Recado para um suposto futuro amor:
Eu não quero que você precise de mim.
Eu quero exatamente é que você nao precise nem um pouco.
Mas mesmo assim escolha ficar.
AnasAbdin
styofa doing anything

titsay

⁂
Claire Keane
wallacepolsom
tumblr dot com

blake kathryn
Jules of Nature
I'd rather be in outer space 🛸
Mike Driver

shark vs the universe

ellievsbear
taylor price
Monterey Bay Aquarium
he wasn't even looking at me and he found me

Love Begins
RMH
KIROKAZE
Stranger Things
seen from Venezuela
seen from Belgium
seen from United States
seen from Vietnam
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Türkiye

seen from United States
seen from United States

seen from T1
seen from United States
seen from Australia

seen from United Kingdom

seen from Türkiye
@umcomentarioqualquer
Recado para um suposto futuro amor:
Eu não quero que você precise de mim.
Eu quero exatamente é que você nao precise nem um pouco.
Mas mesmo assim escolha ficar.
Se a saudade bate? Lógico que bate. Mas diga-me, pequeno gafanhoto. Como permitir que existam dois corações, e que apenas um sinta falta do outro?
Quando tu pegou na minha mão, Meu coração se abalou.
Eu sempre gostei de axé, mas não tava acostumada àquele Olodum dentro de mim.
E tu me levou por um corredor que parecia infinito.
Mais longo que teus cabelos ondulados. Mas menos longo que a distância da tua até minha boca.
Ar quente. Ar rápido. Ar descompassado.
Tu se despiu. Tão rápido que mal pude admirar os flashes de cena do jeito que mereciam ser admirados.
Foi ali que percebi que pra entender teu amor, eu tinha que entender tua liberdade.
Tua liberdade me deu sede. E beijei teus lábios. Os beijei com tanta vontade, que tua boca teve inveja. E aí te beijei novamente.
Cada pedaço de ti parecia um sabor novo e diferente que minha boca precisava provar.
Cada linha do teu corpo parecia um desconhecido caminho que meus dedos precisavam percorrer.
E eu te provei. Eu te percorri. Eu me perdi tanto, que só me achei quando tu me puxou tão forte pra si, que os corpos da gente tremeram como um só grande terremoto.
Pela manhã, te acordei devagar e suavemente, sentindo cada gota do teu mel. (Puta clichê, né? Porra, eu sou um bolso cheio de clichês.)
E com aqueles tímidos raios de sol, cheguei à conclusão de que Leminski pensou na gente quando escreveu:
"O tempo parecia pouco, e a gente parecia muito".
Te dei um cheiro no cangote e um sorriso pra me despedir.
Não sei quando nem se vou te ver de novo.
Só sei que quando tu virou a esquina, fiquei na dúvida:
A esperança é a última que morre, ou a primeira que me mata?
E o combinado?
O combinado era viver de um jeito louco.
Do mundo, bebendo tudo e da vida, fazendo pouco.
E o combinado comigo era jamais se apegar. "Não se apega a beijos, a toques, nem a um olhar."
Nem a um olhar?
Mas e quando esses olhos cerram ao sorrir? Quando eles pairam sobre os meus que insistem em encarar? Quando reviram tentando abafar um gemido quase que sofrido? Quando o sol bate e eles parecem cor de mel quase transparentes de tão profundos? E esses olhos? E quando esses olhos olham em todas as direções ao redor, por medo, por vergonha, por não saber o que falar?
Me diz, como eu não reparo em cada detalhe tão lindo assim?
Acho que me apeguei. E mais uma promessa quebrada pra mim.
Ela sorria com os olhos. E quando sorria com a boca, tudo em volta parava. Eu sentia como se aquele sorriso me beijasse a alma. Eu me lembro da sensação de frio na barriga toda vez que eu chegava em frente à casa dela, e de me olhar no espelho do retrovisor pra checar se tava tudo ok comigo. E aí quando finalmente eu entrava, dava um beijo tímido no rosto, e o abraço... O abraço que poderia me manter ali facilmente por longas horas. Eu gostava de a olhar fazer tudo, pelo prazer de achar lindo qualquer ato cotidiano vindo dela, e por ver sua pele ruborizar quando notava meu olhar direcionado a ela. Era sempre o mesmo ritual: ela notava, sorria sem graça, baixava a cabeça e a balançava negativamente. Nesse ponto, ela já estava vermelha, e eu sorria. Sorria feito criança com brinquedo novo. Sorria sem conseguir me desfazer daquele sorriso. eu gostava de tentar notar cada detalhe nela. Quando ela colocava os óculos, e ficava com aquele ar intelectual, eu sentia vontade de nunca mais parar de beijá-la. Quando ela não conseguia deixar seu cabelo quieto, e o colocava por cima do ombro esquerdo. Quando ela bebia água a cada meia hora... E me oferecia todas as vezes. Quando deixava seu pescoço à mostra, e eu ia lá e beijava um monte de vezes, até ela olhar pra mim e rir. Quando ela me beijava de olho aberto, e eu me fingia ofendida, pra gente rir depois... Eu dizia o quanto ela era bonita sempre que tinha oportunidade. Sempre que a olhava. E por algumas vezes, muito a contragosto dela, dizia também pras pessoas ao nosso redor. Porque eu queria que o mundo todo a visse com os meus olhos. Com o vislumbre que eu tinha por ela. Eu me lembro do dia que ela cozinhou pra mim... Foi um dos dias mais bonitos que a gente teve. Ela estava toda preocupada se o ponto da carne estava bom, e se a quantidade de sal e tempero era a certa. Quando eu fiquei doente, nós estávamos brigadas. Ela me pediu pra ficar com ela, me deu massagem no peito, e só dormiu depois que dormi. Eu soube das suas histórias do passado. Eu ri com elas, senti ciúmes de outras. Desejei ter estado lá em boa parte delas. Eu soube dos seus desejos pro futuro. Eu quis estar ao lado dela pra ver todos aqueles sonhos se realizando. Eu quis assaltar bancos, viajar pra longe, fugir com ela. Meu corpo ainda está marcado da última vez que nos amamos. E toda vez que tiro a roupa, me encho de lembranças. Da respiração, do cheiro, do gosto, da voz, de sua expressão facial. Da forma como me apertou nessa última vez, e como ficou deitada em meu peito, enquanto fumávamos aquele cigarro. Foi cena de filme. Parecia que sabíamos que seria a última vez. Eu queria ter sido pra ela um terço do que ela foi pra mim. Mas não é assim. O meu amor, a minha paixão, o meu seja-lá-o-que-isso-for não foi forte o bastante pra fazer durar. Não foi maior que a dor, que o medo, que o amor que ela tinha por outra pessoa. Ela se assustou por gostar de mim. Quis se afastar por sentir demais. Mas essa é a vida. Amar quem não tá preparado pro nosso amor.
Hoje é uma noite de domingo. Solitária, assim como todas as outras, das últimas 30 semanas, pelo menos. E somente hoje resolvi deixar essa vergonha de ser o que sou, e o que fui pra ti, e declarar tudo isso. Sei que você pensa que eu fui viral pra você. E que o ponto alto do meu egoísmo foi ter te afastado da forma mais cruel que consegui fazer. E assim, me manter distante. Só saiba, o ponto alto do meu egoísmo foi exatamente o contrário. Foi ter te mantido perto pra satisfazer meu prazer carnal, expôr você como um troféu lindo de olhos verdes. Ou seriam amarelos? Amor, quando te afastei de mim, foi quando soube que ainda existia coração e bondade aqui dentro. Foi quando descobri que meu amor por ti era maior que meu egoísmo. Não me pergunta. Não sei explicar. A única coisa que sei agora, é que não dá pra ficar mais perto de você. Há algum tempo que eu venho sofrendo de um efeito Katrina, destruindo tudo por onde passo. E eu te alertei disso, lembra? E você com esse amor cego, ainda assim escolheu ficar perto. E sofrer mais que todo mundo com essa destruição. Eu só não aguento mais te ferir. Você com todo seu drama, choro e histórias tristes pra contar, conseguiu ser a melhor pessoa que já passou na minha vida. E eu não posso deixar que o que vivemos (E nossa, aquilo foi extraordinário) se tornar uma história trágica. Eu não espero o teu perdão. Não espero compreensão. Não espero que venha falar comigo, nem que continue com tuas ameaças via redes sociais dizendo que vai embora pra nunca mais voltar. Eu só espero que seja feliz. Do jeito que nunca mais eu vou poder fazer. E não porque você ou eu não queiramos. Mas só porque não consigo. Não consegui lidar com a felicidade ainda. Pelo visto, nem com o amor. Mas se eles existem, puderem caminhar juntos, e escolherem alguém pra essa sorte, tomara que seja você. Eu te amo
Vai, e prova pra si mesma que é capaz de me esquecer. Vai e beija outras bocas como se isso fosse te fazer viver. Vai, se entrega a outros toques, se doa a outros corpos. Vai, tenta não enxergar meu rosto no fundo do teu copo. Me xinga, me bata, renegue o meu nome. Apague memórias e meu telefone. E não ouse me chamar na calada da noite, quando o efeito das tuas drogas já tiver passado, quando gritar por liberdade não for mais ousado. Quando tua moda perder a graça, não me queira, nem de graça.
Idiota.
Será que gostar é isso de dizer o que tá aqui dentro sem esse medo de parecer ridícula?
Não sei.
Foi uma imensa confusão, o que você deixou.
Foi tão fodidamente confundido, meu coração, que eu mal sei o que escrever.
No começo achei que ia ser fácil te esquecer. No começo eu tinha certeza que nunca houve sentimento, e que eu tinha usado todas as cartas na manga. Te matei dentro de mim com uma facilidade que mataria uma formiga passeando pela mesa da cozinha.
E como uma Fênix, como uma maldita fênix de puro fogo e confusão, você ressurgiu dentro de mim, como se durante todo esse tempo, você estivesse esperando somente o momento certo de tua vingança, de me matar aos poucos com tão pouco.
E quanto mais eu penso, mais quero parar de pensar, porque ao passo que o tempo passa, aumenta minha dúvida do que houve. E me sinto tola, porque antes a certeza era tanta de que a culpa não foi minha, mas parece que tua voz ecoa pelo quarto dizendo “Não foi o bastante”.
A verdade é que eu ficava boba ao teu lado. Eu não era eu. Eu era... Boba e só. E quando eu te machuquei sem dizer nada depois, não foi por querer. Foi por não saber o que te falar, como te pedir perdão.
Eu tive medo. Não sei ainda se foi medo de ser feliz, ou medo de ser infeliz.
Era mais fácil te amar quando eu era só anônima.
E ao mesmo tempo, era mais fácil quando não era nada.
E um dia deixou de ser nada, pra você?
Eu não sei.
Às vezes as coisas ficam difíceis. Às vezes bate a vontade de chorar, de sumir, de desistir. Às vezes coisas ruins acontecem, projetos não dão certo, pessoas se afastam. A vida, afinal, não é esse mar de rosas que narram os filmes. Às vezes é difícil ser bem sucedido, bem amado, bem humorado ao mesmo tempo, todo dia. Em outras palavras, às vezes fica tudo uma merda mesmo e nada tende a dar certo. E tudo que você pode fazer, é continuar trilhando sua estrada. Mesmo com dor, mesmo chorando, mesmo sozinho. E quer saber um segredo? Você vai conseguir. Porque quedas estão aí com o objetivo de te fazer mais forte a cada vez que aparecem. E você vai criando essa casca, essa armadura, e vai parando de doer. Então relaxa. a dor pode ser grande, mas já ela passa. Continua caminhando, apenas.
Tem amores que vêm e voltam, não importa quantos outros amores se intercalem entre essas idas e vindas. Mas me diga, não seria mais fácil chegar e ficar no meu coração?
Eu amava quando te jogava de qualquer jeito em qualquer lugar e você me apertava com força, me pedindo pra não parar. Quando você me arranhava, gemendo baixo pra ninguém ouvir, lembro que a gente nem escolhia um lugar certo pra se amar. Era uma delícia te ver ali tão entregue. Tão minha. Era maravilhoso quando acendíamos o cigarro ao mesmo tempo quando tudo terminava e a gente suspirava. Era uma química incrível. A gente se encaixava perfeitamente. Ao menos nisso.
Oi, meu mais novo ex amor.
Eu queria dizer que como escritora e amante nata de escrita, venho me sentindo cada vez mais frustrada por essa falta de vontade de escrever. Olha só, ex amor. A inspiração pra escrever sobre você e nosso tão curto amor apareceu somente quando ele acabou.
Eu sinto sua falta. Sinto saudades do seu cheiro que ficava na cama, da sua voz sussurrando estar com fome, daquele jeito “nem aí” quando a gente deitava pra ver tv, da rotina que havíamos criado.
Mas isso não quer dizer que eu me arrependa, ou vá voltar.
Isso quer dizer que eu não sou a pessoa que você pensa e fala, que não se importa, que não sente, que não dói. Eu notei certas tentativas suas de me atingir. E você quer saber? Você conseguiu. Me atingiram em cheio! E eu espero de coração que a satisfação resida em seu coração ao saber disso. Espero que você tenha ganho algo muito importante pra sua vida ao saber que com palavras, você conseguiu ferir o coração de alguém. Sabe por que? Porque eu desejo sua felicidade. Independente de qualquer coisa.
Vi suas novas fotos, ex amor. Vi outras pessoas nunca antes vistas, e pensei sobre você já ter arranjado outro alguém. Eu sempre fui adepta à filosofia da “vida que segue”. Admito que quando essa filosofia nos atinge diretamente, ela dói muito mais.
Mas não deixa de ser verdade.
Eu só espero que se, de fato, você já estiver com esse seu novo alguém, que ela te faça tão feliz quanto eu não pude. Que ela te faça ver além do que a vida acha que oferece. Que ela segure tua mão ao ponto de não só te ajudar a levantar na queda, mas sequer te deixar cair.
Eu desejo que você se forme, eu desejo que você tenha realização e reconhecimento no seu ramo, eu desejo que sua fome de ajudar a quem precisa nunca se sacie, e que você consiga ajudar sempre mais. Eu desejo que sua mãe volte a confiar em você, e mais, desejo que você se faça confiável.
Eu desejo que você enxergue além dos prazeres carnais, que se desligue um pouco da bebida, que tenha um foco diferente de hoje em diante.
Eu desejo que você cresça. Você é uma boa pessoa. Você tem potencial.
Só falta você crer nisso tanto quanto eu.
Quanto a mim, eu estou bem. Eu disse que iria ficar bem, e eu vou ficar bem.
Tô reaprendendo a viver sem você. Ainda dói de vez em quando, mas quando tua lembrança vem com força, eu frito uns donut’s e fica tudo bem. Não estou sofrendo, e isso não significa que você não foi importante pra mim ou que não doei meu coração verdadeiramente. Eu tenho em mente do quanto errei, do quanto erramos. E se eu disser que fiz o meu melhor, estarei mentindo. Mas a verdade é que fiz o que pude. Não me sacrifiquei ao ponto de ir até onde não podia. Porque simplesmente não haveria retorno. Já era tarde e nosso amor estava desbotado. O meu amor estava desbotado. Não sei ao certo o que representei pra você. Desde o começo isso foi uma dúvida pra mim. Mas sei que o que eu vivi e o que eu senti foi real. Portanto pra mim, tudo foi real. Lutei com o que deu, fui até onde deu. É por isso que me prometi não sofrer. Ao menos não como da última vez. Lembra? Eu disse que estava sofrendo pelo que não havíamos vivido. Hoje a gente viveu. Vivemos longos e curtos dois meses. E a conclusão que cheguei, é que não funcionamos como casal.
Acho que valeu a tentativa. Acho que tivemos bons momentos. Daqui pra frente? Bem, não faço a mínima ideia. Tenho tentado não criar expectativas. Mas tomara que um dia eu possa voltar a olhar pra você verdadeiramente e sorrir sem lembranças pesadas.
Bobo desapaixonado.
Tava sentindo falta desse blog <3
Obrigada, meu bem! vou tentar escrever nele com mais frequência.
Um dia eu conheci uma menina. É. Ela era legal. E ela incrivelmente gostava de mim. Um dia ela me deu seu nome. Seu telefone. Seu endereço. Seu calor. E seu coração. Um dia eu caguei tudo. É. Assim, como quem não quer nada, não quis mais. Um dia eu estava só, e então essa menina chegou. Não me vi mais só e me assustei demais. Um dia fiquei só de novo. E aí um belo dia, cheguei à conclusão: A gente tá aqui ou pra sofrer mesmo, ou pra tentar aprender com isso. Tô com 22 e o aprendizado que pareço ter trazido dessa vida foi um maço de cigarros. Mas isso foi só um dia. Só um dia.
Tolo, mais tolo que nunca.
Fechar os olhos e sentir paz, amanhecer o teu sorriso. No peito trago felicidade, na alma, a calma que eu preciso.
Gabriela Mesquita
isso é o que acontece quando se põe uma carga grande de sentimento e emoção em uma canção. (Pra qualquer um na rua beija-flor)