let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

No title available

Product Placement
untitled
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
🪼
Fai_Ryy
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Sade Olutola

Game Changer & Make Some Noise
ojovivo
hello vonnie
Today's Document

roma★
noise dept.
official daine visual archive
Cosmic Funnies
sheepfilms
Monterey Bay Aquarium
YOU ARE THE REASON
seen from Türkiye

seen from Italy

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from T1
seen from Brazil

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Brazil
seen from Brazil

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Brazil
seen from United Kingdom

seen from Japan

seen from Germany
seen from United States
@tua-pequeena
this feelin’ 🫠
“Quantos anos são necessários para esquecer um minuto?”
— Autor Desconhecido.
“Depois eu lembrei que todo mundo passa mas ninguém fica e tive vontade de chorar o choro mais longo e pesado do mundo.”
Tati Bernardi.
Você merece todo amor que tenta dar aos outros.
“Nunca me conformei com o fim de nada. Por mais que eu sentisse que era a hora.”
— Tati Bernardi.
Enzo Mari, drawing, n.d.
“Era um domingo a tarde e eu não parava de pensar em nós.”
— Céu de Júpiter
“Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira.”
— Tati Bernardi.
“Eu sei viver sem você. Sei andar, comer, falar, ver um filme. Sei sorrir e nem é de mentira. Solto gargalhadas e conto piadas e sou rodeado pelos meus amigos o tempo todo. Leio livro, malho, faço amizades. Sou por inteiro sem você. Não existe nenhuma parte faltando, mas eu faço ela faltar. É que eu não preciso de você pra nada, mas quero você pra tudo. Eis o grande problema.”
— Iolanda Valentim.
“Mas no fundo, eu sabia. Ele sempre estaria ali. Sendo no cheiro, na memória ou na saudade.”
— A culpa é mesmo das estrelas?