A
Trago a faça Cravado no meu corpo Que sangrar
Trago o medo Embriagado pela loucura
Não trago o amor Porque ele foi morto.
(via filosofepoematica)
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wallacepolsom

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he wasn't even looking at me and he found me
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Cosimo Galluzzi
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A
Trago a faça Cravado no meu corpo Que sangrar
Trago o medo Embriagado pela loucura
Não trago o amor Porque ele foi morto.
(via filosofepoematica)
O distinto sabia que não era ele
O tempo era inúmero as proporções colocadas. Era, o amor vazio do tempo mórbido e louco, deixou de ser d[esam]or, o homem conduzido ao límpido no mundo sujo as mágoas colocadas na água, lavada o que restou foi a cicatriz. -Volteeeeeeeeee, pra mim! Era suficiente suporta o amor, na verdade o amor acabou e sobrou as ilusões do tempo, que o mar leva e traz.
Amor
Do seu luxo
Pro lixo
mundo-cão
áspera vida asfalto quente mas qual sorriso desperta estrangulando os ponteiros e suas gravatas sem motivo ou razão um cão deitado ai fosse ele, pelugem negra noite, único incômodo roçar com a pata tirar da orelha carrapatos como quem apaga estrelas.
- Caio Augusto Leite
Deixa
Eu vira
O copo
Lá tem
Lamentos
Sentimento
Que desce
Ardendo.
O meu amor, Não te interessa mas, Parei, de sofrer, correr, Atrás de poste, Que não fala, Que não escuta, Já cansei, De sofrer, Coração, Esta, Completamente, Revoltado..
Minha poesia
Não e ladainha
E coisa que vivo
Dona mocinha.
Do mundo A tua loucura Preciso o solo Obscura
Ponto aérea Leva essa minha dor
Meu desespero A angústia Inerte O inerente O que se passa na cabeça Do pacientes
Poesia
Meu quarto
Minha cama
Eu nela sentada
Pensando e viajando
Do lado uma dinamite
Outro um cigarro
Em frente um vinho
Do outro a faca
E 3,2,1
Vraaaaaaaaa
A dona morte me levou...
No meu louco amor
Foi-se tudo
Da amargura
Em cada cantos do mundo
Em tua teia criei esperança
No mundo do largo do meio sujo
O abismo foi mas fundo.
Nas nostalgia de uma vida A esperança de um lípidos Sem harmonia Esperança E ate Num bote Talvez eu não alcanço
Tu se foi Numa descida de lampejo De um monte Sem descarrego
Não era bike Era lombra Da maresia De uma pomba Da nostalgia De uma lona Das lagrima Da chuva Acalma
Sonhei com ele No desespero de uma lentitude imaginável Seu corpo se rompia entre meu olhos E pegava fogo Sua cinzas e ao vento e gritava pelos os ventos Como assim te perdi caro? O tempo se fecha As lagrimas das nuvens Teu cheiro se foi Na amargura das cinzas Das cinzas Das cinzas O tempo te transformou em tirinhas De uma rima.
Rima Tu que rima Não sabe o quanto me fascina