“No português bem claro, passaria o resto da vida transando com você.”
— Morena
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

祝日 / Permanent Vacation
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Kiana Khansmith

❣ Chile in a Photography ❣
will byers stan first human second
i don't do bad sauce passes

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"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Sweet Seals For You, Always
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he wasn't even looking at me and he found me
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@tioluh
“No português bem claro, passaria o resto da vida transando com você.”
— Morena
Preciso foder
De forma aberta e direta. Sem rodeios ou palavras polidas. Necessito disso e que gaste toda a minha energia animal. Isso mesmo. Tem que ser animalesco. Feroz. Tem que envolver tortura. Sangue? Sangue não. O único líquido que vai escorrer por nossos corpos é o suor, mas eu preciso disso. Preciso daquela transa que você esquece do dia de amanhã, das dívidas, do estresse, do mundo. Aquela transa que você acompanha meu ritmo até o último segundo e nos esgotamos juntos. Não tem coisa melhor que a sincronia. Não precisa demorar. Pode ser uma rapidinha, mas que seja A rapidinha. Pode ser em qualquer lugar, mas esteja ciente que todo o meu desejo estará ardente e pretendo queimar teu corpo com o meu toque. E depois de todo o alvoroço, terminar. Plenamente esquecidos do peso de existir.
Mostre-me como você geme
você merece gozar em uma manhã de segunda feira, assim como merece sentir o orgasmo intenso em uma noite de sexta.
comanda-me.
Ela sentava carinhosamente; com as duas mãos entre suas pernas, rebolava bem suavemente em meu colo. E eu a observava sem encostar as minhas mãos, apenas com a lembrança do seu pedido “Daddy, eu comando”. Estive preso em suas costas, no suor que descia da sua nuca e era absorvido pelo seu sutiã preto. Percorri meus olhos até a sua bunda, e fiquei admirando a sua excitação em rebolar. Mas a minha mente queria ver aquele rosto, os olhos revirando, e a sua boca em harmonia com os gemidos serenos que ela amava soltar, e eu apenas escutava. “Só encoste em mim quando quiser gozar, okay?”, era um pedido tão solene, mas eu não estava aguentando mais apenas observar, eu tinha que sentir aquela pele suada, chegar até aquelas mãos… Deslizei meus dedos pela sua silhueta, e ouvi em gemido: - quer gozar?. Abracei-a. - eu quero te sentir. Falei beijando seu pescoço. Ela soltou um gemido, e largou-se - eu já estou quase gozando. Levantei seus braços, levei minha mão até a sua extremidade absurdamente molhada, e a outra aos seios, passeando até a boca e voltando - então eu ajudo. Tomei posse dos movimentos, e o barulho do choque da sua bunda com as minhas coxas era tão excitante que eu não conseguia parar, e ela não queria: - não para, eu estou gozando. Nã… par…aaain. Estagnei dois dedos na sua boca, e ela usou como um alicerce para o orgasmo. Parei por alguns segundos para absorver todo o prazer que ela me entregava, e se entregava. Estive apenas beijando toda a extensão da sua nuca. Ela se levantou, e encaixamos boca a boca - mais uma. Solicitou. Mordeu os lábios, e me beijou enquanto iniciávamos uma movimentação conjunta. Eu sentia que não iria aguentar muito tempo naquele ritmo. Não parecia que ela havia gozado a minutos atrás, era como se estivesse com meses de abstinência, e novamente volta-se a apreciar o seu ópio, o meu corpo. Nós! Levantei e a coloquei deitada na cama. Eu tinha que conter o meu clímax “se eu chegar agora, não vou conseguir recuperar. Está muito intenso.” Pensei. Desencaixei-nos, e comecei a chupá-la. Pude sentir que talvez ela já gozasse novamente, e antes de mim. Cada toque meu a fazia se contorcer, retrair, contrair. E desordenar as mãos. - Sobe. Encaixa. Coloca de novo. Ela suplicou com as mãos em meus cabelos. Voltei a penetrar, e não duramos mais de 2 minutos… Gozamos juntos. E eu só consegui soltar meu corpo calmamente em cima dela.
O ritmo dos nossos corações em conjunto era espetacular, e a sua respiração em meu ouvido me fazia tão bem…
- Eu controlava. Era eu, seu idiota.
Eu só consegui sorrir e beija-la.
“Acredite, você comanda toda a minha excitação”.