Behind the scenes with Holland Roden for Maxim magazine.
Cosimo Galluzzi
Lint Roller? I Barely Know Her
Show & Tell
Jules of Nature
Stranger Things

❣ Chile in a Photography ❣
No title available

ellievsbear
almost home
ojovivo
todays bird

JVL

roma★

Discoholic 🪩
we're not kids anymore.
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

JBB: An Artblog!

No title available
🪼

Kaledo Art
seen from United States
seen from United States

seen from Canada

seen from France

seen from United States

seen from Israel
seen from United States
seen from Canada
seen from Germany
seen from United States

seen from India
seen from South Africa
seen from Iceland
seen from Canada
seen from Türkiye
seen from South Africa
seen from Australia
seen from United States

seen from United States
seen from South Africa
@trittonmia
Behind the scenes with Holland Roden for Maxim magazine.
"Florete é uma espada fininha. Mosquete é uma arma de fogo daquelas que explodem, soltam fumaça e deixam a vítima parecendo um escorredor de macarrão." Suas mãos gesticulavam com as palavras, imitando a arma e apontando para uma barraca. Puffff. Imitou o som do tiro. "Preciso. Amélia é um nome tão poderoso, tão cheio de significado." Todd falava com paixão, fechando o punho e sacudindo-o levemente. "E nomes inteiros dão um toque de estou falando sério.” Deu de ombros. Chamá-la pelo nome inteiro era mais uma irritação do que qualquer um dos motivos que ele dera. Amelia sempre era aquela que levava a melhor e ganhar umas ou outras, por menor que sejam essas vitórias, traziam uma sensação de dever cumprido. "Eu tecnicamente não estou." Com um floreio, Todd se dobrou para frente numa mesura, aproveitando para endireitar o metal da arma e voltar a apontá-la. "Agora sim, eu estou ameaçando a senhorita." Piscou um dos olhos e deu um sorriso de lado. Uma careta tomou o rosto do garoto. "Não foi a loira, foi? Quando eu fui entregar suas flores depois da apresentação ela me deu um olhar tão homicida que eu me senti culpado por não morrer na frente dela. Sério. Aqueles olhos azuis atingiram minha alma de uma maneira… acho que eu tenho cicatrizes. Toddy, o apelido é Toddy, o achocolatado mais gostoso do mundo." Conduziu-a através das barracas seguindo mais o cheiro do que as placas indicativas. Era mais fácil se perder na multidão do que pelo olfato. "Estamos, entre aspas, na época medieval e não numa convenção de criancinhas de 4 anos. Deviam ter bolado algo mais difícil." Todd fez o pedido na barraca de cachorro quente e pediu as bebidas. "É só isso, senhor. Agora vou bater meus sapatinhos para finalizar o pedido." Ergueu-se na ponta dos pé e bateu o calcanhar das botas. "É isso, né?"
A boca de Amélia se abriu no formato de um "o" maiúsculo, enquanto sua cabeça se movia em conjunto, num sinal de entendimento. Os olhos esverdeados da ruiva se focalizaram no rosto de Todd com o mais próximo que conseguia chegar do uso do sarcasmo. – Poderoso, sei. Bom, ao menos eu fiquei com Amélia e não com Aquata – disse por fim, franzindo o nariz com a frase quase cantarolada. Novamente o riso estranho da ruiva se misturava a todos os demais sons extras do festival. Recuperando-se, Amélia fez uma pequena reverência a ele. – Você é covarde em desafiar uma mulher, – teatralmente, levou uma mão ao peito – então terei de ser covarde também ao lembrar-lhe que ainda não me desfiz do seu vídeo cantando Wannabe. – Apenas a lembrança do vídeo, assim como a brincadeira em si, fizera Amélia rir novamente. Como as pessoas ainda não estavam prestando atenção nos dois? A questão ficou nos pensamentos da ruiva. – Então foi por isso que você estava meio passado? Achei que fosse por ter achado ela bonita, ou até mesmo ter levado um fora dela. Você me chama de Amélia e eu te chamo de Toddie, lide com isso. – Pouca atenção a ruiva prestava no caminho, ou nas barracas. Tudo o que tentava fazer era não sujar tanto a barra do vestido de sua mãe, uma tarefa deveras difícil tendo que passar no meio de tanta gente. – Todd, oitenta por cento do festival são crianças e pessoas bêbadas. Como pessoas bêbadas iriam lidar com um jogo difícil? – Questionou meio aérea, até ver os calcanhares dele se batendo e precisou se obrigar a reprimir o riso. – A única diferença é que a Dorothy pediria para voltar ao Texas e não um cachorro quente.
Todd tirou o dito florete do cinto. Como se esperasse pela deixa, a arma de enrolou numa parte da calça bufante do menino e entortou quando enfim foi tirada. "Florete. O nome da arma é florete, Amélia. Estou decepcionado com você." Levantou a arma e ameaçou a ruiva, o que não foi muito eficiente. A ponta estava mirando um lado completamente diferente. "A última era sobre… é… tinha plantas e conchas e… Era no fundo do mar? Ou era numa floresta? Pera, não era o lago dos Cisnes?" Todd franziu o cenho. Um daquele exemplos tinha que ser o certo, não? Diziam as más línguas que sentar na primeira fileira de qualquer evento impedia do expectador dormir. Bom, ao que parecia “peças estreladas por melhores amigas ruivas” não entravam nesse vasto grupo. "Eu fui convidado a sair. A culpa não é minha se a lógica do jogo era óbvia. Adivinhe o cavalheiro. É uma equação muito simples de adição, soma e derivadas.” Falou com a maior naturalidade enquanto limpava a terra das roupas. As tias iam matá-lo por ter sujado a camisa branca. "Eu tenho cara de Dorthy, por acaso?" Ofereceu o braço. "Não responda. Já que eu vou pagar seu lanche, o mínimo que pode fazer é não me provocar."
– Florete... Então o que é um mosquete? E precisa mesmo me chamar de Amélia? – A cabeça de Amélia estava levemente tombada para o lado, encarando o tal florete, claramente confusa. Existiam coisas que a ruiva já havia visto alguma vez, mas não sabia o nome, e também haviam as que nunca tinha visto e nem ouvido o nome. Florete, mosquete e semelhantes eram itens da primeira lista, e para ela não havia diferença alguma entre os dois. – Que tipo de cavalheiro é você? Ameaçando uma mulher com uma arma? – Sem se conter, a garota rompeu em risadas. Não sabia se ainda estava rindo do florete torto ou da falha tentativa de adivinhar o tema de sua apresentação. – Toddie, o lago dos cisnes é um espetáculo de balé e não um musical. Aliás, da próxima vez, me lembre de te arrumar um lugar mais atrás. Uma das garotas do elenco se sentiu particularmente ofendida com o seu sono durante a apresentação. – A ruiva fez uma careta, lembrando-se do quanto a garota ficara nervosa e reclamou sobre o "sem cultura sonolento" que Amélia havia colocado na primeira fileira. Franziu as sobrancelhas observando o garoto tirar a sujeira da roupa, ou tentar, mas não demorou a aceitar o braço que lhe era oferecido, deixando para segurar a barra do vestido na mão livre. – Não entendi nada do que disse, mas você nitidamente acabou com toda a possível graça do jogo. Não é à toa que te expulsaram! E, bom, você ficaria adorável com sapatinhos vermelhos...
Bom, eu estou aqui e quero me divertir, o que você sugere para eu começar a divertir?
Eu não sou a melhor do mundo no quesito beber, mas todas as coisas que você disse parecem ser divertidas, menos tacar tomate nos palhaços eles tem cara de malignos, mas isso deve doer.
Que tal procurar um par? Dançar com alguém? Sério, Dette, você sozinha é um pecado!
Okay, nada de tomates nos palhaços. Vamos dar uma volta por aí e decidimos o que fazemos, que tal?
Ele é muito perigoso. Tão perigoso quanto… papel. Eles cortam esse espaçozinho entre os dedos e, se prepare, a dor é impossível. Você já me viu deitado, não é o suficiente por um dia? Vou fingir que eu entendi, porque eu entendi mesmo, mas vou fingir que não para mostrar o como eu me sinto com a temática de suas apresentações.
Mais tempo que eu teria passado numa loja de quadrinhos. Só o café? Amélia, quanta irresponsabilidade! Anorexia não é nada bonito, sabia? Venha, vou comprar um croquete pra você;
Então lembre-se de usá-lo da próxima vez que um garotinho chutar a sua canela. Tenho certeza que qualquer um sairia correndo com o nível de periculosidade do seu... seu... Como é o nome disso mesmo? Já esqueci. Ei! Você entenderia a temática das apresentações caso não dormisse nelas.
Então precisaram te expulsar da barraca? E olhe, eu não tive culpa, foi a bruxa má do oeste atacando novamente! Sabe, eu aceito um refrigerante também...
Droga, pensei que o meu desespero fosse funcionar. Não faça isso, eu lhe imploro. Não me faça usar meu florete. Er… han… uma vez? Nas suas partes eu sempre fico acordado, ou com o olhos abertos.
Eu tenho um pouco ainda. Consegui largar o vício de uma barraquinha logo na entrada. Vai querer o quê?
Toddie, sinto lhe informar que o seu florete não é exatamente uma arma perigosa, mas talvez eu te poupe se ficar de joelhos e... Brincadeira. Não que a ideia de você ajoelhado pedindo por misericórdia não seja divertida. Exatamente, e pode ter certeza que eu estaria ao menos de olhos abertos caso você aparecesse nos filmes. Céus, isso soou estranho, mas você entendeu o que quis dizer!
Não vou nem perguntar quanto tempo você ficou parado em uma barraca logo na entrada. Não sei, qualquer coisa serve, desde que seja salgada. Estou até agora só com o café da manhã.
I can hear you and I can't say you aren't right | Clara & Mia
– Arrepio? – Clara riu baixinho porque claro que havia entendido a pergunta entrelinhas que Mia havia lhe feito. Sentia arrepios com Sebastian? Sim, sentiu, em sua casa e não iria mentir para a amiga. – Sim, eu senti, mas eu não acho que seja simples assim, do tipo “oh, senti arrepio com ele e agora eu penso nele de outro jeito”. Ele é fechado, Mia, muito fechado. Eu acho que alguma garota já partiu o coração dele. – Parou na frente da barraca, olhando e vendo que eram dardos. Soltou o braço da amiga e bateu palmas uma única vez, o xale enrolado em seus braços escorrendo um pouco mas ainda ali, preso firme. – Eu sei fazer isso apesar de nunca ter jogado! – A afirmação de Clara saia bastante contraditória, mas ela tinha certeza absoluta de que conseguia, por isso entrou na fila e logo estava comprando três dardos, voltando para próximo de Mia e fazendo um gesto com a cabeça para o balcão. – Se acertar um, não ganha nada, se acertar dois, ganha um bichinho e eu preciso acertar os três para ganhar dois!
– Depois voltamos a tratar dos arrepios, por hora apenas me explique: Como você consegue fazer isso sendo que nunca fez?! – Disse assim que viu a garota voltar com os dardos na mão. Com o nariz franzido, ela olhou o alvo dentro da barraca, tentando manter o foco no seu centro por mais do que trinta segundos. Sem sucesso. Como conseguiria acertar naquele negócio se mal conseguia encará-lo? Usando o braço que antes a loura segurava, Amélia puxou a menina mais para perto da barraca, ficando atrás da linha branca de onde os jogadores deveriam atirar. – Eu até me ofereceria para acertar um para você... Se eu conseguisse acertar, então vamos lá, eu fico na torcida, que tal? – Dito isso, Amélia soltou a barra do vestido, levantou e agitou as mãos fechadas em punhos, imitando pompons de líderes de torcida. Mesmo sem ver o penteado, a ruiva podia sentir que se não fossem pelos inúmeros grampos segurando o penteado já teria se tornado uma bagunça de fios ruivos agitados, ainda mais com a agitação de sua "torcida". – E trate de ganhar dois. Eu quero um também. – Brincou, parando de pular para ajeitar o xale sobre os ombros da garota.
Some magicians and jugglers | @daniel & mia
Apesar de não estarem com a tenda do circo montado e fazendo suas costumeiras apresentações, os trabalhadores circenses não estavam descansando como a maioria da população de Arendelle. Haviam se espalhado pelas ruas fazendo pequenas apresentações individuais em forma de propaganda, para chamar atenção da população para os truques novos e chamativos. Cada um dos trabalhadores tinha consigo um pote onde os participantes do festival poderiam depositar alguma nota ou moeda por conta dos truques apresentados. Daniel era um dos únicos trabalhadores circenses que não estavam trabalhando de fato, apesar do seu chefe obrigá-lo a andar pelo festival em rodízio para checar cada trabalhador, principalmente na hora que acabasse seus serviços, para não pegar todo o dinheiro para si. Metade para o trabalhador e metade para o circo, havia sido o acordo e Daniel era o responsável por checar isto. Mesmo assim sentia-se livre para perambular e curtir o festival do modo que lhe bem entendesse.
Parou em volta de um grupo que assistia um dos trabalhadores circenses que atuava em truques com fogo. Era impressionante, Daniel sempre ficara de boca aberta com esses truques em particular, de como ele não se queimava. Muito treino, o homem havia lhe dito uma vez, e muita resistência à queimaduras. As pessoas naquele círculo estavam mais dispostas financeiramente, o que era bom. Daniel aproximou-se para fazer uma propaganda melhor do circo, estava esperando apenas o truque acabar. Escutou uma garota falando sozinha e pensou que fosse com ele, mas estava a procura de uma pessoa que não encontrava. - Até hoje ele não me contou o segredo. Diz que dá má sorte revelar. - Comentou tomando liberdade de lhe responder.
A voz que a respondera não era calma e feminina como esperava, assim como o dono dela, que nem de longe podia ser a garota branca e loura que a fazia companhia até pouco tempo. As sobrancelhas ruivas de Amélia se franziram enquanto ela interpretava as palavras do rapaz e ela olhava ao redor novamente, procurando pela amiga. Sem sinal da garota. – Sabe, artistas quase sempre são supersticiosos, – disse por fim, desistindo de procurar pela garota com um leve dar de ombros, seus olhos estavam fixos no rosto do desconhecido – conheço alguns que gostam de dar três voltas no teatro antes de uma apresentação, enquanto outros comem cinco romãs, o que é bem difícil de concluir quando não estamos na época da fruta. – As palavras se despejavam com uma casualidade que não era dela. Não, na verdade era sim. Amélia sempre tivera uma grande facilidade em arrumar o que falar em qualquer situação. Novamente labaredas dançaram sem controle no céu noturno, roubando toda a atenção da ruiva, provocando um pequeno suspiro e as breves palmas empolgadas.
Aparentemente, o número do homem havia terminado, pois ele fazia as típicas reverências ao seu parco público. Um agradecimento. E enquanto o homem fazia isso, Amélia tirou do bolso uma das notas que tinha trocadas, não demorando muito para colocá-la no mesmo pote onde um garotinho acabara de colocar moedas douradas. A quantia oferecida pela ruiva não era de longe satisfatória ou o quanto ela achava que o homem merecia, mas era o que podia dar no momento. Após sibilar-lhe os parabéns, Amélia voltou ao lugar onde o moreno a respondera com um sorriso adornando os lábios róseos. – Então, pelo que entendi, você o conhece certo? Também trabalha com o circo ou são apenas amigos?
VOCÊ NÃO FARIA ISSO! AMELIA, NÃO OUSE! Isso… até que foi uma boa ideia. Uma excelente ideia para falar a verdade. Vou cortar o filme em o quê uns clipes de 5 minutos? Ou é demais para sua atenção de peixinho-dourado?
Não estou falando nada sobre nada. Não sei nem do que você está dizendo.
Na verdade, sabemos que eu faria sim. Seria engraçado ver você pulando em uma perna só por causa da dor. Todd, me diga, quantas vezes você conseguiu ver uma peça minha sem cochilar ao menos uma vez? Então, é o mesmo entre eu e os filmes. Não pode me zoar.
Mas foi você quem falou do cabelo... Ah, enfim, quanto você tem de dinheiro? Eu estou com fome.
Some magicians and jugglers | @daniel & mia
As poucas horas perambulando pelo festival já haviam sido suficientes para que a garota visse ao menos quatro malabaristas, dois mágicos fazendo seus truques e uma contorcionista entrando em uma mala de viagem. E agora sua atenção estava focada em um homem magricela e alto que fazia seu número como engolidor de fogo. Apenas uma olhada no pequeno meio círculo que se formara ao redor do artista circense era suficiente para ver que Amélia se destacava. Não por conta dos cabelos ruivos e bem trançados, ou pelo seu vestido, mas sim por ser a única adulta sóbria e prestando atenção nas chamas. Se a perguntassem quais eram as coisas que Amélia mais gostava no festival, além de todo o cenário e da atmosfera em si, com certeza responderia: as atrações do circo. Talvez pelo fato de nunca ter ido de fato à um espetáculo daqueles, a garota sempre ficava particularmente encantada com as atrações desde a primeira vez em que participara do festival, quando tinha por volta dos seis anos.
– Você não gostaria de saber como ele faz isso? – A ruiva perguntou ao ver o homem novamente acendendo uma tocha e engolindo-a, para depois soprar as chamas para o alto, iluminando o céu brevemente. Amélia precisou de alguns segundos sem resposta para olhar ao redor e perceber que estava sozinha. Ora, onde sua amiga havia ido?
Até aquelas que só babam tem seus terrores: os gritos, o choro. Chutou? Olha só! Tá roxo, vermelho, amarelo, preto. Deve ter luxado o meu osso, vou ficar mando pelo resto da vida. E na segunda, e na terceira. Vou te encher de cafeína na terceira tentativa. Os senhor dos anéis… vou acabar te deixando em coma. Eu… nunca vou superar. O Homem-aranha é o ídolo de nós, albinos, fracos e oprimidos.
O ruivo atraente, nesse caso, não quer dizer muito sobre os cabelos da cabeça.
Não seja tão exagerado, logo logo isso some, mas se quiser posso chutar a outra canela para ficarem combinando. Você devia começar a me colocar para ver o filme em partes, como se fosse uma novela ou uma série. Talvez seja mais efetivo, principalmente com esse O senhor dos anéis. Não tenho culpa se não consigo prestar atenção na mesma coisa por muito tempo, senhor albino e oprimido.
Como assim não quer dizer sobre os cabelos da cabe- Espere, você não está se referindo ao que acho que está, está?
E crianças são menos perigosas que uma justa? A última que me pediu alguma coisa me deu um chute na canela! Eu sou péssimo na pontaria e ela me pede para atirar nas latas? O vendedor foi bonzinho e me deu um prêmio de consolação, mas a criança aceitou? Nããããããããão. O homem-aranha é o melhor super-herói de todos os tempos. PÉSSIMA MARVEL por não ter o colocado nos vingadores! BAD GIRL MARVEL.
Você é ruim, todo mundo presta atenção em ruivas. Dizem que os olhos delas roubam almas….
Mas nem todas as crianças são tão terríveis e- Espere, é sério que o guri chutou a sua canela? Como eu pude perder isso? Os Vingadores é aquele filme que eu dormi na primeira tentativa? Achei que já tivesse superado a ausência do Aranha.
E eu achando que me olhavam só por eu ser ruiva ou atraente...
I can hear you and I can't say you aren't right | Clara & Mia
Clara deu de ombros, sentindo o rosto corar e fazendo que não com a cabeça. Caminhava ao lado da sua amiga ruiva que estava mais do que linda naquela noite, o cabelo trançado de um jeito que dava vontade de passar a mão, coisa que obviamente não fez. – Não, Mia, eu e Sebastian não somos assim. Ele é um homem já, e eu não estou falando que eu seja uma criança ou idiota, eu estou falando que o tipo de coisas que ele faz, definitivamente não são o tipo de coisas que eu faço. – Falou completamente vaga, mas para a amiga ela tinha certeza absoluta de que havia funcionado e a outra havia compreendido o que ela queria dizer. Levantou o olhar, vendo uma barraquinha com vários ursos de pelúcia pendurados dos lados, e apesar de não poder ver o desafio da posição que estava, estendeu a mão e segurou o braço da amiga. – Vem, ali, vamos! – Falou bem animada, começando a se mover e levando a garota consigo, tentando ocupar sua mente e não pensar qualquer tipo de bobagem sobre Sebastian, o qual, ela tinha certeza, tinha bem mais o que fazer do que lidar com qualquer coisa que ela pudesse por ventura vir a sentir.
– Tudo bem, tudo bem... Aparentemente você está incrivelmente convicta sobre as intenções dele com você, mas e as suas com ele? Vai me dizer que não sente nem um arrepio? – A pergunta era categórica, como se estivesse a perguntando se gostava de pão ou de respirar. Amélia queria, do fundo do coração, simplesmente deixar o assunto para o momento em que a loira sentisse vontade de tocar nele, mas seus impulsos sempre eram fortes demais para apenas deixar que isso acontecesse. Os olhos de Amélia, antes fixos no chão, foram da garota para o lugar onde ela apontava assim que sentiu o braço ser pego. – Ok, vamos, mas calma que não é fácil andar com essa maldição! – Respondeu, tomando o tecido da saia na mão que estava livre para poder acompanhar a empolgação da garota. A barraca estava iluminada, como todas as outras, e as prendas estavam sendo usadas de enfeites. Amélia não chegou a olhar qual era o jogo dentro da barraca por estar ocupada olhando ao redor, – não que estivesse procurando por alguém, a garota preferia o termo 'certificação' – provando o quão incrível era a capacidade da ruiva de perder o foco rapidamente. – Então... o que temos aqui? – Perguntou pausadamente e sem olhar para a amiga.
ariel - the little mermaid
Hm, tá, eu entendi tudo que você quer me falar. Acho que sim, pelo menos o que eu vejo do Sebastian acho que ele seja assim, mas não sei, digo, eu nunca imaginei ele fazendo essas coisas com qualquer garota e… Tá, vamos aproveitar e a noite e vamos, minha mira é realmente boa! Já até sei por onde vamos começar!
Nunca imaginou ele fazendo essas coisas com qualquer garota... Mas e com você, hm? Não precisa admitir se não quiser...
Com a sua mira, e as minhas moedas, poderemos fazer um arraso nessas banquinhas, vamos lá.
gosta de muqueca, mia? gostaria de te convidar para uma
Muqueca? Isso é feito de peixe, não é? Dispenso. Obrigada.
é verdade que quando a garrafa sobe a sua bct pisca?
...Acho que prefiro a época em que elogiavam a cor do meu cabelo, que buzinavam ou falavam "dá um sorriso princesa".