"Sempre considerei a morte como um tipo de boas-vindas pacĂfico; uma cantiga doce e triste que me atrairia para o que quer que esperasse depois."
- Rhysand
Claire Keane
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
official daine visual archive

No title available

#extradirty
Fai_Ryy
cherry valley forever
Today's Document
Peter Solarz
todays bird
h
đ©” avery cochrane đ©”
ojovivo

ellievsbear
we're not kids anymore.
đ

PR's Tumblrdome
Xuebing Du
wallacepolsom

⣠Chile in a Photography âŁ

seen from Taiwan
seen from United States
seen from United States
seen from Brazil

seen from TĂŒrkiye
seen from Australia

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Malaysia
seen from United States

seen from Singapore
seen from United States
seen from Canada
seen from Canada
seen from United States
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Canada

seen from United States
seen from United States
@walkinsunset
"Sempre considerei a morte como um tipo de boas-vindas pacĂfico; uma cantiga doce e triste que me atrairia para o que quer que esperasse depois."
- Rhysand
" Então, nosso jogo tinha começado.
Chegamos aos degraus de mĂĄrmore que davam para as portas de entrada da mansĂŁo.
E Tamlin, sem saber, levava a Grã-senhora da Corte Noturna para o coração do próprio território."
Amor; amor era um bĂĄlsamo, tanto quanto um veneno.
" - Ela Ă© minha parceira. E minha espiĂŁ. E Ă© a GrĂŁ-Senhora da corte Noturna.
...
- NĂŁo, nĂŁo consorte
- NĂŁo consorte, nĂŁo esposa. Feyre Ă© a GrĂŁ-Senhora da Corte Noturna. Minha rainha. "
â€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïžâ€ïž
"Entre nós, fraco e suave, escondido, para que ninguém pudesse encontrar... entre nós havia um sussurro de cor, e de alegria, de luz e se sombra, um sussurro dela. Nosso laço."
â€ïž
"Havia apenas silĂȘncio em minha cabeça. Tanto silĂȘncio onde antes havia risada sombria e diversĂŁo silenciosa. Um deserto açoitado pelo vento."
" E nĂłs olhos cheios de dor dele, eu vi: a compreensĂŁo.
A corte dos sonhos. Eu tinha pertencido a uma corte dos sonhos. E de sonhadores.
E pelos sonhos deles... Pelo que tinham trabalhado, sacrificado... Eu podia fazer aquilo."
"Mas Elain olhava por cima do ombro de Nestha.
Para Lucien cujo rosto ela finalmente vira.
Olhos castanho-escuros encaravam um olho vermelho e outro metĂĄlico.
A voz dele falhou quando Lucien sussurrou pra Elaine:
- VocĂȘ Ă© minha parceira."
"E eu era dele e ele era meu, e Ă©ramos o inĂcio, o meio e o fim. Ăramos uma canção cantada desde a primeira brasa de luz no mundo."
- Laço da parceria
" - VocĂȘ Ă© meu.
Meu amigo em meio a tantos perigos.
Meu amante, que tinha curado minha alma quebrada e exausta.
Meu parceiro, que esperarĂĄ por mim contra todas as expectativas, apesar da sorte."
" - VocĂȘ Ă© meu - sussurrei.
O corpo de Rhys estremeceu com o que podia ser um soluço, mas os låbios encontraram os meus.
Foi carinhoso...suave. o beijo que talvez Rhys me desse se estivéssemos tempo e espaço para nós conhecer em nossos mundos separados. Para cortejar um ao outro. "
" - E agora quero que saiba, Rhysand, que amo vocĂȘ. Quero que saiba... - Os lĂĄbios dele tremiam, e limpei a lĂĄgrima que lhe escorreu pela bochecha. - Quero que saiba que estou quebrada, e me curando, mas cada pedaço do meu coração pertence a vocĂȘ. E me sinto honrada, honrada, por ser sua parceira.
- Amo vocĂȘ. E enfrentaria cada segundo daquilo de novo para poder encontrĂĄ-lo... NĂŁo deixarei que me tirem de vocĂȘ. E nĂŁo deixarei que o tirem de mim tambĂ©m."
" - VocĂȘ me ama?
Rhys assentiu.
E me perguntei se amor seria uma palavra muito fraca para o que ele sentia, o que tinha feito por mim. Pelo que eu sentia por ele."
NĂŁo conseguia parar de estar com vocĂȘ, e de amar vocĂȘ, e de querer vocĂȘ. Ainda nĂŁo consigo ficar longe.
"Quando ela começou a torturĂĄ-la, alguma coisa se partiu de uma forma que nĂŁo pude explicar, apenas que ver vocĂȘ sangrando e gritando me devastou. Por fim, me destruiu. E eu soube, quando peguei aquela faca pra matĂĄ-la...eu soube naquele momento o que vocĂȘ era. Soube que era minha parceira e estava apaixonada por outro macho, e tinha se destruĂdo para salvĂĄ-lo, e isso...isso nĂŁo importava. Se vocĂȘ morresse, eu morreria junto. NĂŁo podia parar de pensar nisso, de novo, se novo, conforme vocĂȘ gritava, enquanto eu tentava matar Amarantha: VocĂȘ era minha parceira, minha parceira, minha parceira.
Mas, depois, ela partiu seu pescoço.
- E eu a senti morrer - sussurrou ele.
- E aquela coisa linda e maravilhosa que tinha entrado em minha vida, aquela dĂĄdiva do CaldeirĂŁo...tinha partido."
" - HĂĄ trĂȘs anos, comecei a ter esses... Sonhos. A princĂpio, eram lampejos, como se estivesse vendo pelos olhos de outra pessoa. Uma lareira creditando em um lar escuro. Um rolo de feno em um celeiro. Uma toca de coelhos. As imagens eram turvas, como olhar por vĂdeo embaçado. Eram rĂĄpidas, um lampejo aqui e ali, a cada poucos meses. NĂŁo pensei muito nelas, atĂ© que uma das imagens foi a mĂŁo de alguĂ©m...uma linda mĂŁo humana. Segurando um pincel. Pintando...flores em uma mesa.
Meu coração deu um salto.
- E nesse momento, mandei de volta um pensamento como mensagem. Do céu noturno, da imagem que me levava alegria quando eu mais precisava. O limpo céu noturno, estrelas e lua. Não sabia se a mensagem tinha sido recebida, mas tentei mesmo assim.
- Rhys e Feyre
- E quanto aos meus olhos?
- Tive medo de pintĂĄ-los.
- Por quĂȘ?
- A princĂpio, porque eu estava muito irritada com vocĂȘ por nĂŁo ter me contado. Depois, porque temia gostar demais deles e descobrir que vocĂȘ... NĂŁo sentia o mesmo. E, depois, porque eu tinha medo de pintar e começar a desejar tanto que vocĂȘ estivesse aqui que simplesmente os encararia o dia todo. E parecia uma forma patĂ©tica de passar meu tempo.
- Feyre e Rhys no chalé nas montanhas.