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@umadeusacaida
https://privacy.com.br/@UmaDeusa
@rodrigo_lopes_escritor
Hoy hace 9 años que lleguĂ© a Tumblr. đ„ł
na moral
Como te encuentro en youtube y en instagram?
https://youtube.com/@thayngre?si=kss7xL0eEXMd9oTa
âNĂŁo sei se vocĂȘ jĂĄ se sentiu assim. Querendo dormir por mil anos.â
â As vantagens de ser invisĂvel  (via pendencias)
Colerea a los Amigos
Colerea a los Amigos : Books, Taytay: Amazon.es: Libros
Gente preciso de dinheiro, e atĂ© eu achar um trabalho nesta Espanha tĂĄ difĂcil.
đ Nota para mim mesma
ValĂȘncia, 5 de junho de 2025
VocĂȘ disse o que precisava ser dito.
Com clareza, com classe, com o coração no lugar certo.
Ele nĂŁo respondeu.
Mas quem disse que resposta era o que vocĂȘ buscava?
VocĂȘ queria â e conseguiu â se ouvir em voz alta.
Se dar esse direito.
VocĂȘ nĂŁo estĂĄ esperando volta, nem cena final.
VocĂȘ Ă© a cena.
Ă o depois.
Ă o caminho novo.
Foi intenso. Foi bonito. Foi real.
Mas agora, Ă© sĂł seu.
E vocĂȘ pode guardar, nĂŁo como ferida â
mas como fogo que te ensinou a dançar,
sem queimar de novo.
{... UmaDeusaCaida...}
Adoro flertar, mesmo nĂŁo sentindo nada. Ă, eu sei, isso Ă© errado
{...UmaDeusaCaida...}
đïž 30/05/2025
đ Budapest Liszt Ferenc Nemzetközi RepĂŒlötĂ©r
"EpĂlogo: A Ăltima Cena"
Vi ele de longe.
Olhou para mim com aquele jeito de quem talvez esperasse algo.
Mas tudo o que eu quis foi nĂŁo ser engolida de novo por aquele mesmo ciclo previsĂvel.
Liguei para o Matheus, me ancorei no presente.
Nos desejamos um bom voo por mensagem. Cordialidade educada, quase protocolar.
E seguimos. NĂŁo sentamos juntos â e no fundo, agradeci.
Mas, ah⊠uma parte de mim ainda queria que ele se levantasse, que me procurasse, que desobedecesse o roteiro.
Na chegada em Valencia um breve encontro no hall.
â Se divertiu?
â Sim. E vocĂȘ?
â Dentro do que pude, bastante.
E entĂŁo, me virei. Comecei a ir embora.
Mas voltei o rosto para ele uma Ășltima vez, caminhando de costas:
â VocĂȘ tem que admitir que tudo isso pareceu um roteiro de comĂ©dia barata.
Ele sorriu e concordou. E foi tudo.
Nada mais precisava ser dito.
SaĂ do aeroporto com a leveza de quem jĂĄ nĂŁo precisa de final feliz â porque entendeu que ser livre Ă© muito melhor do que ser lembrada.
Fim de cena.
Fim de ciclo.
Começo de mim.
{...UmaDeusaCaida...}
đïž 29/05/2025
đ Ilha Margarida, Budapeste â Fonte Musical
Hoje o céu parece mais claro do que ontem, mas o peito, mais turvo.
Estou sentada sozinha, assistindo Ă fonte dançar ao ritmo de uma mĂșsica que nĂŁo conheço, mas que acerta. Ă como se tudo ao redor soubesse o que eu estou sentindo â e coreografasse em silĂȘncio.
Ele ainda ecoa.
NĂŁo por quem Ă© agora, mas pelo que jĂĄ representou.
O medo de vĂȘ-lo de novo, o desejo escondido de que isso aconteça, a ansiedade que me atravessa o estĂŽmago e sobe atĂ© o pensamento. E se o acaso nos cruzar outra vez? Aqui, agora, ou amanhĂŁ no voo?
NĂŁo sei o que seria pior: encontrar ou nĂŁo.
Mas uma parte de mim sabe:
esse vĂĄcuo Ă© sĂł a Ășltima dobra de um vĂnculo que estĂĄ se desatando.
Ele nĂŁo me define.
Nem esse vazio.
Eu sou quem fica depois que tudo parte.
Sou quem sente, escreve, respira â e segue.
Hoje me despedi de mais uma versĂŁo de mim.
E deixei ela aqui, dançando com a fonte, Ă beira do DanĂșbio.
{...UmaDeusaCaida...}
Carta nĂŁo enviada, encontrada entre as pĂĄginas de um diĂĄrio deixado em Budapeste
Budapeste,
Escadas do labirinto,
Dia nublado de maio.
Eu estava seguindo os passos que escrevi.
Visitando ruas que nunca pisei, mas que minha personagem conhecia de cor.
Comendo o mesmo prato que ela descreveu, sentando na mesma sombra que a fez pensar demais.
Era pra ser só ficção.
Mas vocĂȘ apareceu.
VocĂȘ, com sua paixĂŁo por guitarras e bandas de outrora.
VocĂȘ, que sempre apareceu tarde â e saiu cedo demais.
Nos encontramos no subsolo de um castelo.
VocĂȘ descia como quem vem do passado sem pedir licença.
Eu jĂĄ estava ali, vivendo o presente que construĂ com palavras.
E olha que irĂŽnico: vocĂȘ me deu um abraço com um braço sĂł.
Eu, mesmo inteira, te abracei de volta â por educação ou por costume, ainda nĂŁo sei.
Disse que não aceitavam cartÔes lå embaixo.
Ele soltou um âfudeuâ.
Como sempre: despreparado para o real.
VocĂȘ veio com a ideia de algo.
Eu estava vivendo o fato.
VocĂȘ ainda se move por memĂłrias.
Eu, por decisÔes.
E hoje, se quiser me encontrar, nĂŁo estarei mais lĂĄ embaixo.
Estarei nas pĂĄginas.
Estarei na estĂĄtua da liberdade.
Estarei viva onde vocĂȘ jamais pensou em me procurar:
dentro de mim mesma.
Não como lembrança.
Mas como autora.
â
Com silĂȘncio,
e um certo gosto por finais que nĂŁo precisam de ponto final,
A protagonista: Isabela Jones