【 ele/dele, marcus rutherford 】 ⸻ Boas vindas à Mansão Umbra, HEKTOR MININSKI! Você chamou a atenção de Larc Crimson com a habilidade de PONTARIA ABSOLUTA há TRÊS ANOS. Desde então, foi batizado como VULTURE e ocupa o cargo de TÉCNICO. Embora tenha apenas VINTE E SEIS, suas responsabilidades como vilão não serão um peso fácil para carregar, afinal, deixar NOVA ORLEANS e ignorar sua DESCONFIANÇA E MELANCOLIA, permanecendo apenas PERCEPTIVO E CALOROSO, é um fardo enorme até para um extraordinário.
cnns.
Aroma de pólvora e café; Relógio quebrado no pulso; Óculos escuros no estilo aviador; Cinto de utilidades com pequenas adagas sobre roupas desgastadas, mas funcionais; Caderno de esboços abandonado sobre a cabeceira; Mover a cabeça ao som de Jazz; Olhos dourados e penetrantes no topo de um precipício.
PONTARIA ABSOLUTA - Transferindo energia de intenção para o que quer que esteja em suas mãos, Hektor tem a capacidade de disparar projéteis que perseguem um alvo. Quando o poder está ativo, seus olhos adquirem tom dourado e o alvo recebe uma espécie de super-zoom-em-câmera-lenta, sendo possível observar-lhe os detalhes mesmo à distância. No entanto, faz-se necessário que esteja completamente concentrado, perdendo a visão periférica durante o uso do poder. Além disso, o alvo precisa estar previamente em seu campo de visão, não sendo capaz de mirar em algo que não enxerga.
HEADCANONS:
Como tudo em New Orleans, a passagem dos Nove pela cidade foi tratada como uma grande festa pública. As ruas ganharam bandeirolas nacionalistas, o ar se encheu de música e gritinhos excitados. Caminhando pela estrada de tijolos, Hektor segurava a mão de sua irmã caçula, Hannah, empolgado por realizar um dos sonhos da menina. Mal esperava que aquela tarde se encerraria de maneira tão trágica, tampouco que mudaria todo o rumo de sua vida.
Sangue, poeira, barulho, confusão… e depois… aplausos. A banda voltou a tocar no fundo. Pessoas voltaram a sorrir, felizes por aquela demonstração de heroísmo, pela paz restaurada. Mas Hektor permaneceu imóvel, perplexo, tomado pela consciência de que tinha descoberto algo nefasto. No fundo de sua mente, as imagens em câmera lenta palpitavam. Seus olhos tinham estado no Maestro o tempo inteiro.
Logo, foi tomado por uma desesperadora sensação de ausência. Onde estava Hannah? A encontrou instantes mais tarde, sem vida, vítima daquilo que entendeu ser somente uma armação em prol de popularidade. Os que traziam harmonia eram os mesmos que promoviam o caos. O contrato com a Stargate veio em seguida, mas não era aquele que ansiava para o ano seguinte, quando enfim faria dezoito. Era um contrato de indenização e confidencialidade; era dinheiro, em troca da conformidade da família. Sua mãe o assinou.
Mas Hektor, inconformado, foi incapaz de procurar a empresa no ano seguinte. Seus sonhos de grandeza, o pôster dos Nove, esboços de um uniforme em cadernos de desenho… tudo aquilo foi para o lixo. Optou por uma vida longe de toda aquela patifaria, e felizmente sua extraordinariedade era fácil de esconder, ainda que a usasse diariamente. Primeiro, exterminando pragas. Depois, no exército. E foi lá que Larc Crimson o encontrou.
hannah, o nome da garota ecoava pela consciência de renée. após anos tentando recordar-se de algumas memórias, parcialmente bloqueadas pelo trauma e o próprio poder, a morena parecia finalmente reviver incidentes de sua época nos nove. as feições de hektor e sua irmã manchados de sangue meio a confusão de um comício em nova orleans. esconder a culpa, embora fácil para uma criatura perturbada como a scott, provava-se insuportável. ❝ eu matei ela… hannah ❞ por um segundo, ela não pensou, as palavras escapando em agonia. ❝ e-eu demorei tanto pra me lembrar ❞ e rapidamente aquilo regressara a renée e a própria psique dela, a garota morta deixada em segundo plano. ❝ ela correu até mim… acho que queria uma foto, e eu perdi completamente o controle ❞ o pescoço dela foi quebrado, junto de alguns outros ossos num simples mover do pulso de nemesis. ❝ você não sabia? pensou que era o maestro, esse tempo todo… ❞
A oferta de distração era um sinal de que a animosidade pelo passado de Renée nos Nove estava começando a ficar lá, no passado. Depois de algum tempo de convivência, começava a criar até mesmo certa afeição por ela, assim como na infância, um dia, havia sentido. Nemesis era a heroína favorita de sua irmã, o grande motivo para tê-la levado naquele comício anos atrás - e se por muitos tempo o rosto dela tinha trazido dor, agora, na Umbra, lutando pelo mesmo objetivo, parecia reavivar cada dia mais a memória de Hannah. Só não imaginava que aquilo estava acontecendo também de maneira literal, na mente de Renée.
Sua busca por um seixo redondo o suficiente para quicar nas ondas além da costa se interrompeu ao som da voz feminina. O corpo inteiro de Hektor travou, congelou, enrijeceu como mármore. De costas para Renée, apertava a pedra com tanta força que o punho tremia. "Você?" o que havia na voz dele era uma mistura não só de surpresa e raiva, mas de dor também. "Não, não... Não você."
Suas emoções batalhavam. A memória gritava, pedindo por atenção. Ele tinha visto (em câmera lenta!) a assinatura do poder do Maestro momentos antes da confusão se instaurar. Tinha ouvido os gritos, sentido o impacto. Mas Hannah? O preciso instante da morte dela? Não, isso tinha passado despercebido. Hektor se virou, o rosto desfigurado, a realidade o atingindo como uma facada no peito. "Perdeu o controle uma ova!" Esbravejou. "Tudo aquilo foi articulado, um circo pra manipular os idiotas. Uma- uma merda de um teatro barato, e pra quê? Pontos de popularidade? Dinheiro?" Riu seco, incrédulo; dilacerado. "Não finge que foi uma porra de acidente!"
⸻: ember caminhava sem um destino fixo até perceber que havia invadido, sem querer, um espaço onde outros estavam reunidos para jantar. seu primeiro instinto foi se retirar discretamente, evitando olhares desnecessários, mas sua tentativa foi interrompida quando uma voz chamou sua atenção.
era hektor – o cozinheiro ocasional da umbra. ela parou por um instante, avaliando a situação. poderia até se juntar, mas ainda não sabia o suficiente sobre ele ou as pessoas presentes dali. e, francamente, não confiava tão fácil assim. quem garantia o que realmente estava nas comidas?
❛ — hm. não sou muito fã de comidas, mas agradeço. ❜ sua resposta veio acompanhada de um dar de ombros indiferente, como se aquilo não tivesse importância alguma. seu olhar percorreu o ambiente, analisando cada detalhe ao redor, antes de decidir se algo dali valia seu tempo ou se sairia tão rápido quanto entrou.
"Não é fã de... comidas? Que espécie de resposta é essa?" não aceitaria uma desculpa tão esfarrapada daquelas, ao menos não sem um pouco de pressão. Ao voltar a falar, havia certa ironia na voz. "De que se alimenta, fotossíntese?" soltou uma risadinha nasal, segundos antes da mente sugerir outra coisa. Um pouco mais sério -- e desconfiado -- ele ergueu uma das sobrancelhas, estudando-a de cima a baixo. "... sangue?" A pausa tensa que se sucedeu só foi quebrada pela urgência do tempo de cozimento. Jogou sobre o ombro o pano de prato bordado com patinhos nadando acima de uma frase motivacional e desligou o fogão. Ao abrir a tampa da panela, o cheiro da jambalaya inundou a cozinha, trazendo consigo lembranças da infância em Nova Orleans. Ele fechou os olhos e, momentaneamente indiferente ao crivo das companhias, sorriu com prazer. Se ela não queria, azar o dela; sobrava mais pra ele.
Lista de conexões : ideias iniciais que podemos desenvolver melhor no chat.
[ open ] alguém que desperte seu lado mais protetor, por lembrá-lo da irmã que faleceu quando ele era adolescente.
[ open ] duas pessoas que foram na primeira missão dele como vilão, e aqui trabalharíamos uma dinâmica de confiança, porque o hek é bem desconfiado, mas precisaria superar isso pra trabalhar em equipe.
[ open - female ] alguém com quem ele nutria um relacionamento romântico, mas precisou terminar e agora se reencontraram na umbra.
[ open ] alguém que ele conheceu enquanto servia no exército.
[ open - female ] alguém com quem ele ainda nutre uma relação romântica, só que mais pautada pra o lado físico da coisa. É bom pra os dois e nenhum deles quer nada mais sério que isso.
[ open - male ] alguém por quem ele sente atração e pensa em explorar, mas se vê meio sem jeito de tomar a iniciativa.
[ open ] alguém com quem hektor gosta de treinar pontaria, desafiando-se a fazer isso sem o uso de seus poderes.
[ open ] alguém que gosta da comida do hektor, e eles costumam trocar receitas.
[ @quimerdv ] alguém de quem o hektor sente medo, acha muito instável, e pensa que não deveria estar solto na umbra - mas acabou sentindo empatia após um certo incidente/conversa, e agora está determinado a ajudar.
[ open ] alguém que no passado foi um herói bem inconsequente, por quem o hektor nutre o mais puro desprezo, que pode ou não ser recíproco - mas que vai se provar um aliado indispensável. (o enemies to friends é um requisito kkk não gosto muito de plot de hate só pelo hate)
nem mesmo um dia pesado de treinamentos foi suficiente para cansar vinícius. ele gostava de esgotar a sua energia com os exercícios porque isso significava que quando a noite chegasse, o rapaz poderia deitar a cabeça no travesseiro sabendo que não teria forças para lutar contra o sono. mesmo depois de oito meses naquela ilha, ele ainda não tinha se acostumado com o ambiente, sentia falta da sua antiga vida e da sensação de realização que ela trazia. não que ele não estivesse satisfeito na mansão umbra, mas ele ainda estava tentando se encaixar naquele espaço, sentir como se merecesse fazer parte daquilo. mais vezes do que deveria, o rapaz se encontrava caminhando pelos arredores da mansão, rezando para que os outros não fossem lhe achar ainda mais estranho enquanto tentava esgotar as suas energias. perdido em pensamentos, ele nem notou o cenário ao seu redor, podia ter subido no topo da torre ou apenas chegado ao bosque, só foi deixar a sua transe quando quase colidiu com alguém. “ caramba, que susto! não sabia que tinha mais alguém acordado, ” ele falou um pouco sem jeito, não queria invadir o espaço para sossego de alguém. vinícius levou as mãos até o bolso da jaqueta, tirando um embrulho que guardava o que havia roubado da cozinha há alguns minutos. “ troco uma tortinha de limão por uma cura para insônia. ”
Aquela era uma de suas piores fraquezas, Hektor estava bem ciente -- quando seus olhos brilhavam em dourado-hiperfoco, nada mais era captado além do alvo de seu projétil. O próprio corpo ficava às cegas, vulnerável para ataques a curta distância. Ou, naquele caso, para o colapso de um outro corpo em velocidade. Empurrado para o lado, recuperou sua guarda rapidamente, trocando o foco do alce que caçava para o rosto assustado de Vinícius. Quando enfim se dera conta do que fazia, o coração acelerado em adrenalina, apressara-se para focar na árvore bem ao lado dele. Um segundo depois, o estalo da bala calibre 22 atravessando a madeira retumbou pelo bosque da ilha, farfalhando a árvore, assustando os pássaros noturnos.
Tomado por alívio, se permitiu desfalecer sentado no chão gramíneo. Apoiando a testa no rifle e de olhos fechados, buscava recobrar a respiração. Cura para a insônia, ele havia pedido. Que tal uma definitiva? "Você..." a voz falhou, "Foi por pouco." Ainda de olhos fechados, ergueu a mão em concha, esperando pelo depósito da tortinha. Talvez o açúcar ajudasse com os nervos.
"Lembra disso?" sobre a escrivaninha do quarto, a garrafa de vinho já beirando o final indicava que Hektor havia perdido parte de sua armadura taças atrás. O que se encontrava agora era um homem saudoso, levemente vulnerável, folheando as páginas de um caderno antigo enquanto aproveitava a companhia de alguém que pensou que jamais veria novamente. Ele sorriu para o desenho desbotado antes de erguer o caderno aberto na direção de Raven, na intenção de que ela o tomasse nas mãos. "A que fizeram pra você é bem mais classuda, mas não dá pra negar que essa aqui tinha charme." havia um pouco de orgulho em sua voz, pautado na sombra da lembrança de quando sua vida se resumia à esperança de um futuro de glória; de quando suas tardes eram gastas desenhando uniformes de herói, tanto para ele próprio, quanto para seus amigos mais próximos.
Mas a lembrança não demorou muito, e logo foi substituída por um pesaroso suspiro. Hektor bebeu um novo gole, zerando sua taça antes de preenchê-la novamente, tendo o cuidado de deixar um pouco do tinto para oferecer em gesto paciente sobre a taça dela. Enquanto aguardava a resposta, tomou também coragem para verbalizar, em tom conhecedor, a pergunta que ansiava fazer desde que a notara nos corredores da Umbra. "Por que está aqui, Rave?"
! @vulturehek digitou : ❛ no one touches what's mine. ❜
୧ não poderia ser descrita por seus momentos de travessura, tampouco, por alegria ou qualquer que fosse o sentimento que fugisse de apatia ou raiva; mas ali estava, perambulando pelos corredores uma nova distinta da que costumava apresentar. bem humorada, um pequeno sorrir no canto dos lábios, o caminhar quase um trotar no que seguia na direção de outrem. parou diante de hektor, o fitando diretamente como se estivesse o avaliando. ' tenho algo para você. disse ainda em diversão, uma das mãos buscando um objeto no bolso da calça, o relógio sendo balançado na frente do rosto dele, como se forçando a reconhecê-lo. e então a fala dele a fez rir, dando um passo atrás, o relógio escondido atrás do próprio corpo. ' outch, calma lá, grandão! vamos conversar.
Os anos já tinham tornado a figura de Nova familiar, mas havia algo de diferente naquela que se apresentava à sua frente. Hektor ergueu uma sobrancelha desconfiada, indagando se não se trataria de uma cópia, de alguém se passando pela ruiva, e estava prestes a verbalizar a ideia quando o objeto foi posto em seu campo de visão. Foi vez do cenho contrair à medida que a realização do que ela segurava se formava no cérebro. Ele ergueu a mão na intenção de tomar de volta, a raiva estampada no rosto carrancudo, mas ela fora mais rápida. "Devolve, Nova." Demandou, erguendo-se da cadeira em imponência. "Não estou brincando, devolve agora." Sequer passava pela cabeça como ou porque ela estava em posse do relógio; tudo o que sentia era uma exasperação instintiva, um anseio quase desesperado para tê-lo de volta.
⸻ Tanta variedade de poderes e ainda não existe ninguém com dons extraordinários de costura? Eu meio que adoraria um traje que me vestisse automaticamente quando eu volto a forma humana. ⸻ pensou Selina em voz alta, desfilando pelo corredor enquanto terminava de subir o zíper lateral do macacão colado com certa dificuldade, já que parecia ter emperrado. Havia deixado há poucos segundos a forma de gata. Ainda haviam algumas folhas atreladas em seus cachos que acabaram engatando nos galhos da moita que ela espreitava. ⸻ Aliás, que bicho te mordeu? Você está com cara de quem não dorme há dias. Não que esteja menos irresistível por isso, sabe. Tenho um fraco por criaturinha atormentadas. Mas esse seu cansaço está gritando “não dou conta disso mas vou continuar fingindo até cair de esgotamento no chão” e não um “tenho um passado triste e sou muito sexy”
Poucas pessoas eram capazes de mexer no humor de Hektor como Selina, e ela sequer precisava de superpoderes para tanto. Encostado de braços cruzados na parede de pedra do corredor, travava uma batalha com as próprias pálpebras, a qual temia perder muito em breve. Tanto que, num primeiro momento, quase pensou se tratar de um devaneio a figura lânguida e feminina que se aproximava contra o sol -- um sonho bom e agradável, como montagens de um filme --, até essa lhe dirigir a palavra. Ele endireitou a postura, sorriso acanhado no canto esquerdo dos lábios. "Infelizmente, não foi uma gata." Com o indicador e um menear de cabeça, apontou para o zíper emperrado do macacão. "Quer ajuda?"
a luz do entardecer se filtrava pela janela, tingindo o cômodo com tons dourados e suaves. robin não percebia o que fazia. seu olhar vagueava, perdido em pensamentos, enquanto seus dedos traçavam círculos invisíveis no ar, a mente absorta em um devaneio tranquilo. e então, o mundo ao seu redor começava a mudar. as sombras tornavam-se menos ameaçadoras, assumindo contornos arredondados e gentis, como se alguém tivesse passado uma borracha em todas as arestas afiadas da realidade. os móveis adquiriram tons pastéis, o piso pareceu mais acolchoado, e pequenos brilhos dançavam no ar como pó de fada carregado pelo vento. o ambiente se transfigurava em algo saído de um sonho infantil—um refúgio onde nada era cruel, nada machucava. até o som ao redor parecia mais suave, como se a própria atmosfera sussurrasse canções de ninar.
e então, veio a voz. o som rasgou o devaneio como uma lâmina afiada, e a ilusão se estilhaçou ao redor de robin como vidro fino. os brilhos sumiram, as cores delicadas drenaram-se de volta à realidade fria, e o mundo retomou sua dureza habitual. o susto foi imediato—os olhos arregalados, as bochechas tingidas de um rosa que nenhuma ilusão fora responsável por criar. "eu… eu não estava—quer dizer, eu não fiz nada! quer dizer… foi sem querer!" a voz saiu mais aguda do que deveria, denunciando sua vergonha. robin encolheu os ombros, tentando esconder o rosto atrás do próprio cabelo, os dedos trêmulos segurando o tecido da manga. "você não… viu nada, viu?" perguntou hesitante, como se pudesse fazer a realidade se moldar à sua vontade novamente—dessa vez, para apagar a própria existência daquele momento.
Quando a realidade se estilhaçou no ar como glitter, Hektor sentiu algo em seu interior se partir também. Por segundos pareceu ter sido dragado para um mundo diferente, mais pacífico, inocente, saudoso, como num quarto de menina. Mas sua voz havia desfeito o encanto, e assim como na casa de volta em Nova Orleans, o cômodo da Umbra perdera qualquer resquício da momentânea candura. "Sinto muito, não pretendia assustar." informou, tomando o cuidado de manter-se a uma respeitosa distância, porque ela parecia, mesmo, assustada. Ele era um homem grande, seus passos eram pesados, mas dentro... ah, por dentro... Esboçou o que poderia chamar de um sorriso complacente, torcendo para que aquilo melhorasse os ânimos. Sua mão direita tocou o móvel mais próximo, agora de uma madeira de lei escura. "Será que poderia... Fazer outra vez?"