Oiiii sentiram minha falta? (provavelmente nĂŁo nĂ© đ„Č?) Eu estou muito animada com esse capĂtulo e espero que vocĂȘs gostem e a irmĂŁ do Marx vai finalmente dar as caras nesse capĂtulo.
Enfim, aproveitem o capĂtulo đ€ đ
Quando eu abri os olhos de novo me deparei com o teto da enfermaria do castelo.
Fiquei um pouco confuso até que Owen apareceu ao meu lado parecendo bastante feliz em me ver acordado.
"Sr.Julius vejo que finalmente vocĂȘ acordou."
Sua voz era calma e aliviada, me sentei na cama com ajuda de Owen e perguntei a ele
"HĂĄ quanto tempo eu estou dormindo?"
Owen parecia um pouco preocupado ao responder essa pergunta.
"Yami estĂĄ se preparando pra voltar a sua terra natal com Charlotte e William estĂĄ indo visitar os elfos gostaria que eu os chamasse eles aqui?"
Perguntou Owen, eu apenas assinei com a cabeça em concordùncia, então Owen acenou com a cabeça e me deu um sorriso antes de sair do quarto logo depois dele fechar a porta por completo eu comecei a pensar comigo mesmo.
EntĂŁo, aparentemente Yami e Charlotte estĂŁo juntos, William estĂĄ indo visitar os elfos e o Marx...
Foi aĂ que eu percebi que o Owen nĂŁo tinha falado nada sobre Marx, entĂŁo a cena de eu sendo arremessado pela explosĂŁo voltou com tudo Ă minha mente.
Marx estava perto de mim quando a explosĂŁo aconteceu, ele nĂŁo estava a menos de 2 metros de distĂąncia de me serĂĄ que ele foi pego na explosĂŁo?.
Agora que eu penso bem, como eu ainda estou vivo? Eu jurava que Lucius ia me matar com aquele feitiço.
Meus pensamentos começaram a ficar confusos e eu entrei em uma espiral de pensamentos de preocupação, dĂșvida e Marx voltava a minha mente e nĂŁo importava o quanto eu tentasse eu nĂŁo conseguia tirar ele da minha cabeça.
Em algum momento Yami e William chegaram e quase arrombaram a porta do quarto me dando um susto que me fez pular da cama pelo menos serviu pra me tirar da minha espiral de preocupação.
Após me perguntarem diversas vezes se eu estava bem e se eu estava sentindo dor em qualquer parte do corpo e respondendo todas elas com acenos de cabeça, eles finalmente deixaram eu falar e a primeira coisa que perguntei foi:
Todos ficaram em silĂȘncio de repente.
Todos se olharam como se todos jå soubessem de algum menos eu, depois de um suspiro cansado de Owen, ele finalmente começou a explicar o que havia acontecido.
"EntĂŁo... Sr.Julius o Marx estĂĄ em uma situação complicada... ele se feriu muito por causa da explosĂŁo quando ele finalmente recebeu tratamento ele jĂĄ tinha perdido muito sangue e estava inconsciente ele foi levado pra tratamento imediatamente nĂłs fizemos o nosso melhor mas atĂ© agora ele ainda permanecer em um estado de inconsciĂȘncia e nĂŁo temos uma ideia real de quando ele vai acordar ou se ele realmente vai acordar."
Eu fiquei em estado de choque quando ele disse isso, mas nĂŁo deixei transparecer em minha expressĂŁo, a Ășnica coisa que eu consegui fazer foi acenar com a cabeça e resmungar um entendo.
ApĂłs isso tentei seguir com a conversa normalmente, nĂŁo foi difĂcil jĂĄ que Yami conseguiu mudar de assunto rĂĄpido algum sobre como ele e Charlotte estĂŁo saindo agora, eu nĂŁo prestei muita atenção nĂŁo por que eu queria mas por que meus pensamentos ia sempre para em Marx.
William deve ter notado que eu estava distraĂdo e perguntou parecendo preocupado.
"Sr.Julius o senhor estĂĄ bem? VocĂȘ parece meio distraĂdo."
A pergunta me tirou do meu transe e respondi rapidamente.
"NĂŁo, nĂŁo, eu estou bem, sĂł pensando."
William ainda parecia desconfiado, mas apenas acendeu com a cabeça e voltou a conversar com o Yami e eu também voltei a conversar com os dois.
Depois de um tempo eles foram embora e sĂł ficaram eu e Owen no quarto ele parecia que ia sair quando se virou e perguntou.
"Precisa de mais alguma coisa sr.Julius"
"VocĂȘ disse que Marx estĂĄ internado, certo?"
Owen pareceu meio surpreso com a pergunta, mas recuperou a compostura e respondeu rapidamente.
Foi tudo que ele disse antes de me conduzir até o quanto onde Marx estava.
Quando abri a porta do quarto de Marx me deparei com uma visĂŁo que nĂŁo esperava, havia uma mulher ali, sentada ao lado da cama de Marx segurando a mĂŁo dele, ela parecia ser mais velha que ele aproximadamente 30 anos, cabelos azuis logos que cumpriram seu rosto, manto dos ĂĄguias de prata, longas botas no mesmo estilo de Marx e um brinco na orelha direta que sĂł depois percebi.
Quando ela finalmente olhou pra mim com aqueles olhos amarelos alaranjados tĂŁo familiares foi que eu finalmente percebi quem era aquela mulher.
Ponto de vista da Violet:
Quando eu finalmente comecei minha jornada até Clover foi que eu percebi que eu não sabia como chegar a Clover então eu só decidi fechar os olhos e apontar em uma direção aleatória e rezar pra que fosse a certa.
Feito isso eu finalmente comecei realmente minha jornada até Clover
A direção que eu escolhi era em direção a uma floresta de marta fechada mas eu nĂŁo vi isso como uma desvantagem mas sim como uma vantagem jĂĄ que se eles viessem atrĂĄs de mim seria bem mais difĂcil perseguir uma criança do meu tamanho me marta fechada do que em campo aperto.
Dito isso comecei a andar pela marta como eu era uma criança pequena, foi bem fåcil, me esgueira pela marta densa eu estava andando a aproximadamente a uma hora e nem um sinal de civilização jå estava me perguntando se eu estava na direção certa até que vir fumaça ao longe por cima das årvores corri até ontem a fumaça vinha e encontrei algum que eu não esperava.
Uma casa sozinha no meio do mato me pergunte quem em plena consciĂȘncia moraria em um lugar como esse.
Cheguei mais perto da casa, a casa era antiga com paredes de pedra aparentes onde em alguns pontos tava pra ver musgo crescendo e uma porta de madeira vermelha da mesma cor do telhado.
Me apaixonei até chegar na frente da porta de madeira polida vermelha onde do lado havia um machado encostado que só havia notado agora.
Finalmente tomei coragem o suficiente pra bater na porta um homem velho de rosto gentil abriu a porta.
Ele ficou olhando pra os lados claramente confuso até que eu puxei a calça dele o fazendo olha pra baixo ele parecia meio surpreso em me ver alà provavelmente ele não estava acostumar com crianças de sete anos batendo em sua porta.
Quando ele finalmente pareceu se recompor, ele olhou pra mim e perguntou com voz rouca.
"hum, garotinha, o que vocĂȘ estĂĄ fazendo aqui? Onde estĂŁo seus pais? VocĂȘ estĂĄ perdida?"
Minha resposta foi bem direta.
"Eu nĂŁo tenho pais e sim estou perdida, vocĂȘ sabe como chegar Ă capital de Colver por acaso?"
O pobre senhor pareceu confuso a princĂpio, mas depois pareceu entender.
"Mas por quĂȘ vocĂȘ quer ir pra lĂĄ agora, vocĂȘ nĂŁo sabe o que estĂĄ acontecendo lĂĄ?"
Dessa vez fui eu que fiquei confusa.
"Entrar que eu explico para vocĂȘ, nĂŁo Ă© seguro pra vocĂȘ ficar aĂ fora"
Obedeci ao homem e entrei na casa, ele me sentou no sofå e me deu um pedaço do pão que ele estava fazendo e começou a explicar tudo que estava acontecendo.
Aparentemente um homem chamado Lucius estĂĄ ameaçando a população e criou algum que ele chamou de paladinos, coisas que pareciam muito com anjos mas nĂŁo eram que saĂram por aĂ matando pessoas, pelo menos foi o que eu entendi e um pensamento surgiu na minha mente instantaneamente.
EntĂŁo aquela coisa que eu havia visto era um desses 'paladinos'?
Decide deixar isso de lado por enquanto, entĂŁo o velho homem perguntou.
Acendi com a cabeça, o velho homem olhou pra mim e perguntou novamente.
"O que foi que vocĂȘ entendeu?"
"Que o Lucius Ă© mau e os cavaleiros mĂĄgicos que sĂŁo do bem"
O homem começou a rir da minha resposta e deu um tapinha na minha cabeça.
"Porque vocĂȘ estĂĄ rindo? Eu disse alguma coisa errada"
"NĂŁo, nĂŁo Ă© isso Ă© que eu tive uma filha da sua idade e ela falava do mesmo jeito que vocĂȘ"
Ele disse com um sorriso no rosto.
"E onde estĂĄ sua filha?"
"Ele cresceu, ela tem 18 anos agora, foi lĂĄ pra capital de vez em quando ela vem me visitar"
"VocĂȘ deve ser um pai incrĂvel"
O homem deu um grande sorriso antes de perguntar.
"Afinal, o que vocĂȘ quer fazer lĂĄ na capital garotinha?"
"VocĂȘ disse que quer ir lĂĄ na capital, nĂŁo Ă©? O que Ă© que vocĂȘ vai fazer lĂĄ?"
Eu não podia falar a verdade, ninguém iria acreditar em uma loucura dessa.
"Eu...eu quero tentar encontrar meus pais"
"EntĂŁo vocĂȘ quer ir Ă capital pra tentar encontrar seus pais?"
Ele sorriu antes de dizer.
"Eu vou levar vocĂȘ atĂ© a capital"
Eu disse, animada, eu esperava receber apenas uma dica de como chegar à capital, mas ter um adulto ao meu lado era bem melhor assim não ia ter que responder perguntas como "onde estão seus pais?" ou "porque uma criança estå andando sozinha por a�".
"Mas antes posso te fazer uma pergunta?"
O homem respirou fundo antes de falar e isso me deu um pressentimento ruim pelo o que estava por vir.
"VocĂȘ foi vĂtima de um sequestro?"
Fiquei em choque e confusa por alguns segundos processando o que tinha acabado de ouvir.
Perguntei confusa sobre como ele chegou a essa conclusĂŁo.
"Simples, a coleira que vocĂȘ estĂĄ usando Ă© usada para que a pessoa que esteve com ela fique incapaz de usar magia, Ă© usada em sequestros com frequĂȘncia"
"E sem contar que vocĂȘ estĂĄ com ferimentos por todo o corpo."
Olhei para minhas pernas e braços e como ele havia apontado estavam cobertas por hematomas, eu nunca tinha reparado.
"VocĂȘ parece que nunca tinha notado isso antes."
Ele disse com um tom meio sarcåstico quase divertido com minha falta de noção, abaixei a cabeça um pouco envergonhada por nunca ter notado isso, uma coisa tão båsica.
ApĂłs alguns segundos ele voltou o foco pra mim novamente e me fez outra pergunta.
"A mais alguĂ©m lĂĄ no local onde vocĂȘ estava presa?"
Pensei por um tempo antes de responder.
O homem ergueu uma sobrancelha quando eu disse isso.
"Eu sempre estava presa dentro de uma sala, nunca saia de lĂĄ"
Disse um pouco na defensiva talvez.
"Ok entĂŁo por que vocĂȘ acha que tem mais gente lĂĄ?"
"De vez em quando eu ouvia gritos vindos de outros lugares pelo menos duas vozes diferentes"
Ele pareceu ficar um pouco mais tenso do que antes, provavelmente pela informação de que havia mais pelo menos duas pessoas além de mim que estavam presas lå depois de um tempo ele se levantou.
"Vou pegar algo para ver se eu consigo tirar essa coleira do seu pescoço, vai saber se isso tem algum tipo de rastreador"
Movie minha mão quase inconscientemente para meu pescoço onde estava a coleira depois de uns cinco ou dez minutos de espera o senhor voltou dessa vez com uma faca.
"Eu vou precisar que vocĂȘ nĂŁo se mexa, tĂĄ bom?"
Disse o homem se ajoelhado ao meu lado, eu apenas acenei com a cabeça, demorou um bom tempo para ele finalmente conseguir remover a coleira e eu permanecer de olhos fechados durante todo o tempo.
"Consegui, pode abrir os olhos agora"
Falou o senhor, quando eu abri os olhos vir o senhor segurando a coleira e logo depois a jogo no chão e pisou nela até virar migalhas.
"Por que vocĂȘ fez isso?"
Perguntei nĂŁo com raiva e sim apenas confusa, o homem olhou pra mim e disse simplesmente.
"Porque nĂŁo sei se hĂĄ um rastreador nisso, entĂŁo melhor nĂŁo correr o risco."
Eu acendi com a cabeça pensando até que uma pergunta surgiu na minha mente.
"AliĂĄs, qual Ă© seu nome?, eu esqueci de perguntar"
"O meu nome Ă© John mas pode me chamar como quiser"
"Olha nĂŁo precisa me chamar assim"
Disse o senhor um pouco envergonhado talvez, eu apenas disse dando de ombros.
"VocĂȘ disse que eu posso te chamar da forma que eu quiser e eu quero te chamar dessa forma"
O homem pareceu ficar sem resposta depois disso, pois mundo de assunto rapidamente.
"EntĂŁo... acho que vocĂȘ vai precisar de roupas novas"
"O que tem com minhas roupas?"
"EstĂŁo rasgadas e sujas de terra"
Olhei para minhas roupas e realmente estavam, a camisola que parecia uma de hospital que eu usava tinha um rasco, um pouco grande na bainha e completamente suja de terra e claramente não era uma roupa que crianças da minha idade usavam.
John começou a se dirigir para outro lugar da casa, eu perguntei confusa:
"Para onde o senhor vai?"
Ele apenas virou a cabeça e me deu um sorriso calmo e disse com a voz meio rouca por causa da velhice.
"Espera aqui por um segundo, jĂĄ volto"
Foi tudo que ele disse antes de sumir em um dos cĂŽmodos da casa por uns 10 ou 5 minutos depois de algum tempo ele voltou com um vestido que parecia ser do meu tamanho.
"Esse vestido era da minha filha de quando ela era mais nova, acho que pode servir em vocĂȘ"
Olhei para o vestido, ele parecia um pouco velho, mas nĂŁo era feio o vestido tinha mangas longas e bufantes com a parte de cima parecendo uma camisa branca com uma saia longa que tinha uma cor que eu nĂŁo sabia dizer se era um azul marinho ou apenas um azul bem escuro de qualquer forma peguei o vestido com cuidado olhei para ele por mais alguns segundos antes de olhar para John novamente.
"Tem certeza que eu posso usar isso?"
Ele olhou pra mim meio confuso antes de responder.
Demorei um pouco antes de responder.
Depois de John me levar até o banheiro para que eu pudesse me trocar e eu finalmente saà do banheiro jå com o vestido ele olhou para mim por alguns segundos como se estivesse lembrando de alguma coisa fiquei um pouco confusa e perguntei a ele.
Isso pareceu voltar Ă realidade e respondeu imediatamente levando as mĂŁos em sinal de defesa.
"NĂŁo, nĂŁo tem nada de errado, Ă© sĂł que vocĂȘ parece muito com minha filha quando ela usou pela primeira vez"
Aceite com a cabeça antes de perguntar.
"EntĂŁo... Quando nĂłs vamos?"
Ele pareceu meio confuso antes de parecer lembrar do que eu estava falando e respondeu.
"AmanhĂŁ de manhĂŁ eu ainda tenho que arrumar umas coisas antes de irmos"
Eu respondi apenas um "tudo bem" ele me deu um livro para eu ler enquanto ele ia fazer outra coisa mas eu estava inquieta demais para ler com o pensamento surgindo toda hora na minha cabeça.
AmanhĂŁ de manhĂŁ eu vou finalmente para capital! Esperem aĂ pessoal, eu vou conseguir arrumar ajuda e aĂ eu vou tirar todo mundo daĂ eu prometo!
EntĂŁo esse foi o capĂtulo 4 da minha fanfic, o que acharam? Espero que tenha valido a espera e me desculpem qualquer erro de portuguĂȘs que eu tenha cometido.
Enfim espero que tenham gostado e... Mariane Ă irmĂŁ mais velha de Marx, finalmente apareceuđ€© eu estou muito animada para trabalhar com ela, vocĂȘs nĂŁo sabem o quanto eu estava animado pra apresentar ela pra vocĂȘsđ€©âšâš acho que vocĂȘs vĂŁo gostar muito dela por que ela Ă© bem diferente do Marx e ela vai servir para contar mais do passado de Marx e se vocĂȘs acham que o passado deles vai ser leve vocĂȘs estĂŁo muito enganadosđ
Enfim bye bye đđđ