“Nem dor nem prazer deveriam ser motivos suficientes para um homem fazer ou não fazer algo”
- Julius Evola.
todays bird
Keni

izzy's playlists!

roma★

Andulka
Sweet Seals For You, Always

JBB: An Artblog!
Stranger Things

shark vs the universe
dirt enthusiast
styofa doing anything

★
DEAR READER
No title available
will byers stan first human second
AnasAbdin
Three Goblin Art

Janaina Medeiros
NASA

JVL

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from Italy

seen from Singapore

seen from Mexico
seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Netherlands

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Iraq
@zhaohuospirit
“Nem dor nem prazer deveriam ser motivos suficientes para um homem fazer ou não fazer algo”
- Julius Evola.
Estado Máximo, Turbocapitalismo e Microintegralismo por Curtis Yarvin ou Mencius Moldbug:
“As pessoas muitas vezes me perguntam: o que eu faria com El Salvador? Se eu tivesse uma autoridade executiva durável e absoluta sobre El Salvador? Isso parece louco — mas não é diferente da autoridade executiva do Tim Cook sobre a Apple. E isso é apenas monarquia — não é uma ideia nova.
Eu faria de El Salvador um estado Startup. Eu faria isso criando uma nova autoridade executiva que primeiro analisasse o serviço civil existente, e então faria nele um redesign e o supervisionasse, e então incrementalmente substituísse ele com órgãos totalmente novos — reutilizando a equipe antiga apenas como indivíduos, se isso acontecer.
Tal regime de startup iria transformar El Salvador além da imaginação. Os únicos países comparáveis no século 20 seriam Singapura ou os Estados do Golfo.
Esse plano ambicioso iria funcionar pois toda a nova autoridade seria dotada de “ladrões” internacionais (como Balaji Srinivasan gosta de dizer), com talento executivo nível mundial. Esses assassinos, que em sua maioria trabalhariam remotamente (El Salvador é abençoado pelo fuso horário americano) seriam o melhor dos fundadores da YC Norte Americana, veteranos do McKinsey, engenheiros do Google, cientistas de foguetes da SpaceX, mestres de fundo de hedge, etc.
Esse tipo de gente não é barata. Mas é eficiente — e mesmo eles vão trabalhar barato para uma missão tão incrível. Nenhuma missão é mais incrível que um novo regime. O startup deles seriam o mais eficiente e efetivo governo na história. Aqui está como isso poderia funcionar, e o que eles deveriam fazer.
Advertência e situação.
Obviamente, não é claro se o regime de Bukele possui de alguma maneira algo próximo ao poder nescessário para botar em prática planos como esses abaixo. No geral, é claro que não tem.
Um verdadeiro estado startup só pode existir por causa de algum tipo de reboot na soberania. Em um total reboot na soberania, sem leis, instituições ou compromissos com o antigo regime sobrevivendo no novo, exceto aqueles positivos e individualmente enumerados. O novo regime não precisa nem pagar os débitos do antigo regime, a menos que haja um motivo bom e prático para fazer isso. (Mas é normalmente uma boa ideia.)
Um exemplo de um reboot total na soberania é a transição da Rússia Czarista para a URSS. Mas violência não é nescessária — outro exemplo é o fim da Alemanha Oriental.
Tal revolução não é o que as Nuevas Ideas do Regime de Bukele em El Salvador estão fazendo. Não é claro se o Presidente Bukele tem o poder para fazer um reboot em El Salvador remotamente próximo a um completo — mesmo que ele tenha bem mais poder no regime Salvadoriano que toda uma constituição “normal” na órbita americana permitiria.
Além disso, o conceito de nação presume independência — e a soberania objetiva e independência de El Salvador, ou de qualquer país Latino Americano — não é clara. Apenas uma instância: o clássico conceito de soberania inclui o direito de escolher e fazer guerra. Qualquer país sem esse direito é um protetorado, não um país.
Acima de tudo, o único pré requisito absoluto para um estado startup é a um executivo unitário com controle pleno e estável do governo. Apenas tal líder (ou time de liderança — mais de três co fundadores é muito, a menos que sejam parentes; Bukele tem três irmãos) podem operar esse tipo de regime com sucesso. Até que um nível de startup de responsabilidade incondicional seja atingido, todo regime deveria priorizar aumentar sua estabilidade em longo prazo ao invés de colher os frutos de sua autoridade presente.
Essa análise requere que nós lembremos que a maior parte dos regimes globais que tentam divergir da órbita de Washington são objetivamente fracos — mesmo que tenhamos sido educados a vermos seus líderes como “homens fortes” (obs: strongman, no Brasil chamaríamos mais de líder carismático ou algo assim.). Isso também se aplica a Putin, por instância. Apesar de ser muito mais forte que DC queira que ele seja, ele também é muito mais fraco que um verdadeiro Czar da Rússia seria. A forma de ditadura é sempre ilegítima, e sua ilegitimidade brilha através de todos os cantos como fraqueza — qualquer um, em qualquer lugar sempre aposta nesse fracasso. Legitimidade é força.
As ideias políticas abaixo realmente defenderiam de um poder executivo durável, centralizado, e absoluto totalmente confiante em sua própria legitimidade e permanência. A re-emergência da forma monárquica no primeiro mundo, após 250 anos de experimentos em desordens, é a única esperança a longo prazo para a Europa e para a diáspora Europeia.
Atualmente o Primeiro Mundo é governado por uma autoridade durável e centralizada procedural — uma oligarquia. Os detalhes variam, mas o serviço civil dos regimes ocidentais pós guerra nunca está sobre qualquer supervisão democrática significativa. Por exemplo, o serviço civil americano é desconectado da democracia pela sua política, orçamento e pessoas serem gerenciados não em uma maneira executiva pelo chefe executivo produzido por nossas ainda ferozmente contestadas eleições presidenciais, mas em um jeito procedural pelo Congresso, um literal orgão gerontocratico com 90% de taxas de incumbência e uma equipe permanente, que não é de nenhum modo um corpo parlamentar em que eleições são decididas por orçamentos para placas de gramado
O desafio fundamental da história do começo do século 21 é essa transição das últimas faíscas da democracia política do século 19, agora quase completamente sufocada pela oligarquia procedural do século 20, para um novo tipo de monarquia legítima. O quando, onde e como ainda permanecem um mistério. Pode o Terceiro Mundo ser um exemplo ao Primeiro? Isso seria uma ajuda de um lugar inesperado.
O problema não é fácil e certamente não é seguro. As ditaduras do século 20, até mesmo Napoleão no começo do século 19, foram formas intermediárias falhas. As falhas não foram sempre bonitas. As guerras civis de Marius e Sulla no final da República Romana também não eram bonitas.
Ainda assim, Roma completou sua transição na pessoa de Augustus. Se há qualquer meta-lição aqui para o regime de Bukele ou para qualquer regime como ele, a lição é: seja Augustus. Se há qualquer equivalente no século 20, deve ser — Atarürk. Qualquer coisa a menor é vender você mesmo por pouco — e isso é a última coisa que você pode pagar.
O Estádio Máximo.
Quando pensamos sobre como o governo funciona, somos acostumados a pensar que o setor público é inerentemente menos energético e eficiente que o setor privado. Enquanto isso é normalmente verdade, não é inerentemente verdade. É em uma específica, contingente situação, resultando de pré requisitos específicos tanto públicos quanto privados.
Quando o governo atinge o reboot, a energia do setor público se torna maior que a energia de qualquer startup que já existiu. Essa energia pode ainda ser ineficiente. Mas não é inerentemente ineficiente.
Sobre o antigo regime, o setor público não tem que ser ineficiente. Ele só precisa ser velho e sem competição. Juntas, essas características o tornam ineficiente. O setor privado pode ser competitivo, e nesse caso seria eficiente; mas ele não precisa ser. Ele pode ser enclausurado, protegido, monopolizado. Não é? O que deveríamos esperar?
As melhores corporações privadas no Terceiro Mundo seriam competidoras fracas no Primeiro. Sem desrespeitar o comércio, finanças e agricultura de El Salvador, de nenhum jeito El Salvador é único entre seus pares em sua eficiência privada.
Sob um regime de startup em um antigo país de Terceiro Mundo — possivelmente até mesmo em um antigo país de primeiro mundo — o governo central é a mais energética e eficiente maneira de atingir qualquer coisa. Isso vai contrário à intuição de quase qualquer expert em política.
Um regime startup é o absoluto oposto do libertarianismo. Não é o estado mínimo, é o estado máximo. Não é como a Revolução Industrial. É mais como a Revolução Cubana. Mas sã — mas ainda, com algo como a mesma energia coletiva de construir um novo mundo.
O princípio mais fundamental da lei constitucional comparativa desde Aristóteles é que nenhuma constituição é correta para todos os governos de todos os países em todos os tempos.
Em um país velho, moderno e liberal como a América — ou ao menos a América que a América acredita ser — o liberalismo clássico é ótimo. O melhor governo é um governo mínimo. Qualquer coisa que possa ser feita privadamente deve ser feita privadamente. Reforma é privatização e descentralização — a lá Margaret Tatcher.
Nesse verdadeiro estado startup, em El Salvador ou em qualquer país como ele — em qualquer ex colônia europeia horrivelmente governada — a monarquia clássica é ótima; o melhor governo é um governo máximo. Qualquer coisa que possa ser feita publicamente deve ser feita publicamente. Reforma é nacionalização e centralização — a la Frederico, o Grande.
O Estado como uma Startup.
Obviamente, algumas organizações são muito mais efetivas que outras. A Apple é muito mais efetivas que o Departamento de Energia Americano, que é provavelmente mais efetivo que o Ministério da Defesa da Argentina.
A maioria das pessoas que pensam sobre esse tipo de questão tem uma simples rúbrica: o setor privado é bom, o setor público é mal. Se perguntados o motivo dessa rúbrica funcionar, vão ponderar um pouco e então vão responder que as organizações do setor privado são mantidas saudáveis pela seleção natural: a competição Darwiniana pressiona à sobreviver, lucrar e crescer.
Mas a seleção natural é uma força coletiva, não opera em nível individual exceto em viés de sobrevivência. A necessidade de sucesso não produz sucesso por ela mesma. O sucesso vem do setor como um todo — uma cultura profissional de saber como atingir o sucesso, de que o pool de contratações da organização parte.
Parte dessa cultura profissional é um template estrutural de organizações efetivas. Dentro do setor privado, esse é com certeza o clássico modelo de joint-stock. A estrutura startup do Vale do Silício reusou essa forma flexível, com a variação da cofundadora liderança “dois em uma caixa” — talvez inspirada por consuls da República Romana.
O mais importante aspecto da forma corporativa Anglo-Americana é sua estrutura executiva. A organização é em formato de exército, uma pirâmide invertida. O conceito de Auftragsaktik ou “ordens de missão” é fundamental.
Auftragsaktik é o oposto de micromanejamento — isso apenas significa que todos em todo nível da pirâmide deve receber objetivos do supervisor, interpretar em métodos e interpretar em objetivos para passar aos subordinados. O que é ruim é dar aos seus subordinados não objetivos, métodos. O capitão decide qual caminho seu tenente deve tomar.
Organizações burocráticas são o oposto de Auftragsaktik — Beamtentaktik, seria mais adequado. Em uma burocracia procedural, ambos os objetivos e métodos de cada trabalhador são colocados por regulação. A mesma organização de pirâmide existe, mas está preocupada somente em reconciliar as regulações com a realidade bagunçada. Seu supervisor é um gestor de excessão, que você chama quando as regras não fazem sentido. Essa é uma estrutura fundamentalmente reativa.
Se uma organização tem como equipe pessoas experientes e capazes e organizadas nos padrões certos, uma pirâmide animada por Auftragsaktik, ela vai ser um sucesso. Conhecimento técnico do domínio pode ser essencial — mas conhecimento do domínio é normalmente fácil de se adquirir por contratos. Em alguns casos pode ser até resolvido por um consultante.
Um Estado Startup em Salvador.
Um estado startup é um governo em cima de um padrão executivo de um time de nível startup. Como pode El Salvador se tornar um estado startup?
De novo, o absoluto pré requisito para criar um regime dessa qualidade — ou de qualquer outra qualidade, como diz Maquiavel — é um único executivo com controle unilateral do governo.
Hão dois óbvios problemas. Primeiro, a qualidade dos servidores civils salvadorenhos não é párea para a qualidade das startups jóqueis de Palo Alto. Segundo, o serviço civil salvadorenho — como qualquer serviço civil do século 20 — é reativo, não executivo, em sua natureza. Enquanto existem várias maneiras de amenizar esse problema, não existem maneiras de resolver ele. A solução óbvia é não reusar o existente serviço civil como um todo — mas criar um novo.
O presidente Bukele pode fazer exatamente o que FDR fez no New Deal. Primeiro, novas agências operam em novas áreas do governo atualmente não bem administradas por agências existentes. Depois, as antigas agências podem ou serem substituídas ou descartadas, ou reestruturadas no lugar. Cuidado ao reestruturar — é fácil dar uma repaginada muito superficial. Idealmente, apenas detalhes superficiais devem permanecer. A melhor equipe existente pode ser encontrada com testes de inteligência e contratada como indivíduos, nem mesmo nescessariamente no mesmo campo, nas novas agências.
Novas agências devem ser criadas com uma cuidadosa mistura de dois tipos de cultura norte americanas: a cultura de startups da Costa Oeste, e a estrutura de consultas da Costa Leste. Enquanto nem todo mundo precisa ser salvadorenho, hão certamente salvadorenhos que encaixam nesse perfil, e todos eles devem estar em seus países ajudando a consertar ele.
Mas apesar de Espanhol ser um mais, Inglês deveria ser a linguagem de trabalho. A maior parte dos empregados pode ser remota — por qual motivo alguém teria de vir fisicamente a Salvador? Especialmente antes dos mosquitos serem exterminados? Esse é um enorme e capaz pool de empregados. Infelizmente eles não são baratos no geral — mas um estado startup é um pequeno estado.
As Cinco Missões da Monarquia Clássica.
Mas se é essa a arquitetura do estado startup — qual é a missão?
A monarquia clássica vê a missão do governo através de cinco diferentes lentes.
A primeira é a lente espiritual. Através dessa lente, o rei é o agente de Deus na terra, responsável apenas pelo nem comum e cuidado de todas as suas criações igualmente. Em latim isso é Salus Populi Suprema Lex: a saúde do povo deve ser a suprema lei — em que saúde significa saúde do corpo, mente e espírito. E Deus também criou a terra — sua fauna e flora, seu ar e suas águas, que o rei deve servir também.
A segunda é a lente financeira. Através dessa lente, o rei é o CEO de uma família de empreendedores, propriedade da família real. Os ativos dessa lente são o povo e a terra. Sua perca de lucro é a balança comercial externa. Suas ações judiciais são guerras.
A terceira é a lente legal. Através dessa lente, o rei é o juiz-chefe. Ele é o árbitro final de todas as leis, e ele mesmo está acima de todas elas. Ademais, ele legisla não só para humanos, mas para todas as plantas e animais — ele pode exterminar ou introduzir espécies.
A quarta é a lente política. Através dessa lente o rei governa sob uma fórmula política — um memorando que convence os súditos a serem leais ao regime. Ele dissuade qualquer propagação significante de qualquer toxina política — qualquer memorando que contradiga a fórmula política, provocando os súditos a serem desleais ao regime.
A quinta é a militar. Através dessa lente, o rei é o chefe-general da nação e o comandante último de todos os seus homens. (A palavra em latim populus originalmente significava exército). Ele comanda seu dinheiro, capital produtivo e recursos naturais. Sua missão é conservar e/ou expandir o poder militar.
Nesse ensaio, nós vamos analisar a situação de El Salvador através dos conceitos definidos nas primeiras três lentes. Provavelmente, se esses três forem cuidados, os outros dois vão tomar conta deles mesmos.
Turbocapitalismo.
Sob o turbocapitalismo, o estado estabelece um novo setor privado usando energia do setor público, primeiro escalando um setor de alta eficiência produtiva, e então privatizando ele.
A escala de Palo Alto de energia do regime startup constrói seu capital inicial. As forças Darwinianas da competição criativa mantém o ecossistema, uma vez que ele é maduro.
Excluindo remessas, os dois principais lucros estrangeiros de El Salvador são café e turismo. O melhor café cresce em terras altas tropicais. El Salvador é cheio de terras tropicais altas. Turistas gostam da natureza e do surfe. El Salvador tem tanto natureza quanto surfe — e ainda está em um fuso horário americano normal.
Mas depois de 50 anos de guerras e maus governos, o café e as indústrias de turismo estão longe do que elas deveriam ser. Para trazer elas a esse nível o mais rápido possível, El Salvador deve aplicar o turbocapitalismo.
Sob o turbocapitalismo, El Salvador cria duas empresas estatais de desenvolvimento, CoffeeCo e TouristCo. CoffeeCo pode nacionalizar qualquer fazenda de café, ou qualquer terra pode se tornar uma fazenda. TouristCo pode nacionalizar qualquer terra e desenvolver ou redesenvolver como melhor encaixar. As companias não compram a terra, mas dividem seu patrimônio igualmente com os proprietários anteriores — que recebem metade dos ganhos da nova administração. Eles talvez fiquem inicialmente bravos, mas eventualmente ficarão encantados.
Essas companhias conseguem manejar e aprimorar todo um país na perspectiva de café e turismo. CoffeeCo é controlada pelos fundadores da YC, McKinseyanos e todos os tipos de nerds sem vergonha de café. TourismCo é controlada por deuses da hospitalidade e construção.
TourismCo pode extender laterais nas áreas de corporação ou de aposento. Comunidades de aposentados em vales tropicais são óbvias — mas considere uma companhia larga que quer oferecer seus engenheiros uma vibe de uma vida comunal com colegas quase de Los Alamos — em um campus customizado com viagens diárias a uma praia de surfe. Em um fuso horário americano.
Em dez anos, essas empresas estatais nível de qualidade startup vão fazer de El Salvador o principal destino para turismo e expatriado, e o líder latino americano na produção de café de alta qualidade.
Eventualmente — na escala de uma ou duas décadas, as companhias do estado vão quebrar e vão ser livradas de seus poderes especiais eminentes. Como nas quebras de empresas de óleo ou AT&T comuns, seus fragmentos podem se tornar companhias privadas que competem umas com as outras e formam um ambiente de trabalho darwinista. Apenas as gigantes carcaças dos velhos dinossauros poderiam criar tão rico ecossistema.
Microaceleração
Um sobrinho próximo do turbocapitalismo é a microaceleração.
Obviamente, um país como El Salvador não pode esperar se tornar um líder de tecnologia em todos os aspectos. A ideia de microaceleração é de encontrar um ou mais campos de desenvolvimento científicos, médicos ou de engenharia que foram atrasados pela Primeira Guerra devido a problemas de governanta, e fazer o país uma plataforma perfeita para esses campos. De novo, não só esperando para o mercado popular a si mesmo, mas ativamente construindo ele com dinheiro e poderes do estado. Aqui estão alguns possíveis exemplos.
Um bom exemplo é controle de pestes. Controle total de pestes com genética é bem entendido na teoria — ao menos, com insetos. Não tem nada parando El Salvador de erradicar todos os seus mosquitos — nada além de liberais em ternos que gostam de ir para conferências. (Infelizmente, o mesmo método para essa população não é tão bem entendido.)
É quase impossível imaginar o impacto, tanto interno e externo, de ser o primeiro país tropical livre de mosquitos. Imagina escolher entre um resort tropical com ou sem mosquitos e outras pestes tropicais. Imagine o impacto de uma erradicação total de mosquitos na popularidade do regime. Primeiro o crime, agora isso!
Mais genericamente, regulação médica cortou fora muitas rotas de pesquisa promissoras. Entretanto, tentativas com arbitragem regulada tem crescido apenas ervas, clínicas duvidosas de células tronco no Caribe e coisas do tipo. Mais uma vez, isso reflete uma fé inapropriada em mecanismos de mercado.
Se El Salvador quer florescer uma comunidade de pesquisas clínicas saudável, ele tem que agir positivamente para criar isso. Ela não precisa iniciar com empresários que percebem que eles podem fazer mais dinheiro fazendo medicina desregulada — e o governo salvadorenho precisa começar com um time de absolutas estrelas.
O único jeito de atrair essas estrelas é tão a elas absoluta posse com financiamento vitalício — literalmente m, uma anuidade garantida por dinheiro offshore — mais alguma plataforma para fazerem pesquisas que apelam para os mais profundos sensos de missão médica e científica, os quais eles nunca conseguiriam voltar para casa.
A habilidade de fazer medicina iterativa — de trazer técnicas de pesquisa tão rápido quanto possível para seres humanos, então aprendendo o mais rápido quanto possível o que funciona, o que não e o motivo — parece uma escola de plataforma. Os humanos podem ser (a) turistas médicos; (b) locais que dão consentimento informado e são pagos; ou (c) criminosos que dão consentimento informado e tem suas sentenças reduzidas.
Ademais, uma plataforma econômica inclui uma completa cadeia de mantimentos. Mais proeminentemente, eles precisam de mantimentos de animais de pesquisa — e não só ratos. Medicina iterativa, quando tem de trabalhar com animais, trabalha muito melhor com animais largos que são modelos mais realistas, como cachorros, macacos e porcos. Curar câncer em cachorros significa muito mais que curar o câncer em um rato. Mas nós Estados Unidos, trabalhar com cachorros ou macacos é duas ordens de magnitude mais difíceis e mais caras que com ratos. Mas El Salvador é um país de Terceiro Mundo e criação de animais não está além de seus talentos. Imagine gangsters reformados fazendo suas penas substituindo esses “cachorros heróis”. Desde que evitem criarem super cachorros inteligentes, pesquisadores podem humanizar geneticamente esses animais para fazerem eles ainda mais previsíveis para medicina iterativa.
Finalmente, El Salvador é montanhoso e nos trópicos. Isso sugere aviões. (Ter outros países a leste é um pequeno problema, mas um monte deles são selvas — é um pequeno problema de segurança de alcance). Imagine ter uma companhia espacial estabelecendo seu lançamento e base de pesquisas na eterna primavera das montanhas vulcânicas salvadorenhas — com um transporte de surf, é claro.
Microintegralismo.
Microintegralismo é a rededicação da nação nomeada pelo nosso Salvador a Deus. Em uma nação governada como Deus planejou, como haveria um problema como gangues velhas?
O primeiro passo para o microintegralismo é apenas ver como um estado. Um regime do século 21 que vê como um estado sabe exatamente quem está no país. Isso já é chocante!
Nada é um segredo para o governo. O governo sabe seu nome, idade, família, endereço, empregados, sua renda. Ele tem sua foto, suas pupilas, suas digitais e seu DNA. Por essas pequenas indignidades, o governo promete a você absoluta segurança física em uma feliz e ordenada sociedade — eventualmente tão segura quanto um aeroporto americano — talvez tão segura quanto um Subway de Tokyo!