Já ouviu falar ou já leu "A improvável jornada de Harold Fry - Rachel Joyce" ? =)
Infelizmente nao! Vou procurar saber mais sobre ele! :D Obg
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Já ouviu falar ou já leu "A improvável jornada de Harold Fry - Rachel Joyce" ? =)
Infelizmente nao! Vou procurar saber mais sobre ele! :D Obg
O Teorema Katherine
An Abundance of Katherines, John Green
"Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera." (Skoob)
Quando você terminar A Culpa é das Estrelas e ficar com o coração na mão por causa do casal Hazel Grace e Gus, feche o livro, limpe suas lágrimas e corra até a livraria mais próxima pra comprar O Teorema Katherine.
Conheça seu novo amor: Colin Singleton... Quer dizer, se você se chamar Katherine.
Aos curiosos de plantão: não, não foi de propósito, simplesmente acontecia. Os 19 relacionamentos da vida de Colin foram com Katherines.
K - A - T - H - E - R - I - N - E
E em todos eles, elas terminaram com ele. De relacionamentos curtos [1] a longos [2].
Colin é um garoto prodígio e, agora que cresceu, quer fazer algo de relevante na sua vida (afinal não basta ser um garoto prodígio, tem que ser também um homem, eu diria... digno de um Nobel) e ele sabe que não irá conseguir isso somente criando anagramas [3], decorando os 99 primeiros dígitos de π [4], lendo em média 700 páginas por dia, sabendo 11 idiomas [5] e levando fora de Katherines.
Então, para passar do status de prodígio para o status de gênio ele tem seu momento Eureca e resolve criar o...
TEOREMA FUNDAMENTAL DA PREVISIBILIDADE DAS KATHERINES
Que começou com o simples onde T é “a diferença entre as diferenciais Terminante/Terminado (T/T): você pode assumir a qualquer pessoa um número de 0 a 5 de acordo com como elas se encaixam no espectro do sofrimento amoroso. Agora, se você está tentando prever como será o relacionamento entre um garoto e uma garota, deve subtrair a diferencial T/T do garoto pela diferencial T/T da garota; esse resultado é chamado T.” Sim, isso é simples. E não me pergunte porque cargas d’água ele não usou letras diferentes.
Porém a fórmula apresentava certas falhas e Lindsey [6] - uma garota que ele e Hassan [7] conheceram por acaso quando pararam numa cidadezinha chamada Gutshot para visitar o túmulo do arquiduque Francisco Ferdinando [8] durante uma viagem de carro para esquecer a K-19 – foi quem o ajudou a melhorá-la, chegando em [9]
Onde temos cinco variáveis: A (idade), C (diferencial de popularidade), H (diferencial de atração), T (diferencial Terminante/Terminado, como a gente já sabe) e P (diferencial Introvertido/Extrovertido). E eu não vou explicar cada uma delas senão você iria parar de ler o post tipo nesse momento porque eu não sou nem de perto tão legal quanto John Green.
Enfim, chega de matemática...
“O passado (...) é uma história que segue uma lógica. É uma percepção do que aconteceu. Já o futuro, como ainda não é lembrança, não precisa fazer nenhum fugging sentido. [10]”
PS.: O Teorema Katherine é o tipo de livro em que vale a pena ler TUDO. Minha dica é:
A capa, cada símbolo dela fará sentido ao longo da história;
A dedicatória. É muito amor pra um John Green só;
Ok, pode começar a ler a história MAS leia TODAS as notas de rodapé [11] conforme elas forem aparecendo e deixe a explicação da nota 31 para o final (tem um motivo pra essa explicação estar no apêndice... é para ser lida depois!);
Leia a Nota do Autor e ele mesmo vai te falar para ler o apêndice em seguida (viu? agora é a hora);
Por último e só no final mesmo leia os agradecimentos (MAS É PRA LER VIU?) [12];
Acabou? Legal... Se você for bom em matemática, que tal testar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines? Não custa nada né... (:
Depois de passar por todas essas etapas volte aqui no blog e me diga, como não amar John Green? <3
_________________________________________
[1] Katherine 1, 2 minutos e meio
[2] K-19, 343 dias
[3] Um super parabéns à tradutora de O Teorema Katherine Criar anagramas já não é uma tarefa fácil (claro, se você desconsiderar Colin) porém recriá-los de forma a a) conterem exatamente as mesmas letras (tá, eu sei que essa é a definição de anagrama, mas imagina criar anagramas para o nome Katherine? O meu preferido, particularmente, é o da K-8, a Barker, seu anagrama é Heart Break, Inc), b) fazerem sentido em português e c) se encaixarem no contexto da fala/livro.
[4] Ele montou uma frase em que a inicial de cada palavra corresponde a um dígito sendo a=1, b=2,..,j=0 E, já digo, a frase é MUITO LONGA!
[5] Português, inglês, espanhol, italiano, alemão, francês, russo, grego, latim, árabe e mais algum outro que ele não fala (ou fala e eu não me lembro, desculpa).
[6] Note que o nome dela é Lindsey e ela namora um Colin... Calma, ele não é o nosso Colin original mas sim OOC (O Outro Colin), um idiota, por sinal.
[7] Seu melhor amigo há alguns fugging anos
[8] Basicamente, foi o cara que motivou o inicio da I Guerra Mundial. Só.
[9] É, eu sei, essa fórmula é tipo gigantesca e super complexa... Mas quem disse que relacionamentos são fáceis? (E fica tranquilo, você não precisa entende-la.
[10] Eureca (:
[11] Motivo pelo qual eu me esforcei tanto para colocá-las aqui
[12] Principalmente os números 7 e 10. E NÃO ME ACUSE DE SPOILER, porque justamente por isso eu estou sugerindo uma ordem de leitura! Não é culpa minha se você decidir ser revolucionário.
Olha parabéns pelo seu texto (a culpa é das estrelas), adorei de verdade, na verdade vou ler graças a sua ótima dica ;)
Muito obrigada pelo reconhecimento! E leia com certeza, é muito bom! :)
Now Reading > O Teorema Katherine, John Green
Previous Book > Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago
Next Book > Wedding Night, Sophie Kinsella
E a sua lista?
Desabafo da blogueira - Filmes de livros
Nada contra, amo filmes de livros mas vocês sabem o quanto é dificil escrever um post com imagens originais quando se tem um filme baseado no livro??
Quando estava escrevendo o post sobre O Lado Bom da Vida percebi isso...
Queria achar imagens fofinhas ou com trechos do livro assim como fiz com A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista e A Culpa é das Estrelas mas só achava screens ou gifs do filme! (Tá certo que não há absolutamente nada de errado em ver 123983 gifs do Bradley Cooper)
Mas onde se esconderam as imagens fofinhas tumblr-style que existiam antes do lançamento do filme??? :(
O Lado Bom da Vida
The Silver Linings Playbook, Matthew Quick
"Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança." (Skoob)
Surpreendentemente encantador. E sim, eu acabei de usar a palavra encantador. O Lado Bom da Vida é um dos poucos livros que eu li - e gostei - em que um homem narra a história em primeira pessoa.
Há um motivo bem plausível para este ser o "livro da semana": ele se encaixa como um lema nos meus próximos dias. Sabe aquele clima de fim de semestre? (Não a parte boa - se é que existe) Então, agora multiplica isso por 7.
O livro trata o tempo todo do modo como Pat vê a vida. Agora, após sair do "lugar ruim" (um centro de reabilitação), ele vê o lado bom de todas as coisas.
(E uma explicação breve do porque isso se encaixa perfeitamente nos meus próximos dias: apesar de ter 8 provas, 4 trabalhos gigantes, 1 peça de teatro, não dormir bem há pelo menos 10 dias,... falta apenas 1 mês e 1 dia para o meu aniversário... E essa sou eu vendo o lado bom da vida! Thanks Matthew Quick.)
Você pode pensar "ah, mas eu vi o filme e não gostei" ou "nossa, eu adorei o filme" mas nada vai interferir no fato de você gostar ou não do livro. O filme foca muito no romance-to-be de Pat e Tiffany e nos ensaios para a tal competição de dança, já no livro os ensaios se passam em um capítulo e não há competição nenhuma (sim, há um evento de dança, mas não é uma competição propriamente dita).
Pat também fala bastante de sua relação com a música que o casou e o separou de Nikki (Hey, Kenny G!)
"So I close my eyes, hum a single note and silently count to ten, blanking my mind"
E essa relação mostra bastante um dos temas principais do livro (além, é claro, de se ver o lado bom da vida): o transtorno bipolar. Muitos não percebem isso porque o próprio Pat não reconhece a doença em si (e como é ele quem conta a história, isso não é evidente).
Além disso, em todo o livro, Pat vive em função de ser melhor uma pessoa melhor para Nikki (que eu tenho certeza que você vai odiá-la só pelo fato de ela ter traído Bradley Cooper Pat com um professor de história sem sal ao som da música de casamento deles e ainda fazê-lo sentir-se culpado por isso) e esse é o motivo pelo qual Pat faz tanto exercício físico (vestido em um saco de lixo para suar mais) e mental (lendo todos os livros que Nikki pede para seus alunos lerem) além de ser mais gentil ("praticando ser gentil ao invés de ter razão").
Então vá amar Pat e todos os seus defeitos pra ontem!
(ah, e dá uma lida no que tá escrito ai em cima porque as vezes a capa é tao importante quanto o livro ;) )
A Culpa é das Estrelas
The Fault is on Our Stars, John Green
"A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar." (Skoob)
Pode ir separando o rolo de papel higiênico (rs) e uma sacolinha, porque você VAI chorar nesse livro. Eu chorei demais e olha que eu não sou nenhuma manteiga derretida, viu?
Hazel Grace uma adolescente que foi diagnosticada com câncer na tireoide em estágio IV aos 13 anos.
"Parabéns! Você já é uma mulher. Agora morra."
Sim, eu ri nessa parte. Não sei se foi de desespero pelo fato dela fazer piada de uma doença tao seria ou foi pelo fato dela tentar levar a vida de uma forma "sim, eu estou morrendo, eu sei disso, mas não vou viver como se não tivesse mais alternativa e simplesmente esperar pelo inevitável aqui, sentada".
E ela chama o concentrador de oxigênio dela (que ela usa para dormir) de Felipe! "Porque simplesmente tinha cara de Felipe." Agora você me diga, a "cara" de um concentrador de oxigênio é a mesma de um Felipe?
Apesar desses fatos tragicômicos, acho que, na verdade, John Green conta a história de uma menina que adorou um livro e quer muito saber o futuro de seus personagens. E é onde Gus (olha eu, toda íntima) entra na história.
Isso nunca aconteceu com você? Ler um livro e querer saber o futuro dos personagens? Porque na vida real não existe "... e viveram felizes para sempre" não é mesmo? Mesmo assim, se Uma aflição imperial terminasse com um "felizes para sempre" acredito que Hazel ficaria mais feliz porém a história termina inesperadamente.
"Entendi que a história acabou porque a Anna morreu ou ficou tao mal que não conseguiu mais escrever, e que essa coisa de interromper a frase no meio pretendia refletir o modo como a vida acaba de verdade, e sei lá o quê, mas havia outros personagens além da Anna, e parecia injusto eu não poder saber o que aconteceu com eles. (...) se o Homem das Tulipas Holandês é um vigarista, se a mãe da Anna acaba se casando com ele, o que acontece com o hamster da Anna (que a mãe odeia), se os amigos da Anna concluem o ensino médio... essas coisas."
Hazel já havia usando o seu único desejo dado pela "Fundação Gênio" (uma clara referência a fundação Make-a-Wish) para ir à Disney com seus pais e como o autor do seu livro preferido, Peter Van Houten, mora em Amsterdã - e o único meio de contactá-lo é indo até ele já que ele não responde suas cartas- Gus usa o seu desejo com Hazel Grace.
E aí vem todas aquela enxurrada de emoções que você leitor pode sentir. E tudojuntodeumavezsó. Medo, raiva, alegria, tristeza, amor, ansiedade, dúvida, culpa (não só das estrelas), dó, curiosidade, frustração, pena, saudade, preocupação, surpresa, ...
Boa sorte ;)
P.S.: Para ser sincera, depois de "A Culpa é das Estrelas" eu leria até a lista de compras de supermercado do John Green
... Como isso não é possível me contentarei com "O Teorema Katherine"
Nenhum livro de cabeceira
Apenas #chatiadissima (e me rendendo a hashtags) porque essa semana terminei de ler Cocktails for Three da Madeleine Wickham e não tenho mais nenhum livro para ler :(
Ok. A verdade é que eu tenho sim mais um livro para ler: Wedding Night, da Sophie Kinsella mas porém contudo todavia eu não quero começar a ler essa semana porque é o único "stand-alone" dela que eu ainda não li e eu estou muito ansiosa por ele... Quero realmente me dedicar a leitura.
Foi lançado em maio desse ano e chegou na minha humilde residência semana passada (Thanks Amazon!) e eu prometo que assim que terminar farei uma resenha maravilhosa sobre ele porque tenho certeza que vou gostar e vocês também :)
Enquanto isso, o jeito é sobreviver a esse frio e tentar substituir o livro de cabeceira por um despertador e #FocoNosEstudos
CORRE! CORRE!
O skoob está sorteando 15 exemplares de "A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista!" (Resenha aqui)
O resultado sai daqui 16 dias, 2 horas e 48 minutos... mas não deixe para a última hora! Participe!
sugiro as vantagens de ser invisível é muito bom ;)
Sugestão super válida, já li esse livro, com certeza será um dos próximos a ser comentado! :)
A Probabilidade Estatistica do Amor à Primeira Vista
The Statistical Probability of Love at First Sight, Jennifer E. Smith
"Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia." (Skoob)
Bom, meu primeiro post de verdade no blog e começando em grande estilo. A probabilidade estatística do amor à primeira vista é um livro curtinho, daqueles que você lê em um dia e meio e depois sente aquele vazio e pensa "deveria ter lido mais devagar".
Aos anti-matemática de plantão, fiquem tranquilos, o livro não tem NADA A VER com modelos probabilísticos! É mais um jogo de palavras fofinho feito pela autora.
Hadley perde seu voo por 4 - QUATRO - minutos! E, por favor, que atire a primeira pedra quem nunca chegou atrasado para algum compromisso por causa de alguns minutos. Sabe-se lá quantos ônibus eu já não perdi por questão de segundos (sim, do tipo que você sai correndo, abanando a mão pro motorista e ele finge que não te viu).
E se eu não tivesse enrolado aqueles dois minutinhos a mais no banho? Ou na cama? E se eu não tivesse checado meu Facebook? Ou feito Check-in no Foursquare? Ou postado aquela foto nada a ver no Instagram?
Sim, são coisas que acontecem com TODO mundo, a única diferença é que somente Hadley foi sortuda o suficiente para perder o voo e encontrar o boy magia Oliver oferecendo ajuda para carregar as malas.
E então tudo começa.
Aquela amizade fofinha de um casal que acabou de se conhecer e tem alguns assuntos em comum: porque você esta indo para Londres? O que você estuda? (Até agora não se sabe o que Oliver realmente faz na faculdade... Alô? Jennifer?) Como é sua família? (É, alguns assuntos críticos também...)
E então eles chegam a Londres, o voo acaba e é a hora da separação...
Aquele momento cheio de dúvidas que você não faz ideia do que vai acontecer em seguida, porque apesar de terem voado juntos eles seguem para destinos diferentes... O que será de Hadley e Oliver?
Apesar de ser uma resenha (ou tentativa de uma, give me a break eu faço engenharia haha) eu não vou contar a história inteira porque é sempre bom ter aquele gostinho de quero mais não é mesmo? Então é isso aí, fica a dica! Devore as 236 páginas desse chick-lit da Jennifer E. Smith!
Ah, e se quiser encontrar o amor da sua vida, vá ao aeroporto! ;)
Oi! :)
Bom, eu nunca comecei um blog sobre leitura, talvez porque eu nunca fui muito de ler mas ultimamente eu tenho lido muito... Até eu me impressionei quando contei quantos livros eu já li esse ano, pra falar a verdade.
E já que estamos sendo honestos, acho que seria legal uma pequena apresentação, não?
Prazer, meu nome é Anna, sou estudante de engenharia (sim! nós também lemos!) e tenho 19 anos.
Amo literatura estrangeira mas sou bem mainstream... os chick lits são meus preferidos!
Acho que minha paixão por leitura começou em 2011. Estava em Londres e o caminho da minha "casa" até a escola onde fiquei 2 semanas era bem longo e eu peguei um livro da Sophie Kinsella ("The Undomestic Goddess") para ler nesse tempo. Fiquei apaixonada.
Desde então minha cabeceira já tem um espacinho reservado para o livro da vez!
O "500 livros" é um blog-resenha dos livros que eu li, mas fique a vontade para enviar sugestões de leitura e resenhas do seu livro preferido!
Let's read it all! :)