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@vaeyiett-blog
when i first saw u i said “oh my”;
( @dancereros )
Obviamente, aquele não era o lugar onde qualquer um procuraria por Vaessa se quisesse encontra-la em uma sexta-feira à noite, mas lá estava ela. Claramente um peixe fora d’água. Passos incertos e um olhar curioso a guiava para dentro do Rose Club, onde descobrira há não muito tempo ser o mais novo local de trabalho do seu protegido de Nusquam; não deixaria de conferir se era um ambiente seguro, de forma alguma. As luzes baixas e a música que adotavam um ar sensual à boate não era exatamente o que esperava encontrar – na realidade, não fazia ideia do que esperar. Estava neutra até o momento.
Por sorte, o vestido negro – que quase foi trocado por um azul florido – e a maquiagem leve, porém destacada pelo batom carmesim pareciam camufla-la perfeitamente entre os... clientes, diminuindo a sensação de não-pertencimento. Todos pegavam uma bebida, certo, então deveria fazer o mesmo, concluiu. Isso a daria mais alguns minutos para conferir como se seguia a noite por ali, e depois poderia partir com a consciência tranquila pelo fato de Ryker estar, aparentemente, livre de roubadas.
A bebida colorida servida em um copo bonito já estava na metade quando uma música mais alta chamou sua atenção, assim como a da maioria das pessoas, já que uma grande quantidade se aproximava do pequeno palco central. Teria um show? Isso podia ficar interessante, dependendo do que fossem fazer – já se meteu em uma roubada onde recitavam poemas complicados demais para que seu sistema compreendesse o sentido, na Classe Baixa. Sua linha de raciocínio foi interrompida quando um rapaz bonito atraiu olhares, incluindo o seu. Seria ridículo admitir que uma androide com tantos anos de existência tinha ficado, no mínimo, desconcertada quando a apresentação se iniciou. E interessada, também. Parecia ter algo no olhar daquele rapaz que a fez se aproximar inconscientemente, os olhos agilmente captando cada movimento e expressão deixada escapar ao mesmo tempo em que ela própria soltava uma reação involuntária – um sorriso.
Como é trabalhar perto dos Chanceleres? Você conseguiu como esse emprego?
É como um universo paralelo. Costuma ser muito pacífico, diferente do resto de Gallica I, mas há sempre a sensação de todos os funcionários serem enxergados como um único ser sem rosto.
Como? Eu só apareci e pedi uma vaga, devo ter tido… sorte? A recepcionista da época estava prestes a ser descartada. É um bom cargo.
Porque nunca se casou?
Porque nunca me apaixonei.
Já fez sexo? Como são relações sexuais para você?
Não! É uma coisa para casais, e eu não tenho um par.
Já se apaixonou?
Ainda não tive a oportunidade de experimentar esse sentimento.
Se tivesse que adivinhar agora, quem acha que é o V?
Não me sinto capaz de formular um palpite sólido.
Maior qualidade e defeito de Ryker e Terra
A Terra é corajosa e tem um coração enorme – espero que ela saiba disso. Talvez o defeito é ser corajosa demais? Precisa de mais cautela! E o Ryker, ele é muito dedicado! Um garoto valioso, com certeza. Acho que o defeito deve ser se culpar e cobrar tanto.
Fiz certo? Não me dou muito bem em localizar os defeitos, acho que minha programação tende pro lado positivo.
Anubis: How do you feel about death?
É biologicamente natural. Quem realmente sente a morte são as pessoas que estão vivas, então deve ser melhor morrer do que ver alguém morto.
Sunflower Galaxy: Would you date/make friends with someone out of pity?
Por que alguém faria isso? Não é no que uma amizade ou amor deve ser baseado.
Did you ever play an instrument? If so what?
Não, instrumentos nunca foram cogitados pelo meu sistema.
❝ unsure ❞
( madeoutofsand | flashback. )
Checando duas vezes se havia trancado bem seu próprio apartamento, a palidez de Terra denunciava seu cansaço desde a última noite. A pele dourada e sardenta estava opaca e sem brilho, com olheiras abaixo dos olhos castanhos, agora repletos de uma vermelhidão sonolenta, de exaustão.
O encontro com Elsie e V não havia sido nada fácil para o emocional de Terra. Sua atitude em ajudar, ainda que com a motivação secreta de angariar informações sobre o justiceiro, lhe fazia temerosa, talvez por que pudesse não somente prejudicar a si mesma, mas também a Ryker e Vaessa. Corria grande risco mantendo V em casa, deveria manter o segredo, esconder de todos.
Sobretudo, uma imensurável dúvida pairava seus pensamentos. Desde que havia recebido o mapa para fora de Gallica I no natal, muito havia se questionado sobre a necessidade ou não de se manter naquela localidade. Afinal de contas, o quê V tentava dizer para ela? Que deveria fugir?
Como poderia ele saber de pensamentos tão secretos, que não havia compartilhado com ninguém? Como poderia conhecê-la se os rebeldes haviam criado sua identidade do zero?
Deixando-o sozinho, recostado em sua própria cama, Terra ia a caminho da lavandeira e cafeteira mais próximas, na intenção de lavar os lençóis sujos de sangue e tomar um café, retomar as energias e dar fim às evidências.
Ao terminar de virar a maçaneta mais uma vez, jogou a sacola cinza da lavanderia sobre o próprio ombro, desceu pelas escadarias para evitar qualquer companhia de curiosos no elevador e passou pelo saguão principal rapidamente, abrindo o portão de entrada com o uso da própria digital. O prédio não contava com porteiro, mas tão somente com um interfone e câmera, que eram usados para a comunicação com os apartamentos, de môo que os condôminos destrancavam o portão principal.
Atordoara, Terra teve uma surpresa ao perceber a presença de Vaessa, nos degraus que davam para a calçada. – Oh! – Suspirou, sem graça, colocando a sacola no chão, bem atrás de si, com medo de que ela percebesse alguma coisa. – O que está fazendo por aqui? – Perguntou, tão sem graça que acabou sendo um pouco rude.
@vaeyiett
Assim que o dia raiou, Vaessa decidiu que aquela manhã estava bonita demais para se manter dentro do pequeno loft. Havia planejado organizar a moradia durante o dia livre, mas algumas horas fora não atrapalhariam demasiadamente seu cronograma, certo? É claro que não.
Não gostava da sensação de estar em território desconhecido, portanto, cada hora de descanso que conseguia em seu novo emprego era usada para explorar Gallica I. Diferente de Nusquam, os ambientes ali não eram todos semelhantes, pelo contrário, e isso cultivava certo apreço em Vaessa pelo novo lar – mesmo que algumas particularidades desagradáveis a incomodassem.
Era pouco mais de dez horas quando a Yiett comprou uma bebida gelada e tomou o rumo de volta ao conjunto de apartamentos. Pensava em como seus amigos, Terra e Ryker, estariam se sentindo em seu novo lar, e se alimentavam-se apropriadamente. Principalmente Terra, a qual não via há certo tempo. Ela devia estar muito ocupada, certo? Não haveria outro motivo. Talvez batesse em sua porta mais tarde para uma visita, quando a ouvisse em casa. Sim, o faria!
A androide planejava algum presente apropriado para a nova moradia de Terra quando, para sua surpresa, a encontrou na escadaria ao virar a esquina. Apressou o passo, visando encontra-la nos últimos degraus.
Um amplo sorriso acompanhado de dentes brancos perfeitamente enfileirados adornaram sua feição assim que recebeu a atenção de Terra, mas logo diminuiu ao perceber certa estranheza em seus movimentos. Franziu o cenho, tombando a cabeça levemente para a direita. ❝ Voltando para casa. Fiz um passeio pela vizinhança. O dia me pareceu agradável, você não acha? Manhãs assim costumam ser boas para o bem-estar humano. ❞ Respondeu, ainda com uma sensação estranha atordoando seus sentidos, mas tentando deixar para lá. ❝ E você? Ah! Está de saída? Vamos juntas, ainda não acostumei a ficar tanto tempo sozinha! ❞ Animou-se a pensar na possibilidade. Talvez Terra também estivesse sentindo solidão, ou talvez fosse só um de seus momentos ariscos. Retirou uma mecha dos cabelos sempre desalinhados da morena de seus olhos, e em seguida fez menção de tomar a mão dela entre a sua para que saíssem de lá juntas, sem nem ao menos esperar uma confirmação do convite – sabia que sua companhia não seria rejeitada logo por ela.
|Birth of Issues|
( hectolascius. )
Já era ritual para Hecto Lascius que fosse todas as terças-feiras visitar a Little Asia e aprender um pouco mais sobre a cultura oriental local. Isso significava uma parada obrigatória na barraca de um senhor chinês de idade, chamado Shun Ping, que permitia que o médico fizesse uma refeição de graça, por se tratar, em suas palavras, de uma “celebridade” para Gallica I. A presença de Hecto reuniria mais olhares curiosos não fosse sua rotineira presença na barraca de Ping, o que tornava seu jantar mais agradável, sem companhias indesejadas.
Aproximava-se o horário do toque de recolher, o que significava um dia inteiro nas dependências do Manicômio. Todo aquele trabalho o fazia bastante faminto, resultando em um jantar farto, repleto de variedade. Ping estava falante, mas até mesmo sua conversa parecia incapaz de trazer incômodo a Lascius, ele estava de bom humor. Assim, depois de terminar uma refeição completa, saiu caminhando pelas ruelas enfeitadas de cores vermelhas e douradas, fazendo um verdadeiro passeio enquanto terminava um rolinho primavera que havia levado para viagem. Curiosamente, ocorria um festival chinês, com dragões coloridos e outras atrações. As calçadas estavam cheias de pessoas e tudo parecia muito barulhento.
Terminando de mastigar, enquanto admirava o evento, fora rudemente interrompido por uma senhora de cabelos brancos, acompanhada por outras duas moças, todas afoitas, invadindo seu espaço e falando bastante, misturando a língua inglesa com algo que ele imaginou ser chinês.
Sendo levado por elas, ainda que tentasse se desvencilhar da forma mais educada, para não fazer uma cena em público, acabou acompanhando-as, para uma loja de quinquilharias, para encontrar dentre as prateleiras algo que descreveria como um pesadelo: uma jovem em trabalho de parto.
Seu rosto se traduzia em decepção e um pouco de ira, pois acabava de ser convidado a trabalhar fora do próprio expediente, entregue a uma situação que não poderia dar as costas, a menos que quisesse estampar capa dos jornais no dia seguinte como “o pior médico de Gallica I”.
Levado até a garota, uma seleção de familiares enchia sua cabeça de questionamentos, o fazendo um pouco perdido diante daquilo tudo. Aproximou-se dela, deu uma boa olhada nela e, para sua tristeza, percebeu que a criança estava prestes a nascer.
@vaeyiett
Quando se tratava de explorar, Little Asia era um de seus lugares favoritos. Não tinha nada mais interessante do que as ruelas preenchidas por vitrines coloridas e objetos desconhecidos, repletos de história e cultura. Muitas vezes Vaessa se pegava pensando em como teria sido países inteiros como aquele lugar; certamente a androide gostaria de morar lá. O jantar escolhido para a noite havia sido jjajangmyeon, um macarrão de origem chinesa, mas modificado pelos coreanos. Os hashis não eram problema, e sim uma diversão a parte – bastou uma olhadela em um dos clientes experientes na primeira vez que visitou o lugar e logo aprendeu a usá-los como uma verdadeira oriental – e a massa, com seu molho escuro e denso, tinha um sabor único e aconchegante; como dizia a tradição, era ótimo para corações solitários.
O sabor permanecia em seus lábios mesmo após já ter passado por uma variedade de lojas e bazares, fazendo a Yiett questionar como tivera vivido tanto tempo sem adotar aquele hábito tão agradável de se alimentar, mas, infelizmente, resmungos doloridos vindos de algumas lojas a frente interromperam seu momento de contemplação. Foi automático buscar quem estava precisando de ajuda. Suas pernas pareciam se mover sozinhas, e o sistema de Vaessa entrou em estado de alerta, aguçando seus sentidos. Rapidamente encontrou o estabelecimento abarrotado de telespectadores e, mais a frente, uma jovem moça. Trabalho de parto. Trabalho, trabalho, trabalho – aja! Sua programação parecia gritar em seu ouvido, e quando se deu conta já estava ajoelhada ao lado da garota, segurando sua mão e sussurrando palavras de conforto. Seus poros liberavam no ar uma imperceptível nuvem de tranquilizante, e os olhos percorreram todo o corpo feminino, coletando informações de seu estado de saúde. Foi só então que percebeu o homem aos pés da jovem, e toda a expectativa que parecia cerca-lo. O conhecia de algum lugar? Talvez. Parecia confiável? Não tinha certeza. Era alguma espécie de médico? Provavelmente. Com essa constatação, vestiu um sorriso agradável e estendeu a mão que mantinha livre em sua direção. ❝ Vaessa Yiett, a sua disposição, doutor...? ❞
questionário
Aparência Física:
o Qual a sua altura e peso?
a.: 170m, 62kg.
o Qual é a sua nacionalidade? E a do seus pais?
a.: Se diz natural de Nusquam, assim como Tobbias Yiett.
o Você tem alguma deficiência física? Qual?
a.: Não.
o Quais são as suas compleições (sardas, tom de pele, marcas de nascimento)?
a.: Pele pálida com algumas pintas pequenas espalhadas, sem demais imperfeições. Possui uma cicatriz irregular que vai do seu peito até o meio do abdômen, é como um enorme arranhão, herança do desabamento em Massachusetts.
o Como é o seu cabelo (cor, estilo, penteado habitual)? Ele é pintado? Qual a cor natural?
a.: Loiros e longos, suaves ondas que chegam até o meio de suas costas. Muitas vezes usado em um rabo de cavalo baixo.
o Qual a cor ds seus olhos?
a.: Azuis cristalinos.
o Usa óculos e/ou lentes de contato?
a.: Não precisa, mas já usou óculos algumas vezes para compor o look.
o Tem algum elemento mecânico/tecnológico no corpo?
a.: Todo o seu corpo é composto por tecnologia e mecanismos.
o Já passou por cirurgias?
a.: Sim, quando foi restaurada após ser resgatada pelo sr. Yiett.
o Estilo de vestimenta que você usa?
a.: Não tem um estilo muito particular, optando muitas vezes para o conforto ou elegância, nada muito elaborado, digamos que Vaessa é clássica.
o Estilo de sapatos que você calça?
a.: Salto alto, geralmente grossos, e de cores neutras. Também tem um apreço particular por botas, as quais utiliza em situações em que se sente mais a vontade.
o Como é a sua saúde (está frequentemente doente ou se é resistente)?
a.: Vaessa não adoece.
o Como é a sua higiene (usa maquiagens, toma banho diariamente, usa roupas limpas, perfume, etc.)?
a.: Está sempre muito bem asseada e apresentável, com os lábios rosados e um típico e envolvente aroma floral. Por causa de seu emprego atual, adquiriu o hábito de se maquiar, e, mesmo não precisando, acha o ritual do banho interessante e o adotou.
o Usa joias, piercings ou tem tatuagens?
a.: Está sempre com uma delicada corrente, sendo esta um presente do falecido pai.
o Tem maneirismos/hábitos físicos (rói unhas, gesticula, bate os pés quando está agitado(a))?
a.: Não.
Z.2001174-66.2173.0. Vaessa Yiett. Hathor 3.091. Androide. 27/50. Solteira. Criada pelo Governo de Massachusetts. Natural de Nusquam: fora de Gallica I. Classe Baixa. Recepcionista no Palácio dos Chanceleres. Posicionamento neutro quanto ao Governo. Sob proteção rebelde. Bissexual. Sem passagem pela polícia ou manicômio. Programação ativa: serviços de doula. Poliglota. (Clémence Poésy)
Vaessa é ex-moradora da cidade Nusquam, no sul dos EUA, uma cidade pequena, construída em meio a um deserto escaldante. Sua comunidade vive em democracia, mas a administração dos recursos é péssima, desorganizada, o que impossibilita o desenvolvimento econômico e tecnológico como de locais como Gallica I. Vaessa se destaca na aparência, pois, além de sua pele artificial não sofrer os efeitos do sol, a maioria dos habitantes dessa região tem os cabelos e olhos castanhos, além de serem bronzeados.
Vaessa foi construída no ano de 2130, quando se iniciaram as mudanças climáticas que desencadearam várias catástrofes naturais ao redor do mundo. Foi criação do Governo de Massachusetts, usada como parteira em hospitais de todo os Estados Unidos, exercendo atividades de modo compulsório, em favor dos humanos, com consciência própria muito limitada. “Hathor” foi o nome dado a esse tipo de androide, sendo que Vaessa era identificada pelo número 3.091.
Trabalhou por 15 anos em Boston, no estado de Massachusetts, até que a cidade foi completamente destruída por um furacão, em 2145. Perdida nos escombros do hospital que habitou por tanto tempo, foi reativada somente em 2165, 20 anos depois, por um mecânico em uma cidade desértica ao sul dos EUA, chamada Nusquam.
Sobre as duas décadas que permaneceu inativa, sabe que seu corpo foi provavelmente contrabandeado, traficado e vendido por aí, até chegar ao senhor que a liberou do seu estado de obediência e submissão anterior, dando-lhe a oportunidade de viver uma vida normal.
Ela escolheu o nome de Vaessa e começou a viver em Nusquam como se filha do mecânico fosse, inclusive adquirindo legalmente seu sobrenome: Yiett. Ao contrário de outros lugares, em Nusquam, androides sempre foram tratados em pé de igualdade com os seres humanos. Assim, quando ele faleceu, Vaessa herdou todo seu razoável patrimônio, como sua fazenda e terras.
Vaessa se tornou médica em Nusquam, sempre guiada pela vontade de cuidar dos outros. Acolhia pessoas em sua casa para dar cuidados hospitalares gratuitamente e acabou transformando a fazenda de seu pai em abrigo para crianças abandonadas.
A amizade com Terra Wynter e Ryker Ocano sempre foi mais como uma relação de mãe com seus filhos. Enquanto Terra perdeu a mãe muito cedo e era sua vizinha em Nusquam, Ryker foi acolhido quando criança, em situação de rua. Talvez tenha sido a personalidade selvagem dos dois que tenha cativado ainda mais Vaessa, que tem com eles uma amizade muito forte.
Por isso mesmo, quando os dois quiseram ir para o Canadá viver uma vida diferente, Vaessa resolveu segui-los e ajudar a dupla ensandecida. Sobretudo, secretamente, a androide andava muito pensativa sobre seu desejo insistente em cuidar dos outros. Havia completado 50 anos de idade e, após meio século fazendo aquilo, refletia se era algo de sua personalidade ou de uma programação robótica.
Infelizmente, após problemas técnicos e mecânicos no veículo do trio, ficaram presos no meio do deserto, entregues ao acaso. Encontraram uma expedição de Gallica I e tentaram furtar mantimentos para sobreviver. Acabaram descobertos por rebeldes, foram interrogados e levados à Gallica I, vivendo nos tuneis da Resistência ao Governo, até que fossem registrados e pudessem caminhar por aí tranquilamente.
Atualmente, já estão registrados e vivendo em Gallica I como se cidadãos fossem. Sem que seu diploma seja válido na nova localidade, precisou procurar um emprego sem qualificações. Acabou conseguindo uma vaga como recepcionista no Palácio dos Chanceleres, talvez por sua boa aparência e pelo fato de ser poliglota. É ela quem recebe convidados nacionais e internacionais, oferece um cafezinho e os guia até as salas dos Chanceleres.
Encontra-se indisponível (OC).