Lint Roller? I Barely Know Her
Phantogram Three
The Stonewall Inn

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Sade Olutola
I'd rather be in outer space 🛸
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Not today Justin

gracie abrams

No title available
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"
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@universosevadidos
DARK (2017) → yesterday, today, and tomorrow are not consecutive. they are connected in a never-ending circle. the beginning is the end, and the end is the beginning.
“Todas as nossas vidas estão conectadas. Um destino se liga ao outro. Todas as nossas ações são uma resposta a uma ação prévia. Causa e efeito. Nada além de uma dança eterna.”
DARK
“Acreditamos que o tempo decorre de forma linear. Que ele avança uniformemente, para sempre. Até o infinito. Mas a diferença entre passado, presente e futuro não passa de uma ilusão. O ontem, o hoje e o amanhã não são consecutivos, mas estão conectados em um círculo infinito. Tudo está conectado.”
DARK
“Por mais livros em que as protagonistas se amem. Por mais personagens gordas, baixinhas, com acne e verrugas no nariz vivendo grandes histórias, pois todas somos dignas delas. Por mais mocinhos imperfeitos, pobres, de cabelo esquisito e humor duvidoso. Por mais gente comum, que nos façam perceber que o extraordinário não está do lado de fora, mas sim dentro de nós.”
Larissa Siriani
PUTA!
Puta, vagabunda! Isso mesmo que ela era: uma vadia, não se comportava, não tinha jeito de mulher de respeito, andava pela rua de shortinho curto e blusa colada, tu acha mesmo que uma vagabunda dessas merecia respeito? Claro que não, ela merecia era uma mão na cara pra aprender a se dar respeito.”
NÃO! Ela não merecia uma mão na cara para aprender a se dar respeito. A única mão na cara que ela merecia era para receber um carinho, um afago, mas isso é quase impossível. Ela se respeita sim e, além disso, ela é muito corajosa: gosta de usar um shortinho curto e uma blusinha colada, mesmo sabendo que não é vista com bons olhos, mas ela é corajosa e se mantém respeitosa aos seus gostos e vontades. Nós não podemos mais nos permitir viver em uma realidade machista, de um machismo praticado não só por homens, mas também por mulheres. De que voz poderia ter vindo esse discurso? De um estuprador, de um pai, de uma mãe, de um namorado, uma amiga, um religioso? Quem poderia ter olhado para aquela moça que, sem intentar ferir ninguém com as suas vestimentas, acabou por ser ferida? Antes de tentar ouvir a voz do outro, tentemos, primeiro, ouvir a nossa própria voz. O que os nossos discursos têm deixado como mensagem? Nós temos respeitado as mulheres? “Ah, e os homens, não merecem respeito também?” Todos nós merecemos, isso é óbvio, mas as mulheres ainda vivem marginalizadas e reféns de um pensamento que aprisiona. O Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo. 7 em cada 10 mulheres já foram violentadas, assediadas, estupradas, invadidas. As outras três – e outras milhões e milhares – apanham todos os dias, seja porque não fizeram uma comida boa, seja porque não se comportaram como o marido ou namorado esperavam, seja por simplesmente ser mulher. 35% dos assassinatos de mulheres são cometidos por seus parceiros, por pessoas que deveriam ser o abrigo e o suporte. A todo momento as mulheres são abusadas: em casa, na rua, no trabalho, na escola, no transporte público, no posto de gasolina, no hospital... São assobios, cantadas, provocações, e por aí vai. Até quando? A morte não é necessariamente física, ela é psicológica, afetiva. As mulheres não foram feitas para viverem à margem de um mundo cruel que as veem somente como genitoras (para não dizer parideiras), donas de casa ou um ser que veio ao mundo para servir a um marido e a um casamento. As mulheres nasceram para serem tão livres e tão dignas de viver quanto qualquer homem, quanto qualquer ser humano. Estamos chegando ao final de mais um ano e que no ano que se aproxima, possamos ver mais mulheres corajosas, menos índices de morte, menos maridos agressivos, menos estupros, menos assédios. Mais dignidade, mais espaço, mais voz, mais luta, mais representatividade. Vamos dar um basta nesta cultura de machismo, morte e assédio. As mulheres merecem vida, merecem viver!
Fotografia de Rodrigo Ribeiro.
É que às vezes eu acredito que o amor deve ser tudo, menos piedoso. Mas coitado não é ele, o amor na verdade é um fofo, as pessoas na qual se metem a dizer que amam, talvez é que são perversas com a gente, são canalhas, impiedosas. Eu prometi pra mim mesmo que ia ser diferente, que eu não ia cair mais em esparrela alguma, mas é que na verdade eu já acreditava que eu estava calejado de me decepcionar com tal sentimento, mas não! Talvez eu nunca saiba como agir diante disso, porque felizmente ou infelizmente a intensidade deveria ser meu sobrenome. Ingenuidade? Até que não, porque eu vou “pisando em ovos”, vou tentando agir de maneira diferente comparado com os erros que eu cometi com possíveis amores do passado. Mas a sensação que fica é que eu sempre erro! Eu sempre meto os pés pelas mãos quando na verdade eu sinto que dessa vez estou agindo da maneira certa. E quando eu vejo, nada sai como planejado. As coisas se embaraçam no caminho, e tudo que parecia ser óbvio se torna um quebra cabeça de mil peças… Nessa hora eu desisto, olho para tal jogo que virou essa maneira absurda de amar, esse jogo de ego, de disputa, de não querer se jogar de cabeça, de não querer demonstrar, de não querer saber amar o outro. E no meio disso tudo, eu sofro, porque idealizo o amor nas pessoas erradas, o sentimento que é bonito, que é gostoso de sentir, mas que talvez eu esteja investindo minhas fichas em alguém que mal aprendeu a se amar, mas que por uma triste ironia são “expert” em jogar com os sentimentos dos outros.
Bruno Razzec
“Aquele que ama exige até a última gota para que aquele que é amado chegue ao melhor de si mesmo.” (Pe. Fábio de Melo)
And in the end
It’s just you and me
Fighting
For what we had
In the midst
Of all the storms
And hurricanes
Trying our hardest
To see what could have been
But never was
- enlightenedreader ~ 28/09/17 (2) ~
Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com presença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente. Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado! O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio. Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade. Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar. Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente. Não vou mentir a eles, “vamos nos ligar?”, num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento. Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso encontrá-los, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim. Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes. Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos? Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.
Fabrício Carpinejar. (via docearei)