O amor é infinito, grandioso e é único mas não significa que ele surge e permanece em uma única forma. O amor está naquela piada sem graça que ela conta para te ver sorrir. O amor está na doação da última balinha, que por sinal era a sua preferida, mas não quis ver a outra pessoa ficar sem saciar o seu desejo. O amor ás vezes aparece em forma de orgulho. Ah o orgulho! Que muitas vezes encaramos como ódio, mas ele está apenas disfarçado de amor. Dizem por aí que o orgulho é uma forma de indiferença. Perdoem-me a analogia que irei fazer, mas para mim o orgulho é como uma pessoa que foi presa mas é inocente, o orgulho é apenas uma vontade de se libertar, de provar que apesar de tudo há coisas boas e que só precisa da confiança de alguém para acabar com todas essas dúvidas. É como se ele dissesse: olha aqui, por dentro dessa pessoa que tem cara de culpado há amor, há muito amor! Eu apenas preciso que você me compreenda.
O amor… Ah o amor! (via retirei)











