Dorothy Parker sends a telegram to her editor.
simply, officially and abashedly attaching this to all future emails directed to my professors. and simply leaving the body as blank and desolate as my future

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PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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seen from United States

seen from Malaysia

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@we-should-be-writing
Dorothy Parker sends a telegram to her editor.
simply, officially and abashedly attaching this to all future emails directed to my professors. and simply leaving the body as blank and desolate as my future
Thank you Michael Grant for understanding
Guys can we get this to 1500?
this man summed up everything i’ve been thinking for years
I used to go to a school where the principal purposely made sure we were assigned more homework than normal so that we would be “learning” instead of “on the streets acting like hooligans”. And they wonder why that entire city is known for their drug addicted rich kids.
This is so fucking important.
Reblog if your blog is safe for trans followers.
I envy writers.
As an artist I can give you a snapshot into a world.
But a writer.
A writer can take you there.
They can weave together words and create a portal to anywhere. You can visit those places instead of looking out a window and wishing to be a part of it.
I envy writers.
I envy artists.
A writer can give you a story.
But an artist.
An artist can show you the exact emotions behind everything.
They can paint a picture worth a thousand words without ever writing one. They can show you every single emotion, every single thought in a second. They can show emotion like a writer never could.
I envy artists.
I will never not reblog this!
I envy people who get shit done without procrastinating for 372829278 hours
me, writing academic text: these words make no sense but they sound impressive next to each other. this sentence started four lines back and has 4 commas but i haven’t reached my point yet. help me
When someone asks how my studying is going
That moment when your paragraph is 18 lines long after you've reduced it. Mas o último texto da chefa que li tinha um parágrafo de 25 linhas... So I must be fine :)
I rlly hope you archive everything you want in life
this is a blessed post I just got an interview at oxford
reblog studyblr achievement ask for college success
Common Japanese Verbs Hey guys, below is a list of what I believe to be common Japanese verbs! I’ll also be posting a list of common adjectives, adverbs, and nouns in the future too, so keep an eye out for them! There are a number of ways that verbs have been categorised in Japanese, such as Ichidan 「一段」 and Godan 「五弾」, andうverbs and るverbs. I’ve listed them all in the titles for easier understanding, depending on what distinction you’re familiar with. These classifications come in handy when you need to conjugate verbs so try to remember what category they belong to! うverbs・五弾「ごだん」・Class 1: To begin (something starts on its own)・始まる・はじまる To buy・買う・かう To close・閉まる・しまる To die・死ぬ・しぬ To drink・飲む・のむ To eat・食べる・たべる To end・終わる・おわる To enter・入る・はいる To give back (return something to someone)・返す・かえす To go・行く・いく To go back・戻る・もどる To have/exist (inanimate objects)・ある To know・知る・しる To learn・習う・ならう To listen・聞く・きく To make・作る・つくる To meet・会う・あう To play・遊ぶ・あそぶ To receive・貰う・もらう To repair・直す・なおす To return・帰る・かえる To ride on・乗る・のる To run・走る・はしる To send・送る・おくる To sit・座る・すわる To speak・話す・はなす To swim・泳ぐ・およぐ To take・取る・とる To take off (shoes, clothes)・脱ぐ・ぬぐ To understand・分かる・わかる To use・使う・つかう To wait・待つ・まつ To wake up・起こす・おこす To wash・洗う・あらう To write・書く・かく るverbs・一段「いちだん」・Class 2: To answer・答える・こたえる To bathe・浴びる・あびる To be able・出来る・できる To be born・生まれる・うまれる To be enough・足りる・たりる To begin (to start something)・始める・はじめる To borrow・借りる・かりる To break・壊れる・こわれる To check・調べる・しらべる To cut・切れる・きれる To exceed・過ぎる・すぎる To find・見つける・みつける To forget・忘れる・わすれる To get off・降りる・おりる To get tired・疲れる・つかれる To give・あげる To go out・出る・でる To greet・迎える・むかえる To have/exist (animate objects)・いる To help・助ける・たすける To make a mistake・間違える・まちがえる To open・開ける・あける To remember・覚える・おぼえる To see・見える・みえる To show・見せる・みせる To sleep・寝る・ねる To stop・止める・やめる To teach・教える・おしえる To think・考える・かんがえる To wear・着る・きる Irregular verbs・Class 3: To come・来る・くる To do・する
する verbs: する verbs are made by adding する to a noun. To ask questions・質問する・しつもんする To be surprised・びっくりする To call・電話する・でんわする To do the cleaning・掃除する・そうじする To do the washing・選択する・せんたくする To get married・結婚する・けっこんする To go shopping・買い物する・かいものする To have a meal・食事する・しょくじする To reserve・予約する・よやくする To study・勉強する・べんきょうする To take a walk・散歩する・さんぽする To travel・旅行する・りょこうする
“UM POEMINHA DE AMOR CONCRETO
da mesma forma que você dá o pão à mesa dá a mão um abraço da mesma forma que você dá um aviso um acorde dá um choque um chute um salto da mesma forma que você dá uma carona um passo dá uma força um recado da mesma forma que você dá uma bronca um tapa dá um duro uma gravata da mesma forma que você dáa luz uma ideia dá um gole uma festa da mesma forma que você dá uma rosa um beijo dá uma bala uma moeda da mesma forma que você dá boa tarde boa noite boas-vindas dá uma desculpa um tempo da mesma forma que você dá de cara dá de frente dá de ombros de bandinha da mesma forma que você não me dá a mínima não me dáouvidos não me dá bola da mesma forma que você não dá o melhor de si eu dou o cu meu amor e daí”
- Marcelino Freire (Amar é Crime)
Como cumprimentar os professores nesse final de período...
Continuo fazendo essas porcarias enquanto não escrevo um post decente
What's your least favorite part about being in grad school?
I’m not a fan of the façade we tend to put on as students that brings so much shame of who were are. We need to be “grown ups.” We need to be “serious.” We need to be “respectable.” I’m 5′2″. I have an accent. I speak and laugh too loud. Everything is against me being a Serious Academic, no matter how good my work may be (and I don’t even have that many strikes against me: I’m not markedly non-White; I’m not queer; despite my accent I am considered fluent). Dying my hair with bright colors was a way of taking a stance in my own way: I will wear pink hair and go to a conference and talk to professors unashamedly because my hair doesn’t do the thinking. My tattoos don’t do the thinking. My lipsticks and my t-shirts and my Vans don’t do the thinking.
But my least favorite part of being in grad school–as a PhD candidate in the US–is the never-ending sense of feeling guilty all the time. Guilty of not being so productive as I could be, guilty of taking the day off after spending hours traveling to and from a conference. Guilty of being more supportive of my friends and peers, of asking too many questions or taking too much time.
Eu sendo pretenciosx (como sempre)
L., vou repetir o que todo mundo me diz quando eu surto com trabalhos (o que consiste em encarar a tela em branco ou reescrever o mesmo parágrafo 10 vezes e, no meu caso, sair chorando pela rua sem celular até chegar a conclusão de que se for pra não render eu deveria escolher outra profissão e já que eu não quero mudar meus planos - quando eu acho que quero nada funciona, mind you - é melhor escrever e pronto).
1 Sua orientadora não te chamou pra essa bolsa esperando que você seja uma acadêmica ™, você é uma graduanda e ela sabe. (MAMÃE, 2017; LAROUSSE, 2017)
1.1 Você tá lá pra aprender a ser uma acadêmica ™ e é o que você tá fazendo. (MATHEUS, 2017)
1.2 "Publish or perish" é uma merda (EVERYONE, ever). Então se acalma, essa não vai ser a última vez que você se enrola mas todo mundo se enrola (EU, forthcoming) e nem tudo que você fizer tem que ser o melhor trabalho da sua vida (MAMÃE, 2017).
1.3 Sua orientadora te chamou porque ela gosta do que você escreve, você já teve aula com ela e ela sabe que você é competente e diligente. (EU, 2017b) Não mata mandar um email histérico com suas dúvidas (nem comprar chocolate pra pedir desculpas). (MINHA PSI, semana passada)
2 Se tudo parece ruim, abre um arquivo novo e começa do zero. Mesmo que você tenha que voltar pro antigo por uma questão de prazo, começa de novo.
2.1 Se realmente não tiver tempo de começar de novo, abre um arquivo novo, copia o que você tem pronto pra esse arquivo e marca TUDO: uma cor praquilo que você acho muuuito informal, um tom díspar para os excertos pomposos, uma cor pro que pode estar errado (se tiver algo que possa estar errado... Mas são essas marcas que entram no email histérico), uma cor pra receita de miojo, etc... E trabalha a partir disso. (EU, 2016)
3. Você pode ter dúvidas e dificuldades, você pode se atrasar. Explica pra sua orientadora o que tá acontecendo.
Obs.: Eles estão todos corrigindo as aplicações pra mestrado e doutorado: até semana que vem ninguém vai saber nem se a gente morreu.
Obs.: Me responsabilizo pelo número 2: funciona pra mim, pode não funcionar pra ninguém mais.
Obs.: Sobre surtar com x orientador/a, isso provavelmente só vai funcionar na grad mesmo mas até a pós a gente arranja outra estratégia.
Obs.: Se alguém de fora for ler isso, esse post só faz sentido porque nossas orientadoras são super sweet e nós somos criancinhas de graduação (ou eu sou).
A.
Aposto - ou Demônio interno
Só passando aqui para deixar registrado minha constante ineficiência em escrever um artigo razoavelmente cientifico sobre Aposto. Sim, aquela maldita classe gramatical que salva a nota de muita gente nas provas porque, à primeira vista é fácil... well, sinto informar, mas não é fácil... seus professores deixam as questões fáceis pq usam exemplos simples e bonitinhos (já que nem eles saberiam o que fazer com frases complexas)...
Um adendo... quer testar que a gramatica tradicional que você aprende no colégio tem ALTOS furos e inconstâncias? Primeiro passo: vá a biblioteca e pegue duas gramaticas que autores diferentes (sugiro comparar o Bechara com um outro qualquer... detesto o Bechara); agora, escolha um tópico... sugiro uma função sintática (objeto direto, sujeito, complementos, adjunto, aposto etc.) e realmente compare o que as duas falam; passo três: pegue um jornal. Qualquer um serve, mas se você usar um “O Globo” da vida seria ainda mais divertido. Tente aplicar asa regras que aprendeu nas duas gramaticas nas frases que encontrar no jornal. Passo quatro: (pra mim o mais divertido) pergunte a qualquer um e verá que o senso comum diz que jornais SEMPRE ESCREVEM MARAVILHOSAMENTE CERTO... depois pegue as frases que você viu não estarem de acordo com as regras e mostrem às pessoas. Elas com certeza vão entender a frase e dizer que é uma frase boa para o português. E AI JOGUE A BOMBA NELES E MOSTRE QUE ESTÁ ERRADO. (ps: se você fizer isso com um professor, certifique-se que ele não vai se sentir ofendido, nem que ira te fuder na prova)
Voltando à minha ineficiência... não sei se é o assunto, se sou eu ou sei lá o que, mas toda vez que abro o maldito arquivo, eu travo. Fico olhando a tela meio sem saber o que fazer... e quando faço nunca parece bom... Sabe quando você escreve um negocio e ai pensa “isso não ta claro o bastante” ou “isso ta informal demais” e até “não tenho certeza se essas palavras são adequadas”? sou eu escrevendo esse Artigo demoníaco...
...E acho que o pior não é nem a perdição total na hora de escrever, mas o fato de já estar ficando ridículo... semana atrás de semana eu chego pra minha orientadora com um artigo aos pedaços... isso soa ridículo... sabe, eu consegui essa bolsa de pesquisa para ajudar a Skynet a dominar o mundo (se não pegou a referencia, veja Exterminador do Futuro 1), adoro fazer isso, mas fico perdida num FUCKING ARTIGO. DEMÔNIOS.
-L
I’ll get over it I just gotta be dramatic first
Me whenever I remember my advisor is retiring.
A.
Hey Chelsea! What are your opinions on first-person academic essays for English literature and history? This is just out of curiosity since two of my professors at college have differing opinions on this! :) xxxx
BIG FAN. big, big fan. academic language is often seen as a sort of hostile force, right, as exclusionary and something that students have to “fake” in order to be considered “smart.” this is shitty for a long, long list of reasons (institutional racism, socioeconomic prejudice, capitalism, etc.) and encouraging students to use “I” and to mean it is one way of working towards an understanding of “smart” language that’s inclusive, personal, flexible, and accounts for the individuality of experience and opinion.