiras” coisas que nunca havia feito antes.
A euforia servia como um entorpecente para a sua realidade fria em casa, e, mais do que nunca queria conhecer pessoas novas e fazer amigos de verdade. Fazer tudo o que qualquer adolescente quebrado quer fazer, numa busca cega pela felicidade. Infelizmente, foi justamente durante seu sophomore year que a realidade lhe caiu nas costas, quando descobriu a verdadeira identidade. Se lembra vividamente de estar voltando de madrugada para casa junto da irmã, após saírem de uma das inúmeras festas que já havia ido naquele ano, apenas para presenciar uma briga da mãe com o padrasto, este que naquele exato momento descobriu não ser seu pai biológico. Tudo foi muito rápido. Estavam escondidos quando a confissão saiu bruscamente dos lábios da mãe. E então seguiu-se pelo escândalo da irmã. Pelo susto dos responsáveis. Pelos gritos que perduraram por muito tempo, enquanto continuava estático e tentando processar o ocorrido.
A partir desse dia e por muito tempo as coisas se tornaram ainda mais infernais, e apesar de magoado, tudo o que fez foi fingir que não se importava e atiçar ainda mais os desentendimentos que ocorriam na casa. Incapaz de suportar o caos que se tornou sua própria casa, o padrasto dos gêmeos não demorou muito para mandá-los para longe e finalmente se ver livre do incômodo. Por mais que isso apenas contribuísse para toda a mágoa que o adolescente sentia, foi bom para Mikael se ver livre daquele ambiente tóxico, era uma oportunidade de tentar recomeçar. As coisas no Instituto não são muito diferentes de sua realidade anterior, sempre foi um rapaz positivo, alegre, falante e enérgico, mas agora carrega ainda mais amargura dento de si, perdeu muito de sua capacidade de confiar nas pessoas, mas ainda assim prefere mantê-las por perto o quanto pode.
Nascida em Jeju, Coréia do Sul, Yujin Park (Ariel) é uma estudante de Direito de vinte e dois anos e faz parte do Clube do Coral (co-capitã) e do Clube de Pintura. Os alunos do Thomson Institute dizem que ela se parece muito com Son Seunghwan.
personality
+ carismática, inteligente
- oportunista, mesquinha
early life
Nascida em Jeju Island, Yujin viveu durante cinco anos no local, sob os cuidados dos pais comerciantes que utilizavam de sua beleza para atrair clientes e vender suas mercadorias. E sendo essa uma vida inconstante, logo tiveram que se mudar para Seul, na busca de mais oportunidades. Yujin não tardou a fazer amigos na nova cidade, sempre fora uma criança bastante amigável e muito sorridente então era fácil que atraísse a atenção tanto de adultos quanto de crianças com suas brincadeirinhas inocentes e sua gargalhada contagiante. Tanto que, três anos depois quando seus pais viram uma oportunidade imperdível de aumentar sua verba se deslocando do Oriente até o Ocidente do planeta, com muita tristeza, a menina precisou dizer adeus aos amiguinhos e encarar uma vida nova, marcada por um choque cultural inicial, e a descoberta de muitas coisas novas ao longo dos anos. Os pais de Yujin, agora chamada de Ariel (seu nome americano) sempre foram pessoas avarentas, que buscavam brechas e meios de ganhar dinheiro legal e ilegalmente, tanto que, nos primeiros meses após a mudança, sobreviveram de calotes para enfim se habituarem ao novo cotidiano, finalmente fixando-se na Flórida. Ariel passou a estudar em um colégio especial, que lhe possibilitou a oportunidade de aprender bem o idioma inglês e aos poucos se acostumou com as diferenças de sua terra natal para o novo lar. Costumava pegar as coisas com muita facilidade, fossem estas boas ou ruins. Vendo que a filha possuía um carisma inestimável, seus pais não tardaram em ensiná-la a tirar proveito de outras crianças e trapacear, ainda bem jovem.
Era fácil utilizar palavras bonitas. Era fácil, aos dez anos, chamar os amigos para um jogo qualquer e ganhar dinheiro roubando. Conforme o tempo passava, apenas aperfeiçoava a arte de ser uma trapaceira. No entanto, além da personalidade amigável e o talento para calote, Yujin descobriu no início de sua adolescência que possuía dons artísticos muito apurados. A voz angelical ganhou destaque em suas fugidas para praças depois do colégio ao lado dos amigos, onde cantava despreocupadamente e ganhava dinheiro honesto dos moradores, que se sentiam bem com sua voz. Aquilo parecia limpar sua alma pesada e fazê-la esquecer-se de todas as mentiras que contava diariamente para se sobressair ou escapar de algo. Aquela era a verdadeira felicidade, onde não precisava enganar ninguém, apenas cantava em plenos pulmões e tudo estava perfeito. Mas, novamente, a influência dos pais impediu que seguisse com os pensamentos recorrentes de viver de música. Eles não podiam perder aquela preciosidade. Não podiam perder a filha amada que tinha tanto dom para ajudá-los a subir na vida de maneira fácil. Ela era a chave de tudo. E, como uma filha exemplar, deveria ajudá-los com os negócios da família. Apesar de inteligente, Yujin nunca conseguiu ir contra o que os pais falavam e também nunca conseguiu evitar ser influenciada por suas palavras. Prontamente, ameaçaram abandoná-la se ela continuasse com um sonho estúpido como aquele. As duras palavras da mãe, de que: “você jamais irá ganhar mais do moedinhas em um copo” caso trabalhasse como música afetaram-na de uma maneira gigantesca.
Seu coração clamava por arte, mas os ensinamentos dos pais diziam o contrário. Dinheiro era felicidade e tudo em nome dos lucros. Mesmo assim implorou para que ao menos lhe deixassem fazer uma faculdade no lugar de ajudá-los com os negócios até o fim da vida; ela tinha medo do que seria obrigada a fazer depois de crescida, principalmente se tornando cada dia mais bonita e ciente da ganância crescente dos progenitores. Após muitas discussões, conseguiu aprovação, contanto que fosse algo que lhes trouxesse lucro no futuro. Naturalmente inteligente, conseguir uma bolsa não foi algo tão complicado para alguém com seu intelecto.Mesmo que depois de um tempo tenha se acostumado com a ideia de que “dinheiro traz felicidade” a verdade é que no fundo sabe que isso é uma enganação. Ainda é muito ligada á seu lado artístico. Ainda canta em praças, mas também estuda bastante e não se livrou do velho hábito de quebrar regras e tentar se dar bem facilmente. Principalmente quando essa é a verdadeira diversão no meio de tudo aquilo. É muito melhor estar sempre suja de tinta do que enfiada em papéis, afinal de contas. O cabelo tingido de vermelho é uma perfeita descrição de sua personalidade chamativa, forte e memorável, que é justamente como quer ser lembrada. Grande ironia que seu curso seja Direito, este que os pais acharam bastante conveniente para acobertar suas futuras escapadas da lei. Ajudá-los é a coisa certa a se fazer, família vem em primeiro lugar, não? Talvez seja. Mas isso não muda o fato de que Yujin odeia o que está se tornando, mas não consegue parar a si mesma.
Nascido em Busan, Coréia do Sul, Kang Daehyun é um estudante de música de vinte e três anos e faz parte do time de baseball e do clube de coral. Os alunos do Thomson Institute dizem que ele se parece muito com Byun Baekhyun.
personality
+ independente, intuitivo
- competitivo, dramático
early life
Pode-se dizer que a vida de Kang Daehyun tinha tudo para dar errado, a começar pelo seu nascimento. Kang Minji era a primogênita de uma rica família coreana e, para seu infortúnio, havia engravidado antes do casamento, possuindo a sorte de ser abandonada pelo parceiro pouco depois de ter feito o teste de gravidez. Quando a criança nasceu, os familiares, não querendo arcar com as consequências de uma mancha como essa no nome da família, deram-lhe duas opções: podia se livrar da criança e fazer de conta que nada havia acontecido ou deixar a casa da família junto com sua prole. Minji escolheu a segunda opção e, reunindo suas economias, mudou-se para Nova York quando o pequeno Daehyun tinha apenas algumas semanas de vida. A mulher acabou indo parar nos subúrbios do Brooklyn, trabalhando como garçonete num bar qualquer. Lá ela conheceu um bom rapaz com quem teve um relacionamento duradouro, chegou até a ficar noiva dele, porém, quando Daehyun tinha por volta de seus sete anos, seu futuro padrasto acabou falecendo em um acidente de carro. Não demorou para que a mãe do menino entrasse num ciclo vicioso de bebidas, antidepressivos e apostas, profundamente abalada pela morte do noivo. Sem contato algum com o resto da família e perdendo tudo o que tinham aos poucos, o único lar que lhes restava era a pensão que Minji havia adquirido para cuidar junto de seu noivo antes de este falecer.
Apesar de tudo, o menino conseguia ignorar a mãe dopada em casa passando o máximo de tempo fora de casa: na escola. Graças ao seu Q.I alto, notas boas, excelente desempenho no time de Baseball e um talento nato para canto, fato que contribui para que o jovem desenvolvesse uma facilidade incrível para se identificar com a área de música, a instituição na qual estudava o incentivava a passar mais tempo na estudando e treinando para desenvolver suas habilidades. Embora as circunstâncias tenham obrigado Daehyun a ser independente desde pequeno, o fato de possuir um bom grupo de amigos também o ajudou a ter uma infância sem tantas memórias ruins. Contudo, alguns anos depois, sua vida se tornaria um inferno com a chegada de seu mais novo e mais nojento padrasto, Luke, envolvido até o pescoço no tráfico de narcóticos do Brooklyn. Sua mãe havia conseguido se livrar do vício em álcool e antidepressivos, mas apenas para trocá-los pelo dinheiro sujo do narcotráfico vindos do bolso de Luke. Cada dia que passava, Daehyun se convencia de que ela havia se tornado uma vagabunda, não havia nem sinal de sua gentil mãe de anos atrás. As coisas pioraram ainda mais quando Minji teve seus primeiros filhos com Luke, o tempo passava e ele se convencia de que não receberia apoio nenhum de sua mãe para fazer faculdade, então, o rapaz passou a apresentar-se nas praças da cidade, tocando e cantando para o público em troca de alguns trocados, assim poderia economizar alguma coisa.
Por mais que o ambiente não contribuísse, Daehyun conseguiu manter grande parte de sua integridade mental e psicológica intactas, apesar de fazer besteiras aqui e ali propositalmente apenas para irritar a mãe e o padrasto e eventualmente ter desenvolvido estresse pós-traumático. Sua salvação foi a interseção de seus avós coreanos que arrependeram-se de tê-los expulsado ao descobrirem que sua filha já não era a mesma de dezesseis anos atrás e que seu neto havia sido severamente agredido pelo padrasto. Luke alegara ser uma espécie de “punição” por Daehyun ter tentado dedurá-lo para a polícia, um lembrete permanente de que não devia revelar seus negócios ilícitos, o homem marcou a ferro quente no antebraço esquerdo do menino um grande e deformado “N”, de Narcóticos. Depois disso, os avós do garoto passaram a depositar uma certa quantia de dinheiro numa conta bancária destinada para uso pessoal apenas de Dae, visto que sua mãe não tinha intenção alguma de usar aquele dinheiro de uma forma produtiva. Foi apenas uma questão de tempo até que o Kang finalizasse os estudos no ensino médio e recebesse uma carta de aceitação para o Thomsom Institute, sendo agraciado com uma bolsa principalmente por seus destaques nos esportes e na área da música. Não pensou duas vezes e mudou-se para o campus, com a intenção de cursar música, a grande paixão que desenvolvera durante a vida, e visando não só melhorar suas condições, como também nunca mais precisar a conviver com sua mãe ou seu padrasto.