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⠀⠀ família, esteban kukurizcka.
esse pedido muito especial foi feito pela @clavedelune , no entanto, eu sou pouquinho descuidada para limpar a minha caixa e perdi a ask. mas eu não poderia perder essa ilustre oportunidade de escrever sobre o kuku papai de menininho como você me pediu na 💋 ((no off eu nasci para ser mãe de boys.
maninha aqui o seu pedido saindo do forno bem quentinho, o kuku bem paizinho de menino, mb. espero que você goste.
^᪲notas da autora: sessão de extrema fofura nessa área aqui!, lobinha e kuku papais de menininho!, kuku sendo o melhor papai e maridinho do mundo forever!, é um family one, esse aqui ok?
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃ você pede e a vampgi escreve.⠀ ⠀⠀
𝐄𝐒𝐓𝐄𝐁𝐀𝐍 𝐂𝐎𝐍𝐇𝐄𝐂𝐄𝐔 muitas mulheres na vida, mas nenhuma foi como você. Você que ensinou de pouco em pouco tudo que ele sabia, ajudou a formar o homem que ele era no atual cenário da vida de casados. O mostrou o amor e tudo que era necessário para, pelo menos, tentar entender o que era esse dilema tão indecifrável que a vida nos mostra. Mas o mais importante, você deu o mundo a ele, um que todo dia ele chamava de "filho".
— Ele ama nos ver assim, kuku — você disse baixinho, um pouco da alma sorridente que o argentino conheceu ainda na época da faculdade.
— Ele nos ama, nena. É semelhante, mas apenas amar é muito mais bonito.
"Fly me to the moon and let me play among the stars...", o tom de Frank Sinatra tocava no rádio a merce de consertos, e durante o preparo do jantar, Brian se arrastava pela casa com as rodinhas da andador.
Os olhinhos iguais aos seus, estavam tão arregalados, e isso o denunciava um serzinho estupefato com o amor do papai e da mamãe sendo tão claramente exposto ao vento assim. A risadinha era de alegria, um sentimento que infelizmente nem todos os bebês deste mundo podiam sentir na pele.
Esteban sorria de lado com a reação do filhinho a cada beijo que ele derramava nos lábio de sua tão exuberante esposa. Espremia os dedos nos fios tonalozados de um chocolate com pimenta de seus cabelos volumosos e as vezes os pegava e prendia nas mãos com cuidado.
Ele era sempre assim, tão cuidadoso.
Ele agarrava a sua cintura para a puxar mais perto e então, dançava lentamente com você nos braços dele, tomando você para quase a erguer no ar. Um passo pra direita e para a esquerda e o bebê já sorria aos ares querendo participar também. Nada vulgar, nada profano. Mas tudo tão amor. Um amor que por muito tempo ele tentou resignificar com bares, com o álcool e com outras mulheres. Mas ainda sim, um amor que ele só aprendeu a ler com você.
Um amor família, que ele sentia por Brian e especialmente por você. A música se subsequenciava no ar da cozinha e o seu Esteban simples, não suportou mais aquele sentimento mordaz que o comia em seu peito malhado, as mãzonas bem veiúdas propeliram o seu corpo para cima e o tomou nos braços fortes.
— Esteban!
— Eu amo tanto você, nena. Tanto, tanto... tanto — ele disse em êxtase, mantendo os dedos quase cravados na carne de suas coxas. Esteban te girou no ar, rindo devido a risada que você deixava sair dos lábios, sorrindo com os seus olhos tão marcantes nos dele.
O pequeno Brian soltou uma gargalhada alta, batendo as suas palminhas com aquela cena tão romântica diante de suas íris negras. Ele deu uns passinhos para a frente e as rodas do mini andador, ideal para um neném nos seus seis meses, felizmente o levaram até bater no pé do pai.
Levemente estarrecido dos giros, seu marido parou em um cambaleio, os olhos bobos se concentraram no filho. O de patria argentina sorriu grande ao notar o desejo jovem do menino de se juntar você e ele, e não demorou a conceber isso a ele.
— Vem cá, meu campeão lindo — ele disse com carinho, ainda com você nos braços, se agarrando a ele na medida que Esteban se curvou para tirar Brianzinho do andador.
O menino arregalou os olhos e esticou as perninhas em um sinal de ansiedade. Esteban naquele exato momento, tinha nos braços o mundo dele.
A música ainda tocava e mas agora que tinha o Brian nos braços, o giro era mais suave. Cheio de manhã e de uma delicadeza que era só paterna.
— In other words, please be true — kukurizcka vozeava os versos da canção sobre amor e lua. O seu corpo agarrado no seu e o teu no do bebê. Os três embaldinhos por um triz em um bolinho de família feliz, o homem cantava olhando para você — In other words, I love you.
No amparo brando dos brações veiúdos de Esteban, fizesse a ternura de assegurar o pequeno nos seus braços, entre o seu peito e o do argentino. Brian comichava um pouco a sua gengivinha contra o ombro nu do pai, os pequenos dentes pareciam ansiosos para nascer.
Você acabou por gargalhar em uníssono com o do homem, girando e rodopiando, carregando contra o peito nu, as duas almas mais belas que ele tinha conhecimento. Tudo aquilo era um sonho, que se o pequeno Esteban de dois aninhos o visse ali, se sentiria realizado por conquistar tanto.
Talvez você não precisasse saber, que ele ainda guardava uma certa carta que teceu no passado, um juro aos céus de que se encontrasse uma boa mulher para se casar, ele faria tudo por ela.
Um dia ele leria ela para você, com o pequeno argentino no colo. Mas naquele momento, ter você nos braços abafados pelos exercícios era de uma honra tamanha, que Esteban só pôde... sorrir.
Depois do jantar dos adultos, era hora de Brian ter a refeição tão aguardada por ele. Tão pequenininho e faminto, no auge dos seis meses e alguns dias, logo se alegrou para a hora da amamentação.
Minutos depois, os três se encontravam no quarto que o casal dividia, o corpinho pequeno se acomodava no seu colo como uma bolinha macia, e os dedos minúsculos brincando com o seu seio.
Os olhinhos escuros do bebê estavam bem grandinhos na sua direção, amando o afeto e acolhimento da mamãe. E Esteban, droga, talvez o homem amasse mais o momento da amamentação do que o próprio filho.
Ele estava ajoelhado ao lado daquela poltrona confortável e sorria com o momento intimamente puro entre a mamãe e o filho de vocês — Eu amo vocês — recitou baixinho, um dedo longo indo deslizar pelos cabelinhos loirinhos escuros de Brian.
Não demorou muito para Brian soltar o mamilo molhado de leite da mamãe, com soninho e até a boquinha abertinha de tanto conforto que sentia. E nada melhor para você, do que a presença de Esteban em um momento assim.
O genitor arrulhou bem baixinho para manter os olhinhos do pequeno bem fechados e sonolentos, o tomou nos braços com doçura e então, a cama foi a o lar de vocês.
O bebê se aconchegou no peito de Kukurizcka e então caiu em um sono profundo. Você, seguiu para se lavar rapidinho antes de ir para cama.
Porém mesmo com a pele babada e a fim de esperar por você, seu marido também dormiu. Toda cheirosinha depois de sair do banho, foi se deitar, não sem antes deixar o seu celular na gaveta da cabeceira.
Foi então que, lhe ocorreu uma leve surpresa, notou um pequeno papelzinho dobrado em quatro partes ali. Mas não se atreveu a tocar. Seu sono pesou mais que tudo e fechou a gaveta, voltando a se aconchegar com eles, a sua família.
^᪲ 𝖵𝖺𝗆𝗉𝗂𝗋𝗂𝗇𝗁𝖺 𝖿𝖺𝗅𝖺𝗇𝖽𝗈 — maria! eu amei escrever com o kuku papai, ele me passa uma vibe melhor pai do mundo. obg pelo seu pedido, maninha.
divas, se puderem, dêem diquinhas para eu melhorar minha escrita. sinto que evolui bastante do tempo que comecei a escrever estórias (desde fora dq) para cá, mas ainda não leio nada meu com o sentimento de prazer mesmo, de ver aquela escrita bem gostosinha, fluida. scrr 😭🙏🏻
@maryiposa @lilablanc @clavedelune 🛐
maninhaaaaaas não se esqueçam de mim, porfa. tive uns probleminhas pessoais esse últimos dias além de estar com bloqueio criativo, mas prometo que não me esqueci de ninguém, os pedidos vão sair aaa 😭😭😭
enzoeuteamo.com.br
alô? é a maria? será que vc poderia escrever, porfa, alguma coisa do fer para mim? eu não vivo sem o meu homi, maria 😭😭😭✋🏻✋🏻 pode ser uma coisa bem melosa msm
é pra já! (demorei, então… não é tão pra já assim, mas aqui está) espero que você goste! 💋
exagerado
fernando contigiani x leitora
n/a: esse é mais curtinho porque tô numa semana impossível, mas, espero que você goste gigi. em geral é bem meloso, o fer fica surtadinho de ciúmes. tem alusão à putaria e uma (UMA) unidade de papi porque o fer tem muita cara de papi e eu não me aguentei.
Desde quando se conheceram, algo sobre FERNANDO CONTIGIANI sempre te chamou atenção. Enquanto Esteban tinha cara de sonso, Matías era bobo e petulante e Enzo completamente distanciado da realidade, Fernando era presente, ele estava, de fato, sempre ali e sempre atento.
Te encantou assim, fazendo referência aos detalhes da sua vida cotidiana, como o estado de saúde de um parente ou a possibilidade de uma promoção no trabalho, sempre perguntando, querendo saber; usando as informações ao favor dele.
Nesse cenário, ou seja, um homem bonito daquele jeito lembrando por acaso quais eram as suas flores favoritas e tão casualmente quanto levando-as num buquê pra você no primeiro encontro… é, não é difícil se apaixonar. Principalmente não quando Fer estava tão claramente afim e tão claramente apaixonado. Uma vez, escutou ele falando com o Felipe sobre como a ideia de ser somente seu ficante o torturava internamente; “Mas e se ela quiser só algo casual? Pipe… e se ela quiser outro cara?”
Felipe ria, é claro. Você ria também, pensando naquela ideia ridícula que ele só teve coragem de falar em voz alta para um dos amigos, sempre mantendo contigo o jogo de homem com a cabeça fria, tentando te conquistar. Até hoje, Fernando não faz ideia do quão adorável você achou tê-lo desesperadinho com a ideia de te perder, não importa o quão fora de cabimento seria fazer algo assim.
Seja sincera, se houvesse um namorado perfeito, seria Fernando. Às vezes, no meio da madrugada, no calor da noite e do pós-sexo, ele tem a audácia de olhar pra você com aqueles olhos escuros gigantes e dizer que “não faço ideia de como consegui você pra mim, nena,” e te dá um beijo nas costas da mão, te arrancando um sorriso.
Entretanto, é humanamente impossível que haja um namorado perfeito. Por isso, até o seu tem problemas. Bem, seja sincera, é meio que um problema só, não é? Fernando sabe ser, quando quer e quando não quer, exagerado como ninguém. Você devia ter entendido isso desde a conversa que ouviu entre ele e Pipe, mas, por descuido ou paixão, acabou deixando passar. Você sempre deixa passar com ele. Sabe disso. Quando Fer percebe o excesso, sempre te indulge nos seus desejos e te satisfaz, ou seja, que mal tem?
Você deixa ele então, ocasionalmente enlouquecendo de ciúmes ou de insegurança, porque tem medo de te perder, medo de que você não ame ele mais, medo de que você tenha outro… Os medos de Fernando também vêm em exagero, é claro. Essas coisas nunca vêm sozinhas.
isso aqui mds 😭 tá de brincadeira cmg esse homem é uma tentação viu?
eu amei mariazinha
Oi,então como disse estou apaixonada pelo seu blog e eu amo como você representa nós meninas onduladas,mas agora imagina o Enzo com uma reader miope e ondulada,nos meninas miopes necessitamos de representatividade,eu penso muito em algo fofinho mas que com umas investidas vira algo mais sensual.
⠀⠀investidas, enzo vogrincic.
manaa aqui está o seu pedidinho, me perdoa pela demora, morenaaaaa me perdoa. eu escrevi com carinho apesar do bloqueio criativo. eu também sou míope aaa nós míopes merecemos.
^᪲notas da autora: linguagem imprópria!, menção de sexo desprotegido, embriagado e explícito (eu já disse sobre isso, e é não e não)!, menção de bebida alcoólica!, enzo carinha super apaixonado na lobinha ondulada e míope!, menção a filmes e leve inspiração em rita lee!
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃ você pede e a vampgi escreve.
𝐀 𝐌𝐄𝐋𝐇𝐎𝐑 coisa que ele recebeu por participar do remake do clássico de 1990, Ghost, foi você. A sua presença, o seu cheiro, atuar ao seu lado. Tudo era um presente. Não tinha prêmio que valesse mais do que o seu sorriso largo quando o uruguaio errava — muitas das vezes de propósito, alguma cena tensa.
A mente dele pirava com os beijos técnicos que vocês dois davam em cena, das mãos grossas dele deslizando por sua cintura. Ele tendo que se esticar um pouquinho para o beijo sair. Sentir você subindo os dedinhos pelos cabelos dele.
Uma paixão lentinha, que começou a doer dentro dele ainda no comecinho das gravações, nos dias da semana de terça a sábado. Quando ele tentava mais e mais se concentrar nos malditos roteiros e você chegava. Ajeitando os seus cabelos bem onduladinhos, soltos, olhando para todos dali com um sorriso que refletia a sinceridade nos seus olhos jabuticaba por de trás dos oculinhos de armação cor vinho.
Você sorria para o ele, e o uruguaio quase se derretia sobre a sua doce maneira, como um sorvete em dia de calorento.
"Olá, enzito", dizia suave, sorrindo, dando um leve toque na mão dele estendida para ele.
"Bom dia... nena".
Todos da produção estavam a par desse carinho extra dele por você, por mais que ninguém se atrevesse a dizer nada sobre. Desde do dia que gravaram a cena da argila, o clima no set tinha se tornado outro.
O homem guardava na lembrança e no coração como as suas mãos se tocaram para esculpir a argilazinha molhada como pedido. Ele queria tanto confessar esse amor e poder finalmente chamar você de minha, acordar abraçadinho com você nos dias de folga.
Foi em uma quase madrugada de sábado cansativa, onde no dia seguinte vocês não deveriam se ver segundo os seus horários, que ele tomou o primeiro passo. Tinha acabado de se despir da sua caracterização e ao sair do camarim, ele a viu sentadinha no chão com um outro ator, um coadjuvante de toda o drama cinematográfico.
O carinha parecia te fazer rir enquanto você segurava uma garrafinha de água gelada, ainda com as roupas da última cena que gravaram. Mesmo que ele sentisse uma pontada de ciúmes, ele esperou o ator se afastar. Era o momento perfeito para ele se aproximar. "Nena? Eu posso?". Apontou para o espacinho ao seu lado.
Você o olhou um pouco surpresa com o toque dele no seu ombro, deixou a garrafinha no chão mesmo e sorriu para ele com aquele maldito sorriso tão lindo.
"Você sabe que sim".
Enzo deixou o corpo cair ao seu ladinho, te olhando quase que fixamente enquanto o fazia. Os assuntos eram sutis até demais, as cenas, o tempo, a chuva, hobbies. Mas nunca, o amor. O maldito amor que estava latejando contra o peito dele, esse amor que o fazia imaginar como era te beijar de verdade, te abraçar. Que o nena fosse um sinal amoroso e não apenas de uma quase amizade.
Quando os outros começaram a ir embora, ele olhou para os lados, já estava um pouquinho mais próximo de você. O de uma nacionalidade latina se levantou suavemente e então se atreveu a estender a mão grossa dele.
"Vem comigo, nena... eu te dou uma carona". Você pensou por uns poucos instantes, e então se levantou em um piscar de olhos para aceitar a mão do homem.
Talvez ele tenha se envergonhado um pouquinho pelo fato de oferecer uma carona estando apenas de motocicleta. Um capacete ele deixou com você, atacou benzão para não ficar apertado em você e o outro, ele colocou em si mesmo.
O caminho se seguiu um silêncio na maior parte do tempo. Até que ele sugerisse, em um ato de muita impulsividade e de coragem, que você fossem rapidinho em um restaurante forrar a barriga; visto que não comiam uma refeição boa e completa desde as três da tarde.
Com as mãos no peito dele, se segurando e rindo por conta dos chuviscos que caíam, mas não te molhavam porque ele havia deixado a jaqueta de couro dele sobre seu ombro. A cabeça encostada nas costas um pouco curvadas dele.
"Eu adoraria passar um tempinho com você". Droga, como que uma simples fala o deixou tão... excitado? Ansioso em tamanha proporção.
Depois de uns minutinhos aconchegados, Vogrincic parou a moto dele no estacionamento daquele restaurante pequeno, bem pequeno mesmo. Era um lugarzinho aconchegante, só para poucas pessoas e exatamente com tal intuito de ser reservado.
Todo fofinho, Enzo te ajudou a descer da motocicleta, sorriu assim que você segurou nos braços veiúdos dele, um pouco úmidos.
Ele desviou o olhar quando a viu erguer um pouquinho a sua blusinha pra enxugar a lentes de seus óculos. Era uma coisa normal, deveria ser, mas puta que pariu, ele era louquinho para te pegar de jeito e nem sequer deixar você tirar os seus oculinhos enquanto te come. "Obrigada", você sorriu doce.
Ele te olhou por um tempo sem uma palavra sair da boca dele, e te acompanhou para dentro. A conversa durou por cerca de mais uma hora.
Beberam um pouquinho, então mais altinhos, os assuntos foram esquentado. Amor, depois o tipo ideal de cada um, mas uns minutos depois e vocês estavam invadindo com pressa o apartamento do homem.
Ele te segurava pela cinturinha, te puxando e pressionando os dedos na sua carne. Os lábios te devorando em um beijo que revelava tudo que vocês confessaram com o álcool correndo nas veias. Mais íntimos.
O tempo corria e nenhum dos dois parecia bem em demorar para se fundir em um só.
Enzo te carregou nos brações até o quarto, a colocando no colchão enquanto começava a tirar as roupas com pressa. Era uma situação cheia de nervosismo e de realização para ambas as partes. Completamente nus, vocês se abraçaram mais uma vez, os lábios urgentes se juntando novamente.
No meinho do beijo, o uruguaio deslizou uma mão até a sua entradinha úmida de tesão, esfregando-a ali na reagião e até rindo baixinho quando você se afastou um pouquinho para gemer contra os lábios dele.
"Enzito.. hmm", saiu de seus lábios e ele sorriu, a mão que segurava o seu rostinho escorregando para deixar um dedo grossinho calar você. "Shh, sem barulho, nena... imagina se alguém escuta como eu vou comer você".
Você assentiu, com carinha de desolada, enquanto Enzo tava continuando a esfregar o dedo na sua bucetinha, um beijinho no ombro nu, outro na sua testa.
Ainda estava de oculinhos vinho, tentou tirar uma vez ou duas mas só recebeu um mero olhar dele que a pediu para não o fazer.
"Deixa ele... quero que veja bem quando eu te comer".
A urgência na voz dele, como se quisesse estar ali desde o primeiro momento que a viu. Ele se afastou um pouco e se posicionou melhor entre suas coxas, segurando com força as pernas para você não fechar elas. "Se fechar vai ser pior, viu nena?".
Ainda olhando cada reaçãozinha sua, desde os sobresaltos até os gemidinhos, quando ele deixou a língua quente de álcool deslizar contra o seu clitóris, uma mão que subia para brincar com o mamilo durinho do seu seio.
Ele não só chupou, ele se esbaldou. Sentiu como se tivesse ganhado algo com mais valor que um prêmio e sabia que depois daquele dia ele deveria honrar essa entrega.
O dedinho dele acompanhou a língua, entrando e também, saindo do seu buraquinho apertado, o que a fez segurar os cobertores da cama com força entre os dedos. Excitada.
"Caralho, nena... gostinho bom da porra". Ele gemeu, arfou um pouco contra a sua carne molhada.
Não demorou muito e Enzo Vogrincic se afastou para poder virar você de ladinho e poder te comer como sempre ele sonhou.
Ele se deitou atrás do seu corpo e uma das mãos foi parar nos seus seios, os dedos apertando com carinho a mama e os lábios dele beijando o seu pescoçinho na hora do pau veiúdo dele te penetrar.
Um bração contornou o seu ombro por baixo do corpinho suado que você tinha contra o dele, gemidos desesperados se envolvendo no ar. Era uma mania que ele descobriu ali. Te tanto beijar você, não havia nada melhor do que aquilo.
"Enzo... enzito, eu... ah", você iria? ele mal podia acreditar que você estava prestes a gozar, a melar o pau dele todinho pela primeira vez, podia até pular ou correr de alegria se o momento não fosse tão... inadequado.
"Sim, minha menina, minha nena... eu sei, goza para mim". Ele pediu baixinho, convencido a só de deixar levar quando você chegasse ao fim primeiro.
Em gemidos de uníssono, vocês tremeram no corpo um do outro e finalmente gozaram. Ele um pouco depois de você. Te segurando firme nos braços, tirou o pau de dentro da sua bucetinha, continuando o abraço por mais tempo.
Testas coladas e carinhos trocados, ele te olhou no fundo dos olhos e finalmente teve coragem de falar.
"Eu te amo tanto mais tanto que meu peito tá doendo, nena, será que eu vou morrer? Eu não sei, mas se for.. tudo bem, porque foi por eu ser tão louco por você". Ele ajeitou seus oculinhos tortos, deixando um beijinho doce na lente.
^᪲ 𝖵𝖺𝗆𝗉𝗂𝗋𝗂𝗇𝗁𝖺 𝖿𝖺𝗅𝖺𝗇𝖽𝗈 — leve, mas leve inspiração mesmo da música mania de você da diva rita lee. espero que vc goste, mb @lilablanc, obrigada pelo pedido.
você é muito diva e eu AMO o jeito que você escreve. me deixou louca no fer e eu nunca tinha visto ele dessa maneira antes… por enquanto sem pedidos apenas aguardando o one shot do kuku (tô precisando de algo dele, meu marido)
own diva, obrigada pelo carinho. eu sempre gostei muito de escrever sabe? arriscava um pouquinho de poesia. mas qnd conheci o cast fiquei tipo 👅 logo de cara. também não foi com o fer, e sim com enzo, sinto que os meninos não foram tão panfletados como vogrincic foi na época do filme.
apareceram milhares de edits dele, mas os outros eu só fui conhecer procurando e assistindo o filme mesmo. já o meu deslumbre pelo fer veio exatamente do filme, justamente no que eu fui com fé que ia me ver só pelo enzo. desde então se tornou meu homem. até tento, e gosto mto de escrever sobre os outros, mas o fer tem um espaço já 👌🏻🚬
inclusive só comecei a escrever pq tudo que tinha do fer eu já tinha lido kkkk agradeçam ele manas. esse homi me controla
⠀⠀ ⠀⠀
⠀⠀ ⠀⠀relacionamento tóxico, esteban kukurizcka.
esse aqui foi um pedido divonico da @maryiposa, mas tive uns probleminhas (que já disse 😝) e acabei perdendo a ask. mas não me esqueci de você mana.
^᪲notas da autora: linguagem imprópria!, menção de ações mais de dezoito!, personagens maiores de idade!; menção de sexo (🤨)!, relacionamento tóxico!, lobinha sendo bem mulher encrenca que faz homem chorar!, menção a bebida alcoólica!'.
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃ você pede e a vampgi escreve.
𝐄𝐑𝐀 𝐔𝐌𝐀 relação além de complicada. Tóxica. Ninguém era exclusivamente de ninguém, vocês eram de todo mundo e todo mundo era de vocês também.
Kukurizcka jurava de pé junto que podia te controlar como quisesse. Que aquele par de olhos e a barbinha rala que se esfregava em sua pele poderia te fazer tudo por ele. Se ele disesse não, era não, ou sim, então vá.
Ele talvez só se esqueceu, como te conheceu. Você estava em um bar, dançava como se não conhecesse o significado do amanhã, como se sua vida fosse parar ser vivida daquela maneira. Dava um gole no gin, uma olhada lenta no local, inspecionada e selecionava as opções de quem poderiam esquentar sua noite para se livrar daquela angústia.
Foi você quem o escolheu.
Ele só não queria acreditar nisso pois poderia ferir o ego dele. Mas a lingerie vermelha combinando que você usava naquela noite que vocês transaram pela primeira vez, dizia que era você que estava pronta ser de um homem qualquer já há tempos.
Você toda curvada sobre o corpo dele, como se soubesse exatamente o que fazer para deixá-lo enlouquecido, como se fosse perita.
"Tá gostosinho desse jeito, Kuku?". Você perguntou naquela noite, enquanto ele te comia, mas era você o show principal.
Você contraia a pelve e relaxava, o que fazia o pau dele ficar um pouquinho apertado dentro de você.
O olhava como uma diaba. Com um fogo nos olhos que não era amor. Não era confusão nem indecisão. Você não tinha ninguém e ele, também não. Vocês dois apenas gostavam do prazer, mas não era nada exclusivo.
Ele beijava e tocava várias na semana, mas os sábados e as quintas feiras eram sempre suas. Você não ficava atrás. Se o seu celular fosse pego, demorariam horas lendo os tantos contatinhos que tinha.
Mas de repente, talvez enciumado, ele quis exclusividade da sua parte unicamente.
Foi uma noite em amigos, onde bem, você estava sem que ele soubesse. Tinha dito que estava doentinha, e que não ia vê-lo naquele dia, mas a verdade é que também se pegava com Matías, um cara uns aninhos mais novo que você, um amigo do argentino.
Esteban chegou naquela festa todo animadinho e já com um copo de whisky na mão, imaginando quantas daquelas mulheres ali poderiam ser levadas até o caminho da cama dele. Ou talvez na pressa, só até o banheiro da casa do tal anfitrião, Pardella, mesmo.
Mas o mundo dele parou, e o ego dele pôde ser ouvido se quebrando quando te viu. Você usava um vestidinho que não era apenas curto, era muito curto. De tecido fininho e transparência suave, mas que mostravam a falta de um sutiã ali.
Matías segurava o seu corpo com uma mão, enquanto você estava deitada no colo dele, protagonizando o maior beijão que todos pararam para ver. Recalt descia a língua contra os seus lábios mas também em seu pescoço.
Louco de ódio com aquela cena, Esteban não se importou com onde estava, com quem, com porra de reputação entre os amigos. Ele simplesmente deixou o copo cair e caminhou até você em passos que eram muitos mais que só ciúmes.
E então, quando você ia toda bobinha saindo do colo de Matías, Kuku a puxou pelo braço com força. "Ôh sua perra maldita! Você não tava doente, (seu nome)? O que caralho tá' fazendo aqui?".
Ele precisou de forças para não agarrar seu rosto quando você simplesmente... riu para ele. Que abusada. Que oblíqua e dissimulada. Só não era cigana.
"Surpreso, Kuku?".
"Pega as suas coisas e dá o fora daqui agora, maldita! Eu tô mandando".
A risada ficou mais alta, e Matias, mesmo sabendo daquela situação toda, tentou se aproximar com medo da força de Esteban te machucar. Resultando só em mais gritos, porque o argentino mandou o mais novo ir para cara do caralho.
Que você era dele e um monte de mais baboseiras. Você que já estava mais altinha de álcool, apenas olhou para o Recalt completamente plena e enviou uns beijinhos no ar.
O aperto do seu... vocês não tinham uma relação definida em nenhum parâmetro, mas talvez ficante fosse a palavra que mais se encaixasse, ficou pior em seu braço, mas tudo que você fez foi erguer os braços, uma carinha de errei, fui muleka.
Te levando para fora da casa de Pardella, Kuku caminhava na direção do carro dele. A sua sorte é que não tinha levado nada além do que vestia e seu celular. O loiro escuro abriu a porta do veículo, te empurrando para dentro sem se importar muito se aquilo feita ou não.
"Você vai acabar me machucando assim, seu idiota!". Você disse, mas ele te forçou a ficar no banco e colocou o cinto em você.
Ele segurou seu rosto com raiva, se relutando internamente para um tapinha na sua bela face de mulher perigosa. O seu problema era esse. Ele amava esse lance de vocês por você ser diferente das outras que ele tinha, mas te odiava pelo mesmo motivo. Você batia de frente com ele.
"Cala boca, cachorrinha".
"Seu burro". Retrucou. Ele segurou mais forte. "Tagarela e teimosa". O que você não deixou barato ao gritar no meio da rua. "Seu cavalo! Estúpido".
"Gostosa! Cala essa boquinha". Ele não tinha mais adjetivos sujos para xingar você. Podia ser uma cachorra, faladeira e teimosa, uma diaba, mas ainda tinha um corpo que deixava ele alucinando.
Quando ele deu partida no carro, você ainda tinha um bico nos lábios, não olhava para Kuku e nem falava com ele.
Sequer o provocava. E aquilo tava matando ele. Então ele parou o carro em uma rua mais deserta, e te olhou. "O que te deu agora, nena?". Ele sempre vinha com essa, uma voz mais calminha, de quem faria tudo para colocar um sorriso no seu rostinho lindo, mas que não iria cumprir nenhuma das promessas. "Você não gosta mais da gente? Do que sente quando eu te toco..?".
"Do nosso rolo na cama eu gosto... o que eu não suporto mais é você".
Aquilo estava fazendo o orgulho interno de Esteban gritar, pois talvez só no fundo, em um pedacinho bem pequeno e quase inexistente dele, ele te quisesse mesmo e não só como parceira de cama, de transa.
Mas aquele joguinho de maldade era tão bom.
Quando menos foram capazes de raciocinar, estavam suave suados, o ar cheirando a pele molhada de vocês roçando e com o banco do motorista mais para trás.
Era quicando contra o colo do argentino, que você rebolava. e gemia loucamente, o olhava como uma pantera feroz. Os braços rodeavam o pescoço do homem e uma das mãos dele cravadas na sua pele.
"Ah, minha maldita, isso..". Ele sussurrava no seu ouvido, a outra mãozona agarrada aos seus cabelos suados.
Ele a deixava chupar um pouco da pele do pescoço dele e te estocava como se amanhã quem sumisse fosse você. Para se encontrar com outro alguém.
Assim eram encontros de vocês, na cama ou no carro, ou até em qualquer lugar que ele pudesse te usar e se deixar ser usado. Porque ele tinha algo entre as pernas que você gostava e você, uma sentada que o desgraçava.
E mais uma vez, estava bem assim, contanto que você não invente de ter outros amantes. "Eu te amo, perra". As vezes saía.
"Eu também, seu babaca".
^᪲ 𝖵𝖺𝗆𝗉𝗂𝗋𝗂𝗇𝗁𝖺 𝖿𝖺𝗅𝖺𝗇𝖽𝗈 — não sei escrever sobre homem tóxico, acho que deixei ele babaca até demais. mas de qualquer forma espero que tenha ficado ao seu gosto @maryiposa. obg pelo pedido!
⠀⠀ ⠀⠀
⠀⠀ ⠀⠀anúncio importante.
minhas divas divonicas, só passando para avisar que eu já estou terminando de escrever dois pedidos para serem postados e então, as asks estão abertas de novo, ok? um spoiler: tô louca para escrever mais do Pipe.
e eu simplesmente postei a one do kuku sem tá pronta, que merda em? 😀 sorry gatas, sorry. mas em compensação prometo que vai ser de abalar.
Oii diva eu fiquei completamente obcecada pelo fer policial! Poderia fazer outro smut deles casados? Bjs diva!
⠀⠀𝗌𝗆𝗎𝗍 𝖼𝖺𝗌𝖺𝖽𝗈𝗌, 𝖿𝖾𝗋 𝗉𝗈𝗅𝗂𝖼𝗂𝖺𝗅.
𝐄 𝐏𝐀𝐑𝐀 você, o dobro desses beijos. aqui está o seu pedido e eu espero de todo o coração que esteja ao seu agrado 💖
^᪲notas da autora: linguagem imprópria!, menção de mais de dezoito!, personagens maiores de idade!; menção de sexo desprotegido(🤨)!, age gap, fer mais velho!, lobinha mamãe do filho do fer!, fer policial!, homem dominante!, penetração (fem recebe)!, leve privação do ar!
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃ você pede e a vampgi escreve.
𝐕𝐄𝐒𝐓𝐈𝐀 meias na altura dos tornozelos, cruas da mesma cor da camisa dele que você se apossou. Era noite, você vestia um short de cor vinho e de tecido fininho, tinha o corpinho de Jorge colado no seu em um abraço confortável depois da amamentação. O bebê estava todo encolhidinho, com a bochechinha roçando na sua pele e um sorriso involuntário nos lábios pequeninos.
Era verdade, ser mãe mudava toda a essência da mulher. E você podia confirmar isso vendo o apego que criou com o seu filho de três meses. Fernando dizia que ele parecia com você e jurava agradecer por isso — uma tentativa falha de fazê-la pensar que ele era menos do que você. Não, o seu marido não era menos. Nem mais também, ele era um igual, um coração que zelava por você, assim como o seu por ele.
Quando Jorge estava prestes a dormir nos seus braços, o barulho rangido da porta se abrindo o fez despertar e o seu olhar virou para a porta. Fernando tinha chegado. Exausto, morto em um estado de cansaço, mas tinha chegado. E, podia-se dizer que o argentino tinha sido pego pela chuva torrencial daquela noite. Os relâmpagos e trovões ainda assustavam o pequeno, mas Jorge rchegou a rir todo animadinho com a aproximação do pai.
Era claro que devido a seu estado encharcado, Fernando não tomou o filho nos braços de imediato. Então, tocou de leve a mãozinha que o menino esticou para ele e sorriu. O lar de vocês era o único lugar na terra que ele se sentia em paz. Talvez não fosse necessário dizer que quase foi baleado em uma missão urbana naquele dia, mas só aproveitar a sua vida.
Ele te olhou uma cara que dizia, vamos arrumar essa porta maldita. Sorriu grande. "Estou de volta, minha flor". Essa era sempre a primeira coisa que Fernando dizia ao retornar do trabalho.
Quem sabe fosse uma promessa de que sempre, ele estaria de volta para vocês. E era rotina de novo. O homem deixava um beijo na sua testa com um sussurro de "eu te amo" e dizia em seguida, algo sobre ir tomar banho.
Você quase sempre vinha e resolvia ajudar o Fernando a relaxar. "Vou ninar o pequenito. Estarei no quarto logo em seguida". O relógio na parede avisava quase uma da manhã, e você conhecendo Contigiani, sabia que ele não iria comer nada. Só deitar e aproveitar o momento ao seu lado.
E em questão de minutos, embalou Jorge e o menininho se aconchegou no berço em um sono profundo, o quartinho decorado do ursinho Pooh estava quase todo escurinho, se não fosse por uma pequena joaninha de plástico na tomada que ascendia suavemente o cômodo.
Você mal tinha saído do quartinho, quando sentiu aquelas mãozonas te puxarem contra o corpo ali. Fernando rodeou uma mão na sua cintura enquanto a outra te prendia entre ele e a parede. "Senti sua falta, nena".
Ambos sabiam do que ele estava falando. Ele não só sentia falta de dormir bem com você, de saírem juntinhos para um jantar, para passear como faziam antes do pequeno menino nascer. Ele sentia falta de fazer mais. Estar mais com você, dos momentos intensos de sexo. Claro, isso não era para anular o amor dele pelo próprio filho. Ele somente queria que além de mãe de Jorge, você fosse a mulher dele.
Sem contestar ou revogar a sinceridade no olhar dos dois, você deixou a mão dele subir, conhecedora do seu corpo e das aventuras que já experimentaram juntos.
Para a sua inteira sorte e felicidade, Fernando era pirado no seu corpo, e mesmo com as mudanças depois da gravidez. Ele continuou pirado. E até mais talvez.
"Você tá me olhando com aqueles olhos".
Ele se aproximou um pouco mais, os lábios quase tocando os seus. Porra, esse homem te queria e te comia só com o olhar. "Que olhos?".
O queixo dele abaixou um pouco só para ele poder te olhar mais, o dedo calejado subindo quase que imperceptível para desabotoar a camisa dele que você roubou — ele adorou. Ele olhava para dentro do tecido, a outra mão subindo para tocar seu seio no interior da roupa.
E o seu marido soltou aquela bomba no seu ouvido quase que autoritário. "Quarto agora... senhora Contigiani".
Fernando te carregou nos braços cabeludos e veiúdos como se você fosse nada mais que uma pena sobre os dedos dele. Ele fazia isso. Para aqueles homens donzelos, que erguem muito mais de cem kilos na academia, qual era o problema de carregar a mulher de vocês? Bom,
Pelo menos Fernando não era um donzelo.
Ele se sentou na cama quase caindo no colchão, a puxando para se deitar e então ele finalmente estar por cima de você, depois de uns dias cansativos, era a primeira vez na semana que vocês iriam transar. Para um homem acostumado a ter o manuseio dos mais diversos tipos de armamentos, foram três segundos para ele se livrar do seu shortinho de cetim e levar a calcinha ao chão junto.
A mão deslizou até o meinho das suas pernas, espremendo um ou dois dedos dele para se encaixar no seu buraquinho, enquanto ele nem se deu o trabalho de tirar completamente a camisa que você vestia. Com uns botões desfeitos, um deles Fernando quebrou com o seu atrevimento, o homem enrolava a língua densa e molhada no seu biquinho duro, girava de um lado para outro, em círculos e de cima para baixo.
"Fer-". Ele te cortou do gemido altinho. A mãozona foi parar na sua boca e ele introduziu dois dedos ali.
Os dedos entraram um pouco mais na sua cavidade bocal. "Es uma tagarela, mi nena. Melhor ficar de boca fechada ou gemer bem baixinho agora, não queremos que o pequenito acorde, não é?".
Você negou, surpresa e com os olhos arregalados pelos lábios sufocados com os dedos compridos de Fernando.
"Ótimo... agora fica bem abertinha para eu meter..."
Ele a pegou novamente, te colocando na cama de uma maneira mais espaçada e até deixou um travesseiro na sua coluna para não doer. Entendedora de Fernando Contigiani, foi que você rapidamente entendeu o que ele queria. Com as pernas nos ombros do homem, você deixou a bucetinha bem aberta para ele.
Estando bem posicionado entre a sua perna esquerda e a direita, ele pôde sentir os dedos entrando muito bem dentro de você. As dobras encharcadinhas, que se molhavam mais e mais a cada dedada ou forma como ele brincava com o seu clitóris, acelerando e esparramando aquela umidade por toda sua extensão.
"Hm, levanta esse rostinho, olha como eu te deixo. Tá' toda molhadinha". Você não conseguiu assimilar o que ele disse, então ele agarrou seu queixo, a puxando dali mesmo mais para perto.
"Eu disse para levantar o rostinho, não disse, nena?".
A voz dele era uma mistura de comunicação dominante e de um homem que se preocupava demasiadamente com sua esposa, bobo. Mas era claro que independente dos fetiches dele em quatro paredes, Fernando era o homem mais amoroso do mundo com você.
Quando você estava quase lá, ele tirou. Ele negou que você gozasse nos dedos dele. Não, você ia gozar com o pau dele roçando dentro de você.
Ele agarrou sua perna trêmula e a puxou para o centro da cama. Com você de ladinho, ele deu alguns tapas em uma de suas nádegas, que segundos depois ele agarrou a carne com um movimento absurdo que carregava a sua força.
Você não tinha chances pra gemer ou respirar direito, visto que te segurando por trás, o braço veíudo dele embalava seu pescoço, e os dedos dele? Estavam na sua boca. O pau do argentino entrava e saía em tempos acelerados de dentro de você, dessa vez Fernando não começou leve. E ele estava morrendo de saudades dessa movimento, dessa sua carinha implorando pela vontade dele de te dar um pouco de ar.
Do barulho que preenchia o ar. Mas então, as vezes, a mente dele voltava ao controle, o lembrava do filho de vocês em alguns metros de distância. Era necessário se segurar.
"Shh... não seja barulhenta, nena. Essa semana... eu deixo ele com minha madre, e ah... aí sim, eu te como do jeitinho você merece, minha nena... perra". Ele te falou em resposta com um beijo estalado, um que suas línguas dançaram juntas e se tocaram mais que seus lábios.
Quando você finalmente melou o pau dele com o seu gozo, ele repetiu minutos depois. Mas não tinha acabado, ainda. Passaram-se mais alguns minutos com você praticando a garganta profunda nele, que tanto te mandou se calar, mas gemia guturalmente como um homem da era Viking.
Suados, ele te agarrou para subir para a cama. Ele sorriu ao te trazer para cima dele com um carinho descrito nos olhos, que mesmo não combinando nada com o Fernando de minutos atrás, ainda era ele. O seu marido.
No banho, ele te ajudou a se erguer e até deixou o sabonete escorregar pelas suas curvas. O de nacionalidade argentina acariciava a gordurinha singela localizada na sua cintura e a enxugava antes de ir para cama como se você fosse o maior e mais especial tesouro dele. Bem, Fernando conhecia sua rotina de skincare noturna diária, por isso se preocupou em mantê-la antes de vocês dormirem. Adicionando cada um dos cremes e cada sérum em sua pele, que para ele já era macia como a bunda de Jorge.
"Você parece um quadro, minha esposa. Uma pintura como a monalisa". Ele disse no pé do seu ouvidinho enquanto você já dormia.
^᪲ 𝖵𝖺𝗆𝗉𝗂𝗋𝗂𝗇𝗁𝖺 𝖿𝖺𝗅𝖺𝗇𝖽𝗈 — eu adoro escrever com meu marido, obrigada pelo seu pedido, @lorenaloveslewis. aproveito para mostrar a vocês essa mudança bem pequena na estética do blog e das postagens.
minhas lsdnetes, bem, eu resolvi fechar os pedidos por um tempinho, td bem? Vou me organizar para responder as que já tenho aqui e assim que estiver tudo bonitinho e postado, eu abro dnv. bjs 💋💕.
Oiee, td bem? Passando aqui pra dizer que eu amei o seu blog e a sua escrita, simplesmente divino os seus trabalhos 😔🙏🏻
SE não for pedir muito, você poderia fazer algo com o Pipe ou o Blas (ou os dois 😝)?? Sério mesmo esses dois me tiram do sério de uma forma q não sei explicar,desumano.
(caso queria uma ideia, eu amo homem com cara de coitado que ate ajoelha na frente da mulher chorando dizendo que não conseguiria viver sem ela, depois eles macetam ela na pica e tem uma aftercare e uma noite bem fofinha mimindo😴 ( desculpa a bíblia)
𝐀𝐐𝐔𝐈 , anjo! Introduzi um age gap no Blas para aumentar essa vibe homem capacho de mulher. Espero que você goste! Muito muito grata com o seu elogio 💋.
^᪲notas da autora: línguagem imprópria! um age gap com o blas mais novinho que a loba!, um sexo desprotegido em ambos os casos (já sabem, né?)!, homens com energia e estilo sertanejo (só faz sofrer pela mulher, come, mas depois volta a sofrer um pouco)!
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃ você pede e a vampgi escreve.
(✿ Pipe Otãno.
𝐎 𝐑𝐄𝐋𝐎́𝐆𝐈𝐎 dele marcava quase nove da noite quando você saiu pela porta da sua mansão, o coração acelerado. Todos esperavam que sendo a filha mais adorada do manda chuva, todo-poderoso dono da empresa Martini, estaria presente na confraternização dos funcionários. Mas estava era bem ausente. Saindo em uns passos leves, você avistou de cara ele. Felipe te esperava do lado de fora, a rua era quase nada iluminada e fácil para ele esconder, já sob na moto. Uma mecha dos cabelos escuros caia suave na testa dele e os olhos azuis esverdeados que brilhavam toda vez que olhavam para ti, estavam concentrados em espera.
A relação de vocês era complicada. Você era a filha do chefe do cara e o argentino não passava de um mero subordinado recente da empresa, estava trabalhando lá há menos de um ano. Junto com você, há seis meses. Era fato que o seu pai nunca aceitaria que você se envolvesse com alguém como ele.
Felipe tinha um teto bom para viver, ganhava parcialmente bem, era dedicado, trabalhador, tinha visão de futuro, mas não era da mesma classe social que você. A sua vida e da sua família estava um pouquinho acima dele. Mas sabe de uma coisa? Nenhum dos dois ligavam para isso. Sempre voltavam um para o abraço do outro.
Ele tinha voltado ali, naquela noite te ligou com um bico de um metro de longura nos lábios, pedindo, implorando para ver você. Com medo que fosse a última vez. Já tinha um tempinho que seu pai vinha com desconfiança para o lado dele, dava alguns sinais que não estava se agradando da aproximação sua com Felipe, do trabalho do argentino, e que poderia despedí-lo a qualquer momento. O velho estava tirando você dele, e sem você, Otãno já não sabia mais o que era viver.
Precisava do cheiro do seu perfume envolvendo as narinas dele, dos seus beijos e das fodas de vocês, que aconteciam no mínimo semanalmente.
Assim que a viu, Felipe não deixou você se aproximar muito para te cumprimentar. Então ele desceu ágil da motocicleta, só para correr na sua direção. Os braços dele te envolveram como um cobertor que a livrava de muitos males. E as suas mãozonas tocaram o seu rostinho, quase embalava sua face, e tirava alguns fios dos seus cachinhos da frente de seus olhos tão belos de jabuticaba.
"Minha pequeña... eu não posso viver sem você, não posso, não aceito". Ele disse quase em tom choroso, te apertando naquele abraço. De repente, algumas lágrimas escorreram pelas bochechas vermelinhas dele.
Vocês ficaram assim por mais alguns poucos segundos, o seu nariz roçando o peito dele pela camisa preta fininha que ele usava, isso antes dele te segurar nos braços no estilo noiva. Seu amado te carregou até o local onde a moto tinha sido estacionada e até a ajudou a subir na garupa, antes de se unir e ligá-la. Naquela noite, nenhum dos dois realmente se importou tanto com a desconfiança do seu pai contra esse amor.
Você queria viver, queria ver e conhecer o mundo. E aquele argentino, dos olhos cristalinos queria você. Quando você queria se aventurar mais, ele se deixava agarrar sua coxa e implorava para você se segurar firme nele, e então acelerava a moto em uma estrada quase vazia. Diferente de você, Pipe não usava capacete. Tinha só um disponível, e sempre era você que utilizava. Paranóia da cabeça dele que insistia que você deveria estar mais segura e protegida que ele.
Ele entrou na garagem do prédio onde vivia, estacionou e novamente você foi parar nos braços dele. E assim ficou. Ele subiu no elevador, outras pessoas viram vocês daquela maneira, mas ele te manteve nos braços dele.
Você teve que pisar no chão outra vez por um curto período de tempo, quando o homem abriu a porta do apartamento e quase que instintivamente se ajoelhou. As mãos quase sem calos fizeram pressão em seus tornozelos e pés enquanto ele tirava suas botas de couro, se levantando, não sem antes dar um beijinho suave na sua coxa a mostra.
"Bem vinda de novo, minha pequeña". Sussurro ele em seu ouvido, antes de a pressionar contra ele de novo. Pipe deu um passo e outro até chegar ao quarto dele, não fazendo muitas cortesias para o que ambos queriam: transar e se amar.
Mesmo que em meio a um beijo feroz que ele mordia seu lábio gordinho inferior, o argentino a fez erguer os braços e ele tirou sua blusa decotada em V. O sutiã foi rapidamente descartado também quando os dedos ágeis encontraram o fecho da peça. Era real, o pobre coitado quase gemeu ao sentir os seus mamilos durinhos roçando a camisa dele. A sensação o incomodava, e por isso, ele se afastou por um momento para tirar a própria roupa logo. Ele tirou tudinho, jogou no chão, não se importou com você vendo o tamanho enrijecido do pau dele.
Voltando a se ajoelhar diante de você, dessa vez sabendo do efeito que te causa a nudez dele, as suas mãos foram parar na sua sainha jeans. "Essa aqui está curta até demais para o meu gosto... melhor sem ela, não é, mamí?". Oh merda, fazia tempo que ele não te chamava assim. Os dedos grandes do argentino se pressionaram o tecido para cair nas suas pernas e o mesmo fez com sua calcinha, mas a peça íntima ganhou um carinho a mais.
Felipe se levantou com a peça rendada brincando contra os dedos dele e a deixou bem guardadinha na gaveta de cuecas do guarda-roupa dele. Mas quando o homem voltou, não se preocupou em se acomodar muito bem na cama.
Deixando você ali, toda debruçadinha na cama, a sua bunda empinadinha parecia implorar, ele desferiu dois ou três tapas bem estalados, um em cada nádega, a marquinha das mãos dele se tornou visível. Todo esse show de dominância só para ele se declinar sobre a região e deixar beijinhos na sua carne macia.
"Não se preocupe... vai sarar com meus beijos".
O corpo dele se endireitou com quase um movimento de instinto, um animal que rapidamente se deixou levar pelo calor do momento e encaixou o pau dele latejando dentro da sua bucetinha. Se debruçando contra você outra vez, o braço direito contornou a circunferência de seu pescoço e graças pressão das estocadas, que não começaram tão leves quanto você imaginava, as vezes Felipe apertava a mais o seu pescoço, te deixando sem ar por uns segundos.
O barulhinho molhado e intenso ecoava no ar junto com os seus gemidos sofregos. Seus olhinhos escuros reviraram de desejo e a boca dele chupava um pedacinho da sua pele bem no ombro.
"Você não vai se afastar de mim, meu amorzinho... ninguém vai te tirar de mim. Porque eu te amo... eu sou louco por você, não posso.. não". Sussurrou, os olhos marejados um louco, mas continuando a se mover com vontade dentro de você.
As vezes ele ia rapidinho como você pedia, mas em outras, só para te provocar, desacelerava, indo tão lentamente que chegava a ser tortura. Completamente suados e ofegantes, quando você já tinha gozado demais para o gosto dele, ambos caíram na cama lado a lado. Era naquele momento que Otãno ativava o "modo cachorrinho arrependido". Todo preocupadinho, te dava cheirinho no cangote e te fazia mil e uma pergunta.
"Você acha que peguei muito pesado?". Uma vez. "Quer um banho morno, uma água? Chocolate!". Duas. "Está bem, mami?". Três, mais manhoso com o nariz no seu pescoço. E então você o cortava com um doce. "Eu tô ótima, Pipe".
Vocês se aconchegaram um de frente para o outro e dormiram ali mesmo.
Naquela noite você não dormiu em sua casa, claro que não. Você nem sequer deu as caras para a confraternização. Não era apenas suspeito que, única e exatamente, você e Felipe não tinham comparecido ao evento. Era na verdade, uma realidade bem escancarada para o seu pai. Que você estava com Felipe Otãno.
(✿ Blas Polidori.
Blas estava completamente fudido. Será possível aquilo estar acontecendo com justamente com ele? De fato era difícil de explicar, mas de sentir era muito mais confuso.
Para detalhar desde o início, você era a nova vizinha de Blas. Fazia tempos que havia um ap vago vizinho do dele, e após um pedido da esposa de Esteban, que ele jurou que fosse só a mulher querendo ajudar uma amiga qualquer, foi você que chegou batendo na porta dele. Foi você pedindo a ajudinha dele para carregar as coisas e subir até o apartamento. Uma mulher bem mais velha que ele. De uma conversa ou outra, o de cabelos enrolados conseguiu extrair um pouquinho de você.
Era divorciada, saiu de uma relação abusiva de muitos anos, zero filhos, contou com a ajuda milagrosa de uma tal amiga para conseguir uma moradia. Mas o que mais o chocou ele sobre foi que, você tinha trinta e dois anos. Ele se encantou logo de cara, mas a diferença de onze anos era muito.
Não muito para ele, com seus vinte e um anos, o argentino jurava estar no auge da masculinidade, que aguentaria você facilmente. Mas era muito para a sociedade. Ele talvez nem ligasse para os julgamentos, mas, você iria querer um cara tão novo como ele? Quase nunca as mulheres queriam. Se até muitas novinhas preferiam homens mais estabilizados na vida e experientes.
Ele não dormia, não comia, não trabalhava, se não fosse com você na mente dele. Chegou até a chorar uma vez, logo depois que viu você conversando, toda de sorrisinho, com um cara na entrada do prédio.
Naquele momento ele estava pensando em você, nos nove meses que você estava sendo vizinha de ap dele, enquanto precisava treinar aquele roteiro para o novo filme, então ele se pegava lembrando das suas risadas com algo um pouco atrapalhado que ele fez. Da sua boca, porra, você ficava ainda mais mulherão com o batom carmim ou o coffee, sim ele aprendeu o nome. Era tudo de bom. E as suas curvas? Era realmente necessário ele pensar tanto nas suas curvas mais maduras? Talvez fosse, porque ele só dormia depois de bater uma pensando em como poderia levantar aquele seu vestinho estampado que você mais usava.
Foi então que Blas ouviu um barulho na porta. Estava sem camisa e assim mesmo, foi ver quem era. Você. Porra. Por que raios sempre tinha que ser você exatamente quando ele pensava em você — já estava claro que ele te pensava em todos os momentos, certo?
Ele sorriu sem mostrar os dentes por um segundo, e então se encostou no batente da porta, tentando te analisar sem querer ser percebido. Você usava uma camisola que ia até os joelhos, de cor roxinha e rendada de preto, que mesmo estando bem coberta, não deixava de acentuar bem os seus seios. Talvez fosse por esse motivo que você era conhecida como "a grande gostosa do ap 309B". Era um pouco doido, mas do zelador aos inquilinos, todos os homens do prédio eram gamados em você. "S-sim, boa noite". Começou. "Precisa de ajuda, nena?".
"Blasito... acreditaria se eu dissesse que encontrei um baita escorpião no meu quarto? Será que poderia ir tirar ele para mim?". Você conseguia fazer isso sozinha. Blas Polidori, ele sabia que você conseguia perfeitamente espantar um mero escorpião. Você era madura e nunca pareceu ser aquele tipo frágil e inocente de mulher.
O rapaz te olhou, te olhou de novo. Mas não porque estava pensativo e sim porque estava te encarando da cabeça aos pés.
"Claro". Foi tudo que ele disse naquela momento.
Blas fechou a porta do apartamento, e apenas com aquelas bermudas de tecido fino, caminhou até o seu ap ao lado do dele.
Não demorou mais de quinze minutos para ele ter em mãos o pequeno pote que você mesma entregou para e então, ele finalmente capturar o animal peçonhento. Alguns minutos depois, com o potinho fechado nas mãos dele, você o fez prometer que iria deixar o bicho bem longe do prédio, falou de seu medo e tudo. Estavam os dois parados na porta do seu ap, pareciam não querer se despedir.
Foi ali que o argentino finalmente ficou de cara com as suas intenções. Não era coisa da cabeça dele, você queira ele. Ele tinha certeza disso. Pelo jeito que você olhava para ele com carinha de como se fosse capaz de ensinar a toda e maior promiscuidade sexual existente no mundo. Como você se movia e as vezes, quando ele tentava agarrar o escorpião no vidro, você, sem querer esbarrava nele e deixava os seios passando nas costas do homem. Sem falar em como dizia um "obrigada", singelo. Docinho. Ele estava se envolvendo.
"Acho melhor eu ir. Não se preocupe. O escorpião já está bem preso, nena". Ele insistiu depois de muito blá blá blá.
Blas se virou para dar um passo, mas maldição, sua voz o parou.
"Não quer tomar um café? Um agradozinho pelo favor que me prestou, talvez uma... taça de vinho".
Num pulo do tempo, os dois já estavam bebinhos de álcool. Blas estava sentado na cadeira da cozinha do seu lado, com um sorriso mole e olhos brilhantes para você, que contava tudo que tinha superado depois do fim do casamento bem ruim que passou. Como se sentia insegura, velha demais. E o rapaz só conseguia pensr em como duas horinhas dele te comendo bem gostosinho poderiam te fazer mudar muito essas ideias.
Conversa vai, conversa vem, a sua mão esbarrou na dele e seus olhos se encontraram, envergonhados, embriagados. Um cachinho de Blas caía na testa e os seus, tão belos e bem volumosos, estavam em um coque improvisado.
Em um movimento impulsivo, ele tocou seu rosto. "Não diga que é feia, nena. Se esqueceu de como ficou conhecida aqui no prédio? Você é muito inteligente, madura, bonita. Tenho certeza que todos os caras desse lugar te querem".
Você descruzou e cruzou novamente as pernas, deixou que a mão dele encostasse mais na sua.
"Mas, e o que eu quero? Será que o que eu gosto... me quer? Diz Blas, você me quer?".
Os olhos escuros dele se arregalaram e ele te olhou com um misto de surpresa e excitação, carinho e tensão. Algumas lágrimas tomaram os olhos dele e ele sorriu. "Nena~".
Se olharam por um tempinho e então, quando vocês menos notaram, estavam colados um no outro. Aos beijos. Suados, com direito a ele dedando sua bucetinha bem encima da mesa e te comendo ali mesmo. Você tinha as pernas bem abertinhas para ele, que te olhava como se nunca quisesse sair dali.
Completamente impaciente, depois de esperar mais e mais esse momento, finalmente estava acontecendo, ele havia levantado a sua camisola, se posicionar de pé entre as suas pernas. Filha da puta, estava sem calcinha ainda por cima.
"Cacete, nena.. aquele miserável nunca te comeu não? Tá tão apertadinha... porra". Ele gemeu baixinho no seu ouvido, deslizando uma mão na sua cintura levemente gordinha e a outra na superfície do móvel.
Realmente, o seu ex-companheiro nunca te comeu tão bem na vida, e sempre que acontecia era horrível, focava mais no prazer próprio do que no do casal. Mas Blas fazia.
Ele sabia, sentia. A sua mão subindo nos cachinhos dele, as unhas arranhando as costas dele a cada esticada funda e mais funda.
De repente, você finalmente realizava o maior desejo dele naqueles últimos nove meses, ter você toda manhosinha e trêmula, gozando no pau dele. Ele tirou o pau aliviado e se desmanchou com um pouco de estímulo seu, bem ali na sua coxa.
Completamente sem fôlego, ele se deixou cair em uma cadeira acolchoada, não sem antes te puxar para o colo dele. Não se importou com a textura viscosa melando o coro dos dois, ele apenas a abraçou e beijou sua testa.
"Aceite isso como muito mais que uma noite, nena... eu te quero para vida... deixa eu te amar". Ele disse suavemente, acariciando seu braço.
Você ficou calada por uns instantes, só para dizer no pé do ouvidinho dele.
"Então fica aqui comigo, Polidori... vai que aparece outro escorpião".
Ele riu alto, te puxando para abraçar mais e mais forte. Ele ficou naquela noite. Vocês dormiam de conchinha depois dele te ajudar em um banho gostoso de banheira e lavar até o seu cabelo ondulado.
^᪲𝐍𝐎𝐓𝐀𝐒 𝐃𝐀 𝐍𝐄𝐕𝐄 — acho, só acho que eu arrasei ao escolher essa foto do nosso pipe, bom proveito e boa leitura a todas as lsdnetes!
Oi diva sou eu denovo,andei pensando em um Enzo todo submisso a mulher,com aquela cara de coitado,daqueles que choram por medo de perder a mulher,eu amo um homem com cara de coitado.
𝐃𝐈𝐕𝐀, aqui está! Desculpa a demora, tô tendo ideias muito mirabolantes e complicadas de se passar para a escrita 😭 mas acredito que consegui passar essa vibe Enzo homem pobre carente da coitadolandia que prefere morrer do que perder a mulher dele em vida, que faria de tudo por ela e deixa ela ser o mulherão que ela é.
^᪲notas da autora: homem bobo carente pela esposa em quantidade exorbitante!, homem romântico e escritor de cartinha para a lobinha dele!, 40's!, guerra com tempo encurtado!, enzo militar!, muito choro e alegria!, citação de sangue e feridas!, sexo!, sexo desprotegido (já sabem meu aviso, né lsdnetes?)!
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃ você pede e a vampgi escreve.
𝐎 𝐀𝐍𝐎 era 1944 e o mundo se desmoronava em ruínas. Os lares haviam sido rachados com as dores e sangramentos da Segunda Guerra Mundial. Os homens lutavam no campo de batalha, distantes de seus lares, das esposas e filhos, enquanto as mulheres tentavam manter a esperança viva nas pequenas cartas que, vez ou outra, chegavam com notícias de seus amados. Muitos soldados se mostravam inabaláveis diante do horror, mas a maioria não conseguia esconder as lágrimas quando encarava a iminência da morte.
Naquela tarde, na minúscula base médica no front latino -americano, lotada e onde o cheiro do sangue misturava-se ao odor forte de medicamentos e à fumaça que parecia impregnar cada canto; Soldados estadunidenses, brasileiros e de outros países da América passavam de um lado para o outro entre a vida e a morte. Enzo Vogrincic estava quase sem forças. Seu corpo estava encostado em uma parede manchada de mãos ensanguentadas, provavelmente de algum outro soldado ou médico que falhou em manter a vida. A camisa do uniforme verde camufla dele estava toda ensanguentada de batalhas passadas, mas seu ombro esquerdo estava com uma mancha de um sangue vivo e molhado.
Ele respirava ofegante, mas sua dor física era insignificante comparada ao medo que o corroía por dentro. Seus olhos de uma cor entre um tom de castanho médio e o mel estavam marejados, vermelhos e vidrados no além. A mandíbula travada denunciava o ranger dos dentes e escancarava a dificuldade de não soluçar tanto. Ele chorava.
De repente, um soldado chamando Fernando, muita das vezes sério, mas bom e compreensivo, se aproximou numa tentativa de acalmar os ânimos feridos em latência de seu amigo. Ele conhecia Enzo de antes da guerra, em encontros familiares, na casa de ambos onde suas respectivas esposas riram e conversaram bastante. Sabia da força de vontade e resistência do uruguaio, mas também sabia que a guerra cobrava um preço até dos mais bravos cavaleiros.
"Aguente firme, meu companheiro. Já já você vai ser atendido". Fernando disse quase gentil. Preocupado, sabia que Enzo era um dos melhores homens deles em campo.
"Não é a bala...". Enzo murmurou baixinho, a voz cortando enquanto afundava a cabeça nas mãos calejadas. "Porra, não é só isso, Fernando".
Fernando o olhou meio de lado, sem entender muito do que se tratava. "Então... o que é?".
"E se eu morrer, e se eu me for sem sequer poder dizer novamente o quanto eu a amo? Minha florcita, Fernando... ela é tudo para mim".
Um outro soldado, que deitado em um catre de madeira caindo aos pedaços, de perna ferida e gemidos profundos de dor, balbucionou em lamentação algo sobre ter força e coragem, sobre não deixar os seus demônios tomarem conta de tudo. Enzo riu em meio a tantas lágrimas.
Ele enxugou o rosto na manga comprida que cobria seu antebraço, mas logo outras mais velozes caíram. "Vocês não entendem. Minha esposa... ela". Parou, com um fungada baixinha, se sentindo completamente despedaçado. "Ela é a coisa mais linda que existe. Os olhinhos dela... tão escuros, como jabuticabas". A voz entrecortou uma vez e ele se lembrou de você. Da sua imagem, da sua risada. Ele se lembrou de como você sempre o esperava. Do sabor de seus bolos, do seu tempero tão gostoso. "E o cabelo dela... enrolado, sabe? Sempre com aqueles bobs, tão formosa, tão... minha. E se eu nunca mais viver isso?".
A frase era cheia de chamego, de dengo, da realidade do quanto Enzo era completamente devoto por você. Agarrado a sua beleza e sua alma como uma âncora. E o silêncio que se seguiu foi uma reação disso. Todos ali tinham algo ou alguém para qual voltar depois do céu nublado, mas Enzo não se importava em transparecer esse processo com mais tristeza.
Logo os médicos chegaram. Revestidos com linhas, pinças e um único propósito: salvar o maior número de vidas. Um deles levou Enzo para uma sala menor. Tinha um catre pequeno no canto, pior do que o do soldado que recitou sobre força, e sentado, observou a área médica.
Em uma mesinha próxima, uma bacia com água fervente e álcool era usada para esterelizar os utensílios. Ali também tinham um frasco éter, bandagens e mais. O médico estava concentrado, abrindo alguns botões do uniforme de Enzo até poder tirar a manga e expor a ferida. Foi com um pedaço de gaze umidecido em algo que evitou maior infecção no ombro afetado do soldado.
Ele percebeu os olhos marejados de Vogrincic, mas não comentou. Todos ali tinham as suas vezes de cair em prantos. E a escassez de matérias mais eficazes, levou o velho no jaleco a usar o resquício de éter para dar uma anestesia geral em Enzo, visto que o estado emocional poderia comprometer a situação e piorar ainda mais a dor.
Enquanto se encarregava de tirar a bala, o senhorzinho, de cabelos brancos e muito vivido, encontrou algo que o fez repensar suas escolhas de vida. No bolso do uniforme de Enzo, uma carta intacta, não lida por ninguém a não ser a mente de seu próprio escritor. O envelope externo tinha um prólogo da mensagem.
"De um homem comum, para seu grande amor.
Eternamente seu marido,
Enzo V".
Ele pensou que talvez a pessoa destinada para ler aquele papel, nunca fosse receber essa carta. Mas provavelmente pôde sentir o amor de Enzo Vogrincic durante grande parte de sua vida. E sim, você sentiu. Ele sorriu, e guardou a carta novamente no mesmo bolsinho.
__________
Quase três anos de guerra depois, ele voltava. Após tanto sangue e bombardeios, o mundo tinha conseguido subir minimamente até a paz. A guerra finalmente acabou e os céus estavam limpos. Os soldados estavam animados, alguns tinham um dedo a menos, um olho ferido. Outros sequer puderam voltar vivos. Mas Enzo tinha pelo o que agradecer, depois de todo aquele tempo de agonia estava voltando para os braços de sua florcita.
Olhando para o horizonte belo atrás da janela, ele sorriu para a vida. "Me espere, pode ser na estação, ou até em nossa casinha... só me espere, minha amada. Eu voltarei hoje". E então, o trem embarcou em viagem.
Em uma manhã límpida, o sol brilhava mais, como se até ele parecesse saber da chegada da paz naquele lugar. A cidade de Montevidéu estava em um alvoroço. Mulheres de toda a cidade, sendo elas, filhas, mães, esposas, vestidas com a elegância da época e com sorrisos mais que afetuosos se reuniam na estação ferroviária do centro da cidade. Você sequer tinha conseguido dormir naquela noite, o coração quase explodindo de tanta saudade.
Colocou seu melhor vestido, um na altura dos joelhos, de um tecido de poá, muito gostoso e leve. O favorito de Enzo. Ele dizia que a florcita dele ficava mais formosa com aquele vestido. Acompanhado de um cinto fininho, é claro.
Já na estação, se podia ver muitas mulheres despedaçadas, que provavelmente já sabiam da morte de seus homens, e só esperavam o uniforme deles como uma triste e fervorosa lembrança do que eles tinham feito para um mundo melhor. Sem respostas e apenas uma esperança guardada no peito, se sentou em um banco.
"Volte para mim, meu marido. Volte que eu te tomo em meus braços". Rezava para si.
De longe era possível ouvir os cantos felizes dos soldados, as vozes roucas que ressoavam ao som de alguma música de Frank Sinatra. Mas foi no barulho da locomotiva, que então, anunciou a parada. O trem finalmente chegava em Montevidéu e de lá de dentro, a festa parecia grande.
Os soldados estavam dançando de um lado para o outro, em fim, em paz. De repente, um ajudante do motorista começou a entrar em cada um dos vagões e em todos, suas palavras calmas eram as mesmas. "Peguem suas coisas rapazes, e voltem para a felicidade". Enzo tomou aquelas palavras como suas, as repetiu para os amigos próximos, as lágrimas voltando as olhos bonitos enquanto suas mãos tremiam na alça das malas.
Sem seguir ordens ou serem finos e educados, todos eles desceram, se esbarrando e até malas caindo. E de repente não havia sequer espaço na estação. Os homens corriam e seguravam suas mulheres nos braços, beijavam suas filhas com saudades e sentiam o carinho de suas mães. Enquanto outras passavam pela dor da perda. A mala na mão de Enzo vacilou dos dedos trêmulos quando te viu e as suas pernas também. Você usava o vestido de poá favorito dele, você se lembrou. Tinha prometido que usaria exatamente aquele na volta dele.
Estava linda. Estava estonteante, como uma princesinha e as lágrimas desceram forte pelas bochechas dele. Quando estava um pouco mais perto de ti, se deixou cair. Em uns tropeços de ansiedade e o peso das bagagens trazidas, ele se deixou deslizar até os seus pés.
Com joelhos no chão, ele segurava em seu vestido, as mãos fortes até demais que pareciam só matar a saudade quando cravadas em seu corpo. "Florcita... minha amada e formosa florcita". O rosto vermelho do homem se enterrou nas suas mãos delicadas quando você resolveu se ajoelhar perante dele, ele amou sentir o seu toque outra vez, sentiu falta dele. Seus lábios se arrastaram por sua pele, ele beijou ali como se tivesse encontrado um bom minério. Com um biquinho nos lábios marcados pela demora desse reencontro, os olhos ardentes, ele sussurrou. "Eu voltei... para nós. E-eu disse que voltaria".
Rindo para os ventos da cidade, você não demorou em rodar as mãos pelo rosto de Enzo, para beijar aqueles cabelos cheios dele. Para o levantar.
Já estando de pé, o uruguaio te abraçava, te tocava com o pensamento mais leve de todos. Sabendo que ele poderia não estar mais ali, mas estava. Você deslizou um dedo pelos lábios de seu marido e logo deixou um beijo meio tímido e marejados de lágrimas ali. Manchando a boca dele, que te olhava como um bebê. "Sim! Sim, você voltou, meu querido". Exclamou.
Ganhando mais ânimo, Enzo te ergueu no ar mesmo aos beijos, e a girou contra ele em um momento quase íntimo para uma demostração pública, mas ele nem sequer se importou. Um pouco tontos, perderam o equilíbrio ali e acabaram no chão, mas aquela pequena dor não afetou nenhum dos dois. E ao invés disso, a risada de vocês se misturou com choro e contra seus lábios, em meio a um beijo do século, ele respondeu.
"Eu sou e serei eternamente seu, florcita".
Mesmo estando no chão, o soldado não resistiu em ficar assim por mais um pouco, abraçados, ele te colocou para se sentar no colo dele e acariciou seu belo rostinho. "Somente seu". Tinha um tom brincante, porém choroso em sua voz. Ele com um semblante de menino perdido, admirava-te, os seus olhos de jabuticaba madura iluminando a vida dele.
Quando estavam finalmente em casa, sem uniformes ou amarras, não demorou para cair em dengo. Em um estado de completa exaustão, o homem apenas sorriu enquanto a seguia para cada quanto da casa de vocês. Quando você descia para a cozinha, ele descia, quando ia ao banheiro ou para o quintal, ele ia igual. Naquele momento em questão, você preparava a massa do bolo favorito dele, de trigo com brigadeiro de maracujá.
Agarrado por detrás de ti, as mãos fortes de Enzo na sua cintura enquanto o rosto se entregava ao bom cheiro do perfume que marcava o seu pescoço. "Você vai fazer bolo?". Ele perguntou, olhando de mansinho para a panela.
"Vou sim, meu bem". Ele te apertou ainda mais contra ele e tudo que respondeu antes de seguir o interessante aroma de seu pescoço foi um... "Eu gosto do seu bolo".
"Todos os dias, há treze anos, você diz essa mesma frase".
"Eu sei". Beijou seu ombro delicadamente e encostando a bochecha ali, ele te olhava enquanto o bolo era preparado. Você era tão linda, a mulher mais formosa e a flor mais cheirosa de Montevidéu. A música abafada pelo rádio que precisava de consertos o animava, e ele balançava o corpo junto ao seu em meio a risadas.
Mais tarde, naquele mesmo dia ainda, Enzo adormeceu completamente no chão mesmo da sala de estar, só com a brisa do ventilador e uma calça de tecido macio, e enquanto você dobrava as roupas que estavam separadas para ir a máquina de lavar, encontrou algo que você não esperava.
A carta. Com um cuidado para não rasgá-la, desdobrou o papel para ler, mas tudo que encontrou foram as mais belas e românticas das palavras do mundo. Transcritas naquele pedaço de papel amarelo, em uma letra rebuscada e culta, a carta dizia:
"Minha doce esposa,
Sei que essas palavras podem nunca chegar até você, mas preciso escrevê-las. Preciso, pelo menos, tentar. Eu estou sentado num lugar onde a dor e o desespero tomam conta de todos. Meu ombro está ferido, mas a maior ferida está no meu peito. É o medo de não poder voltar para você.
Porque você é tudo que eu tenho de mais precioso. Sempre foi. Quando fecho os olhos, vejo seus olhinhos de jabuticaba brilhando, vejo os cachinhos que você enrola nos bobs com tanto cuidado... E meu coração dói por saber que posso nunca mais tocar seu rosto.
Eu rezo para que Deus me permita voltar, para que eu possa segurar as tuas mãos de novo. Mas, se isso não acontecer, saiba que te amei com cada parte de mim. Você é a razão de eu estar aqui hoje, lutando. De eu ser quem sou.
Eu queria poder te abraçar agora, sentir seu cheiro, ouvir sua risada... Você é surreal, minha florcita, etérea demais. Minha mulherzinha. Se eu não voltar, por favor, prometa que será feliz. Viva por nós dois.
Com todo o amor que cabe em meu peito,
Enzo V".
E então, você chorou. Por ler o medo de Enzo de te perder, pelo sentimento tão latente que ele ainda tinha por você. Sempre teria. Porque soldado ou não, Enzo Vogrincic, não poderia em nenhuma circunstância, ser definido de outra maneira a não ser, completamente seu.
A carta foi guardada na gaveta da cômoda, entre as suas vestes, segura e que você um dia, diria abertamente a ele que havia sido tocada por suas palavras.
Bônus.
Quando finalmente então, Enzo acordou, a casinha estava em um silêncio confortável. A sala de estar era iluminada apenas por um pequeno abajur, seu corpo estava coberto por um macio lençol que você havia deixado sobre ele ainda quando era cedo. Ele sentia sua cabeça pesada, ainda um pouco grogue graças ao sono e com alguns segundos de recobrar o equilíbrio, se ergueu. O uruguaio te chamou uma vez, "Florcita". Te chamou outra. E você nada.
Com um bico do tamanho do mundo nos lábios, andou de um lado para o outro nos cômodos da casa, foi ao banheiro da área de baixo, na cozinha, no quintal. Logo, só restava um lugar, o quarto de vocês.
"Florcita? Minha formosa florcita?". Disse ao entrar, batendo na porta baixinho para avisar da sua presença. E você não estava na cama. Pensando um pouquinho onde estaria, ele se surpreendeu com o barulho do chuveiro caindo no azulejo do banheiro. Sorriu.
Vogrincic sentiu o seu pobre coração quase parar. Tirando a calça do seu pijama e a cueca junto, o homem caminhou nu até o banheiro com passos de cachorrinho, leves e que não fossem bem ouvidos por você.
Assim que entrou, derreteu completamente com a visão de você. Com o shampoo no cabelo, os olhinhos fechados. A mente dele não conseguia processar direito quando olhava para você. Seu corpo era muito, para um homem tão pouco como ele. Ele caminhou e entrou no box, tomando o seu corpo nos braços dele.
"Enzo!". Você gritou surpresa, apertando ainda mais os seus olhos.
Ele beijou seu pescoçinho, deslizando devagar a língua ali e deixando uma marquinha vermelinha, te trazendo cada vez mais contra ele. "Oi", sussurrou todo carente. "Preciso de você... deixa eu te comer, florcita". Pediu. Ele lhe ajudou a tirar o shampoo e suspirou quando você abriu um olho.
Sua cabeça encostou no peito dele, quando o uruguaio a prendeu contra a parede. Aquele seu olhar, aquela maldita transição entre a sua doçura usual e o tesão deixava ele completamente aos seus pés. Podia fazer tudo que você o pedisse. Ele ficou assim agarradinho por alguns minutos, mas não demorou para sentir o pau dele roçando a parte interna de sua coxa.
"Deixa, florcita... eu preciso sentir você me apertando... por favor".
Acenando suavemente, você percebeu como os olhos dele te admiravam por completo, as sobrancelhas franzida quase como se implorasse para foder você depois de dois anos e nove meses longe por conta daquela miserável guerra. Você talvez, não soubesse como fazia feliz a esse uruguaio, você ser a mulher dele. Como ele poderia morrer, mas não viver sem você.
Enzo te pegou no colo com uma facilidade indescritível, sem dar a mínima para o banho, desligou o chuveiro. Ele te guiou até a cama, a deitando com aquele carinho que foi sempre parte dos momentos quentes de vocês. A expressão amoada, de pobre coitado, denunciava o amor que residia naquele homem louco por você.
Ele se sentou na cama, as pernas grossonas bem abertas para que você pudesse encaixar a sua bucetinha no pau dele com a extrema perfeição. "Vem, senta em mim, mi florcita".
Com uma risadinha, que levou o arzinho da sua respiração para o rosto dele pela proximidade, você engatinhou para se sentar no colo do seu marido, uma perninha de cada lado antes de segurar o membro dele daquele jeitinho que o fazia agarrar mais forte seu quadril, e gemer baixinho e rouco no seu ouvido. Sem fazer muito alarde, você o encaixou no seu buraquinho carente, e sentou nele para que ele sentisse seu apertinho. O que você fazia com ele, a forma como você se movia sobre ele, como acelerava e desacelerava e encaixava o pau dele todinho dentro de você o deixava alucinando. Você era a dona daquele homem.
"M-mi amor... assim- eu te amo". Ele gemia, se encostando na cabeceira da cama, como quem sabe a esposa que tem, apenas relaxando enquanto você montava em Enzo com o conhecimento de quem tem um homem na palma da sua mão.
Seus gemidos faziam ele gemer mais, e suas mãos no peito dele faziam as dele apertar ainda mais seu quadril. Você acelerava, cada cavalgada que carregava menos fôlego, porém mais velocidade.
E no fim da noite, depois de quase três anos de angústia tenebrosa, Enzo Vogrincic se sentia realizado por estar de volta. Dormindo bem agarradinhos, o pau do homem ainda dentro de você, ele sabia que tinha o ouro da vida.
Você adormeceu de conchinha com ele e ainda de olhos abertos, mas quase caindo em sono, ele deixou um beijo na sua bochecha. "Até amanhã, esposa. Irei sonhar com você".
^᪲𝐍𝐎𝐓𝐀𝐒 𝐃𝐀 𝐍𝐄𝐕𝐄 — Prontinho, revisado e depois de muitas lágrimas. Espero que esteja ao seu gosto, @lilablanc.
^᪲notas da autora: linguagem imprópria!, fer mais velho que a reader!, sexo desprotegido (dnv, mas nada que deve ser repetido)!, um leve lactation kink!, fer sendo um super papai e um super maridinho!
^᪲sinopse:: lobona mamãe que tá insegura com o peso após o parto e Fernando maridinho ajudando ela.
Fer papai tem meu coração todinho.
𝐎 𝐏𝐄𝐈𝐓𝐎 𝐃𝐄 Fernando estava completo nu da maneira mais intimamente adorável possível, e por cima, babado. Ele sentia as mãozinhas pequenas que tocavam a sua pele enquanto o argentino embalava em seus braços fortes, a fragilidade daquele bebezinho com poucos dias de nascimento. Ele via o rostinho, como estava encolhidinho nos braços do papai. O pequeno de nome Jorge tinha um dos dedos calejados do pai entre os lábios, coçando a gengivinha.
Ele alisou bem lentamente os poucos cabelinhos dele. "Shh.. tá tudo bem, o papai do pequenito está aqui. Ele vai cuidar, vai dar muito carinho. O papai cuida de você... a mamãe precisa descansar, não é pequenito?". Ele sussurrava para acalmar a mente do bebê. Ele poderia não entender nadinha de nada, mas sentia o amor no ar.
Aquele cheirinho, os olhinhos tão inocentes que as vezes mal abriam, aquelas mãozinhas que seguraram com uma curiosidade o dedo do papai e levava até a boquinha.
Os olhinhos dele estavam fechados e não viam muito, mas os dele brilhavam com uma admiração guardada pelo bebê. O argentino achava difícil viver sem aquilo, depois de descobrir o que era a paternidade. Estava sendo um pai babão, coruja mesmo. Mas não só por pequenito, como ele o chamava. Mas também pela sua esposa.
Naquela madrugada quase silenciosa, de domingo, fazia cerca de quarenta e um dias que o parto normal tinha acontecido. Era de se esperar que você estivesse cansada, se recuperando com a doce ajuda dele. Mas ele notava algo mais. Ele não era bobo, mesmo que você negasse e tentasse focar só no bebê, ele sabia que tinha alguma coisa errada, que te incomodava.
Percebeu sozinho. Vendo tudo aquilo às escondidas: você com lágrimas nos olhos, mas que não pareciam somente de alegria, viu a maneira preocupada que se olhava no espelho depois de um banho juntos e como deslizava os dedos contra a barriga, que ainda estava um pouco grandinha pelo tempo de puerpério.
Mas aquela frase que você soltou antes de adormecer na noite do sábado, pesou no coração dele e confirmou o que estava presenciando nos últimos dias. "Eu tô uma baleia". Caralho. A sua carinha de choro o matava. Porque não sabia o que dizer.
Sim, ele notou que você engordou um pouco mas, você estava carregando o bem mais precioso de vocês. Notou e amou ainda mais. Ver seu corpo se adaptar para dar a luz ao menininho mais adorável do mundo era a coisa que ele mais amou na sua gravidez. Seus desejos que ele amou atender, como você o olhava. E até quando vocês faziam sexo mais lentinho para não machucar nem a você nem ao pequeno Jorginho, só para matar a vontade dos dois. Mas nada aniquilava o mulherão da porra que você era. Você o chamava de louco, quando no meio da noite ele te acordava com beijos molhados no pescoço, sussurrando como um homem necessitado.
"Eu preciso de você".
Ele precisava. Não precisava só porque estar dentro de você era uma das suas coisas favoritas na rotina dele, mas porque a alma dele precisava da sua. Do seu consolo, dos seus beijos e abraços. E como ele sempre voltava a repetir, "não deveria ser loucura eu querer transar com minha própria esposa toda hora. Você é muito tentadora, eu já lhe disse isso".
Você o deixava louco, seu cheiro o deixava louco, seus cabelos, seu sorriso meio torto de tanta paixão, e para ficar claro, você ser a mãe do filho dele, que era a carinha todinha da mamãe, deixava ele louco também.
Assim que o berço outra vez adornou a sonolência do menininho, Fernando o colocou lá em um beijo suave, quase para que não pudesse sentir. O olhou completamente bobo por mais alguns minutos, e foi retornar para os braços da esposa.
Através da porta entreaberta, ele foi ágil em reconhecer o chorinho baixo e abafado, mas que não vinha do quarto de bebê. Era você. Ele não demorou muito. Fechando a porta e se arrastando para ficar agarradinho com você embaixo da coberta, ele não falou nada de início, mas as ações foram cruciais.
Os lábios dele se encostaram em seu ombro e os braços te envolveram com carinho e um cuidado, entendia seu momento e todas suas inseguranças, como se sentia, como estava se vendo. Ele fez um carinho em seu pescoço com o nariz e a deixou chorar um pouquinho, sentindo você amolecer nos braços cabeludos dele.
Quando seus olhos encontraram os dele, o sorriso dele era tão triste quanto o seu. Ele apenas segurou seu rosto entre os dedos compridos e sussurrou. "O que eu preciso fazer por você? Você só precisa pedir, meu anjo". Ele começou, dando uma pausa para deixar beijos carinhosos em seu rosto. "Vou até o céu por você. Me fale, sabe que eu amo sua voz. Es... todo para mí". Aquele sotaque latino rouco no seu ouvido te fazia tremer.
Você se remexeu na direção dele. "Fer-". Com a voz chorosa, foi tudo o que pôde dizer.
Naquele momento, Fernando queria poder arrancar os próprios olhos escuros para que você visse o que ele estava vendo todos os dias, vendo você, naqueles quase seis anos de um relacionamento mais que bom. Como ele fazia que cada dia você se apaixonasse mais por ele. Com beijos, com presentes, mas com a presença dele em quase todos os momentos da sua vida.
Os beijos dos lábios dele terminaram em seus lábios gordinhos, com ele tocando seu rostinho que ainda estava um pouco inchadinho.
Puta que pariu, como era que você conseguia ficar mais bonita a cada segundo que ele te olhava? Devia ser um dom que só você tinha, ele dizia. "Deixa eu provar o quanto você mexe comigo, nena... que você sempre vai ser a mulher mais linda desse mundo. A minha mulher". Ele quase pediu com os lábios colados em um beijinho nos seus.
O gemidinho que você deixou escapar ao vento, necessitado como de alguém que fazia um tempo que não tinha um foda com o maridinho por causa da recuperação do parto, deixou ele completamente desarmado. Aquilo era tudo o que ele precisava.
Com um sorrisinho quase malicioso, ele torceu intensamente para que o Jorge dormisse o restante da noite e selou um beijo na sua testa, antes de se levantar e caminhar até a cômoda próxima ao banheiro do quarto de vocês. Seu peito passou a arder, de saudade e de desejo, de amor por você. Um amor que tomava todo o corpo dele.
O amor dele por você era como um vírus do bem, que vinha cheio de tesão, de carinho, e de fantasias.
Seus dedos grossos foram mais ágeis que das outras milhares de vezes em encontrar o lubrificante íntimo, bem refrescante que ele mesmo fez questão de comprar para você. Fernando era um marido muito eficiente, desde que você você manifestou desejo de voltar a fazer amor com ele na gravidez, pesquisou tudo. Estudou tudo sobre como poderia dar prazer a você nesse período.
Quando se voltou para você, ele nem parecia aquele homem sério e fechado que o mundo conhecia. Sua dancinha foi só uma maneira de tirar um sorriso sincero, uma risada de você. A sua risadinha o fez suavizar. "Se divertindo, mô?".
De repente a cama aconchegou o corpo dele e afundou ao seu lado, ele tirou o lençol de cima de você e até ajustou o ar-condicionado para você não ficar com frio. As mãos dele deslizaram pelo seu ventre, desceram mais um pouquinho até suas coxas indo a parte interna.
"Eu vou cuidar de você, nena". Disse baixinho, inclinando o próprio corpo na direção da sua boca. E você toda molinha já. Selinhos foram deixados ali, enquanto ele abria o frasco do lubrificante para deixar uma das mãos dele umidecidas. Aqueles mesmos dedos calejados deslizaram pele superfície da sua fenda, brincando com as suas dobras e a preparando para aquilo que estava por vir.
A sua bucetinha estava mais ressecada no período de gravidez e iria continuar assim um tempo após o parto. Era o esperado para o momento, e ele sabia que precisava ir com mais calma, controlar seu próprio tesão para não sair nada errado e ainda assim dar o prazer que você merecia, então o polegar circulou bem lento ali.
Um gemidinho deixou os seus lábios, baixinho e surpreso inicialmente. Ele sorriu para você. Depois ecoou junto com um pequeno sobressalto, quando o dedo indicador do argentino entrou bem devagarinho na sua entrada.
Para ajudar, ele derramou um pouco mais do líquido nas mãos, até deixou escorrer na suas dobras, melando a parte interna das coxas e a virilha. Os movimentos começaram, o dedo calejado entrando devagar no buraquinho e saindo igualmente no mesmo ritmo. Ele acabou mordendo o lábio inferior, "Você é tão linda...". Ele sussurrou contra sua boquinha, te beijando antes de se deitar com o rosto entre suas pernas.
"E vou te mostrar o quanto". Fernando terminou de dizer, com beijos em suas coxas. A língua molhada desceu e subiu em sua bucetinha, deixando a região sensível e mais gostosa de saborear. Aquele era o passatempo favorito dele, o momento do dia que mais amava. Ver você daquela posição, segurando as suas perninhas para não fechar enquanto ele te comia. Era tudo.
Os lábios do argentino se esbaldaram nas suas dobras, que ficavam mais molhadas com o tempo, brincando com o seu clitóris e com a entradinha enquanto chupava cada partezinha. "Amor~". Você deixou escapar, e ele sorriu quase suspirando contra o local umidecido que você se remexia para roçar contra ele.
Uma mão subiu para brincar com o biquinho duro do seu seio farto de leite. Vez ou outra ele apertava a mama ou o mamilo entre os dedos dele. Devido a amamentação recente, o líquido branquinho melava os dedos dele com facilidade, mas esperando uma reação contrariada de Fernando, você só recebeu um sorriso largo e malicioso.
Subindo vários beijos tesudos pelo ventre e a sua barriga inchadinha, ele então, chegou nos seus seios durinhos de tesão e de leite. A língua do homem rodeou o biquinho, com um sorriso na boca. "Mi mujer... porque faz uma coisa dessa comigo, sabes não posso perder o controle". Ele chupou. Chupou com vontade, sem nem sequer se importar com o gostinho do leite escorrendo na garganta dele. Ele adorou, se fosse ser sincero. Era quase afrodisíaco. Ele te olhava, admirando suas feições de surpresa e excitação, ele tinha seu seio quase todo na boca, ainda dedando seu buraquinho e depois apenas roçava a ponta da língua no seu mamilo.
Você estava quase em choque, quase gozando somente nos dedos dele, sensível, mas também confortável e confiante que Fernando Contigiani nunca te machucaria. Fechando os olhinhos, deixando o corpo relaxar, os braços esticados na cama e a cabeça no travesseiro, ele se deixou aproveitar.
Afastando a boca de seus seios só para se posicionar melhor entre suas pernas que fazia questão de deixar bem abertinhas para ele. Com um gemido gutural, ele entrou em sua bucetinha com a cabecinha dolorida, e respondeu com um sorriso quando você abriu os olhos arregalados.
"Sentiu falta de me ver te comendo... Senhora Contigiani?". Ele se movia devagarinho, com o controle da profundidade que podia e não podia chegar dentro de você ainda. Tudo para não te machucar, ele não se perdoaria por isso. Uma mão deslizou para levar seu rosto na direção dos olhos dele novamente. "Olha para o homem que botou um filho em você, nena". Mas era ele que não conseguia tirar os olhos de você.
Mesmo que não entrasse completamente, ele gemia como um louco no seu ouvido, prestes a se deitando em cima de você. Ele entrava e saía quase como uma provocação, uma promessa silenciosa do que você fazia com ele.
Foi só então depois de muito vai e vem, de muitos gemidos e promessas sussurradas no seu ouvido, de tão sensível que você estava, que não demorou para ter um orgasmo e sentir o líquido espeço escorrer e melar o pau dele todinho. Ele continuou dentro por mais algum tempinho, usando da força em seus cotovelos na cama para beijar seu rosto todinho, com mais carinho e ternura.
Suado e ofegante, com o peito em um movimento irregular como o seu, ele pegou seu rosto nas duas mãos, te olhando como se fosse o maior tesouro da vida dele. "Eu te amo, senhora Contigiani". Sussurrou quase sem conseguir falar. Notando seu estado bagunçado, mas tímido e adorável, Fernando saiu de dentro de você, jogando o corpo nu em exaustão ao seu lado na cama. As mãos do argentino te puxaram para mais perto, o nariz dele voltando a descansar no seu pescoço coberto pelas mechas de seus cabelos.
Ele deixou que a sua perna parasse encima da dele e sorriu com sua retribuição recíproca. "Eu também te amo muito, Fer". O cafuné em seus cabelos era para te fazer dormir primeiro, para que você se confortasse com o abraço apertado de tanto amor dele.
E naquela madrugada escura, na mais forte reafirmação de amor devoto possível, você dormiu acolhidinha nos braços fortes e cabeludos de Fernando, e ele amou estar ali com a família dele.
^᪲𝐍𝐎𝐓𝐀𝐒 𝐃𝐀 𝐍𝐄𝐕𝐄 — não consigo. eu preciso do fer sendo papai do meu baby (alguém notou a referência do nome do nenê?).
tá para sair a one do fer super babão papai de menininho e maridinho devoto, lsdnetes. só alguns ajustes e problemas técnicos de criatividade, mas acho que hoje ou amanhã sai 🌼💖
𝐓𝐨̂ com planos (lê-se vontade com fundo de esperança que minha criatividade aflore) de fazer um fer paizinho que é todo apaixonado pela reader mãe do filhinho dele, que ajuda ela em tudo, pergunta direto se tá tudo bem e quando o bebê nasce fica todo bobinho 🥺👌🏻 um negócio bem melosinho mesmo.
Fato aleatoria que me surpreendeu,o Fer tem apenas 29 anos,ele faz 30 esse ano,e já reparou que ele já tem uns fios grisalhos.
𝐒𝐈𝐌, 𝐭𝐢𝐩𝐨 (?) Na verdade eu também me surpreendi com a idade do fer, quando eu ainda era uma novata no fandom, achava que ele tinha uns trinta e dois anos (🫢) , mas o que complica é que ele combina mesmo assim.
Não vou nem comentar dessa foto dele carequinha que tá circulando 🫦👌🏻👌🏻 amo meu carequinha.