Jamie Campbell Bower in Robert Kouba‘s short film CAER [x]
todays bird

Jar Jar Binks Fan Club
Noah Kahan
The Bowery Presents
The Bright Sessions
YOU ARE THE REASON
Phantogram Three
$LAYYYTER
ojovivo
NASA
taylor price

pixel skylines
No title available
Lint Roller? I Barely Know Her

tannertan36

#extradirty

Origami Around
Mike Driver

titsay
hello vonnie

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Trinidad & Tobago

seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States

seen from Ecuador
seen from Argentina
seen from United States

seen from Australia

seen from United Kingdom
seen from France
seen from Indonesia

seen from Singapore
seen from St. Vincent & Grenadines

seen from Germany
seen from Argentina
seen from United States
seen from United States
@uncannilyrarus
Jamie Campbell Bower in Robert Kouba‘s short film CAER [x]
happylalinhasbirthday:
“… And especially to feel, or not feel. Whatever you happen to be feeling at any moment is fine with them. That’s what real love amounts to - letting a person be what he really is.”
{Jim Morrison}
one lump or two? welcome to the tea party ;@xenobill
-- Você não acha que os elfos são criaturas mágicas, Syb? -- A pergunta escapou em tom ameno do ravino, tão ocupado em ferver as ervas no pequeno caldeirão disposto sobre a lareira que poderia até mesmo esquecer de falar, como uma pessoa normal esqueceria ao se concentrar em uma ação singular. Mas, afinal de contas, aquele era Xenophilius, e manter seu discurso aleatório mesmo sob tortura era uma de suas maiores qualidades. Ou defeitos. Dependia do interlocutor.
-- Quer dizer, é claro que são criaturas mágicas... Eles podem desaparecer além dos limites dos feitiços impostos no Castelo, utilizar os poderes pra enfeitiçar humanos a fazer seus desejos... Sabia que elfos são travessos? Algumas lendas da Islândia falam de elfos que roubam gado e até crianças. Tem elfo que até senta em cima das pessoas quando elas dormem, o que gera uma expressão alemã chamada Alpdrücken, que aqui a gente conhece como pesadelo, mas pra eles é puramente “pressão de elfo”. -- À medida que o caldeirão ganhava um vapor denso, Xeno ia gesticulando e falando sozinho, sem sequer olhar para a mesa atrás de si onde a amiga sentava. Sabia que nem sempre os alunos podiam vir à cozinha em seus horários de aula, mas eles estavam ali para cumprir a promessa que Lovegood fizera e, após conseguir as ervas latinas com Sprout, o loiro não pudera esperar até o final de semana para correr com Syb até o território gastronômico dos elfos para fazer o famigerado chá. Pendências ativas eram coisas que assustavam o rapaz por completo.
Com um último mover da varinha sob o caldeirão e um longo suspiro, Xenophilius suspirou satisfeito e sorriu para a mistura que agora deveria ferver por alguns minutos; antes de jogar o guardanapo sobre um de seus ombros e virar-se para a direção de Trelawney. -- O que eu realmente quero dizer é que os elfos são mágicos. Mas não no sentido da magia. Eles têm um bondade muito natural, mesmo quando pregam peças. E é isso que os fazem mágicos, entende? Eu não me lembro de ter conhecido criaturas tão gentis quanto os elfos, acho que é por isso que gosto tanto da cozinha. -- E finalizando seu discurso com outro suspiro singelo e um leve segundo de perdição nas próprias lembranças, o loiro sentou-se no banco diante de Sybill, pousando as mãos na superfície da mesa que os separava e enfim erguendo as íris azuis para focarem no par adiante. -- Como está se sentindo hoje, Syb? Só mais alguns minutos e juro que o chá vai acabar com qualquer nervosismo que esteja te perturbando.
Com quem foi seu primeiro beijo?
Ah, você sabe… Eu trabalho muito para o jornal, não tenho tempo para essas coisas.
Drunk: Conte algo sobre seus amigos que ninguém mais sabe.
Syb faz mapas astrais e combina os signos de quase todas as pessoas que ela conhece, mas esses dias ela fez o histórico astrológico todo dela com aquele menino Black, sabe? Pra ver se combinava? Eu não sei se deu certo, mas ela estava bastante empenhada em fazer isso ao invés dos corações de sempre nas folhas.
herondaleswrites:
[insp]
herondaleswrites:
Xeno + four types of Greek love
[insp]
mulciber-christine:
Moodboard: Christine Mulciber and Xenophilus Lovegood.
Breaking the rules // Xenophilius and Agnes
agneswrightt:
Desde pequena, a única filha dos Wright possuia um fascínio pelas estrelas, coisinhas tão pequenas e brilhantes que ornamentavam o céu durante a noite. Sua mãe lhe ensinava que Deus havia feito as estrelas para mostrar que mesmo em meio a escuridão, sempre haveria uma luz no caminho. Seu pai, mais cético, apostava em ensinar a pequena filha como o universo era grande, como suas coisinhas brilhantes, na verdade, eram maiores do que poderia imaginar e inumerosas. Agnes, tão otimista desde seus derradeiros dias, deitava no gramado da entrada de sua casa disposta a contar todas as estrelas no céu para provar que poderiam ser contatas. Frustrada, mas igualmente deslumbrada, desistiu de suas ideias e começou a acreditar mais no que seu pai lhe contava. Havia até mesmo ganhado mapas de algumas constelações, onde colocava sobre o chão gelado do seu pequeno quarto, debruçava-se e ficava estudando, mesmo que não entendesse metade do supostamente deveria entender. Ao invés, apostava em decorar os nomes de algumas estrelas, como se fosse informação extremamente importante. Era engraçado conversar com adultos sobre constelações e eles ficarem fascinados com ela por saber meia dúzia de nomes e onde estavam localizadas - para Agnes era tão simples pegar uma mapa, decorar informações simples e reproduzir, porque se fascinam como se fosse mais avançada do que sua idade sugeria?
E então, com os anos avançando e tendo de aprender outros conteúdos na escola trouxa primária que estudava, seu hobbie foi deixado de lado, mas uma noite bem estrelada não deixava de lhe fascinar. O costume de deitar no gramado da parte de frente da sua casa ganhou um novo proposito: lembrar que o mundo era grande e que tudo que parecia grande, na verdade, poderia ser bem menor do que o imaginado - ela mesmo poderia ser do tamanho de um grão de areia em uma perspectiva paralela. Esse costume ganhou mais força após ter descoberto ser uma bruxa. Ter o status sanguíneo de uma nascida-trouxa era pré-requisito para não ser bem-vinda totalmente no mundo novo que caiu de para-quedas e, diferente de que muitos pensavam, seu status como bruxa dentro do seu próprio lar não era tampouco bem-vindo. Agnes, ao se chatear com alguma situação que envolvesse o que ela era, observava as estrelas e procurava ver que o mundo era muito grande, que seus problemas eram pequeninos e trazer a memória de esperança, esperança que não estava no mundo à toa e que pertencia ao algum lugar.
Seu histórico com as estrelas foi o suficiente para despertar seu interesse e fazê-la se inscrever em Astronomia no seu terceiro ano. O estudo dos corpos celestiais tinham maior peso no mundo bruxo do que no seu velho mundo e lhe encorajava a desenvolver seu hobbie como nunca antes. A lufana não era a mais inteligente da classe, certamente uma das mais curiosas e esforçadas. E para melhor ainda mais seu desempenho, havia se inscrito no Clube de Astronomia assim como fazia seus próprios trabalhos extras curriculares - pelo menos, era a desculpa que daria caso fosse pega fora do Salão Comunal após o horário determinado se esgueirando para a torre de astronomia. Poucas foram as vezes que teve coragem de ir contra as regras, ações ilegais eram contra suas ideologias, e nunca foi pega anteriormente, exceto pela situação presente. Antes um colega do que um monitor, certo? E estava aliviada que de todos os estudantes possíveis, havia topado com Xenophilius, também participava do Clube de Astronomia e entenderia seus motivos, ou ela achava que sim.
“Não veja pelo lado errado, mas estou extremamente satisfeita que a ideia de tê-lo como monitor não tenha sido considerada.” Sorriu amigavelmente. “Eu acabei de sair de lá, não estava pretendendo voltar…” Começou sem graça e reparou no garoto. Ele pertencia a casa de Rowena, cujo salão comunal ficava em uma das torres, distante do primeiro andar, onde se localizava as cozinhas e o salão comunal da Lufa-Lufa. “Me desculpe perguntar, mas você não deveria estar perto do seu próprio salão? Quero dizer, você está andares abaixo e está tarde… Are you breaking the rules too?” Seu tom ganhou animação nas últimas palavras e sua curiosidade a respeito do rapaz havia aumentado, Xenophilius apesar do seu jeito excêntrico não passava a imagem de alguém transgressor.
Mesmo quando se era um frequentador assíduo de Hogwarts, topar com fantasmas não era um detalhe comum em uma rotina. É claro, Xenophilius estava tão acostumado a encontrar aquelas projeções espirituais quanto estava acostumado a ser vítima das intervenções destes (com o foco destas provindo de ninguém menos do que o excêntrico poltergeist do castelo), todavia, mesmo quando viu aquela figura curiosa em seu caminho, e à frente do que podia reconhecer com fiel veracidade de sua visão, o ravino estacou internamente. Não possuía muitos medos na vida, mas possuía muitos desejos, e um deles naquele instante era o de chegar à sua torre sem mais topar com Peeves e suas pegadinhas que, à certa altura da vida, passavam a incomodar.
Fora com alívio que reconhecera Agnes. Este último sendo tão grande que sequer estranhou a presença dela naquele corredor àquela hora, mas, novamente, ali estava Xenophilius -- e não desconfiar do que era peculiar estava em seu próprio nome. O ravino esboçou um sorriso com a primeira fala igualmente amainada da garota, contudo não sem franzir o cenho por um momento. Aparentemente, lá se ia pelo ralo mais um voto positivo em uma situação utópica de sua candidatura para monitor de seu ano.
-- Isso soa bastante contraditório, mas talvez eu não seja mesmo uma boa opção para figura autoritária. -- O franzir se desfez ao suspirar levemente, movendo os ombros no final da frase com um leve desdém puramente despreocupado, antes de voltar a fitar a lufana. -- Ah, então você acabou de sair de lá? Voluntariamente? -- Novamente, outro ligeiro franzir surgiu na expressão do loiro, lançando um olhar desconfiado para Agnes antes que o discurso escapasse sem controle de seus lábios. Como era de costume. -- Bem, acho que isso significa que teríamos alguns problemas se eu fosse monitor, mas, novamente, como não sou uma boa figura de autoridade, eu te deixaria seguir seu caminho porque sou a favor de liberdade nos passos e já imaginou que chato se determinassem para onde podemos ir enquanto está de dia? Acho injusto, é tão mais simples caminhar ao luar, mesmo que signifique encontrar com Peeves e suas travessuras... -- Sem precendentes, suspirou uma longa e única vez, voltando à realidade da presença de Wright, bem como à duvida de sua pergunta. -- Uh, eu? -- O par de olhos azuis vasculhou ao seu redor, mentalmente refazendo o mapa de seus passos antes de sorrir quase que culpado com a direção que seguira. -- Parece que dei liberdade demais aos meus pés mais uma vez. -- Ainda com o mesmo sorriso, voltou-se para a lufana, então arqueando uma das sobrancelhas. -- Oh, no. Me? I don’t break rules! Or... Do I? This is so weird, I was just at the library and... -- Ligeiramente preocupado, Xenophilius iniciou sua defesa, os palmos movendo-se ao gesticular a veracidade da história, antes que o olhar curioso fosse mais uma vez direcionado à sua companheira de cena. Lovegood era péssimo em notar detalhes na hora, razão pela qual acatava à peças de uma conversa segundos após estas se apresentarem.
Tão aleatório quanto havia começado, fitou o rosto de Wright por um instante, anotando mentalmente a animação de sua fala antes que pudesse determinar o nível da curiosidade dentro da própria. -- Uh, pelo seu tom de voz, creio que está quebrando as regras mesmo, não? Acho que, neste caso, posso dizer que não tenho mais coisas para fazer. Para onde está indo? Talvez eu possa quebrar regras com você. -- E com um tom mais ameno, ligeiramente esperançoso e animado, o loiro proferiu a proposta no ar; juntando as mãos nas alças da mochila semiaberta que jazia em seus ombros, e prostando as íris curiosas no que a colega levava nas mãos. -- Dever de Astronomia?
Haven't you heard what becomes of curious minds? || Panda and Little Lion {SMALL PARA} - FLASHBACK
pandoragreymark:
Sentada no canto mais distante da cabine, Pandora deixou sua mente viajar. Sua mãe Diana sempre dissera que a melhor forma de canalizar sua criatividade era deixar sua mente voar sozinha e simplesmente passar seus pensamentos mais aleatórios para o papel, mas ela nunca conseguia. Não era do tipo que desenhava coisas aleatórias, ela gostava mesmo era de desenhar pessoas em seu dia-a-dia, com seus afazeres, sorrisos e curvas distintas. Ela tentava se concentrar na paisagem, mas não conseguia. A cabine ao redor já se enchia, mas ao levantar os olhos ela se deparou com uma bela visão À sua frente. O garoto, assim como todos naquela cabine, aparentava ser um calouro. Os cabelos dourados caíam nos olhos e ele estava parcialmente escondido pela capa de um livro que ela já vira nas coisas de sua mãe Mary, mas nunca tivera curiosidade de abri-lo. Não tinha muita paciência para ler, preferia livros com figuras.
Sem perceber, seu lápis já começava a passear pela página em branco à sua frente. Primeiro os contornos dos ombros magros, as orelhas parcialmente grandes e os cabelos desalinhados. Depois se concentrou nas sombras dos olhos abaixados, o nariz perfeito e as sobrancelhas grossas, assim como o livro que escondia a parte de baixo do seu rosto e seu pescoço. Se concentrou nas mãos de dedos finos, nas pernas magras penduradas no banco e nos pés enfiados dentro de um tênis velho e um pouco grande demais. Concentrou-se nos detalhes das dobras das vestes, das unhas curtas e ligeiramente lascadas, os cílios grandes e a ruga de concentração entre as sobrancelhas. Não sabia exatamente o que pretendia com aquele desenho, e esperava que ele não olhasse na sua direção e percebesse que ela o olhava quase fixamente ao tentar apreender todos os detalhes de sua pessoa no desenho.
É claro que o primogênito Lovegood estava nervoso naquele dia. Normalmente Xenophilius vivia em um constante looping de emoções, e entrar em um trem pela primeira vez em anos sem a presença dos pais, com destino para um lugar fixo onde passaria seus sete anos seguintes, era uma razão mais do que válida para o garoto de cabelos dourados ter as mãos magricelas, de dígitos finos, tremendo quando finalmente entrou no expresso e deixou o mundo de seus pais para trás.
Daquela vez, em um acontecimento histórico de fato, o pequeno garoto estava sozinho e a experiência era especialmente nova sem que ele precisasse estranhar o contingente de crianças de sua idade – ou mesmo as mais velhas – espremendo-se da estação para dentro da locomotiva que apitava. Xenophilius se despediu apressado de seus pais, sabendo que mais um segundo enrolando ao lado deles poderia lhe fazer desistir daquela ideia, e se enfiou no trem, acenando para estes pela janela antes de adentrar a primeira cabine vazia que encontrou.
O nervosismo tomava conta do loiro. Tamanho era este que, sozinho na cabine, Xenophilius puxou seu exemplar do livro favorito, “Contos de Beedle, o Bardo”, e embrenhou-se em uma leitura focada, não obstante quantas vezes já tivesse decorado cada palavra nas histórias.
A ideia de distrair-se com aquilo funcionara excepcionalmente. Tanto que Xenophilius começou a divagar em sua leitura, o bastante para não notar quando a cabine que ocupava passou a também conter a presença de mais alguém. Lovegood não notou a chegada da garota loira, e notou menos ainda quando esta puxou um caderno de desenho. Se estivesse fora de seu usual mundo lunático, Xeno teria percebido de imediato aquele detalhe curioso da garota, anotando mentalmente o mesmo como uma observação sobre a nova figura que dividia espaço consigo, contudo, distraído como estava, o moço sequer ergueu os olhos.
Pelo menos não por vontade própria. Em seu mundo de leituras fictícias e divagações pessoais, Xeno não soubera dizer a rapidez com a qual o tempo passava, todavia, à medida que os minutos transcorriam naquele silêncio, a locomotiva alcançava maiores velocidades pelos vales onde a ferrovia atravessava, e foi num desses sacolejos que o garoto estremeceu no banco, focando a firmeza dos dedos para segurar o livro, e deixando que a varinha, por sua vez, escorregasse de seu colo para o chão. Rapidamente Lovegood abaixou, recuperando o objeto para erguer o rosto no momento seguinte e deparar-se com um par de joelhos pontudos à sua frente. Ao subir o campo de visão, só enfim notou a garota no banco à frente, e a expressão confusa (ou divertida pela sua confusão?) no rosto dela fez o tom rubro chegar às suas maçãs, culminando na volta apressada do loiro ao próprio assento conforme puxava o livro aberto para esconder-se atrás do mesmo e respirar fundo; lutando contra a vontade de espiar alguma reação dela. Droga de inabilidade social.
pandoragreymark:
Sim, eu sou, mas você continua sendo o aventureiro, sou apenas a garota curiosa que te segue. Mas fico feliz que me inclua nelas dessa forma.
Oh, isso é muito interessante! Eu pessoalmente gosto muito desse assunto, mas não sei muito, por isso acho muito legal que você entenda dessas coisas. Eu tenho certeza de que eles ficarão muito orgulhosos de você por se preocupar com isso, de verdade. Talvez você pudesse procurar na biblioteca algo sobre, tenho certeza de que se pedisse o Professor Grey te daria permissão para visitar Seção Restrita e pesquisar sobre isso. Não precisa agradecer estou apenas sendo sincera, acho você muito inteligente.
Opa, pra já! Você pode me pedir ajuda sempre que precisar~. Organização não é bem o seu forte, não é? Olha, isso aqui está uma bagunça! Mas pode deixar que eu consigo dar um jeito, assim que conseguir descobrir por onde começar. Talvez já tenha visto algo sobre isso na aula de Astronomia, mas não tenho certeza. Minha mãe Mary diz que meu pai me nomeou assim por causa daquela história da Caixa de Pandora. Segundo ela, meu nome é uma lembrança de que mesmo se todos os males forem libertados no mundo, eu sempre vou carregar um pouco de esperança comigo. Você poderia me mostrar isso qualquer dia, tenho certeza de que deve ser magnífico!
Ainda bem que segue. Não sei com que mentalidade sã decidiu fazer isso, mas agradeço que o tenha feito. Não sei o que seriam das minhas aventuras sem você.
Eu não ligo de explicar caso você queira saber mais algum dia! É, espero que sim... Eles sempre mandam cartas, mas consigo ver que quase sempre tem uma frase ou outra com um pouquinho de chateação por eu estar aqui. Será que ele me daria uma autorização? A única professora que geralmente me ajuda com tudo é Sprout, razão pela qual eu não consegui sair do grupo de estudos de Herbologia até hoje... Não quero magoá-la. Você fala isso como se também não fosse... Quem é a gênia das poções e experimentos aqui, hein?
You are absolutely and completely amazing, did you know that? É claro que pedirei sempre, realmente preciso de ajuda com essas coisas, mas saber que estará se dispondo é mesmo maravilhoso. Nem um pouco... Queria negar isso, mas a quem estaria enganando, não é? Meu problema é que eu penso rápido demais, e eu faço tudo rápido demais, então eu tenho que escrever e concluir ações depressa antes que a chama da vela apague! Por Merlin, eu não estou te atrapalhando com isso, não é...? Sei que tem uma vida mais social que a minha, Panda, então se precisar fazer outra coisa e quiser permissão pra isso... Não precisa nem pedir, não quero ser mal educado em te prender a noite inteira. Ah, eu gosto muito daquela história... Ele não estava errado sobre isso, você traz mesmo um pouco de esperança pra tudo ao redor. Você quer mesmo ver essa história das explosões de galáxias? Oras, seria uma honra! Mostrar Pandora à Pandora, não soa divertido? Adoraria ter essa chance.
Moodboard: Xenodora (Pandora’s point of view)
lindseymorqan:
“People don’t get it; they think I’m rich. I’m not! I have no money.”
xmulciber-christine:
Estava falando sobre isso com uma amiga minha. É extremamente estranho o fato de ninguém falar sobre isso. Parece que não temos uma fonte segura quanto a informação, ainda mais quando ele é politica, e só fica mais complicado. Até brinquei falando que daqui a pouco a única fonte que teremos é o Profeta Diário, e com o tanto de deturpação que o mesmo sofre capaz de lançarem uma nota dizendo que esses desaparecimentos foram apenas um mal entendido e todos os envolvidos foram mandado de férias para outro país. Não sei se isso seria pior, ou as pessoas acreditarem. O que é outro detalhe, pois as pessoas seguem esse jornal como se fosse a única verdade. De toda forma, não é como se tivéssemos muitas opções no mundo bruxo. Tudo que posso contar é com seu jornal, Xenophillius. Até mesmo Minverva? Pensei que ela não fosse do tipo que deixaria algo assim encoberto, algo está extremamente errado. Ninguém nem mesmo se importa com esse tipo de coisa. Parece que preferem comprar essa ilusão de segurança para poderem se sentir seguros, mas seria como viver uma mentira. Até quando as pessoas vão acreditar que está tudo certo? Parece que poucas pessoas sabem ou se preocupam com isso sabe? Sybill deve ser uma pessoa muito humanizada para se preocupar tanto com os desaparecimentos, deve ser realmente terrível para ela. Quero dizer, é horrível para todos. Mas alguém sentir isso, poderia levar alguém a loucura.
Alias, nunca agradeci Sybill por isso. Eu também adoro o clube de Astronomia, é o único clube que eu participo. Oficialmente. Seria maravilhoso fundar um clube, e por favor, não me tome por presunçosa pelo que falarei, mas acho que alguns conceitos poderiam se tornar contraditórios. Tenho medo das pessoas não entrarem pela dança e sim por ser um clube fundado por uma Mulciber, é besteira isso, e um pouco de egocentrismo, mas as pessoas daqui pensam muito em somente se aliar com quem o sobrenome lhes parece conhecido. Não quero criar um clube por interesses, entende? Por isso adoraria entrar em um, mas não criar.
Quanto ao Sirius, eu tenho uma amiga que, pelo que eu sei, é uma amiga dele. Posso também tentar alguma coisa, mas não prometo nada. Suas fotos são ótimas, antes de mandar para o jornal eu sempre ficava impressionada. Fotos são um hobby para mim, também. Acho que isso que faz ser tão especial, para nós dois deve ser isso. Quando nos preocupamos demais com alguma atividade assim pode acabar perdendo a graça. É somente algo para desocupar o cabeça, mas com gosto tirarei mais fotos para o jornal.
Parece que me expressei mal, não quero desprezar a Astronomia. De forma alguma, eu realmente acredito que a lua é mais do que somente a lua. Que existe alguma força ou magia, mas algumas vezes eu prefiro algo mais concreto? Como se eu andasse até a linha de tudo isso, mas voltasse antes de atravessar para esse lado da magia. Não há nada mais bonito que um céu estrelado. Apesar de eu não saber muito bem estudar constelações, eu acho que é algo belo. Até mesmo os livros que possuem, na biblioteca acho que já aluguei um ou dois. É um belo exercício. Apesar de eu amar muito mais as flores que as estrelas, a beleza de ambas são inexplicáveis. Nem mesmo uma boa fotografia pode representar o significado delas, e acho que isso é algo que amo na fotografia. Você não consegue demonstrar o verdadeiro significado, mas você pode tentar mostrá-lo pela sua visão e assim as pessoas interpretam. É algo que amo fazer. Meu problema definitivamente é esse, os pés estão grudados demais no chão e na realidade para poder viver no mundo das nuvens. Se gosta tanto de voar, por que não tenta o Quadribol? A sensação de voar é ótima, apesar de eu ter tido uma péssima experiencia com o quadribol. Precisamos conhecer muito bem uma pessoa antes de repeli-la, isso que me irrita sobre algumas pessoas. O pré-julgamento que fazem sem realmente conhecer alguém. Esse grupo menor para mim é perfeito Xenophillius, são as pequenas coisas que importam. Um grupo pequeno parece ser ideal para nós, não?
Mas nós não temos mesmo, porque todos se recusam a nos dar informações e aí só nos resta especular e procurar provas por nós mesmos. Ah, não, Chris! Não confie no Profeta Diário, os editores dele só escrevem coisas para vender, ninguém fala verdades naquele jornal. Tudo o que eles querem é vender, vender, vender, e nunca informar o seu leitor, o que é um tremendo erro! Um jornal tem que ser verídico, e interessante. E ensinar coisas, não apenas ser impresso com um monte de falsidades e servir somente para forrar a caixa de areia do seu gato. Aliás, nunca faça isso com Lynx, temo que o Profeta não preste nem pra isso. Todo juntos para a mesma ilha, certo? É, seria uma coisa bem possível de dizerem... Mas ninguém foi viajar, não é? Ah, Christine... Eu queria mesmo que o jornal fosse meu, mas Minerva mantém um olho na gente. É por isso que eu tenho um projeto solo, que espero conseguir colocar em prática depois que me formar. Quero mesmo entrar no ramo e quebrar essa história do Profeta de enganar todo mundo. Você vai ver, meu jornal será cem por cento verdadeiro e você poderá acreditar em tudo que estiver nele. Tem a minha palavra! A questão é que eles não querem preocupar ninguém. Sybill anda paranoica, ao ponto de não querer conversar nem mesmo com Dumbledore. Bem, não a culpo... Parece que falta um pulso firme nesse lugar ultimamente, e o diretor nunca está por perto. Tudo isso é mesmo horrível, para todos e sobretudo para ela, mas acho que nossa melhor jogada agora é formar uma resistência e nos mantermos juntos. E, mais importante, buscando informações.
Vamos todos sair algum dia! Seria divertido, e você não precisará temer a Sybill, o máximo que ela fará é oferecer uma leitura da sua mão. Vê? A ideia de fundar um clube lhe agrada, Christine... Não deveria desistir de algo que seria bom pra você só porque os outros podem pensar diferente. Eu não fiz isso e estou aqui hoje, o que não aconteceria se eu não tivesse feito. Quer dizer, em suma eu não ouvi meus pais e escolhi estudar. Dá pra entender? Enfim, pense bastante nisso. As pessoas não podem ser tão interesseiras assim, tenho certeza de que um bom número viria para aprender a dançar. E, se quiser mesmo esconder seu nome, poderíamos usar um pseudônimo e um feitiço para confundir. Ninguém saberia que é você!
Você é mesmo cheia de contatos, não é? Eu gostaria muito se pudesse falar com essa amiga, ou qualquer pessoa que pudesse ajudar. Poxa, agradeço muito que fale isso... Fotografar é incrível, não é mesmo? Um dia lhe mostrarei o álbum que tenho de fotos ao redor do mundo, acho que poderia gostar. Sim, também acredito que esta seja a razão! Quando vira uma obrigação acaba ficando chato, não é? E um hobby... Um hobby é sempre um modo de distrair. Obrigado mais uma vez, Chris, não sei o que seria de mim ou do jornal sem você e suas fotos.
Eu entendo que prefira algo mais concreto, mas as vezes... As vezes os eventos acontecem, sabe? Eu era bem teimoso com isso, mas Syb mostrou que as coisas funcionam, que os astros têm correlação com tudo. Sem contar que os centauros sempre falaram sobre a influência lunar e dos planetas, e nunca erraram! Pelo menos não os que encontrei com meus pais nas nossas viagens. Ah, um céu estrelado é sempre um céu maravilhoso... Se um dia precisar de ajuda no Clube para estudar as constelações, não hesite em me chamar! Eu não conheço todas, mas tenho uma excelente amiga que conhece o céu como a palma da mão, certo? Deve funcionar, também. Uhn, você gosta de flores...? Anotarei essa informação para referências futuras. Qual é sua flor favorita, Christine? Eu ainda faço parte do grupo de estudos de Herbologia, apesar de confessar que já não é mais minha maior paixão... Há coisas que não têm significado, mas apenas interpretação. Elas significam o que significam para você, então é como se não houvesse um modo único de interpretá-las, mas, sim, uma variante inesgotável de maneiras de entender essas coisas. Legal, não é? Também penso isso sobre as estrelas... Sobre várias coisas no mundo, na verdade. Até sobre as pessoas. Voar não faz mal, Chris, algumas vezes se deixar soltar pela imaginação é a melhor viagem que você poderia fazer... Mas, eu? No quadribol? Ah, não! Eu gosto de voar, mas figurativamente. Em uma vassoura a única coisa que eu faria seria ser levado pelo vento, o que não parece uma ideia tão boa assim. E, além do mais, esportes são para meninos populares, não peculiares. Qual foi sua experiência com jogos? É estranho te imaginar numa vassoura, sempre foi tão delicada... Infelizmente pré-julgamento é algo comum por aqui. Dificilmente as pessoas se deixam conhecer antes de repelir alguém ou assumir algo. É como se... Temessem o estranho. Isso me deixa um tanto chateado, me faz querer mudar o mundo todo, mas acho que sou parte de um grupo pequeno demais para isso. De todo modo, é bom saber que esse grupo inclui você, Chris. Acho que o mundo vale a pena quando existem bons amigos nele.
Breaking the rules // Xenophilius and Agnes
agneswrightt:
Uma noite estrelada significava para uns exatamente nada, para outros parecia o cenário perfeitamente romântico e Wright era a oportunidade perfeita de dar uma escapada no meio da noite. Era a única e exclusiva exceção que fazia a lufana querer quebrar as regras escolares. Em todo seu currículo escolar, a morena não havia levado nenhuma detenção anteriormente e prezava para que permanecesse assim. Nessas oportunidades, Agnes se deitava na cama e aguardava ansiosamente que todas suas companheiras dormissem para que saísse escondida. Nunca fora muito organizada, mas em tal caso separava seu telescópio, alguns pergaminhos dentro de uma bolsa e um roupão para colocar sobre seu pijama.
Naquela noite, suas companheiras de dormitório havia entrado em uma conversa longa, deixando a morena levemente agitada, pois elas estavam enrolando para dormir. Tentando não se meter na conversa para que terminasse o mais rápido possível, ficou relembrando letras de músicas trouxas que mais curtia e alguns passos de dança relacionando com tais músicas. Sem perceber, entrou em estágio entre a realidade e um cochilo e fora despertada em um susto ao escutar o ruído do gato de uma das suas colegas rodando sua cama. Suspirou sentando-se, esfregou calmamente suas mãos em sua face e desceu da cama pegando suas coisas embaixo da mesma. Rumou para fora do quarto andando na ponta dos pés e segurando a respiração.
Já no corredor, sentiu-se aliviada andando mais descontraída, ainda assim tomava cuidado para não fazer nenhum barulho que chamasse atenção. Andou apressadamente em direção a saída do salão comunal sem checar se o recinto estava vazio. Escutou alguém chamando seu nome e congelou no lugar. Piscou algumas vezes incerta do que deveria fazer, virou-se lentamente e procurou com os olhos onde estava o dono da voz que a chamara. “Olá Xeno.” Falou um pouco mais aliviada por não ter sido nenhum monitor, porém, ainda estava sem jeito por ter sido pega pelos corredores sozinha e mordeu seus lábios demonstrando nervosismo.
Ficar até tarde fazendo anotações na biblioteca parecia uma boa ideia para Xenophilius, até que a noção de tempo se perdesse juntamente com seu sono e o rapaz apenas soubesse que havia passado do horário que o local deveria fechar quando a bibliotecária aproximou-se silenciosamente e cutucou-lhe no meio das costelas. Xeno exclamou tão depressa quanto contorceu-se, só então fixando as íris azuis no relógio encantado na parede e compreendendo que horas eram.
O pedido de desculpas fora murmurado inúmeras vezes para a bibliotecária, sempre tão acostumada em fechar a biblioteca atrasada devido à presença constante de Xeno e seus inúmeros pergaminhos de anotação. O fato era que o garoto poderia ter feito tudo aquilo em seu salão comunal, já que todo corvino apreciava o estudo e jamais incomodava qualquer estudante que estivesse no canto de uma mesa com livros ao seu redor, porém, para Xeno, montar esquemas e anagramas para novos nomes de criaturas mágicas que enviaria para os pais era uma tarefa árdua e tanta para fazer sozinho. Pandora costumava lhe ajudar nas revisões de seus pergaminhos, mas, nas vezes onde ela não estava por perto, Lovegood decidia que preferia ficar a sós consigo mesmo na biblioteca, onde poderia ser invisível à vontade.
Juntando apressadamente seus materiais na mochila, assim como as penas e tinteiros que ainda usava mesmo no século presente, o corvino agitou a varinha para guardar os volumes que retirara das prateleiras e correu para a saída da biblioteca, murmurando mais um pedido de desculpas ao passar pela senhora com as chaves em mãos antes de finalmente alcançar o corredor.
Fora como se, ao pisar no chão do castelo, todo o cansaço se abatesse. Xenophilius bocejou incontrolavemente, levando uma das mãos de dígitos longos e finos aos cabelos loiros que já chegavam em ondas aos ombros. No verão passado havia criado coragem para colocar um piercing em uma loja trouxa, mas ainda não conseguira coragem o bastante para diminuir o comprimento de seus cabelos. Constantemente os prendia quando os fios atrapalhavam sua visão, mas, naquele momento, estava tão irremediavelmente cansado que só conseguira caminhar sem rumo pelos corredores fracamente iluminados pelas tochas ao longo do caminho. Os quadros lhe cumprimentavam pela caminhada, uma vez que estabelecera uma relação cordial com estes desde sua chegada ao castelo -- quando ficara abismado que fotografias pudessem falar; entretanto, no estado atual de Lovegood, a única coisa que pudera fazer fora murmurar um “boa noite” sonolento para cada um.
Se ele ao menos pudesse chegar depressa ao dormitório... Ou talvez nem precisasse chegar ao dormitório para cochilar. Cinco minutos em um armário de vassouras seria excelente, quem sabe até teria suas energias renovadas para continuar os trabalhos pela madrugada adentro? A ideia parecia excelente, e bastou que Lovegood alcançasse a escadaria mais próxima para que a mochila fosse largada ao pé da mesma. Sentando-se ali, o rapaz suspirou longamente e encostou-se no corrimão, onde fechou os olhos e simplesmente apagou. O cochilo de cinco minutos poderia ter durado uma meia hora fácil, não fosse Peeves em sua ronda noturna pelo castelo enxergar Xenophilius adormecido ao pé da escada. Bastou um sopro repentino do poltergeist em sua orelha para Lovegood pular de susto, acordando imediatamente e só tendo tempo de assimilar a realidade ao enxergar a figura luminosa de Peeves sumindo pelo corredor com seu riso estridente.
Xeno suspirou mais uma vez, duplamente mais cansado do que quando sentara na escada, e esfregou as pálpebras com os punhos. Não podia arriscar nenhum cochilo ali, ou Peeves voltaria com baldes de água -- ou algo pior. Juntando a mochila mais uma vez, o corvino levantou-se e seguiu para ocorredor oposto, decididindo que dormir de vez era sua melhor opção.
Porém o destino era cruel e adorava colocar empecilhos em sua jornada curiosa. Portanto, fora quando caminhava pelos corredores da cozinha que ouviu passos mais leves. Lovegood esperou até que a presença surgisse um pouco mais nítida pelo corredor para que os olhos azuis enxergassem algo e a voz arriscasse um nome na ligeira escuridão. -- Agnes?
A resposta não viera imediata, mas logo a lufana parou e virou-se em sua direção, e, diante da confirmação de que era sua colega de clube ali, Xenophilius só pudera sorrir antes de rir baixo com o ar aliviado dela. -- Calma, ainda não me fizeram monitor deste lugar. -- Comentou de modo a tranquilizá-la, aproximando-se da mesma e mantendo uma das mãos segurando a alça da mochila no ombro. -- Oi! O que está fazendo perdida à essa hora? Seu salão é por aqui, não é? Não acho que esteja querendo voltar para ele... Mas se estiver, eu posso te acompanhar até a entrada. Seria estranho e um trajeto bastante curto, mas tudo bem.
s-trxelawney:
Não sei, acho que sempre estou te incomodando e você negando sobre isso, apenas porque é uma boa pessoa e não falaria pra alguém quando ela está realmente te incomodando. São. Mas realmente não precisa se esforçar tanto para conseguir essas ervas, não é algo que eu precise de verdade. É, talvez seja melhor tentar um poção e eu posso ver nos livros depois algo sobre isso, mas é acho que a ajuda da Pandora vai ser bem vinda, mesmo que eu ache que não devemos incomoda-la com isso também.
Não posso fazer nada no momento, mas também não consigo controlar meus pensamentos. Não vou avisar ninguém, é que você sabe que as coisas nem sempre dão certo e eu não fiz realmente uma previsão ou uma profecia, então acho que pode ser alguma mudança nos planetas que possa estar me deixando assim, não consultei o horóscopo ainda pra ter certeza. E só um presentimento não é nada, então melhor ficar quieta. Acho melhor a gente tentar a poção. Certo, só toma cuidado. Modelo? Ah…Não sei, acho que…Talvez seja melhor ficar só no que está mesmo, nunca sei o que falar quando ele está por perto sem parecer que eu realmente sou estranha. Provalmente não vou acompanhada, então não vai ter brigas. Ah Lovegood, você realmente é um bom amigo. Eu aceito o seu convite, caso eu apareça por lá e espero não pisar nos seus pés, porque seria muito ruim saber que te machuquei sem querer.
Sem paranoias, está bem? Como sofredor número um deste mal, te digo que não é uma coisa boa e, além do mais, você é minha melhor amiga. Eu jamais mentiria para você. Lembra quando pediu opinião sobre aquele casaco absolutamente normal que ganhou no correio matinal? Eu fui sincero, ele era horrível. Melhor ficaria com alguns itens paculiares. Já disse que não é esforço, Syb... Você precisa aprender a deixar as pessoas te ajudarem, ou fazerem coisas legais para você. Peça ajuda da Panda, ela é excelente com poções e tem ideias geniais. Tenho certeza de que ela não ficaria incomodada, na verdade talvez até gostasse de discutir isso com alguém... Ela sempre fala comigo, mas vivo no mundo da lua por vezes demais para lembrar de tudo.
E se usasse uma Penseira? Meus pais tinham uma quando moramos por um período na Áustria, lembro de vê-los utilizando aquela espécie de caldeirão enorme. Ou pelo menos é o que me lembro que parecia. Uh, talvez devessemos dar uma olhada nas constelações... Na próxima noite de céu claro, talvez? Ah, finalmente concordou! Mas chame Pandora, pensando melhor pode ser que ela prepare a poção melhor do que eu... Mas em termos de chá, sempre podemos recorrer também aos elfos da cozinha. Eu estarei sendo estranho com você, lembra? Não é como se ele só tivesse uma fonte de alucinações pra reparar neste caso. Ótimo, então temos um trato para o baile! E eu sou apenas o amigo que você é para mim. No caso, amiga, é claro. Eu já caí tombos maiores, Sybill, deixe de se preocupar uma vez na vida!