seeing yourself outgrow the old u is a blessing
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seeing yourself outgrow the old u is a blessing
Parando pra pensar, mesmo com a dor, o vazio que ficou após esse estrondo que foi te conhecer, me apaixonar de novo, me entregar (deixei até escapar a palavra amor!), não me arrependo. Se eu refletir bem até os outros namoros que sai com amor muito ferido, traído, nem esses quero sentir arrependimento mais. É difícil dizer isso porque lido com as dores e marcas ruins dessas relações, mas eu tenho me saído bem apesar disso - ou por ter aprendido o que aprendi com isso (talvez as duas juntas).
Posso estar romantizando as coisas, talvez... tem sido doído ultimamente, tenho lidado mais com as coisas sozinha. O que tem sido bom por um lado, tenho feito uma organização da vida mais próxima da que sempre quis ter. Tenho percebido uma maior consciência do que eu consigo, do meu limite e cansaço. Aceito um pouco melhor não ser amada, ser desconsiderada e mal vista. Vivo o caos que é encarar tanta coisa que eu deixei sem cuidado tanto tempo e as consequências de ter adiado tantas decisões. Vem culpa, medo, vontade de sair correndo feito pé de vento. Na maioria das noites o peito pesa, me deito com ele assim mesmo e tento ler um livro. Ás vezes me rendo e fico no celular apesar da briga que é pra diminuir o tempo de tela, e quando consigo não tentar me distrair, fico quieta só sentindo sem relutância até dormir.
É verdade também que em algumas noites aparece algum brilho, sei lá de onde, vem um rompante de esperança e me anima a querer continuar topando meus sonhos.
Crescer dói, eu sabia mas não tinha ideia. De qualquer forma sei que estou lidando com a vida, ter saído do automático foi um movimento que comecei a fazer enquanto estava te conhecendo. A nossa convivência me ensinou tantas coisas sobre o que eu queria pra mim agora, sobre o que fazia sentido nessa fase. E além disso, tantas outras situações estavam acontecendo nessa mesma época. Tive que aprender e ainda estou aprendendo com meus erros, acertos, consequências de escolhas que fiz lá atrás, só não é opção mais me abandonar. Então por mais desestruturante que foi ter te perdido, não me fez perder a vontade de movimentar. Afinal o que eu descobri foi sobre mim, e eu continuo apesar de você.
desaguando
Preciso tirar o que está aqui dentro, ando angustiada, meio tristinha. Querendo reagir, preciso muito reagir.
Ando me sentindo sem força pra dar aquela volta por cima, até porque a volta por cima não é linear né? A vida tem sido feita de altos e baixos, e nos baixos a vontade de desaparecer é latente. Eu tenho lutado, mas sabe aquela sensação de que você poderia estar fazendo mais?
i'm forgetting you...
"The public censure of women as if we are rabid because we speak without apology about the world in which we live is a strategy of threat that usually works. Men often react to women’s words— speaking and writing— as if they were acts of violence; sometimes men react to women’s words with violence. So we lower our voices. Women whisper. Women apologize. Women shut up. Women trivialize what we know. Women shrink. Women pull back. Most women have experienced enough dominance from men— control, violence, insult, contempt— that no threat seems empty."
— Andrea Dworkin
I really think it is also courageous to realise when to stop! Leaving is an act of courage, a step towards new terrains — beyond the ones that we know!
tough and tender
I still prepare myself for big pains afraid that they will desert me in some awful unknown place even though every time they pass they just stretch my container