𝖽𝗈𝗅𝗅𝗒 ?! ˗ˋˏ ☘︎ ˎˊ˗ 𝖲𝖴𝖯𝖤𝖱 𝖫✷𝖢𝖪𝖸 𝖦𝖨𝖱𝖫 ˖ ݁𖥔 ݁˖ 𐙚
© vlurdolly
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✶ 𝗢𝗡𝗟𝗬 𝗠𝗜𝗡𝗘
hwang hyunjin x fem!reader
warnings: super famous hyunjin, confident reader, suggestive
𝄞 he's mine · MoKenStef
THE APARTMENT was quiet in a comfortable way, filled only by the low sound of the television and the clinking of the glass in your hand.
on your phone screen, another edit. and another, and another.
and another one.
Hwang Hyunjin in slow motion leaving a fashion show in Paris like it had been engineered in a lab specifically to destroy the female public’s sanity.
black coat slipping off his shoulders, tired gaze, rings shining on his fingers while he fixed his hair.
in the comments, a collective apocalypse:
“HE KNOWS THE EFFECT HE HAS”
“this man ruined my life”
“I would let him step on me”
you let out a small laugh through your nose, resting your chin on your hand, the worst part was that you understood them, you really did.
Hyunjin was handsome in an irritating way.
almost unfair.
the kind of man that seemed to always exist under cinematic lighting, even in shaky airport videos.
the annoying part was that he was a handsome man, and he knew it.
the pop-up notification appeared on the screen, making you leave TikTok and open WhatsApp:
babe 🧡
i’m here, princess!
you took another sip of wine while waiting, less than two minutes later, the door code was typed from outside, and then he walked in.
the suitcase bumped lightly against the wall as it was dropped near the entrance.
Hyunjin looked exhausted.loose black hoodie. mask pulled down to his chin. messy travel hair. heavy sleepy eyes.
and still… beautiful, absurdly beautiful.
his eyes found you in the kitchen almost instantly, as if automatically searching.
❝ you didn’t even come to greet me? ❞ — his voice came out low, hoarse from the trip.you slowly lifted your phone.
❝ i was busy watching this mess ❞
he narrowed his eyes immediately.
❝ oh no ❞ you laughed.
❝ Hyunjin, this girl said you two are spiritually married ❞ — you started reading the comments out loud, getting closer to him.
❝ good for her ❞
❝ this one called you daddy! ❞
Hyunjin let out a tired sigh, walking slowly toward you.
❝ babe ❞ — he squeezed your waist.
❝ hm? ❞
❝ put that phone down ❞
his calm tone didn’t fool anyone, you knew him too well.Hyunjin stopped in front of you, sliding his hands slowly over your waist while you were still holding your unlocked phone showing his edits.his fingers gently pressed the fabric of your shirt.
❝ i spent the whole day hearing people scream my name ❞ — he murmured, leaning his face closer to yours. — ❝ and then i get home and you’re ignoring me because of me. ❞
you bit back a smile, sooo dramatic.
❝ poor k-pop sex symbol, it must be so hard being pretty. ❞ — you pouted dramatically. he finally let out a short nasal laugh.
❝ you think it’s funny until someone tries to steal your boyfriend. ❞ — he started drawing small invisible circles on your waist
.❝ no one’s gonna steal you. ❞ — you didn’t even really look at him, you knew exactly what you meant, you were sure.
❝ i know ❞ — he answered softly.
since you started dating, even with his wish, you never wanted to appear publicly with him, because you didn’t want to lose your peace.
even though close friends said it would work as “protection” for your relationship, you didn’t care.
the whole world could want him to the point of madness, but at the end of the night, it was you wearing his shirt with nothing but underwear underneath.
it was you holding a glass of wine while he buried his face in your neck, tired from the trip.
Hyunjin snatched the phone from your hand without warning.
❝ hey! ❞ — you pouted, watching the smile grow on his face.
❝ enough of my edits for today. ❞
❝ jealous of your own fandom? ❞ — you raised an eyebrow.
❝ i miss you. ❞ the answer came out so simple it made your chest tighten a little, he dropped the phone on the sofa without even looking where it landed, going back to holding your waist right after.
❝ come here ❞ — he murmured, pulling you toward the bedroom.
damn, maybe the girls in the comments were right about one thing: it was impossible to say “no” to him.
e esse hit aqui na minha outra conta?
────⠀· ❛ 𝐁𝐄𝐒𝐓𝐈𝐄𝐒
(Ningning x Leitora)
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐺𝑒̂𝑛𝑒𝑟𝑜: Smut.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, wlw, 69, amigas com benefícios, sexo oral, masturbação explícita, dirty talk, conteúdo sexual explícito, linguagem imprópria.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Oi sapatinhas do tumblr.com
Yizhuo tem absoluta certeza que é hétero, que não sente qualquer tipo de atração por outras mulheres. No entanto, é curiosa, ao menos essa tem sido a desculpinha dela pra pegar a melhor amiga.
Dá pra dizer que ela veio com esse papo de “curiosidade” praticamente do nada. Disse que viu em alguma série que anda acompanhando duas mulheres se relacionando e ficou um tantinho intrigada, e com quem mais ela poderia contar para tentar uma provável experiência se não a garota que topa toda e cada ideia torta dela?
Ah, chega a ser meigo como deram os primeiros passos, um selinho aqui e ali se tornando um beijão de língua, ainda que em mais da metade do ato tenham sido só risadas bobas de ambos os lados.
Surpreendentemente, foi melhor do que Yizhuo esperava, como se nunca tivesse sido tão excitante assim pra ela antes só beijar alguém, a manchinha pegajosa que melou a calcinha dela que o diga. Ficou instigada, sim, ela de repente queria muito mais além disso, e com isso a espertinha começou a inventar desculpas novas toda vez que vocês ficavam sozinhas: vinha com uns papinhos furados do tipo "como será que deve ser tocar em outra garota daquele jeito, né?", "só entre a gente aqui… você também tem curiosidade de saber a sensação que é chupar um peitinho?". Pobre Yizhuo, acreditava mesmo que estava te fazendo de boba com essa conversa fiada de explorar, sanar dúvidas e blá blá blá, mal sabia que a única tontinha da história era ela, que você só estava aproveitando esse teatrinho dela pra brincar com o corpinho da garota.
Mas a essa altura, a brincadeira já estava em outro nível. O interesse da vez era descobrir como será que era dar e receber uma chupada ao mesmo tempo entre duas mulheres. E lógico que você, como a boa amiga prestativa que é, topou mais uma vez tirar a prova.
Em cima da cama bagunçada, vocês já estão nisso há um bom tempo, os corpos nus brilhando de suor que o digam, tão grudentinhos e pegajosos contra uma a outra. Yizhuo continua ali montada em cima do seu rostinho, virada na direção oposta à sua, esfregando a bucetinha safada sobre sua boca num ritmo que beira o desesperado.
A raba dela roça desinibida na sua cara, a xoxotinha toda besuntada pela lambança dos próprios fluidos e mais sua saliva. Ah, mas Yizhuo também faz o papel dela, mantém suas pernas bem abertinhas pra ela enquanto a boquinha esfomeada se debulha com o melzinho da sua buceta, uma pena você não conseguir enxergar aquele rostinho lindo todo lambuzado.
Suas mãos se firmam com força no quadril da garota, impedindo que ela se mova demais ou mesmo que escape da sua língua faminta.
— Hmm... mais rápido... por favor, eu tô quase, vai! — Yizhuo choraminga, embora você mal consiga ouvir pela voz abafada. O barulhinho da sucção que você faz no clítoris dela soa alto, tão sujinho, ela sente suas lufadas de ar batendo naquele buraquinho intocado enquanto sua língua imerge na entradinha dela.
As perninhas tremem de automático, ela aperta os dedinhos ainda mais sobre suas coxas enquanto o gemidinho reverbera por toda sua bucetinha. Porra, seu gostinho é tão delicioso a ponto dela sequer conseguir desgrudar a língua de você mesmo cansada, leva uma das mãos ao seu meinho e com os dedos espaça os lábios, deixando seu grelinho bem mais exposto pra ela. Lambe, chupa, sacode a língua ali e brinca com seu pontinho nervoso enquanto sente suas pernas tentando se fechar ao redor da cabeça dela. Você geme tão escandalosa o nome da garota, entra na pilha dela e troca a língua pelos dedos, soca na bucetinha enquanto volta a atenção também ao clítoris inchadinho. Sente como a frestinha dela pulsa ao redor dos seus dígitos e aumenta o ritmo, entra e sai bem rapidinho.
Yizhuo chora baixinho contra sua buceta, soltando um gemidinho agudo e sôfrego quando sua língua pressiona o grelinho dela outra vez e seus dedos raspam naquele lugarzinho específico dentro.
— Pra alguém que só tava curiosa tu tá bem empolgadinha, né? — Solta o botãozinho babado dela num estalo, mordisca com vontade um lado da bunda dela quando a sente resmungar só de pirraça. — Hmm vai, lindinha, goza pra sua amiguinha, vai. Em prol da sua experiência. — Riem juntinhas. Bom… tudo pela curiosidade e principalmente pela amizade, né?
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
Até a próxima, bjsss <3
a dor da mulher bissexual que não tem uma amizade com benefício (eu
( ✶. ) 𝘁𝗵𝗲 𝘀𝘂𝗽𝗲𝗿𝘀𝘁𝗶𝘁𝗶𝗼𝗻 ── “𝐄𝐆𝐎.”
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Em noites como esta, era impossível domar a 𝘀𝗼𝗯𝗲𝗿𝗯𝗮 sob suas unhas – nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque 𝗝𝘂𝗱𝗲 sabia exatamente o quanto você precisava do 𝗲𝗴𝗼 enorme dele.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮. 𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 3333. 𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: tem castigo do monstro (denial), size kink (big dick jude), leve objetificação, cum play, dois centavos de pain kink, penetração desprotegida. ─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu entrei aqui achando que era a disney e hoje em dia escrevo com jogador de futebol.
A abstinência sexual em atletas não tem efeito comprovado antes de competições. Você sabe disso. Jude sabe disso. Porém, saber nunca impediu as tendências antiquadas do homem que gostava do “certo pelo certo” se o assunto era a própria carreira — mesmo quando não havia base científica alguma. Na verdade, ele parecia especialmente se agarrar às coisas mais ilógicas possíveis por algum motivo. E te irritava que ele não tivesse largado a mão da superstição nem mesmo quando você estava se dando ao trabalho de desobedecer mais uma das crendices do seu namorado só por estar cheia de saudades.
Quer dizer, que homem em sã consciência larga a própria mulher toda fogosa e carente na cama dele e sai para jantar com os colegas de trabalho? Você ainda não tinha uma resposta concreta. A “tradição” nasceu logo após o jogo de estreia e o seu namorado se recusava a deixá-la morrer sob a justificativa de que aquele havia virado um ritual de vitória e, por mais que você quisesse contrariá-lo, parecia estar funcionando. Você não estaria sendo tão amarga sobre toda essa situação se Jude estivesse cumprindo verdadeiramente com as atribuições dele enquanto seu homem — a constância da vida sexual de vocês havia decaído drasticamente com essa história de abstinência, ainda que a libido permanecesse igual ou mesmo maior que antes.
Era incômodo o quanto tinha que esperar e se privar, pois só se via livre do hábito maldito quando seu namorado finalmente jogava e ficava “desimpedido” por pelo menos uma semana, só que isso estava longe de ser suficiente. E hoje deveria ser seu dia de sorte, porém a ocorrência infeliz, que, segundo Jude, realmente não poderia ser adiada, ainda estava de pé: a equipe precisava sair para jantar.
“Vem aqui fazer ‘pra mim, vida.”, o dono do seu mau humor repetiu o pedido pelo que deveria ser a terceira vez em menos de dez minutos. A voz vinha de dentro do banheiro e, ainda que o quarto do hotel fosse estupidamente grande, você jurava que sentia ela ecoar bem no seu ouvido. “Por favor…”, o modo exagerado de arrastar as palavras te arrancou um sorriso, Jude era dramático de um jeito caricato, mas não agia feito um bebezão na frente de qualquer um. “Só você sabe fazer como eu gosto.”
Você tentou não fazer alarde com os próprios passos quando se apoiou no batente da porta muito à contragosto, queria ao menos pegá-lo de surpresa quando aparecesse, porém Jude já estava olhando quando você chegou.
“Você não quer mesmo que eu vá, não é?”, se referiu ao seu jeito aborrecido de encará-lo e um sorriso provocativo surgiu na boca bonita.
“Não.”, nem ao menos tentou soar indiferente. Havia feito o seu drama no momento em que finalmente conseguiu ficar à sós com seu namorado, ele já conhecia o chão no qual estava pisando. Empurrou Jude pelo quadril quando se aproximou, mas somente o suficiente para se colocar entre ele e a bancada da pia. Apoiando as mãos nas margens sinalizou que precisava de ajuda para se sentar ali a fim de compensar a diferença de altura — durante toda a interação se recusou a falar propriamente, era uma mulher de poucas palavras sob frustração. O homem ergueu seu corpo ainda sorrindo, parecia se deleitar no jeitinho marrento.
Dar um toque final no cabelo dele foi o que te restou para fazer, afinal ele já havia adiantado metade do serviço nos dez minutos em que gastou resmungando sobre preferir que você o finalizasse. O excesso de água ainda escorria pelo pescoço dele quando tudo terminou, mesmo que você se esforçasse para recolher o líquido usando uma toalha de mão. Estava comicamente apática, nem o corpo gostoso do seu homem ainda úmido pelo banho parecia trazer luz aos seus olhos.
“Tô orgulhosa de você.”, murmurou, a atenção concentrada nos olhos dele.
“Você já disse isso.”, ele retrucou, tirando a toalhinha das suas mãos para fazer você abraçar o pescoço dele entre elas.
“E quero dizer de novo.”, deu de ombros. O biquinho natural que descansava na sua boca foi preso entre os lábios dele e a carência logo se rendeu entre os estalinhos molhados que encheram o cômodo. “Nem parece que você ‘tá com vontade de ir…”, sussurrou cheia de dengo, brincando com a pontinha da língua contra a dele.
“Tô esperando você tentar me convencer a ficar.”, ele riu de canto, uma das mãos se enchendo com o cabelo da sua nuca.
“De novo?”, se afastou rapidinho só para questionar numa incredulidade cínica. Ele quis rir mais, porém preferiu retornar à brincadeira gostosa das línguas de vocês dois. E, para quem era sonso o suficiente ao ponto de fingir que não estava a fim de foder naquele exato momento, Jude estava sendo fogoso demais. Os cantinhos da boca se esticavam num sorriso sujo enquanto ele chupava seus lábios forte ao ponto de deixá-los inchadinhos, latejando sob o toque. As mãos eram tão descaradas quanto, apertando cada canto só para te lembrar que o seu corpinho não era nada dentro do toque dele — era frágil, simples de quebrar.
E, porra, você tremia, rendia-se fácil. Os peitinhos já latejando sob a imaginação de serem engolidos com tanto gosto quanto sua boca estava sendo. Ergueu o quadril da bancada para buscar pelo dele, já tinha se melado inteira desde o momento em que cruzou a porta daquela suíte — não iria fingir o contrário. Esbarrou na toalha que cobria o volume avantajado, mas isso não te desencorajou a levantar o tecido da camiseta que você vestia, enrolando o tecido folgado como pôde. Tampouco quis disfarçar que a intenção era exibir a calcinha minúscula que havia escolhido só para ele, talvez fosse a última chance de conseguir qualquer coisa antes de se ver sem o homem.
“Você é linda.”, ele correu os olhos pelo seu corpo, ainda buscando fôlego ao afastar a boca da sua. E a doçura fingida de Jude fazia sua cabeça arder em afobação. Em qualquer outra situação esse não seria o caso, mas não sabia como evitar: não estava carente disso. O corpo claramente reclamava a falta de uma foda bem gostosa, de ser pega com vontade até cair exausta na cama.
Nem por um segundo achou que abrir a boca para argumentar seria a solução pro seu problema — tinha o fracasso das outras quatro tentativas pesando no seu julgamento. Jude não começaria nada contigo que não tivesse tempo para terminar e vocês dois sabiam que quando começavam nunca dava para parar. Você soltou o ar baixinho em chateação, suas opções esgotando.
“O que é essa carinha, hm?”, indagou num selo molhado aquilo que ele já sabia bem a resposta. “É ‘pra eu falar que você ‘tá sexy, amor?”, questionou outra vez, os olhos bebendo a expressão irritada no seu rostinho. “Você ‘tá sexy, bebê. Sempre ‘tá.”, pode ter soado até meio abobado, porque realmente era gamado no jeitinho que você agia quando ficava toda carentinha de sexo, parecia prestes a fazer de tudo só para conseguir um carinho mais safado. “Gostosa ‘pra caralho.”, afirmou como se fosse senso comum.
E Jude fosse inteligente o bastante saberia que ouvir isso era bom:
“Mas não é suficiente…”, ele murmurou baixinho, te conhecia bem demais. “Tá toda afobada porque eu não te comi ainda, não tá?”, a pergunta passou direto pelos seus ouvidos, focada demais em derreter dentro do aperto gostoso que não deixava a sua cintura. Mal registrou quando ele praticamente colou a boca contra a sua orelha: “Então tenho que falar que ‘tô louco ‘pra abrir essa xotinha inteira no meu pau.”, o sussurro fez a pele arder, é desnecessário falar que se contraiu completamente — quase gemendo só de escutar. “Que quero fazer essa boquinha de buceta e te colocar ‘pra me mamar a noite toda, bem gostoso.”, instigou mais um pouco, era um tesão do caralho. Seu coração palpitava dentro das suas orelhas quando ele se afastou. “É ‘pra falar assim?”, te olhou nos olhos, o tom de voz voltando ao normal. “É, amor?”
Jude tinha uma vocação fodida para ser arrogante e você todos os dias agradecia aos céus que esse não fosse realmente o caso. Quer dizer, é mais canalhice e provocação que qualquer outra coisa quando ele resolve te encher o saco. Não é novidade que o homem gosta de agir todo cheio de si só para te deixar molinha, o ego queimando nas chamas da adrenalina depois de uma disputa tão intensa — especialmente uma na qual a participação dele foi tão brilhante.
“Porra, você é um filho da puta…”, você protestou baixinho, porque a vontade sequer era de realmente ofender — só não sabia lidar com o quão corroída por tesão sua mente estava. A expressão de deleite do homem não fez nada além de sobrecarregar mais um pouquinho. Em noites como esta, era impossível domar a soberba sob suas unhas — nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque Jude sabia exatamente o quanto você precisava do ego enorme dele.
Deitou a cabeça no ombro largo, o corpo enfraquecendo só de sentir o volume tão apertadinho contra sua intimidade quando tudo o que conseguiu fazer foi forçar o quadril contra o dele um pouco mais.
“Me fode…”, implorou sem inibição alguma, até a voz de putinha que saiu da sua garganta não passou por filtro algum na sua mente.
“Você é tão teimosa.”, te recriminou como se não tivesse tornado tudo pior. Um filho da puta, você mesma já havia dito.
“Coloca em mim só um pouquinho.”, pediu mansinha, de um jeito quase sonolento. As unhas correram pelo torso forte até alcançar a barra da toalha, como se já soubesse que receberia um sim. “Eu gozo rapidinho.”, a boquinha molhada largou beijinhos desde o ombro até a orelha do homem.
“Amor-”
“Eu prometo.”, reforçou, os dedinhos já se enchendo com o caralho coberto pelo tecido. “Não vou te forçar a ficar. Só me come um pouquinho…”, já lhe faltavam forças para pedir, era insuportável quando necessitada desse jeito — não sossegava até conseguir o que queria. As sobrancelhas dele se apertaram junto com os olhos, a decisão provavelmente correndo nos pensamentos. Assistiu-o se esticar até o canto da bancada, dando dois toques na tela do telefone para checar o horário.
“Vai reclamar depois?”, perguntou ameno demais para alguém que não queria ter se rendido tão fácil.
“Não vou.”, você negou rapidinho com a cabeça, quase suspirando em alívio.
“Por quê não pede ‘pra eu te chupar, hm?”, os braços fortes te encurralaram contra o espelho, roçando a boquinha na sua. “É mais fácil.”
“Porque eu quero dar ‘pra você.”, soou penosa demais e isso fez o homem gargalhar baixinho.
“Justo.”, chupou seus lábios devagarinho, soltando a toalha da cintura enquanto te ouvia suspirar baixinho dentro da boca dele.
No entanto, a menção não havia sido em vão, Jude não dava ponto sem nó. Selou desde o seus tornozelos até a intimidade quentinha assim que finalmente te livrou da calcinha. Prendeu seu pontinho entre os lábios, grunhindo baixinho enquanto mamava. A cabeça se movia inquieta pros lados, esfregando o lugarzinho no processo. A barbinha fazia arder, mas era tão bom. Jude era frenético, esfomeado, abria a boca como se tentasse encaixar sua bucetinha inteira dentro dela. Ergueu os olhos para enfim notar o quão paciente você parecia, mesmo quando tudo o que conseguia fazer era choramingar pela sensibilidade.
“Já se melou ‘pra caralho, vida. Nem preciso mamar essa bucetinha.”, beijou seu pontinho com delicadeza uma última vez como se fosse algo puro, imaculado. Mordeu o interior de cada uma das coxas, lambendo a marquinha que os dentes deixaram. Subia aos poucos, nem o tecido da camiseta foi capaz de diminuir o calor que sentiu quando ele finalmente beijou seus seios, ou quando deixou uma lambida quente no seu pescoço. Mas foi a língua molhando a pontinha da sua orelha que te trouxe de volta a tempo de gemer baixinho quando ele voltou para sorver a pele do seu pescoço entre os dentes.
A distração te tirou o privilégio de ver ele esfregando a cabecinha melada contra as dobrinhas da sua buceta, os dedos experientes espalharam o melzinho no resto da extensão porque nenhum cuidado era demais. Estava tão excitada que nem reclamou quando ele forçou, o começo sempre deslizava gostosinho — o problema de verdade só começava quando passava da glande. Mal teve tempo para se enganar e fingir que aguentaria Jude inteirinho sem reclamar, a entradinha logo se apertou todinha, obrigando-o a parar por ali.
“Amor…”
“Shhhh… Eu sei…”, selou seu pescoço outra vez. Era versado naquilo, tanto que saiu com cuidado, voltando devagarinho só até onde a bucetinha deixava — estocando um pouquinho mais da metade. Acolheu seus peitinhos entre os dedos, puxando os biquinhos na tentativa de levar seu foco para outra coisa.
Porém não adiantava, o barulhinho molhado fazia suas costas se arrepiarem, sentia o estômago revirar só de pensar no quanto pingava por Jude. Quase deitou o corpo na bancada para apoiar um dos pés na borda e choramingou baixinho quando conseguiu suporte para se foder sozinha com muito esforço.
As coxas formigavam, manter as perninhas abertas estava te fazendo queimar. Mordia um sorrisinho safado entre os dentes, a entradinha ardia para tentar receber ao menos metade do homem — Jude realmente estava te deixando mal acostumada. Largou o peso do torso num braço só, a outra mão deslizando até o meio das coxas na tentativa de dilatar mais a bucetinha. Esticou a pele com os dedos o quanto conseguiu, precisava se abrir inteirinha para fazer ele caber.
Um engasgo sôfrego travou na garganta quando ele forçou mais um pouquinho da extensão. Tanto que mal conseguiu continuar rebolando, se rendendo a um movimento errático, meio ridículo — não conseguia parar, não dava para parar. Uma delícia, não era possível nem para se contrair direito. As perninhas agonizavam e não sabia como retomar o controle delas.
“Tá fraca, amor?”, apoiou os braços ao lado do seu corpo outra vez para te cercar contra o mármore. A proximidade fez entrar mais um pouquinho e suas coxas quase desistiram. “Não fecha.”, apertou a carne entre os dedos segurando-as no lugar.
“Vai machucar…”, resmungou rouquinha, o corpo tremendo num tesão nojento.
“Vai?”, ele mordeu um sorrisinho sonso. “Eu tiro então, minha vida.”, ameaçou cumprir com o que disse e você se desesperou.
Droga, estava tão molhadinha e ainda assim não dava para aguentar? Era injusto. Não era nenhuma virgenzinha estúpida, queria dar com gosto, ficar burrinha de pica. Irritou-se, mesmo frágil, queria tanto… as pernas se enlaçaram em volta do quadril dele, puxou num solavanco — a única sorte sendo que ele era forte demais para se deixar levar.
“Se eu empurrar aí é que vai machucar de vez.”, alertou cauteloso e isso pareceu te deixar ainda mais irritadiça.
“Faz caber então, Jude.”, resmungou, socando dois dedinhos na boca para molhá-los e logo esfregando seu grelinho com afinco porque queria se fazer relaxar a todo custo. “Porra, você ‘tá com dó parece…”, definitivamente saiu sem pensar, o desejo mexia com sua cabecinha de jeitos estranhos.
O homem ergueu as sobrancelhas e um sorriso desacreditado despontou na boca, não havia gostado minimamente de ser desafiado assim. Tirou o pau devagarinho só para assistir seu rostinho se contorcer em desgosto, as mãos calejadas castigando sua cintura para garantir que você não se movesse um centímetro sequer.
“Cala a boca.”, o timbre desceu num murmúrio firme, calmo ao ponto de ser desconcertante. “Não pede o que você não aguenta.”, forçou a cabecinha novamente, a entradinha babona se alargando mais fácil que da primeira vez. O carinho no seu pontinho se tornou mais letárgico, mais gostoso — conseguiu até mesmo voltar a se foder devagarinho.
“Você sabe que eu aguento.”, sussurrou burrinha, claramente não dava mais atenção ao que dizia.
“Aguenta?”, desafiou, forçando mais um pouco para dentro. “Me responde.”, socou lentinho, vendo seus olhinhos revirando por baixo das pálpebras.
“Jude, porra…”
“Sabe o que ‘cê vai fazer quando eu terminar, amor?”, indagou baixinho. Você, no entanto, estava ocupada demais se tocando, gemendo cheia de dengo. “Eu tô falando com você.”, estocou mais forte, fazendo seu corpo saltar, os olhos abrindo. “Sabe?”
“N-não...”
“Ah, você sabe sim, meu amor.”, o jeito que forçava o caralho melado em nada combinava com o quão atencioso ele soou. “Você vai ficar aqui quietinha me esperando.”, as mãos grandes envolveram seus rosto. “Esquentando meu travesseiro.”, se inclinou, mordendo seu queixo com carinho. “E vai abrir essa bucetinha bem gostoso ‘pra eu meter quando voltar, tá ouvindo?”, ameaçou selar sua boca, mas só o fez quando te viu confirmar com a cabeça. “Já deixei molhadinha ‘pra ajudar, não deixei?”, indagou baixinho, fodendo o quanto cabia com lentidão. Você concordou com a cabeça outra vez — estava estúpida ‘pra caralho, as perninhas tão fracas que sabia bem o que estava por vir. “Então se vira.”, deixou dois tapinhas leves no seu rosto. “Goza ‘pra eu não me atrasar.”
Tornou-se mais bruto, judiando da bucetinha sensível que não parava de expulsar o melzinho quente. Sua voz se tornou esganiçada, quase ininteligível, só sabia gemer e implorar. E o homem pareceu ter perdido a paciência enfim, pois substituiu seus dedinhos para fazer o trabalho inteiro sozinho — brincando com o grelinho que não parava de pulsar.
“Jude…”, soluçou contra a boca dele. “Me fode gostoso… assim, porra…”, soava perdida, meio embaralhado. A bucetinha se apertava inteira sem que você pudesse controlar, pulsando em volta do caralho grosso como se quisesse expulsá-lo. Jude saía somente o suficiente para ser capaz de socar a glande avantajada no fundo do canalzinho que não parecia disposto a se esticar mais para deixar ele entrar totalmente. “Eu quero mais, amor… Mais… Porra, isso…”, o chorinho se intensificou junto com o jeito que ele castigava seu clitóris, o polegar desenhando círculos cada vez mais apertadinhos.
Era quase constrangedor o quanto soluçava quando percebeu o orgasmo chegando. Maltratava os lábios grossos do homem num beijo afoito, babando ele inteirinho na tentativa de disfarçar a própria manha. Ele sorria abertamente, mal retribuindo o beijo, porque te ouvir soando como uma ninfetinha desesperada parecia muito mais gostoso. Foi parar no abraço de Jude quando terminou de se molhar por completo, tão entorpecida que nem ouvia mais os próprios gemidos.
Deixou um som esganiçado escapar da garganta quando o homem se retirou rapidinho, usando somente um dos braços para envolver sua cintura com firmeza e evitar que você caísse contra o espelho. A mão livre envolveu o caralho pesado num aperto rude, Jude parecia fazer questão de pincelar os lábios da sua entradinha enquanto se punhetava com força.
Você encarava a cena inerte, a mente ainda presa no estado que havia ficado sua intimidade. O local latejava por completo numa sensação vertiginosa, quente ao ponto de estar meio dormente; era confusa a sensação. Não precisava ver para ter certeza que estava tão esfoladinha que sequer conseguia se fechar propriamente quando pulsava, não seria necessária a preocupação em se esticar — com certeza ainda estaria larguinha quando ele voltasse.
Subiu para observar o rosto dele, não se surpreendendo ao encontrar o olhar fixo na sua bucetinha arruinada. Parecia claramente orgulhoso do estrago que havia feito, espalhando todos os resquícios do seu melzinho até alcançar as bolas cheias de porra. Apertou-as entre os dedos quando finalmente esporrou num gemido meio bruto, costumava soltar demais, porém ainda assim tentava jogar tudo no mesmo lugar — mirando exatamente no canalzinho judiado.
“Eu jogo na boquinha quando voltar, ‘tá bom?”, a promessa veio entre arfares, conquistando sua atenção outra vez, já que estava absorta demais em notar pela milésima vez que nem as mãos grandes do seu namorado davam conta da piroca pesada. “Mas tem que ser boazinha.”, a condição acompanhou um estalinho molhado na sua boca. Sorriu mansinha, tão cheia de dengo que parecia até mesmo bêbada. Ganhou mais alguns antes que ele se afastasse com pressa, provavelmente atrasado.
“Jude.”, chamou antes que ele atravessasse a porta. “Só uma hora.”, nem sabe de onde tirou forças para soar tão firme. Ganhou um sorriso sacana:
“Você quem manda.”
meu marrom bombom delícia meu jogador meu atacante meu meteficha
( ✶. ) 𝘁𝗵𝗲 𝘀𝘂𝗽𝗲𝗿𝘀𝘁𝗶𝘁𝗶𝗼𝗻 ── “𝐄𝐆𝐎.”
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Em noites como esta, era impossível domar a 𝘀𝗼𝗯𝗲𝗿𝗯𝗮 sob suas unhas – nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque 𝗝𝘂𝗱𝗲 sabia exatamente o quanto você precisava do 𝗲𝗴𝗼 enorme dele.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮. 𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 3333. 𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: tem castigo do monstro (denial), size kink (big dick jude), leve objetificação, cum play, dois centavos de pain kink, penetração desprotegida. ─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu entrei aqui achando que era a disney e hoje em dia escrevo com jogador de futebol.
A abstinência sexual em atletas não tem efeito comprovado antes de competições. Você sabe disso. Jude sabe disso. Porém, saber nunca impediu as tendências antiquadas do homem que gostava do “certo pelo certo” se o assunto era a própria carreira — mesmo quando não havia base científica alguma. Na verdade, ele parecia especialmente se agarrar às coisas mais ilógicas possíveis por algum motivo. E te irritava que ele não tivesse largado a mão da superstição nem mesmo quando você estava se dando ao trabalho de desobedecer mais uma das crendices do seu namorado só por estar cheia de saudades.
Quer dizer, que homem em sã consciência larga a própria mulher toda fogosa e carente na cama dele e sai para jantar com os colegas de trabalho? Você ainda não tinha uma resposta concreta. A “tradição” nasceu logo após o jogo de estreia e o seu namorado se recusava a deixá-la morrer sob a justificativa de que aquele havia virado um ritual de vitória e, por mais que você quisesse contrariá-lo, parecia estar funcionando. Você não estaria sendo tão amarga sobre toda essa situação se Jude estivesse cumprindo verdadeiramente com as atribuições dele enquanto seu homem — a constância da vida sexual de vocês havia decaído drasticamente com essa história de abstinência, ainda que a libido permanecesse igual ou mesmo maior que antes.
Era incômodo o quanto tinha que esperar e se privar, pois só se via livre do hábito maldito quando seu namorado finalmente jogava e ficava “desimpedido” por pelo menos uma semana, só que isso estava longe de ser suficiente. E hoje deveria ser seu dia de sorte, porém a ocorrência infeliz, que, segundo Jude, realmente não poderia ser adiada, ainda estava de pé: a equipe precisava sair para jantar.
“Vem aqui fazer ‘pra mim, vida.”, o dono do seu mau humor repetiu o pedido pelo que deveria ser a terceira vez em menos de dez minutos. A voz vinha de dentro do banheiro e, ainda que o quarto do hotel fosse estupidamente grande, você jurava que sentia ela ecoar bem no seu ouvido. “Por favor…”, o modo exagerado de arrastar as palavras te arrancou um sorriso, Jude era dramático de um jeito caricato, mas não agia feito um bebezão na frente de qualquer um. “Só você sabe fazer como eu gosto.”
Você tentou não fazer alarde com os próprios passos quando se apoiou no batente da porta muito à contragosto, queria ao menos pegá-lo de surpresa quando aparecesse, porém Jude já estava olhando quando você chegou.
“Você não quer mesmo que eu vá, não é?”, se referiu ao seu jeito aborrecido de encará-lo e um sorriso provocativo surgiu na boca bonita.
“Não.”, nem ao menos tentou soar indiferente. Havia feito o seu drama no momento em que finalmente conseguiu ficar à sós com seu namorado, ele já conhecia o chão no qual estava pisando. Empurrou Jude pelo quadril quando se aproximou, mas somente o suficiente para se colocar entre ele e a bancada da pia. Apoiando as mãos nas margens sinalizou que precisava de ajuda para se sentar ali a fim de compensar a diferença de altura — durante toda a interação se recusou a falar propriamente, era uma mulher de poucas palavras sob frustração. O homem ergueu seu corpo ainda sorrindo, parecia se deleitar no jeitinho marrento.
Dar um toque final no cabelo dele foi o que te restou para fazer, afinal ele já havia adiantado metade do serviço nos dez minutos em que gastou resmungando sobre preferir que você o finalizasse. O excesso de água ainda escorria pelo pescoço dele quando tudo terminou, mesmo que você se esforçasse para recolher o líquido usando uma toalha de mão. Estava comicamente apática, nem o corpo gostoso do seu homem ainda úmido pelo banho parecia trazer luz aos seus olhos.
“Tô orgulhosa de você.”, murmurou, a atenção concentrada nos olhos dele.
“Você já disse isso.”, ele retrucou, tirando a toalhinha das suas mãos para fazer você abraçar o pescoço dele entre elas.
“E quero dizer de novo.”, deu de ombros. O biquinho natural que descansava na sua boca foi preso entre os lábios dele e a carência logo se rendeu entre os estalinhos molhados que encheram o cômodo. “Nem parece que você ‘tá com vontade de ir…”, sussurrou cheia de dengo, brincando com a pontinha da língua contra a dele.
“Tô esperando você tentar me convencer a ficar.”, ele riu de canto, uma das mãos se enchendo com o cabelo da sua nuca.
“De novo?”, se afastou rapidinho só para questionar numa incredulidade cínica. Ele quis rir mais, porém preferiu retornar à brincadeira gostosa das línguas de vocês dois. E, para quem era sonso o suficiente ao ponto de fingir que não estava a fim de foder naquele exato momento, Jude estava sendo fogoso demais. Os cantinhos da boca se esticavam num sorriso sujo enquanto ele chupava seus lábios forte ao ponto de deixá-los inchadinhos, latejando sob o toque. As mãos eram tão descaradas quanto, apertando cada canto só para te lembrar que o seu corpinho não era nada dentro do toque dele — era frágil, simples de quebrar.
E, porra, você tremia, rendia-se fácil. Os peitinhos já latejando sob a imaginação de serem engolidos com tanto gosto quanto sua boca estava sendo. Ergueu o quadril da bancada para buscar pelo dele, já tinha se melado inteira desde o momento em que cruzou a porta daquela suíte — não iria fingir o contrário. Esbarrou na toalha que cobria o volume avantajado, mas isso não te desencorajou a levantar o tecido da camiseta que você vestia, enrolando o tecido folgado como pôde. Tampouco quis disfarçar que a intenção era exibir a calcinha minúscula que havia escolhido só para ele, talvez fosse a última chance de conseguir qualquer coisa antes de se ver sem o homem.
“Você é linda.”, ele correu os olhos pelo seu corpo, ainda buscando fôlego ao afastar a boca da sua. E a doçura fingida de Jude fazia sua cabeça arder em afobação. Em qualquer outra situação esse não seria o caso, mas não sabia como evitar: não estava carente disso. O corpo claramente reclamava a falta de uma foda bem gostosa, de ser pega com vontade até cair exausta na cama.
Nem por um segundo achou que abrir a boca para argumentar seria a solução pro seu problema — tinha o fracasso das outras quatro tentativas pesando no seu julgamento. Jude não começaria nada contigo que não tivesse tempo para terminar e vocês dois sabiam que quando começavam nunca dava para parar. Você soltou o ar baixinho em chateação, suas opções esgotando.
“O que é essa carinha, hm?”, indagou num selo molhado aquilo que ele já sabia bem a resposta. “É ‘pra eu falar que você ‘tá sexy, amor?”, questionou outra vez, os olhos bebendo a expressão irritada no seu rostinho. “Você ‘tá sexy, bebê. Sempre ‘tá.”, pode ter soado até meio abobado, porque realmente era gamado no jeitinho que você agia quando ficava toda carentinha de sexo, parecia prestes a fazer de tudo só para conseguir um carinho mais safado. “Gostosa ‘pra caralho.”, afirmou como se fosse senso comum.
E Jude fosse inteligente o bastante saberia que ouvir isso era bom:
“Mas não é suficiente…”, ele murmurou baixinho, te conhecia bem demais. “Tá toda afobada porque eu não te comi ainda, não tá?”, a pergunta passou direto pelos seus ouvidos, focada demais em derreter dentro do aperto gostoso que não deixava a sua cintura. Mal registrou quando ele praticamente colou a boca contra a sua orelha: “Então tenho que falar que ‘tô louco ‘pra abrir essa xotinha inteira no meu pau.”, o sussurro fez a pele arder, é desnecessário falar que se contraiu completamente — quase gemendo só de escutar. “Que quero fazer essa boquinha de buceta e te colocar ‘pra me mamar a noite toda, bem gostoso.”, instigou mais um pouco, era um tesão do caralho. Seu coração palpitava dentro das suas orelhas quando ele se afastou. “É ‘pra falar assim?”, te olhou nos olhos, o tom de voz voltando ao normal. “É, amor?”
Jude tinha uma vocação fodida para ser arrogante e você todos os dias agradecia aos céus que esse não fosse realmente o caso. Quer dizer, é mais canalhice e provocação que qualquer outra coisa quando ele resolve te encher o saco. Não é novidade que o homem gosta de agir todo cheio de si só para te deixar molinha, o ego queimando nas chamas da adrenalina depois de uma disputa tão intensa — especialmente uma na qual a participação dele foi tão brilhante.
“Porra, você é um filho da puta…”, você protestou baixinho, porque a vontade sequer era de realmente ofender — só não sabia lidar com o quão corroída por tesão sua mente estava. A expressão de deleite do homem não fez nada além de sobrecarregar mais um pouquinho. Em noites como esta, era impossível domar a soberba sob suas unhas — nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque Jude sabia exatamente o quanto você precisava do ego enorme dele.
Deitou a cabeça no ombro largo, o corpo enfraquecendo só de sentir o volume tão apertadinho contra sua intimidade quando tudo o que conseguiu fazer foi forçar o quadril contra o dele um pouco mais.
“Me fode…”, implorou sem inibição alguma, até a voz de putinha que saiu da sua garganta não passou por filtro algum na sua mente.
“Você é tão teimosa.”, te recriminou como se não tivesse tornado tudo pior. Um filho da puta, você mesma já havia dito.
“Coloca em mim só um pouquinho.”, pediu mansinha, de um jeito quase sonolento. As unhas correram pelo torso forte até alcançar a barra da toalha, como se já soubesse que receberia um sim. “Eu gozo rapidinho.”, a boquinha molhada largou beijinhos desde o ombro até a orelha do homem.
“Amor-”
“Eu prometo.”, reforçou, os dedinhos já se enchendo com o caralho coberto pelo tecido. “Não vou te forçar a ficar. Só me come um pouquinho…”, já lhe faltavam forças para pedir, era insuportável quando necessitada desse jeito — não sossegava até conseguir o que queria. As sobrancelhas dele se apertaram junto com os olhos, a decisão provavelmente correndo nos pensamentos. Assistiu-o se esticar até o canto da bancada, dando dois toques na tela do telefone para checar o horário.
“Vai reclamar depois?”, perguntou ameno demais para alguém que não queria ter se rendido tão fácil.
“Não vou.”, você negou rapidinho com a cabeça, quase suspirando em alívio.
“Por quê não pede ‘pra eu te chupar, hm?”, os braços fortes te encurralaram contra o espelho, roçando a boquinha na sua. “É mais fácil.”
“Porque eu quero dar ‘pra você.”, soou penosa demais e isso fez o homem gargalhar baixinho.
“Justo.”, chupou seus lábios devagarinho, soltando a toalha da cintura enquanto te ouvia suspirar baixinho dentro da boca dele.
No entanto, a menção não havia sido em vão, Jude não dava ponto sem nó. Selou desde o seus tornozelos até a intimidade quentinha assim que finalmente te livrou da calcinha. Prendeu seu pontinho entre os lábios, grunhindo baixinho enquanto mamava. A cabeça se movia inquieta pros lados, esfregando o lugarzinho no processo. A barbinha fazia arder, mas era tão bom. Jude era frenético, esfomeado, abria a boca como se tentasse encaixar sua bucetinha inteira dentro dela. Ergueu os olhos para enfim notar o quão paciente você parecia, mesmo quando tudo o que conseguia fazer era choramingar pela sensibilidade.
“Já se melou ‘pra caralho, vida. Nem preciso mamar essa bucetinha.”, beijou seu pontinho com delicadeza uma última vez como se fosse algo puro, imaculado. Mordeu o interior de cada uma das coxas, lambendo a marquinha que os dentes deixaram. Subia aos poucos, nem o tecido da camiseta foi capaz de diminuir o calor que sentiu quando ele finalmente beijou seus seios, ou quando deixou uma lambida quente no seu pescoço. Mas foi a língua molhando a pontinha da sua orelha que te trouxe de volta a tempo de gemer baixinho quando ele voltou para sorver a pele do seu pescoço entre os dentes.
A distração te tirou o privilégio de ver ele esfregando a cabecinha melada contra as dobrinhas da sua buceta, os dedos experientes espalharam o melzinho no resto da extensão porque nenhum cuidado era demais. Estava tão excitada que nem reclamou quando ele forçou, o começo sempre deslizava gostosinho — o problema de verdade só começava quando passava da glande. Mal teve tempo para se enganar e fingir que aguentaria Jude inteirinho sem reclamar, a entradinha logo se apertou todinha, obrigando-o a parar por ali.
“Amor…”
“Shhhh… Eu sei…”, selou seu pescoço outra vez. Era versado naquilo, tanto que saiu com cuidado, voltando devagarinho só até onde a bucetinha deixava — estocando um pouquinho mais da metade. Acolheu seus peitinhos entre os dedos, puxando os biquinhos na tentativa de levar seu foco para outra coisa.
Porém não adiantava, o barulhinho molhado fazia suas costas se arrepiarem, sentia o estômago revirar só de pensar no quanto pingava por Jude. Quase deitou o corpo na bancada para apoiar um dos pés na borda e choramingou baixinho quando conseguiu suporte para se foder sozinha com muito esforço.
As coxas formigavam, manter as perninhas abertas estava te fazendo queimar. Mordia um sorrisinho safado entre os dentes, a entradinha ardia para tentar receber ao menos metade do homem — Jude realmente estava te deixando mal acostumada. Largou o peso do torso num braço só, a outra mão deslizando até o meio das coxas na tentativa de dilatar mais a bucetinha. Esticou a pele com os dedos o quanto conseguiu, precisava se abrir inteirinha para fazer ele caber.
Um engasgo sôfrego travou na garganta quando ele forçou mais um pouquinho da extensão. Tanto que mal conseguiu continuar rebolando, se rendendo a um movimento errático, meio ridículo — não conseguia parar, não dava para parar. Uma delícia, não era possível nem para se contrair direito. As perninhas agonizavam e não sabia como retomar o controle delas.
“Tá fraca, amor?”, apoiou os braços ao lado do seu corpo outra vez para te cercar contra o mármore. A proximidade fez entrar mais um pouquinho e suas coxas quase desistiram. “Não fecha.”, apertou a carne entre os dedos segurando-as no lugar.
“Vai machucar…”, resmungou rouquinha, o corpo tremendo num tesão nojento.
“Vai?”, ele mordeu um sorrisinho sonso. “Eu tiro então, minha vida.”, ameaçou cumprir com o que disse e você se desesperou.
Droga, estava tão molhadinha e ainda assim não dava para aguentar? Era injusto. Não era nenhuma virgenzinha estúpida, queria dar com gosto, ficar burrinha de pica. Irritou-se, mesmo frágil, queria tanto… as pernas se enlaçaram em volta do quadril dele, puxou num solavanco — a única sorte sendo que ele era forte demais para se deixar levar.
“Se eu empurrar aí é que vai machucar de vez.”, alertou cauteloso e isso pareceu te deixar ainda mais irritadiça.
“Faz caber então, Jude.”, resmungou, socando dois dedinhos na boca para molhá-los e logo esfregando seu grelinho com afinco porque queria se fazer relaxar a todo custo. “Porra, você ‘tá com dó parece…”, definitivamente saiu sem pensar, o desejo mexia com sua cabecinha de jeitos estranhos.
O homem ergueu as sobrancelhas e um sorriso desacreditado despontou na boca, não havia gostado minimamente de ser desafiado assim. Tirou o pau devagarinho só para assistir seu rostinho se contorcer em desgosto, as mãos calejadas castigando sua cintura para garantir que você não se movesse um centímetro sequer.
“Cala a boca.”, o timbre desceu num murmúrio firme, calmo ao ponto de ser desconcertante. “Não pede o que você não aguenta.”, forçou a cabecinha novamente, a entradinha babona se alargando mais fácil que da primeira vez. O carinho no seu pontinho se tornou mais letárgico, mais gostoso — conseguiu até mesmo voltar a se foder devagarinho.
“Você sabe que eu aguento.”, sussurrou burrinha, claramente não dava mais atenção ao que dizia.
“Aguenta?”, desafiou, forçando mais um pouco para dentro. “Me responde.”, socou lentinho, vendo seus olhinhos revirando por baixo das pálpebras.
“Jude, porra…”
“Sabe o que ‘cê vai fazer quando eu terminar, amor?”, indagou baixinho. Você, no entanto, estava ocupada demais se tocando, gemendo cheia de dengo. “Eu tô falando com você.”, estocou mais forte, fazendo seu corpo saltar, os olhos abrindo. “Sabe?”
“N-não...”
“Ah, você sabe sim, meu amor.”, o jeito que forçava o caralho melado em nada combinava com o quão atencioso ele soou. “Você vai ficar aqui quietinha me esperando.”, as mãos grandes envolveram seus rosto. “Esquentando meu travesseiro.”, se inclinou, mordendo seu queixo com carinho. “E vai abrir essa bucetinha bem gostoso ‘pra eu meter quando voltar, tá ouvindo?”, ameaçou selar sua boca, mas só o fez quando te viu confirmar com a cabeça. “Já deixei molhadinha ‘pra ajudar, não deixei?”, indagou baixinho, fodendo o quanto cabia com lentidão. Você concordou com a cabeça outra vez — estava estúpida ‘pra caralho, as perninhas tão fracas que sabia bem o que estava por vir. “Então se vira.”, deixou dois tapinhas leves no seu rosto. “Goza ‘pra eu não me atrasar.”
Tornou-se mais bruto, judiando da bucetinha sensível que não parava de expulsar o melzinho quente. Sua voz se tornou esganiçada, quase ininteligível, só sabia gemer e implorar. E o homem pareceu ter perdido a paciência enfim, pois substituiu seus dedinhos para fazer o trabalho inteiro sozinho — brincando com o grelinho que não parava de pulsar.
“Jude…”, soluçou contra a boca dele. “Me fode gostoso… assim, porra…”, soava perdida, meio embaralhado. A bucetinha se apertava inteira sem que você pudesse controlar, pulsando em volta do caralho grosso como se quisesse expulsá-lo. Jude saía somente o suficiente para ser capaz de socar a glande avantajada no fundo do canalzinho que não parecia disposto a se esticar mais para deixar ele entrar totalmente. “Eu quero mais, amor… Mais… Porra, isso…”, o chorinho se intensificou junto com o jeito que ele castigava seu clitóris, o polegar desenhando círculos cada vez mais apertadinhos.
Era quase constrangedor o quanto soluçava quando percebeu o orgasmo chegando. Maltratava os lábios grossos do homem num beijo afoito, babando ele inteirinho na tentativa de disfarçar a própria manha. Ele sorria abertamente, mal retribuindo o beijo, porque te ouvir soando como uma ninfetinha desesperada parecia muito mais gostoso. Foi parar no abraço de Jude quando terminou de se molhar por completo, tão entorpecida que nem ouvia mais os próprios gemidos.
Deixou um som esganiçado escapar da garganta quando o homem se retirou rapidinho, usando somente um dos braços para envolver sua cintura com firmeza e evitar que você caísse contra o espelho. A mão livre envolveu o caralho pesado num aperto rude, Jude parecia fazer questão de pincelar os lábios da sua entradinha enquanto se punhetava com força.
Você encarava a cena inerte, a mente ainda presa no estado que havia ficado sua intimidade. O local latejava por completo numa sensação vertiginosa, quente ao ponto de estar meio dormente; era confusa a sensação. Não precisava ver para ter certeza que estava tão esfoladinha que sequer conseguia se fechar propriamente quando pulsava, não seria necessária a preocupação em se esticar — com certeza ainda estaria larguinha quando ele voltasse.
Subiu para observar o rosto dele, não se surpreendendo ao encontrar o olhar fixo na sua bucetinha arruinada. Parecia claramente orgulhoso do estrago que havia feito, espalhando todos os resquícios do seu melzinho até alcançar as bolas cheias de porra. Apertou-as entre os dedos quando finalmente esporrou num gemido meio bruto, costumava soltar demais, porém ainda assim tentava jogar tudo no mesmo lugar — mirando exatamente no canalzinho judiado.
“Eu jogo na boquinha quando voltar, ‘tá bom?”, a promessa veio entre arfares, conquistando sua atenção outra vez, já que estava absorta demais em notar pela milésima vez que nem as mãos grandes do seu namorado davam conta da piroca pesada. “Mas tem que ser boazinha.”, a condição acompanhou um estalinho molhado na sua boca. Sorriu mansinha, tão cheia de dengo que parecia até mesmo bêbada. Ganhou mais alguns antes que ele se afastasse com pressa, provavelmente atrasado.
“Jude.”, chamou antes que ele atravessasse a porta. “Só uma hora.”, nem sabe de onde tirou forças para soar tão firme. Ganhou um sorriso sacana:
“Você quem manda.”
quando a fic ta te envolvendo de um jeito surreal mas ai vem a bomba do: "você ficou vermelhinha" "seus mamilos rosadinhos" "seu corpo pequenininho" porra nao fodeee
Vai parar de escrever o caramba dyva
Te amo
:(( te amo bebê!
Te pago cinquentinha se vc escrever com o G.A
sai do fake gabz!!
mas estou elaborando algo com o g.a meu canalha
amg eu simplesmente não permito que você delete seu blog e/ou pare de escrever 😭 eu amei a sua escrita de verdade, mas espero que você fique bem logo 🩷
obrigada meu amor! espero poder conseguir escrever logo e atender suas expectativas!
Diva quando vai voltar a escrever? 🙁
oii amor, vou ser bem sincera:
estou pensando em excluir meu blog ou me aposentar, meus trabalhos estão flopando muito e tô ficando desanimada para escrever.
sinto que não tenho mais um impacto com minhas obras e ando me comparando muito com outras escritoras, o que me causou um bloqueio enorme. mas talvez eu não faça nada e volte a postar, talvez.
ok maki just get in my bed already
meu ficante me mandando foto dps da pelada dele todo suado c os bração estourando na blusa deus me proteja de mim mesma
✶ 𝗔 𝗡𝗘𝗪 𝗙𝗘𝗟𝗟𝗜𝗡𝗚
jihyo x fem!reader (viva os gays!!)
warnings: não tem final feliz mas a parte um tem uma gracinha!, angst+romance, homofobia internalizada, negação, descobrindo a sexualidade, casamento heterossexual, faculdade!au
𝄞 good luck, babe!
primavera de 2026.
O CHEIRO das flores era quase sufocante, não de um jeito ruim, pelo contrário, havia algo acolhedor naquela mistura de perfumes adocicados que preenchia cada cantinho da floricultura, fazendo você sentir que tinha entrado dentro de uma enorme estufa.
a loja era pequena, mas charmosa, as paredes de tijolos claros estavam cobertas por prateleiras de madeira cheias de vasos coloridos, e o sol da tarde atravessava as enormes janelas frontais, espalhando manchas douradas pelo chão de ladrilho.
você caminhava devagar entre os corredores, observando os arranjos enquanto a dona da floricultura te acompanhava alguns passos atrás, carregando uma prancheta recheada de anotações sobre o casamento.
o seu casamento.
ainda era estranho pensar nisso. não porque não amasse seu noivo, céus, soobin era o homem perfeito, o homem dos sonhos de toda mulher.
calmo, confiável, paciente, amoroso, prestativo.
você havia aprendido o amor de uma forma calma com ele, mas parecia impossível que algo que levou tanto tempo para ser planejado estivesse finalmente acontecendo, depois de meses discutindo tecidos, cardápios, convites, mesas, iluminação e decoração, tudo parecia resumido àquela tarde tranquila cercada de flores.
“eu ainda acho que as peônias combinam mais com o conceito da cerimônia” — a florista comentou, apontando para um arranjo delicado disposto sobre uma mesa de exposição.
você se aproximou, as pétalas eram tão numerosas que pareciam feitas de papel de seda, organizadas umas sobre as outras numa perfeição quase artificial.
“elas são lindas” — admitiu, passando os dedos pela borda de uma pétala.
a florista continuava falando alguma coisa sobre combinações de cores quando seu celular vibrou dentro da bolsa.
você ignorou, tentando focar na explicação da senhora a sua frente, falando sobre as paletas de cores que ficariam perfeitas no seu grande dia, mas o celular vibrou novamente, depois uma terceira vez.
“alguém parece ansioso para falar com você” — a mulher brincou.
“provavelmente alguma madrinha”
você abriu sua bolsa, já preparada para resolver mais algum pequeno desastre matrimonial, mas assim que desbloqueou a tela, sentiu seu coração perder o ritmo:
mina 💌
amiga
não sei se alguém já te contou
mas a jihyo voltou pra cidade
de repente, todas as flores pareceram perder o cheiro. suas mãos se apertaram ao celular, segurando o aparelho como se ele fosse uma âncora a qual você se agarrava, os nós dos dedos foram ficando brancos pela pressão, e seus olhos começaram a arder sem você tomar consciência, algumas lágrimas se formando no cantinho das suas vistas. a floricultura fora ficando meio embaçada, borrada como as imagens que voltavam a sua mente, quase como um filme.
outono de 2013.
park jihyo era sua melhor amiga.
não só sua melhor amiga, ela era como sua irmã mais velha, era a mulher em que você confiava pra tudo, a pessoa em que você confiava seus segredos mais íntimos, partilhava suas histórias, incluía na sua vida até ela saber melhor que você mesma, como reagiria a algumas situações.
vocês eram unha e carne, todo lugar em que você estava, jihyo estaria ali também, e vice versa.
você a conheceu num movimento estudantil quando ainda era caloura, queria participar de algo pra começar a se encaixar na universidade. você se lembrava bem da mulher te puxando da multidão enfurecida quando as coisas começaram a ficar feias.
“você tá’ doida? não adianta bater de frente com os vermes desse jeito, eles tem gás lacrimogêneo” — ela te explicava, vocês duas sentadas numa sombra de árvore enquanto viam a multidão se dispersar.
“mas eu ia sair! só queria pegar minha faixa, mas deixa, depois pinto outra” — você cruzou os braços, emburrada por não ter conseguido pegar a faixa que havia trabalho com tanto afinco.
“sei, quando você for pintar outra, eu te ajudo!” — sorriu simpática, estendendo a mão pra te cumprimentar. — “jihyo, prazer”
você sorriu também, apertando a mão de um jeito cômico.
“prazer, [nome]”
depois desse dia, vocês não se largaram mais.
vocês descobriram que tinham algumas matérias em comum e que já haviam frequentado algumas aulas juntas, você cursava direito, e jihyo, gestão pública.
você pintou outra faixa pra outra manifestação, e ela te ajudou.
jihyo apresentou um simpósio no auditório 2, e você estava lá na plateia por ela.
vocês duas venderam biscoitos pra arrecadar fundos pra república da universidade, juntas.
mas havia algo em que vocês não eram similares, pelo menos, não a primeira vista.
“amiga, a chae vai vir aqui no dormitório hoje, umas 20:00, só te avisando” — ela corria pra lá e pra cá, ajeitando uma bagunça quase inexistente do pequeno cantinho de vocês.
ela sempre te avisava sobre as ficantes que levava pra lá, você também avisava sobre os ficantes que levava, apesar de perceber que não fazia tanta questão de levar aqueles garotos pro quarto, sentia que estava perdendo seu tempo.
“beleza, acho que vou terminar um trabalho” — pegou o notebook no colo e estava tentando se concentrar no artigo que escrevia, mas acabou focando na forma em que jihyo se arrumava.
os lábios cheinhos se apertando enquanto ela tentava ao máximo arrumar o cabelo, alguns fios rebeldes que insistiam em cair no rosto dela, o perfume meio floral amadeirado que era característico dela. você se pegou reparando naquilo tudo, e sinceramente, você não sabia exatamente quando começou a reparar.
talvez tivesse sido quando percebeu que todas as histórias importantes da sua vida terminavam nela.
“aí o professor quase me expulsou da sala”
“eu já sabia disso, você me ligou chorando naquele dia”
“verdade” — você achava que era apenas uma coincidência, afinal, suas histórias mais emocionantes haviam acontecido na faculdade, e não havia como pensar em faculdade sem pensar na amizade de vocês.
“e eu tive que atravessar o campus inteiro às duas da manhã porque tinha esquecido meu notebook na biblioteca da faculdade de educação”
ela riu, aquela risada de alguém que sabia muito bem o que acontecia na história.
“eu lembro que a gente brigou com o porteiro pra deixar você entrar, tadinho”
no fim das contas, jihyo parecia estar em todos os lugares possíveis:
nas suas refeições, nas suas mensagens, nas suas fotografias. ela não forçava nada, ela simplesmente estava sempre ali com você
enquanto isso, os homens que apareciam na sua vida pareciam sempre exigir algum esforço, alguma atitude performática, alguma versão mais polida de você mesma, já jihyo nunca exigiu nada.
você tentou afuguentar esses pensamentos, no início se achou idiota:
❝ela é minha melhor amiga, claro que vou me sentir melhor perto dela❞
mas não fazia sentido na sua mente, sua melhor amiga sempre ser um parâmetro de comparação para os seus ficantes, isso não fazia sentido pra você, se eram amigas, ela serviria de comparação para amigos, não namorados.
“a chae tá chegando”
a voz dela interrompeu seus pensamentos.
você observou enquanto jihyo passava um gloss em frente ao espelho da penteadeira.
“você gosta dela?” — perguntou, quase num miado.
jihyo virou o rosto, te olhando e reconhecendo você como se fosse uma jóia. talvez fosse sua mente te pregando peças, mas jurou ver um brilho no olhar da garota.
“da chae?”
você afirmou com a cabeça.
“sim”
“gosto” — ela sorriu, confessando.
e seu estômago afundou sem motivo nenhum, fazendo você se sentir a pior amiga do mundo. porque deveria estar feliz por ela, chaeyoung era legal. e jihyo merecia alguém legal.
não havia motivos pra ter ciúme de uma amizade como a de jihyo, sua confidente pra tudo.
mas você teve, naquela noite você descobriu um sentimento muito desconfortável de se sentir, aquela sensação de sufocamento, de querer prender e amarrar alguém apenas pra você, mesmo quando você não sabia o porquê.
ela provavelmente viu o aperto em seu rosto, e questionou:
“que foi?”
“nada” — você afirmou, tentando voltar a superfície dos seus pensamentos, mas por um instante, percebeu que havia mentido na cara dura, para jihyo.
e foi a primeira vez que mentiu pra ela.
verão de 2015.
você amava ir a festas, amava organizar festas, sempre amou, então quando recebeu o convite pra participar do comitê festivo, seu coração não poderia estar mais feliz.
“pedimos pra cada convidado levar um fardo de cerveja, aí não pesa no bolso do comitê” — explicava, durante uma reunião com o conselho.
jihyo também participava, ela era festeira igual você, a garota estava sentada do seu lado, anotando todos os tópicos importantes numa prancheta.
“já tá tudo certo com o DJ? o pessoal vai cair matando se a gente tiver que escutar a playlist da momo de novo”
você riu, achava engraçado como todos os universitários, apesar de não se conhecerem bem, sempre tinham um amigo em comum.
apesar de ter muitos amigos, você não gostava muito de criar intimidade com muita gente, na realidade, apenas jihyo via o seu lado mais introvertido.
depois de dias tentando se convencer de que o ciúmes que você sentiu era apenas um ciúme de amizade, levou mais algumas semanas pra vencer o dilema que te torturava nesse momento:
porque sentiu um alívio tão grande quando jihyo falou que não estava mais ficando com chae?
tentou arrumar várias desculpas, pensou no fato de jihyo ter deixado claro que o relacionamento não estar fazendo bem a ela, o que significaria que estava feliz pela amiga ter tomado uma decisão madura.
também pensou em ser um alívio meio egoísta, de que agora poderia ter uma companheira pros seus rolês de solteirona.
mas nem você conseguia acreditar.
“amiga, tá tudo bem?” — ela novamente te despertava de um devaneio longo, mal sabia que era nela em que você pensava.
você apenas fez um joinha, voltando a se concentrar na lista de convidados, ou pelo menos tentou se concentrar.
porque seu foco foi direito pro espaço quando sentiu o joelho de jihyo na sua coxa, consequência da mania da garota de sempre sentar em posição de lótus.
não devia desencadear uma reação tão elétrica no seu corpo, mas aquele toque o fez, porque você sentiu todos os seus pelinhos arrepiarem, e só piorou quando a garota não moveu o joelho, deixando ele ali, repousado na sua coxa desnuda.
naquele dia havia resolvido usar um shortinho, estava quente demais, e a universidade não investia muito em sistemas de ar-condicionado, mentalmente, se xingou por usar uma roupa que contribuía tanto pra aquele toque te fazer entrar em pânico.
você não percebeu, mas um sorrisinho sapeca começou a crescer no rosto dela, ela não era boba, ela sabia que você estava estranha por algum motivo, e estava começando a desconfiar de que ela era o motivo.
você realmente estava a tratando diferente, olhando diferente pra ela quando se arrumava, desviando o olhar sempre que estavam conversando.
não demorou muito pra jihyo começar a juntar as peças.
o dia da festa demorou mais do que você imaginou, talvez por estar ansiosa por ser o primeiro evento que o comitê organizou com sua participação, ou talvez porque só queria uma desculpa pra beber até cair, coisa que sempre faria com muito bom grado.
“jiji, qual dos dois?” — colocava um vestido a sua frente, um pedaço de pano minúsculo preto, com um zíper dourado costas afora, e um outro, um pouco mais comportado, salmão.
ela fez aquela carinha que você reconhecia bem, quando começava a pensar pra escolher algo.
“o preto, muito mais a sua cara” — ela pegou a toalha e o perfume que usava, indo pro banheiro tomar o banho dela.
enquanto isso, você terminava sua maquiagem, com a toalha amarrada no corpo e o celular no volume máximo, tocando a playlist compartilhada de vocês duas.
quando jihyo saiu do banheiro, você sentiu o vapor quente saindo do cômodo junto com ela, acertando seus ombros descobertos e te fazendo arrepiar.
“você descoloriu os pelinhos do braço amiga?” — ela falou no seu ouvido, te assustando um pouco por não ter percebido que ela havia chegado tão pertinho.
“d-descolori, amanhã vou fazer nas pernas também” — deu um sorrisinho amarelo, se levantando para vestir sua roupa.
não era a primeira vez que você se trocava na frente dela, anos de amizade criaram a intimidade necessária pra não ligarem pra isso.
mas quando você pegou jihyo te secando, praticamente devorando seu corpo descaradamente, sentiu suas pernas bambearem um pouco. a garota nem ligou ter sido pega no flagra, talvez porque sabia que você não iria reclamar.
parte porque gostou, parte porque ainda não reconhecia o que estava sentindo, então preferia achar que era apenas sua amiga sendo exageradamente safada por brincadeira.
00:12
você não fazia ideia de quantas músicas já havia dançado, mas o suor no seu corpo começava a denunciar que você precisava beber algo.
“duas caipirinhas de maracujá, por favor” — pediu ao barman improvisado que haviam contratado, você e jihyo parando pra descansar um pouco.
“meus pés estão doendo já, esse salto é lindo mas é uma fábrica de joanete” — ela reclamava, cruzando as pernas e revelando mais das coxas que o pano da mini saia já não cobria.
você ficou encarando aquele pedaço de pele inconscientemente, quase que de forma automática.
“uh-hum, meu rosto tá aqui em cima” — ela limpou a garganta, te fazendo perceber o que estava fazendo.
você gaguejou, sentindo suas bochechas queimarem com a atenção que ela te dava agora, se sentia envergonhada até ouvir a risada dela invadindo seu campo auditivo.
“tá tudo bem amor, tô só brincando” — você nem conseguiu prestar atenção no que ela disse, apenas ficou na palavrinha que flutuava em meio aquela sentença: “amor”.
vocês tinham mania de se chamar assim, de apelidinhos carinhosos, mas por algum motivo, ouvir aquela palavra sair da boca de jihyo de uma forma tão brincalhona, te fez suspirar.
virou mais um gole da bebida amarelada, ficou brincando com uma sementinha de maracujá na boca por um tempinho, até sua amiga parar a sua frente, ajeitando a sainha, subindo a peça um pouco mais.
“tenho coxas muito bonitas pra não mostrar” — justificou, parecia que fazia isso de propósito.
você apenas concordou, se levantando e agarrando a mão da amiga direto pra pista de dança, voltando a dançar por horas a fio.
em algum momento, o qual você não se lembra, mas agradeceria mentalmente depois, uma música sensual começou a tocar, levando hyo segurar sua cintura e te colar junto a ela, corpo com corpo, remexendo os quadris junto com você.
“eu adoro essa música, vem, dança comigo” — e você foi.
colocou as mãos nos quadris da mulher, sem desviar o olhar do rostinho bonito, sempre focando em fazer os movimentos de forma lenta, seguindo o ritmo da música mais caliente.
“você tá linda hoje, [nome]” — ouviu jihyo falar baixinho no seu ouvido.
você se arrepiou inteira, travando naquele exato momento, porque seu corpo reagiu de uma forma fodidamente estranha, era sua amiga te cumprimentando, não?
era só isso, não era?
você descobriu que não era “só isso”, porque na manhã seguinte, acordou com uma ressaca desgramada, não se lembrava de muita coisa, mas se lembrava de ter ficado coladinha na morena o resto da festa.
e quando olhou pro lado, e viu aquela bagunça linda de cabelos longos te esperando acordar, fazendo cafuné na sua bochecha, teve certeza que não era “só isso”.
inverno de 2017.
o fim do semestre estava se aproximando, e com ele, o caos e a ansiedade se misturando com as provas finais, as formaturas, as despedidas.
você já estava se preparando para apresentar seu tcc, evento pelo qual não podia estar mais ansiosa, sempre gostou de estudar, e, pela primeira vez, se gabaria disso, principalmente para hyonie, garota que odiava os estudos.
por falar em jihyo, a relação de vocês havia mudado muito depois daquela noite de bebedeira.
você conseguiu ao menos assumir para si mesma e para ela, que seus sentimentos passavam muito além de uma amizade, e ela assumiu a reciprocidade.
no começo foi estranho se acostumar com aquele tipo de amor novo, mas que parecia cem por cento certo, mas ela estava ali por você a todo instante.
ela já havia se assumido lésbica há alguns anos, e você, recém saída do armário, não sabia ainda o que era, com certeza não era hétero. e jihyo não poderia se importar menos, ela sabia como foi sua infância, num lar religioso, uma pessoa psicológica imensa, ela iria esperar você se sentir confiante o suficiente, e pra você, isso bastava.
você gostava de park jihyo.
não sabia muito bem o que era, mas sabia que gostava dela.
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