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bedfordcay:
Seus ouvidos zuniram e o jovem irlandês fez uma pequena careta. Achava altamente desnecessário algo tão alto num espaço confinado como o que estavam, sem contar que a quantidade de pessoas parecia deixar ainda mais barulhento. Odiava aquelas festas, frequentava apenas para não parecer que era esnobe ou que tinha rivalidade com os Kappas que não fossem de sua fraternidade, o que definitivamente não era. Sem contar que, com o time inteiro ali presente, ficava sem menos escolhas ainda. O rapaz então precisou se afastar para olhá-la, a careta em sua face indicava que se encontrava incomodado com todo o som.
Apesar de não ter entender entendido corretamente o que a menina dizia, apenas o básico já dava-lhe um entendimento superficial. E não duvidava mesmo dela o ter perdido no meio daquela multidão, achar alguém ali somente tendo muitíssima sorte. “Pelo menos parece que ele veio então.” balançou brevemente a cabeça em afirmativa antes de soltar uma risada, aquilo sim havia entendido. Só que seu quarto nunca ficava bagunçado, a organização era uma das bases para que não acabasse perdido nas aulas, suas notas não ficavam espalhadas pelo cômodo, muito menos os livros e as vestimentas. Não seria nada difícil para Angel arrumar. “Essa aposta é muito sem graça…” rebateu enquanto se colocava nas pontinhas dos pés e olhava por cima das outras pessoas presentes, Cayleen tinha a vantagem de ser mais alto. “… e ali!” ele gritou animado por finalmente ganhar algo, entrelaçando seus dedos nos da menina. “Vamos, dá para nos espremer até lá. Chegarmos inteirinhos é que vai ser complicado. ”
Correu em direção ao sofá, empurrando e pedindo desculpas à todos em quem acabava esbarrando, vez ou outra olhava para trás para ter certeza de que o amigo ainda estava lhe seguindo até alcançar o lugar almejado. “Esse salto estava acabando com meus pés.” massageou um pouco seus pés mas sem tirar os calçados. “Acho que te devo uma semana de arrumação.” fez um biquinho e uma expressão triste, mas logo a desmanchou para prestar atenção em quem estava por perto, aprendeu que em festas é melhor evitar pessoas bêbadas que pareçam estar se estranhando, mas felizmente não parecia haver ninguém que ameaçasse causar problemas por ali.
Reparou em um aluno da KTG se aproximando com uma bandeja repleta de pequenas gelatinas coloridas espalhadas por ela, tinha certeza de que eram as tais gelatinas batizadas, mas resolveu pegar algumas para experimentar. “Aceita?” ofereceu ao garoto enquanto prendia algumas entre seus joelhos. “Devo admitir, são lindas.” logo tratou de experimentar o doce, fez cara de mistério por alguns segundos e brevemente levantou o dedão para o amigo em sinal de aprovação.
healthxconsistsxwithxtemperance:
Porpentina não se sentia nenhum pouco confortável em lugares ou situações como a que se encontrava agora, na percepção dela tudo aquilo era uma grande perda de tempo e de oportunidade e de oportunidade, na verdade ela ainda tentava entender como havia ido parar naquela situação toda, tudo bem que algumas pessoas adoravam toda aquela lotação e o álcool, mas ela definitivamente não era uma dessas pessoas. E então a jovem se lembrou do real motivo de ter se metido naquilo, evitar algumas situações que eram frequentes nesse tipo de festa e que seguiam contra tudo o que ela acreditava e defendia, e era justamente por isso que a morena estava a caminhar entre as pessoas com os olhos atentos no que acontecia a sua volta. Quando finalmente alcançou um lugar mais tranquilo diante de todo aquele caos a morena se recostou na parede para continuar a observar as pessoas a sua volta quando a proximidade de alguém a chamou a atenção, ela levou seu olhar em direção a outra.– Pra falar a verdade essa nunca foi minha intenção.– Tina observou que a outra parecia desconfortável com alguma coisa.– Tudo bem com você?– Apesar da expressão não muito amigável que ela tinha no rosto era claro que ela só estava tentando ser gentil.
Havia perambulado todo o lugar e visto todo tipo de gente, mas o único padrão que conseguiu analisar foi o de que noventa por cento das pessoas que se encontravam isoladas faziam parte da mesma fraternidade que a sua, naquele momento a coisa que mais lhe prendia a atenção na festa era um grupo de pessoas bêbadas tentando usar as costas um do outro como instrumento para alcançar uma lâmpada que havia quebrado na entrada da festa, provavelmente para evitar algum tipo de punição. “Sério? Mas tenta se divertir um pouco... eu recomendo a mesa de salgadinhos, é um truque infalível para conseguir aprovação de qualquer um.” sentiu-se feliz ao reparar que a menina ao menos pareceu se preocupar com seu bem-estar. “Estou bem, só um pouco de frio, mas logo devo me esquentar.”
pureofxheartx:
❛ — ⨳ Em repentino equilíbrio pela companhia alheia, então, o jovem Miller esqueceu momentaneamente do desconforto por si sentido ao ser exposto à um ambiente no qual não se encaixava. Dedicando então a atenção por completo sob Angel, o mais alto não evitou em concordar com os dizeres que procuravam ver o lado positivo da situação - e sintetizava uma das características que mais apreciava na jovem. ‘ Bem… Você está um tanto quanto certa. Mas acho que esse não é o tipo de diversão que nós aproveitamos, não é?! Quero dizer… Existe uma gama enorme de possibilidades, mas não sei se alguma é feita pra alguém que não esteja completamente bêbado. ’ Finalizou por entre um discreto suspiro, antes de olhar momentaneamente ao redor; O caos típico de uma comemoração jovial imperava por todos os cantos, e o álcool servia apenas para evidenciar tal. ‘ Mas… ’ A atenção novamente se decaiu sobre a amiga, enquanto Jeff concluía que poderia permanecer por mais alguns instantes na festa Kappa caso fosse arrancar da mais jovem um ínfimo sorriso que fosse. ‘ Posso ficar um pouco mais com você aqui, se quiser. ’ ❜
Tudo o que importava naquele momento era fazer o amigo conseguir aproveitar a festa, tinha receio de que seu hálito estivesse de acordo com os poucos copos de um drinque desconhecido que bebera nos minutos que antecederam aquele, não queria de forma alguma que Jeff pensasse que estava lidando com uma bêbada. “Para ser sincera, eu gosto de uma boa festa, você só precisa ignorar os pontos ruins como as brigas e cenas inadequadas, veja como um evento onde todo mundo acaba amando todo mundo temporariamente, mesmo sendo só efeito da bebida.” tentava reunir argumentos à favor de comemorações mas seu cérebro parecia não querer ajudar. “Sim! Eu quero muito.” sentou-se em um puff rosa que estava ali e deu leves tapinhas no verde ao seu lado. “Olha só! Somos Wanda e Cosmo.” olhava ao redor procurando alguém servindo uma bebida ou até mesmo petisco, mas aparentemente naquele ponto da noite não havia mais nenhum membro da Kappa sóbrio para fazer a gentileza que antes realizavam. “Experimentou os petiscos? Eu não sei quem foi a pessoa abençoada que preparou mas nós deveríamos homenageá-la”
slowlysloan:
avery balançou a cabeça em negativa, mas não escondeu seu pequeno sorriso ao ouvir o brinde proposto por angelina. se ela queria brindar a ressaca que eles teriam no dia seguinte, então avery teria que deixá-la bem bêbada para que ela pudesse sofrer bastante no dia seguinte com a sensação de que a noite anterior valeu a pena. ele teria por volta de uma hora e meia para fazer isso e depois a deixaria sozinha para se divertir enquanto ele se renderia ao sono sem que ele pudesse evitar. “quem ainda brinca de verdade ou consequência na faculdade? vai me dizer que também rola seven minutes in heaven por aqui e ninguém me disse nada?” encarou a menina com uma expressão sarcástica, só que ela nem teve tempo de registrar o que ele disse já que a música que começou a tocar chamou a sua atenção. sloan suspirou cansado, mas não tinha para onde fugir, não é mesmo? era essa a finalidade de uma festa: beber e dançar - para os mais assanhados, transar também entra na lista, mas avery não tinha paciência e nem disposição pra flertar com alguém depois de um dia tão atribulado. “sure, let’s go.” aceitou sem reclamar e segurou a mão da menina, guiando-a até a pista de dança improvisada antes mesmo de contar para moore um pequeno detalhe: ele não sabia dançar. “tá. e o que eu faço agora?”
Olhou todas as pessoas ao seu redor e virou todo o líquido do copo em sua boca, aquela sensação fazia com que ela reparasse como adorava festas, tudo bem que sempre existia uma bagunça para causar apavoro, mas a cena de todo mundo se entendendo de uma forma ou outra a animava de um jeitinho inigualável. “Só me acompanha ou segue aquele rapaz ali do lado.” deixou que seu corpo adaptasse seus movimentos ao ritmo da música sem se esforçar e permitiu que sua cabeça relaxasse de qualquer compromisso que poderia se lembrar de ter, só queria aproveitar um pouco aquilo tudo, tomar um tempo para se dedicar à sua diversão. Fechou os olhos azulados por alguns segundos para concentrar-se apenas na música mas logo voltou a abri-los. “Vai, eu facilito sua missão de queimar minha imagem e você a minha de te conhecer.” afastou-se de um casal que naquele momento havia caído em seus pés e continuou a frase como se nada tivesse a interrompido “Me conta um segredo seu que ninguém sabe... se for um bom prometo virar mais dois.” disse se referindo ao copo de bebida.
Festas não eram o forte de Hugh, ainda mais quando eram realizadas pela KTG. Ele normalmente não se dava ao trabalho de comparecer quando eram anunciadas, mas dessa vez não deveria recusar o convite ou isso poderia trazer uma má impressão para a BAX, além de mais problemas com os Kappas. Não fazia questão de chamar atenção nem ficar lá por muito tempo, por isso escolheu uma roupa bem discreta e somente depois de passar algum tempo no quarto ensaiando possíveis conversas é que teve coragem para ir. Estava bastante nervoso, mas se esforçava para não demonstrar; quando chegou, já haviam algumas pessoas no local, mas ainda não tinha visto nenhum rosto conhecido. Foi então que encontrou uma figura no outro lado da sala tentando jogar dardos sozinha, sem sucesso; feliz por finalmente achar alguém familiar, se aproximou e cumprimentou x outrx. “Hey, se importa se eu tentar?” Após receber uma resposta positiva, pegou um dardo e atirando-o em cheio no alvo, para sua surpresa. “Eu confesso que não estava esperando por isso.” Riu baixo. “Mas no final das contas o segredo está no pulso. É um pouco difícil no começo, mas com a prática você pega o jeito.”
Após se render à pressão dos colegas, tomar alguns drinques e passar um tempinho se beneficiando da pista de dança, cansou-se e por fim achou um lugar para descansar no meio de todo aquele alvoroço. Um sofá que proporcionava total visão ao jogo de dardos, tudo parecia monótono por ali, aparentemente estavam todos entretidos demais para deixar a bebida e a pegação de lado e gastar um tempinho jogando. Nunca fora muito forte no quesito bebida, então já sentia a quantidade que havia ingerido fazendo efeito, esperou por algum tempo na esperança de alguém aparecer, mas depois de alguns minutos foi vencida pelo tédio, abandonou seu copo pela metade na mesinha ao lado e levantou-se em direção ao jogo. Disparou três tentativas, e chegou à conclusão de que sua mira não era tão boa assim, sentiu alguém se aproximando e já estava se preparando para dar a desculpa de que normalmente acertaria, mas a bebida havia prejudicado sua habilidade. Virou-se para a voz que soou atrás de si e soltou uma risada aliviada ao encontrar Hugh parado ali. “Todo seu!” deu espaço para que o loiro pudesse jogar e ficou impressionada com a que o maestria que o mesmo apresentou em sua tacada. “É... a festa é dos Kappa mas nosso líder não fica para trás.” riu enquanto tomava um dos dardos que havia caído no chão em suas mãos e acertava em uma das pontuações menores. “Conseguindo curtir a festa?”
xpr1madonnax:
Como cabia ao seu posto de líder dos Kappa Tau Gamma, Selina Lahey provavelmente havia interagido com todos com quem cruzava o seu cominho e boa parte deles havia sigo com uma certa dose de falsidade. Não era uma de suas melhores habilidades, faltava-lhe a consistência em aguentar segurar assunto com todas mais diversas personalidades que estavam naquela festa, acabava largando-as no meio da conversa. Ademais estava se divertindo bebendo e se balançando conforme a música enquanto rondava e marcava presença, em um momento que nada muito grave estava ainda acontecendo. Enquanto estava enchendo novamente um copo com uma das bebidas caras reservadas, avistou uma das figuras que ainda não tinha visto, a integrante da Beta Alpha Xi, Angelina Moore, ou como intencionalmente Selina sempre se referia, Angie. ❛ —— Why so serious, son? —— ❜ Se aproximou representando a figura conhecida no mundo pop, a rouquidão inata da voz sendo ainda mais intensificada, aproximando quase a voz de verdade do personagem, ou o máximo que uma garota conseguia se aproximar, mas depois sorriu simpática para a outra garota.
❛ —— Always. —— ❜ Respondeu abrindo um sorriso, mas a voz saiu um pouco arrastada devido a quantidade de álcool forte que Selina já havia ingerido durante a festa. Dos jovens da Kappa, Selina encontrava-se na faixa intermediária quanto ao consumo de bebida alcoólica, não era a primeira da noite a entrar em coma alcoólico ou fazer alguma bobagem, mas tinha 50% de chances de acabar a noite estirada perto da mesa falando bizarrices. Caso nada ocorresse, a noite estava a levando a uma boa manhã de sono. ❛ —— And how is one of my favorite BAX? I think you’re making top 3, Angie. —— ❜ Encostou-se na parede ao lado da Moore, descansando um pouco a sua coluna, mas ainda mantendo o despreocupado sorriso nos lábios enquanto soltava essa informação. Selina pouco apreço tinha pelos membros da outra fraternidade, salvo Jeff que tinha ligações longe de Stanford e Angelina, cujas conversas sempre lhe rendiam fatos interessantes, mais do que a personalidade da outra. ❛ —— Você sabe que é praticamente um crime não estar bebendo nada em uma festa, certo? —— ❜ Apontou para as mãos vazias da outra, levantando uma sobrancelha. E, suspirando, desencostou da parede e estendeu uma das mãos. ❛ —— Come… I’ll make you something not that strong. —— ❜
Sempre procurava reconhecer as qualidades de cada pessoa que passava por sua vida, e desde o primeiro dia que trocou algumas palavras com Selina notou que a menina realmente tinha um bom jeito para líder, de qualquer maneira adorava conversar com a menina, alguma coisa no jeito dela divertia Angelina, se animou um pouco com a festa no momento em que ela se aproximou. “Já que você insiste, alguma coisa com quase nada de álcool.” se prontificou para seguir a garota. “Sel, não posso deixar passar a oportunidade de elogiar os eventos que vocês promovem, está tudo muito bem feito.” Poderia soar como um elogio vazio, mas realmente admirava a facilidade que os Kappa tinha para fazer uma ótima festa, talvez não tivesse aproveitado as bebidas ainda, porém a decoração, a música e os petiscos mereciam nota dez, tinha certeza que os drinques também não ficariam para trás e estava louca para experimentar de tudo, entretanto não há quem aguente Angelina quando bêbada, ela ganharia fácil uma competição onde a atividade fosse cometer atitudes das quais se arrependeria, e no fim da noite...diga ‘olá’ para a falação exagerada e os discursos sem pé nem cabeça, e nem ouse chamar sua atenção ou insinuar que ela tivesse faltado com a responsabilidade, caso o faça, boa sorte para interromper a choradeira da garota.
ofenvys:
Ainda que se visse fadado a uma busca quase indómita pela ruiva que tanto detinha seu apresso, Bryce permitiu-se o luxo de ter alguns minutos para descanso em prol de uma plena contemplação do espaço tumultuado por jovens que outrora domavam seus anseios em prol de uma completa aceitação por parte dos demais. Os cerúleos olhos do Folley enxergavam toda a comemoração como uma ode ao interno, algo que, se devidamente explorado, poderia revelar realidades que a maioria tentava esconder sobre camadas de uma perfídia encenação. Nutria para com os demais um sentimento negativo, não neles qualquer crença de uma total honestidade acerca de quem eram e o que queriam, algo que, de certa maneira, facilitava todo o estigma que carregava consigo. Qualquer similaridade com os colegas era parca e superficial, Bryce ciente de que todas as tragédias que moldavam seu passado o impediam de uma plena confraternização com aqueles que, a seu ver, tinham tudo de forma tão fácil. Amethyst, contudo, conseguia se portar de forma quase idêntica ao Folley, não havendo nela qualquer motivo para desgosto e talvez devido a isso ele necessitasse tanto de sua companhia, principalmente em momentos como aquele. “ Depende do que você acha que define por aproveitar, love. ” — Respondeu a jovem de forma quase alheia ao que realmente dizia, não tendo em seus anseios o que a maioria ali queria e sendo desonesto para com aquela com quem falava. “ These kids are making out in my room, so… ” — O dar de ombros, assim como o todo que ainda se fazia presente, foi tida de maneira quase instintiva, voltando-se para a loira. “ What about you? ” —
Acompanhava o movimento da comemoração como se fosse uma vasta paisagem digna de reconhecimento. Ouviu o barulho de um trovão soar, não tem certeza se realmente fora um, algum ruído na música ou apenas uma impressão falsa. Aproveitou a deixa para enviar um sms para o pai alegando estar tudo bem, a internet já não estava satisfatória com a sobrecarga de jovens acessando a mesma rede e a chuva sempre piorava tal situação, então achou melhor prevenir antes que mais um obstáculo para seu funcionamento iniciasse. Naquela altura do campeonato acreditava já ter visto ou esbarrado em todo mundo por ali, mas nunca tinha pousado os olhos no garoto com quem conversava no momento. “Se você considerar sono repentino e frio como aproveitar, estou tendo uma overdose de diversão.” assim que as palavras deixaram sua boca percebeu que parecia achar ter algum problema com o evento, mas não era o caso então buscou maneiras de concertar o que foi dito. “Não que eu não esteja gostando, todo mundo parece estar bem animado e os petiscos estão uma delícia.” tentou soar simpática mas seus pensamentos continuavam vagando até seu casaco. “Você não me parece bem o tipo que prefere ficar apenas observando uma festança, está esperando alguém?” imaginava que ele fosse um dos Kappa, e levando em conta os acontecimentos que Moore já presenciou, geralmente eles não são de desperdiçar uma boa festa sem cultivar um excelente motivo.
st0nequeen:
「 ★ —— ❛ O tédio, por incrível que pareça, já estava começando a crescer e se havia algo que a irritava era ficar entediada, sendo assim a Prior já começava a pensar no que faria para animar tal festa de alguma forma e não demorou muito para algumas ideias aparecerem em sua mente. Estava pronta para levantar do local em que estava sentada apenas observando os corpos que balançavam ao ritmo da música com seus copos cheios de bebidas alcoólicas que nem ao menos pareciam estar fazendo o efeito, aonde de fato estava as confusões que faziam as festas da KTG serem tão famosas e sempre acabarem com a policia batendo na porta e acabando com tudo? Porém, antes que Amethyst fosse capaz de botar seus planos em ação, a figura de uma menina veio em sua direção e sentou-se ao seu lado, fazendo a ruiva levantar levemente uma sobrancelha e questionar a si mesma se devia ou não perguntar o porque da menina estar sentando ao seu lado mas logo deixou isso de lado. A pergunta da outra que ela acreditava ser membra da BAX fez a atenção da ruiva novamente voltar-se para a morena, sendo um suspiro dado enquanto uma pequena careta aparecia nas feições delicadas da Prior. ❝ Poderia ser mais divertido, I mean .. Here’s the heat? Nada aconteceu até agora, estou começando a pensar que a festa desse ano não vai ser uma das que vai parar no mural da KTG, you know, mas fazer o que, não é mesmo? ❞ O leve dar de ombros logo foi seguido por um leve sorriso, não revelaria que tinha planos para animar um pouco mais aquela noite, pelo menos não ainda pois seu plano tinha que ser perfeito e ainda não era. ❝ Acredito que não nos conhecemos, I’m Amethyst Prior, the pleasure is all yours! And you are … ? ❞
Presumia nunca ter trocado sequer uma palavra com a ruiva que agora estava ao seu lado, sua crença foi apenas confirmada quando ela se apresentou. “Angelina Moore.” respondeu seca, poderia se apresentar por seu apelido ou tentar se aproximar, mas alguma coisa a impedia de agir como de costume, talvez fosse seu palpite de que a moça não estava em busca de novas amizades, de qualquer forma preferiu ignorar o comentário seguinte à apresentação da menina. Decidiu encarar tal intuição como bobagem. Ergueu a cabeça um pouco na tentativa de analisar melhor a mulher em busca de encontrar alguma conexão, por menor que fosse, entre as duas, até que por sorte encontrou. “Você não me é tão estranha... líder de torcida, estou certa?” Tentou demonstrar certa afinidade, mesmo que estivesse inteiramente ciente da possibilidade de se arrepender.
slowlysloan:
avery passou a língua pelos lábios e sentiu, naquele momento, que não faria nenhum mal corromper só um pouquinho a sempre doce e adorável angelina, mesmo que fosse somente com um pouco de álcool. até porque a maioria das pessoas, depois de algumas doses de bebida, mostravam realmente quem eram e sloan não se espantaria se presenciasse um strip tease feito por ninguém menos do que a senhorita moore. foi trazido de volta a realidade quando a jovem se ofereceu para fazer uns figurinos e, quem sabe talvez isso fizesse com que amethyst prior focasse em outra coisa do que reclamar do seu rendimento no grupo. “se quiser, posso ver o que dá pra fazer. se eu conversar com a professora talvez você consiga fazer parte da equipe de figurinos.” e então seus olhos brilharam diante da promessa de um casaco de tricô, pois avery sloan adorava usar roupas de moletom e suéteres de tricô, pois passavam a sensação de aconchego que lhe ajudavam a relaxar e cair no sono sempre. “queria eu poder dizer que você precisaria de muito mais para me comprar, mas é uma pena que eu sou fácil sim. me faz esse casaco que eu te coloco na equipe, nem que eu tenha que fazer esforços físicos reais para isso.” riu divertido e virou o conteúdo inteiro do seu gole de uma única vez, porque aquela era a hora de fazer com que a menina relaxasse e se soltasse. “mas nem pensar! eu só vou dormir quando desmaiar de tão bêbado, então você tem que pelo menos tomar um drink comigo.” pegou um copo vazio, a mesma caixa de suco que usou para o seu primeiro ‘drink’ e dividiu o conteúdo para os dois, porém abusou da vodka no copo de ambos. entregou-lhe a bebida e sorriu malandro. “e então, angel, brindaremos a que?”
Nunca fora muito fã de álcool, achava que a sensação oferecida por ele lhe causava extremo desconforto, então sempre era do tipo que cuidava de quem acabava exagerando na dose, mas não podia desperdiçar uma gentileza vinda de Avery, então apanhou o copo em suas mãos. “Um brinde à nós dois e à ressaca que teremos amanhã.” deu um gole na bebida e conseguiu evitar fazer uma careta.
Naquele momento se sentia confortável naquela situação, e sabia que era um conforto genuíno, afinal nenhuma bebida proporciona um efeito tão rápido. Vasculhou a mesa em busca de uma garrafa vazia. “Você tem duas opções de escolha, ou nós vamos dançar ou vamos ter que improvisar um joguinho de verdade ou consequência.” acabara de encontrar a garrafa que procurava quando reconheceu o remix de uma de suas músicas favoritas começando a ser tocado. “Tudo bem... acho que você acaba de perder uma das opções.”
thewrathoftrevor:
Trevor sorriu torto com o comentário da garota e a encarou. Se arrependeu nesse exato momento de não ter olhado antes. Ela era linda, isso ele podia confirmar. Primeira impressão: rostinho angelical (check). Lynch sorriu diante o nome dela. “Angel? Concordo. Eu sou o Trevor…” Ele nunca hesitava na hora de citar seu prestigiado sobrenome, mas dessa vez reconsiderou. Segurou a mão delicada que fora estendida e logo sentiu a falta de temperatura da mesma. Nem passou pela sua cabeça que talvez ele próprio quem estivesse quente demais. Impulsivamente levou a outra mão à dela e apertou um pouco. “Caramba, Elsa, quase me congelou. Toma aqui.” Trev começou a tirar sua varsity do time de futebol para ceder a Angel. Ele riu diante as perguntas em peso. “Confesso que estou com um pouco de medo em responder essas perguntas, mas uma hora ou outra você descobrirá se for uma assassina ou algo do tipo, então: marketing e futebol. Você?”
Encarou o garoto por alguns segundo para certificar de que ele não sentiria frio caso ela aceitasse o agasalho, mas como nunca foi muito boa em ler as pessoas tomou a varsity em mãos e vestiu-a. “Muito obrigada, Trevor. Quando quiser ela de volta pode me falar sem problema algum, tudo bem?” No canto aonde estavam parados a menina tinha a impressão de ser o lugar mais calmo da festa, talvez estar perto de uma janela e conseguir ouvir os barulhos da noite contribuía para que mantivesse esse pensamento, por mais que os grilos e o barulho das folhas em movimento fossem abafados pela música, ainda conseguia ouvir vestígios deles. “Te garanto que não sou uma assassina, tem minha palavra.” colocou suas mãos nos bolsos da jaqueta e voltou sua atenção para o garoto. “Eu curso moda e participo do time de vôlei... também sou líder de torcida então em qualquer jogo posso acabar indo torcer por você.” acompanhava a multidão com os olhos e vez ou outra distribuía acenos para alguns conhecidos. “Ainda não bebeu nada também?” apontou para uma das mesas perto da entrada onde as bebidas incrivelmente decoradas estavam postas. “Se for medo de acabar passando mal, pode ficar tranquilo, eu assumo a responsabilidade de não te deixar sozinho.”
pureofxheartx:
❛ — ⨳ A educação se fazia em tudo conhecida por Miller, que jurava em silêncio saber reconhecer a doce figura de Angel em qualquer lugar - até mesmo no mais caótico dos ambientes. O sorriso lhe surgiu em naturalidade ante a lida com a colega de fraternidade e colega pessoal; E tal, por sua vez, se encontrou seguido por um breve riso ao que a opção de ir embora foi rapidamente descartada pela outra. ‘ Mas… Eu não sei se eu realmente pertenço a essa bagunça. ’ Desistindo do próprio insistir ao ter a mão segura pela alheia e menor que a própria, os olhos apenas então se permitindo seguir o caminho das vestes da mais jovem, não detendo em tal atitude qualquer ínfima malicia. ‘ É claro que sim! Você nunca erra, little angel, está cansada de saber isso. E você realmente quer ficar na festa? ’ ❜
Qualquer coisa soava melhor para Angel quando mantinha seu potinho de pureza ao seu lado, ao menos era assim que enxergava o garoto, ele tinha o poder de transformar até mesmo a situação mais monótona em uma ocasião suportável. “Querer não é bem a palavra, mas é uma oportunidade de diversão, talvez não tão bem sucedida, mas continua sendo uma oportunidade em andamento.” apesar de tentar enxergar tudo de uma maneira um pouco positiva, era incapaz de negar que compactuava com o desânimo que notava no outro. “De qualquer forma, você sabe com funciona as coisas, se você realmente quiser sair daqui, já tem uma companhia.” não tinha a menor dúvida de que seria mais divertido fazer qualquer outra atividade juntamento ao amigo do que tentar aproveitar uma festa sem ele por perto.
bedfordcay:
O seu riso foi prontamente abafado nos fios claros da garota, afastando apenas o rosto para depositar um beijo estalado na bochecha alheia, voltando a esconder o nariz nos fios cheirosos dos cabelos da amiga. “Eu não estava procurando nenhum garoto assim, Angie.” disse com mias uma de suas risadinhas baixas, balançando a cabeça em negação. “Mas não achei o Jeff, você o viu? Acho que ele não vem.” resmungou com um biquinho. Pelo menos agora tinha a outra parceira ali do lado, a festa poderia finalmente passar a ser mais divertida. “Estive aqui por alguns minutos, a internet caiu e eu tentei ficar quieto para ver se ajudava achando o ponto mais forte, mas nada.” suspirou dramaticamente, apertando-a contra si. “Acho que então meu esconderijo foi bom.”
Teve a leve impressão de que resolveram aumentar o volume do som, o que antes causava leve dificuldade para ouvir alguém um pouco distante agora a obrigava a fazer leitura labial no amigo que estava ao seu lado, tinha plena consciência de que aquilo era uma festa e o som alto é parte do pacote, mas se sentia extremamente distante quando não tinha o poder de depositar toda sua atenção em uma pessoa apenas.
“ Acredito ter visto ele há alguns minutos, mas uma turma fez o imenso favor de tampar a minha visão, então não consegui alcançar o provável Jeff.” Naquele momento segurava de leve uma de suas mãos, apenas para ter certa garantia de que não se perderiam um do outro. “Essas crianças de hoje em dia... são incapazes de abandonar as redes sociais.” disse em tom de ironia enquanto aproveitava para checar se havia recebido alguma notificação. “Vamos lá, quem conseguir encontrar um sofá vazio primeiro fica responsável pela arrumação do quarto do outro por uma semana.” desafiou o rapaz e se prontificou a varrer o local com o olhar na tentativa desesperada de ganhar a tal aposta.
cambxer:
A bebida em suas mãos já estava quente, e ela sequer havia sentido o gosto da substância. Seus olhos estavam focados em seus pés e era possível perceber o desânimo em sua expressão. O conflito dentro de sua cabeça continuava constante, mas logo fora interrompido pela garota que havia se aproximado sem que Baker tivesse se dado conta. “Acho que minha cara e o fato de estar aqui isolada já responde sua pergunta, não?” Sua resposta poderia, facilmente, ser considerada grosseira, contudo sua intenção não era ofender e muita menos chatear a outra. Cameron apenas exagerava um pouco na sua sinceridade em alguns momentos. “Na verdade eu só queria ir pro meu dormitório dormir.” Respirou fundo e soltou um resmungo desanimado. A verdade era que sua mente borbulhava de pensamentos conflitantes e negativos naquele momento, sair daquele lugar gritando pela frustração que sentia pela sua incapacidade de se comportar como os demais estudantes e se permitir se divertir por alguns instante, contudo ela se esforçava para não revelar tais sentimentos. “E você? Tá tendo a melhor noite da sua vida?” Perguntou sarcasticamente.
“Em minha humilde opinião, sua cara está ótima.” brincou com a menina enquanto reparava o copo que ela mantinha em sua mão, ignorou o fato de que ele parecia nem ter sido tocado. “Não diria que a melhor, mas estou tentando aproveitar na medida do possível” não tinha certeza se estava falando aquilo para a garota em sua frente ou na tentativa de convencer a si mesma de que ainda nutria esperança de se divertir ali, a festa não estava ruim, nem de longe, mas uma voz em sua cabeça insistia em falar o quão seria gostoso estar debaixo das cobertas assistindo um filme ou até mesmo gastando um bom tempo em alguma atividade inútil. “Eu sou a única nessa festa que ainda não bebeu? Se for o caso, será questão de honra mudar isso.” encarou a menina e teve a ligeira impressão de que já havia se esbarrado com ela por aí, mas não ousou se aprofundar nesse assunto. “Eu acho que esqueci de perguntar, qual é o seu nome?”
bedfordcay:
Aquilo não estava muito divertido. Cayleen tinha desistido de procurar algo para fazer ali dentro já que os outros jovens pareciam muito bem ocupados: ou uns presos nos outros, ou bebendo. Ele não bebia e muito menos tinha o costume de sair por aí enganchado com pessoas não conhecidas, o que tornava bastante complicada a sua situação. O ruivo estava a meio caminho de coçar os olhos para espantar o sono quando recordou que usava delineador e, se fizesse isso, iria espalhar a tinta escura e manchar. Com um biquinho distraído nos lábios, encarava o vazio com o ombro encostado na parede pois encontrara um lugarzinho que, até então, ninguém o tinha perturbado. Mas a voz ao seu lado o fez franzir o cenho antes que abrisse um sorriso e um bem animado. “Angel!” o nome da garota foi solto com alívio e o rapaz logo estava com seus braços sendo abertos e envolvidos na menina, o abraço confortável. “Eu quero ir embora já, será que pode? Quer dizer, seria feio deixar a festa já que começou há tão pouco… mas eu estou entediado.” a última parte foi dita de forma mais baixa e para que apenas a garota lhe ouvisse. “E você?”
“Ah, neném da minha vida, é você!” abraçou o garoto como se ele fosse último bichinho de pelúcia da loja e ela uma criança desesperada. Desde o dia que conheceu o rapaz sentiu-se completamente apegada, poderia tranquilamente viver com ele como se fossem irmãos siameses. “Então, conta pra mim, já achou algum boy do agrado?” deixou uma risada um pouco escandalosa escapar, duvidava muito que Cayleen tivesse prestando atenção nisso, na verdade não tinha achado ninguém de seu ciclo de amigos que estivesse aproveitando o evento tanto quanto deveria, pelo menos não até o momento. “Procurei por você em todo o canto, achou um bom esconderijo ou o problema foi que tive falta de sorte mesmo?”
thewrathoftrevor:
A função que lhe deram era inspecionar a entrada de pessoas, mas Trevor não sabia o que, exatamente, queriam dizer com isso. Pessoas entravam e saiam o tempo todo e tudo que ele devia fazer era sorrir e dizer um ‘oi’ enquanto passavam direto por ele. Havia todo tipo de gente, inclusive seu tipo. Mas eram poucos os que ele conhecera naquela semana corrida pré início das aulas. Um veterano com a mesma jaqueta do time que Lynch usava o cumprimentou e deu um soquinho em seu ombro, o garoto devolveu o cumprimento como se importasse. Cara, a boca dele começava a doer de tanto sorrir. Trev, então, entrou na casa e pegou um copo de bebida, dirigindo-se para um canto mais escondido onde quem lhe havia passado a tarefa não fosse incomodar. Trevor pensava em várias formas de socar o cara caso ele viesse fazer alguma coisa quando uma voz feminina o tirou dos devaneios. “Bem, não muito. Essas pessoas acham que calouros são escravos de merda. Mas vai ter troco… Vai.” Murmurou sem encarar quem começara a conversa.
“Então, tenho um calouro aqui?” Sorriu, tentando fazer ele se sentir confortável. Lembrava-se bem da sensação que sentira em seu primeiro ano, como um peixe fora do aquário, em sua fraternidade até foi fácil passar por isso, era difícil ficar sozinha por um longo período de tempo, sempre aparecia alguém para tentar te conhecer melhor, não sabia ao certo se ele estava tendo essa sorte. “Eu sou a Angel, prazer!” Esticou a mão para o rapaz e esperou que ele retribuísse o gesto. “Com o tempo isso passa, tem coisas que é melhor relevar...” Uma imensa vontade de bombardear o rapaz com perguntas sobre sua vida tomava conta da garota naquele momento, mas se tem uma coisa que aprendeu com a vida, é que nem todo mundo se sente tão à vontade falando sobre si. “Que curso você está fazendo? Está em alguma atividade extracurricular?” Ainda não havia prestado real atenção no garoto, mas ao fazer reparou que não sabia bem ao certo o que era, mas alguma coisa nele chamara sua atenção.
slowlysloan:
e lá estava angel sendo fofa, mas avery não seria grosso com a jovem e nem giraria os olhos na frente dela, senão teria que lidar com seu biquinho triste e se já era difícil lidar com os seus sorrisos, as suas feições tristonhas realmente faziam com que sloan se arrependesse das suas respostas curtas. “não importa muito quando se é minoria e também se trata de uma tradição, não posso simplesmente falar que não quero festas porque preciso do meu sono de beleza de quinze horas.” deu de ombros, mas no fundo avery sabia que era só começar a beber que ele se soltava e até ficar muito bêbado e mais sonolento do que o normal, ele conseguia se divertir. “se você decidir fazer a linha edward cullen e invadir meu quarto de madrugada, não faça barulho pra eu poder dormir. e não acenda as luzes, isso me incomoda.” falou em um tom meio sério, meio de brincadeira até começar a rir da sua tentativa falha de fazer piada. observou a menina pegar um copo e cheirá-lo para ter certeza que não havia álcool ali. “drink virgem?” questionou antes de umedecer os lábios, se perguntando se conseguiria convencê-la a batizar a sua bebida até o final da noite. “e infelizmente ainda estou no grupo de teatro, não consegui sair no começo do semestre porque a professora disse que precisava de mais meninos nas peças.” quase choramingou de lembrar todo o trabalho que tivera no semestre anterior. “e você? vai continuar no grupo também?”
“Acho que tenho muito pra ver antes de me render ao nosso amigo álcool.” Deu uma olhadinha rápida no copo dele e quase mudou de ideia ao notar que a mistura tinha ficado um bocadinho bonita. “Oh, eu não estou no grupo... Na verdade vez ou outra quando saio do vôlei dou uma passadinha por lá, sabe como é, eu adoraria ajudar com o figurino...” De um tempo pra cá Angelina estava insistindo em aprender tricô então não conseguiu resistir à tentação de provocar o garoto. “Quem sabe eu poderia até fazer um casaquinho de tricô exclusivo para o senhor?” Tentou segurar o bocejo que estava quase implorando para ser solto, mas fracassou. Se há alguns minutos atrás julgava o garoto por estar desanimado de estar ali, havia queimado a língua. Dizem que as pessoas despertam o melhor ou pior em você, Angelina acabara de desenvolver e teoria que ela havia conseguido absorver para si o sono de Avery. “Não é por nada, mas nesse momento acho que tem grandes possibilidades de que eu abandone essa festa antes de você.”